Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Munícipe processou autarca pelo crime de ofensas corporais


Vida Longa para o Grande Líder !
O incidente da alegada agressão do presidente da Câmara Municipal de Braga a uma munícipe de Merelim S. Pedro, que pretendia assistir à reunião de vereação do dia 26 julho, subiu para o Tribunal Judicial de Braga. A munícipe Isabel Correia já formalizou uma queixa-crime por ofensas corporais contra Mesquita Machado.
O autarca socialista, que ameaçou responder às acusações de que foi alvo com a apresentação de uma queixa-crime por difamação, também já concretizou o propósito que manifestou aos órgãos de comunicação social, quando foi interpelado sobre as acusações que lhe foram dirigidas.
Na participação-crime que formalizou junto do Ministério Público Isabel Correia acusa o presidente Mesquita Machado de a ter agredido, quando tentava entrar no interior do edifício da autarquia, para assistir à reunião camarária em que foi discutida a entrega de antiga escola primária a uma associação local, presidida pelo anterior presidente da Junta de Freguesia, que é afeto ao Partido Socialista.
A munícipe, que recebeu tratamento no Hospital de Braga após o incidente – foi transportada à unidade hospitalar pelo INEM, que, num primeiro momento lhe prestou cuidados de saúde na Praça do Município – reafirma agora o propósito de levar até ao fim, a queixa--crime que intentou contra Mesquita Machado e revela não ter «qualquer receio» da queixa por difamação e injúrias que lhe foi instaurada pelo presidente da Câmara Municipal.
Jornal "Diário do Minho" de 30 de Outubro, pág 3

Memórias do Partido Popular Monárquico (PPM)...

O POVO RURAL
TAMBÉM É PORTUGAL

Açores: PPM apela à criatividade do futuro governo regional socialista


O PPM desafiou hoje o PS a ser «criativo» nos desafios que vai encontrar na próxima legislatura, salientando que a renovação pode ter sido uma «vantagem» nas eleições regionais, que os socialistas venceram com maioria absoluta.
«Creio que, se tiverem criatividade para reagir aos desafios que se colocam, e vão ser muitos em termos de administração pública, julgo que poderão fazer muito. Se ficarem ligados a tabus e a interesses, então é um sinal de preocupação», afirmou Tomaz Dentinho, em declarações aos jornalistas no final de uma audiência com o Representante da República para os Açores, Pedro Catarino, em Angra do Heroísmo.
O dirigente monárquico considerou que a renovação do PS e a sua «abertura à sociedade civil» foram uma «vantagem» em relação ao PSD nas eleições regionais disputadas a 14 de outubro, acrescentando que também podem ser positivas na governação, mas frisou que «o pensamento independente está mais limitado» porque uma parte da elite açoriana foi para o PS.

TRAVESSA DAS CUNHAS

Vais ter que estudar, vais, vais...

EQUIVALÊNCIAS

foto de j.delgado

D. PEDRO, O REI-IMPERADOR


Javier Moro nasceu em Madrid em 1955. Desde jovem colabora com meios de comunicação espanhóis e estrangeiros. Trabalhou como investigador em vários livros de Dominique Lapierre e Larry Collins. Viveu 6 anos nos EUA, onde se envolveu em projectos de televisão e cinema e coloborou com Ridley Scott. É autor de Senderos de Libertad, El pie de Jaipur, Las montañas de Buda e, em 2001, Era medianoche en Bhopal, em colaboração com Dominique Lapierre. Uma Paixão Indiana, a história da bailarina espanhola que casou com o Maharajá de Kapurthala, foi um dos grandes êxitos de crítica e venda dos últimos anos em Espanha e em vários outros países europeus, com tradução em dezassete idiomas, e que em breve será adaptado para cinema. [wook.pt]
Moro: «A intelectualidade brasileira não aceita o meu livro porque é muito nacionalista»
Porque escreve um espanhol sobre um rei português que foi Imperador do Brasil? Para ganhar o Prémio Nadal 2011, um dos principais prémios literários de Espanha. Com «D. Pedro O Rei Imperador – O Império És Tu», editado pela Planeta, Javier Moro alcançou um novo êxito na sua carreira, mas também provocou muitas polémicas, já que a esquerda brasileira considera o livro «uma nova forma de neo-colonialismo de Espanha».
Laurentino Gomes («1808» e «1822») e Iza Salles («O Coração do Rei») foram apenas dois dos nomes de intelectuais brasileiros que atacaram Javier Moro, com o primeiro a considerar a obra deo espanhol «uma nova forma de neo-colonialismo de Espanha».
«Isto é ridículo! Dá para entender afirmações desta índole? Só vejo três maneiras de analisar estas declarações: são pensamentos nacionalistas, inveja ou medo por o seu «jardim» estar a ser invadido por um estrangeiro. A história não pertence a ninguém, é de quem a estuda, trabalha. Por exemplo, os principais historiadores da História espanhola são ingleses. E isso não nos choca. No entanto, os brasileiros não aceitam isso, ainda mais agora que atravessam um bom momento económico. São soberbos, arrogantes, mas esquecem as misérias do país: a violência, a desflorestação da Amazónia, a reforma agrária, que não ocorre como deve ocorrer… A verdade é que os intelectuais brasileiros são muito nacionalistas. Um bom exemplo disso é o próprio lugar de D. Pedro I (D. Pedro IV em Portugal) na História do Brasil», afirma Javier Moro, que não esconde a sua indignação pelo modo como foi tratado por alguns intelectuais brasileiros. «Por ele ser português e ter regressado ao seu país para salvar a Monarquia portuguesa contra o ataque do seu irmão, nunca teve o lugar que merece no Brasil, apesar de ter sido D. Pedro o responsável pela Independência do país».
O ataque da esquerda intelectual brasileira é compensado pelas palavras dos leitores brasileiros, que, através do Facebook, agradecem diariamente o espanhol. «Agradecem principalmente por ter mostrado um outro D. Pedro I, um Rei-Imperador mais humano».
Para encontrar esse «Rei-Imperador mais humano» Moro garante que leu tudo o que tinha a ler sobre D. Pedro IV e a sua família durante um ano e meio, tendo inclusive falado com psicólogos para entender certas decisões e atitudes dos seus membros. «Era fundamental interiorizar a época e os seus protagonistas.»

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Príncipe alemão casa em Portugal: a festa em Sintra de Dominik de Löwenstein e da condessa Olga Castell

S.A.R., o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança
Os noivos
Príncipes Charles-Philippe d' Orléans e Diana de Cadaval, parente da noiva
Condessa Teresa de Schönborn-Wiesentheid, tia materna da noiva
Teresa Trenor de Lowënstein e Alejandro
Duquesa Claudine e a filha Alexandra de Cadaval
Salvador e Caetana Taborda Ferreira com Christopher Olbenburg
Eleonora, Domitzia e o conde Vittorio Viora di Bastide
Mafalda Arriaga e Cunha e a filha
Francisco van Uden
Teresa e Robert Symington
Pilar Louro e José Lobo de Vasconcellos
Arquiduquesa Maria de Habsburgo (tia do noivo) com a filha Milona de Habsburgo e o genro Charles Henri de Rambures
Manuel Arriaga e Cunha e Caetano de Bragança
Padre Samuel Rodrigues com Ana e Maria João Arriaga e Cunha
Tatiana Fugher
Príncipe Hubertus Leiningen, casado com a princesa Olga, irmã de Ernst de Hannover
Princesa Assie de Leiningen, irmã de Ernst de Hannover
Baronesa Iris Beatrice de Dörnberg e o príncipe Hubertus Maximilian de Löwenstein, irmão do noivo
Benedetta de Schönborn-Wiesentheid e a condessa Ana Castell-Rüdenhausen, prima e irmã da noiva
Senhora Solmes e princesa Sophie da Prússia, que vai ser mãe

Casaram pelo registo civil na Alemanha no mês de setembro e escolheram Portugal para o casamento religioso. A noiva é a condessa alemã, mas tem sangue português. Olga Castell-Rüdenhausen é bisneta da marquesa Olga de cadaval e fez questão de unir o seu destino ao príncipe alemão na Quinta da Bela Vista, em Colares, perto de Sintra. O noivo é Dominik de Löwenstein-Wertheim-Rosenberg, filho do príncipe Aloys-konstantin de Löwenstein-wertheim-rosenberg e da princesa Anastasia da Prússia e sobrinho da arquiduquesa Maria de Habsburgo que vive no Estoril há várias décadas.
A união do príncipe e da aristocrata aconteceu no sábado, dia 6 de outubro, às 12 horas. Cerca de 300 convidados de vários países da Europa disseram “sim” ao convite e deslocaram-se a Portugal.
Depois da bênção, foi servido um cocktail e um almoço na quinta, que é propriedade da mãe da noiva, a condessa Maria Johanna Gabriela de Schönborn-wiesentheid, que também aqui casou com o príncipe alemão Johannes Friedrich Castell-Rüdenhausen.
A condessa Olga nasceu em 1987, estudou Comunicação e Marketing e tem um master em Corporate Social Responsability. O príncipe tem 29 anos e trabalha para uma companhia de agricultura e fontes energéticas. O casal conheceu-se em 2009 em Michelstadt e depois da lua-de-mel vai viver em Hamburgo.

Coligação Juntos por Braga com vantagem de quase 5% sobre o PS para 2013 (Sondagem da “Aximage” para o Diário do Minho)


A menos de um ano das próximas autárquicas, a coligação “Juntos por Braga”, liderada por Ricardo Rio, goza de uma vantagem de quase cinco por cento sobre o Partido Socialista, com a lista do PS a ser liderada pelo deputado António Braga ou pelos diversos nomes preferidos dos eleitores. Esta é pelo menos a projecção das intenções de voto dos eleitores do concelho resultantes de uma sondagem de opinião, realizada pela “Aximage” para o  Diário do Minho, na segunda semana deste mês, na qual 38,5 por cento disseram pensar abster-se da escolha do próximo presidente da Câmara e 8,2 por cento  estar ainda “indecisos”.
Jornal "Diário do Minho" de 30 de Outubro, pág. 3

“Transição para a Monarquia no séc XXI”


A Real Associação do Porto organizou na passada sexta feira, um jantar debate sob o tema “ A Transição para a Monarquia no séc. XXI”, convidando o Dr. Tomás Moreira para apresentar e moderar o debate.
Tomás Moreira iniciou a sua apresentação de forma bem curiosa, questionando os cerca de 80 membros da Real Porto, se sabíamos qual é o nome oficial do nosso País, acrescentando de imediato que de facto não é Portugal mas sim Republica Portuguesa, o que só por si revela a urgência da nossa Nação recuperar oficialmente os seus 900 anos de existência!
Muitas transições de Regime ocorreram por esse mundo fora, e infelizmente conforme sabemos, maioritariamente foram violentas com Regicídios, Golpes Militares ou Levantamentos Populares. Também aconteceram transições pacíficas.
Falou se do caso Espanhol que todos conhecemos e falou se do caso Grego que no século passado por três vezes alterou o seu Regime, a última das quais com um referendo em Dezembro de 1974 em que 69% da população grega votou a favor da abolição da Monarquia.
E Portugal, como vamos ser capazes de fazer acontecer a transição de Regime?
Seguramente pela via pacifica, mas será suficiente o que temos vindo a fazer?
Claramente que não... diria mesmo que nos últimos tempos a desordem da Republica e os seus Republicanos tem feito mais pela Monarquia que os próprios Monárquicos, pelo que muito há a fazer.
Trabalhar na união da Família Monárquica, melhor comunicar e divulgar o ideal Monárquico, desmistificar permanentemente os três estigmas que ainda existem em muitos dos Portugueses sobre a Monarquia: O Elitismo/Fausto, o Absolutismo e a Sucessão Hereditária, são seguramente os principais tópicos, mas há dois “combates” que precisam urgentemente de serem retomados: O combate Jurídico e o combate Politico!
Tantas e tão justas preocupações foram demonstradas por todos em geral, mas particularmente pelo Tribunal Constitucional sobre a equidade entre Privado e Publico, que nos parece oportuno relançar com eficácia a discussão jurídica sobre a Constitucionalidade da atual Constituição, nomeadamente a imposição Republicana na forma da organização do Estado.
Quanto ao Combate Politico, vem ai as Eleições Autárquicas em finais de 2013, que melhor oportunidade podemos querer para  infiltrar o pensamento Monárquico no Poder Politico?

Vamos arregaçar as mangas, e mãos á obra que o tempo urge!

Viva o Povo Português, a Monarquia e o Rei
Viva Portugal

Melhores cumprimentos
Paulo Corte-Real Correia Alves
Monárquico
Presidente da Mesa do Congresso e do Conselho Nacional do PPM

Furacão Gaspar...

O Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica adverte:
Está em formação em Portugal continental uma tempestade violentíssima.
Na nova estação (a de IRS), baixou de 8 para 5.
O Furacão já baptizado de "Gaspar" tem epicentro em S. Bento, Lisboa, e atingirá fortemente já em Janeiro 2012 tanto o território continental como as regiões autónomas da Madeira e dos Açores.
Deslocou-se até agora a uma velocidade avassaladora, porém, uma vez estacionário, as consequências destrutivas de longo prazo, manter-se-ão por muitos anos.
Antecipam-se perdas avultadas para toda a população. Previna-se: Emigre...

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

PPM/Braga manifesta profunda consternação pelo homicídio de Gaspar Roby


Monárquicos chocados com o homicídio. Gaspar Roby vai terça-feira a sepultar, em Braga

O presidente da distrital de Braga do Partido Popular Monárquico (PPM), Manuel Beninger, manifestou «profunda consternação» pelo homicídio, naquela cidade, de Gaspar Roby, alegadamente perpetrado pelo seu afilhado.
Gaspar Roby, um dos quatro filhos da condessa de Infias, Braga, foi assassinado, à facada, na noite de sexta-feira, alegadamente na sequência de uma discussão com o afilhado, no apartamento onde viviam.
«É uma perda muito grande para a família monárquica, mas também para a sociedade em geral. Foi um homem que lutou pela democracia e que estava sempre disposto a colaborar com as causas sociais», referiu Manuel Beninger à Lusa.
Sublinhou que o alegado homicida, com 20 anos, foi «perfilhado» aos três anos por Gaspar Roby, que «sempre o criou como se fosse seu filho». «São as ironias do destino», acrescentou.
Gaspar Roby era militante do PPM, tinha 69 anos e vai terça-feira a sepultar, em Braga.
O afilhado já foi detido pela Polícia Judiciária e presente a tribunal, que decretou a sua prisão preventiva.
Fonte: TVI
Jornal "Correio do Minho" de 30 de Outubro, pág. 33

A Agricultura terá que ser vista com outros olhos


De 1983 para 2006 reduzimos a produção de cereais em 83%.
Cultivávamos 1.200.000 ha e passámos para 200.000 ha.
Isto graças a Mário Soares, Cavaco Silva e o seu ministro João de Deus Pinheiro, Guterres, Durão Barroso e Sócrates.
O povo português continua impávido e sereno.
A Agricultura tem que ser vista com outros olhos. Que pena não lerem a Reforma Agrária do PPM que a politicagem elogiou, mas não seguiu..

Memórias do Partido Popular Monárquico (PPM)...

Patriotas, sim!
Pataratas, não!

1700 anos depois; por Drº Carlos Aguiar Gomes


Em 23 de Outubro de 2012 perfizeram-se 1700 anos que o Imperador Constantino travou a célebre e importantíssima batalha na ponte Mílvia ( 23 de Outubro de 312 ) contra o seu rival Maxêncio. Este era, como Constantino, pagão e pretendia dominar, como senhor absoluto,Roma.
Constantino, ainda não sendo cristão, já não era um perseguidor hostil do cristianismo nascente. Sua Mãe, Santa Helena, parece ter tido um papel determinante na aproximação de Constantino ao cristianismo.
Antes da batalha da ponte Mílvia. Constantino, como era hábito entre os generais romanos, tomou como seu protector um deus. Aquele escolheu o Deus dos cristãos e invocou o Seu auxílio. Inspirado por um sonho, como nos é relatado por Lactâncio e pelo bispo Eusébio de Cesareia, biógrafo grego de Constantino. Durante esse sonho, o Imperador teria visto uma cruz e sob esta a célebre expressão, que todos conhecemos, muitas vezes sem lhe conhecer a origem: IN HOC SIGNO VINCES ( por este sinal vencerás ).
Constantino venceu e acreditou que a batalha ganha se devia ao poder do deus dos Cristãos. E converteu-se. De imediato, passou a cristão e cristão militante. Pelo seu Édito, conhecido por Édito de Milão ou da Tolerância, Constantino concede total liberdade aos cristãos, que já integrava.
Como este acontecimento decisivo para o cristianismo, iniciou-se um largo período de liberdade, que, infelizmente, tem sofrido alguns episódios de perseguição e de ódio em distintas épocas e diversos locais.
Nestes tempos conturbados, como o nosso, é bom recordarmos Constantino.
Com Constantino, deixam-se as catacumbas onde os cristãos celebravam os sacramentos e onde se sepultaram milhares de mártires, daí a tradição quebrada pela reforma litúrgica do II Concílio do Vaticano, de no altar onde se cebebra a Santa Missa haver sempre um pedra quadrado com uma relíquia ( a pedra de ara ).Esta tradição não foi abolida, mas simplesmente esquecida como pormenor irrelevante que não é.
Empenhados na Nova Evangelização, os membros portugueses da Militia Sanctae Mariae – cavaleiros de Santa Maria, defendem e promevem a liberdade religiosa e, por isso, não podem esquecer a efeméride.

Carlos Aguiar Gomes
(Presidente da Associação Famílias)

Aviso de furacão…


PREVINAM-SE... 
Está a formar-se em Portugal Continental uma tempestade violentíssima, de grau 7 na escala de IRS, chama-se GASPAR e tem o epicentro localizado em S. Bento, Lisboa. Ameaça a partir de 3ª feira atingir todo o Continente e Ilhas. Desloca-se a baixa velocidade, mas com uma intensidade destruidora, prevendo-se que deixe muita gente desalojada e completamente arrasada no seu bem-estar.

domingo, 28 de outubro de 2012

SS.AA.RR. os Senhores Duques de Bragança, em Roma, no evento promovido pela Real Ordem de Santa Isabel

Em 27 de outubro, a Duquesa de Bragança conferiu a ordem de Santa Isabel a várias senhoras reais, em reconhecimento ao seu trabalho filantrópico.
Homenageados foram a Grã-duquesa Maria Teresa de Luxemburgo, a Princesa Herdeira Margarita da Romênia, a Princesa Margaretha de Liechtenstein, Princesa Christine de Orleans e Bragança (nascida Princesa de Ligne, esposa do Príncipe Antonio de Orleans e Bragança) e Princesa Eleanora de Ligne (nascida Princesa de Orleans e Bragança e Wittelsbach, esposa de Michel, 14.º Príncipe de Ligne).
A cerimónia foi realizada na Catedral Católica portuguesa de Roma, Itália, seguido por um almoço oferecido na Embaixada de Portugal. Também estiveram presentes para a ocasião foram o Grão-Duque Henri do Luxemburgo, Príncipe Jean de França, Nicholas Príncipe do Liechtenstein, bem como outros membros de casas reais e nobres da Europa.
Mesmo depois de Portugal impor uma República, a ordem continuou a ser em usada por membros da família real no exílio. Em 1986, o Duque de Bragança restabeleceu a ordem de Santa Isabel como uma honorária ordem dinástica da família real portuguesa. O atual grande Senhora da ordem é Dona Isabel, Duquesa de Bragança. A Duquesa de Bragança conferiu a ordem com representantes das famílias reais e nobres estrangeiras para seu trabalho de caridade, especialmente para apoiar organizações portuguesas.
Nas fotos: o Grão-Duque e a Grã-Duquesa do Luxemburgo, o príncipe e a princesa Nikolaus von und zu Liechtenstein, o príncipe Jean de France, duque de Vendôme, o príncipe Antônio de Orléans e Bragança e sua esposa, o príncipe ea princesa de Ligne, Princesa Margareta da Roménia e Radu.
Tomaram parte das cerimónias Sua Altezas Reais do Grão-Duque do Luxemburgo, Príncipe Jean de França, o príncipe e a princesa Margarita Nicholas do Liechtenstein e outros membros de famílias reais da Europa.
Princesa Margarita da Roménia
Fontes:
Romania, AltfelJoana Dias Pereira / Netcafé Monarquia Moderna, Theroyalforums

Crime leva drama a família proprietária do Solar das Ínfias, em Braga

AMPLIAR (Jornal de Notícias 28.10.2012)
Dias antes, Pedro apoderara-se das chaves da viatura do "pai adotivo" e saiu. Acabou por ter um acidente durante a escapadela e as relações entre ambos azedaram. O jovem vivia com a família desde os três anos, altura em que a sua mãe acedeu em transferir a tutela legal da sua educação para o casal Roby.

O relógio marcava 20.15 horas quando os Bombeiros Sapadores de Braga foram alertados para acudirem a um homem gravemente ferido, na Rua Adelino Abrantes, em São Vicente.
No sexto andar, encontraram Gaspar Álvaro Alcoforado Faria Roby esventrado. Tinha sido esfaqueado, durante uma discussão ao jantar, supostamente por um afilhado de nome Pedro, já detido pela Polícia Judiciária (PJ), a quem terá confessado o crime.

Jornal "Correio do Minho" de 28 de Outubro, pág 3
Gaspar Roby, de 69 anos, ligado à Casa de Ínfias e ao PPM, morreu sexta-feira à noite, após ter sido esfaqueado por um jovem a quem tratava como um filho. O agressor está preso.
A PSP foi chamada ao local, detendo o presumível agressor. Confirmada a morte de Gaspar Roby, com o consequente depósito do cadáver na morgue do Hospital de Braga para ser autopsiado, a investigação do caso está nas mãos da Polícia Judiciária.
Conduzido por inspectores da Polícia Judiciária ao Tribunal Judicial de Vila Verde, o suspeito foi submetido a um primeiro interrogatório perante o juiz de turno de instrução criminal durante a tarde e ontem.
No final, como medida de coacção, o juiz determinou que o jovem Pedro ficasse a aguardar o seu julgamento em prisão preventiva pela autoria de um crime de homicídio.
O que levou ao crime não se sabe. Nascido no seio de uma família problemática, Pedro foi acolhido por Gaspar quando ele tinha três anos de idade, em regime de tutela legal. Ao longo dos anos, o afilhado era tratado por Gaspar Roby como se fosse seu filho.

António Machado chocado
António Machado, presidente da Direcção dos Bombeiros Voluntários de Braga e da Junta de Freguesia de Fraião, correligionário político de Gaspar no Partido Popular Monárquico, disse-nos estar “triste e chocado” com a notícia. Como militante do PPM, Gaspar Roby lutou pela democracia antes e depois do 25 de Abril. 
Pedro Miguel com Gaspar Roby
Casa de Ínfias - Braga - Portugal
A Casa de Ínfias ou Solar de Ínfias ou Casa de Vale de Flores é uma casa, localizada na freguesia de São Vicente, concelho de Braga, Portugal.
A Casa de Ínfias foi edificada no último quartel do século XVII por João Borges Pereira Pacheco, fidalgo da Casa Real e Cavaleiro da Ordem de Cristo.
O solar, disposto segundo planimetria em U de inspiração francesa, é considerado o exemplo da casa nobre seiscentista, quer pela regularidade da planta quer pela sobriedade das fachadas.
A planta da casa é fechada pela disposição do portão nobre, que através do muro onde se insere, une as alas laterais, ficando desta forma o edifício inserido num grande rectângulo que comporta ao centro um pátio. Tal como era habitual na época, os andares da casa estavam divididos segundo as suas funções específicas. O piso térreo albergava as divisões destinadas aos serviços da casa, o andar nobre acolhia o espaço habitacional.
A capela privada tem um papel preponderante no conjunto. Dedicada a Nossa Senhora do Pilar, esta capela era pertença do Bispo de Elvas D. Alexandre da Silva Botelho, passando para a posse da irmã D. Natália da Silva após a sua morte, que mais tarde deixou o templo à Irmandade de Santa Cruz.
João Borges Pereira Pacheco adquiriu a capela à irmandade cerca de 1687, época em que a casa estava em construção, colocando uma inscrição evocativa do seu padroado sobre a porta do templo. Situada numa das alas laterais, a capela foi integrada no conjunto da casa de forma harmoniosa, não perturbando a simetria do edifício.
Foi classificada como Imóvel de Interesse Público em 1977.
Actualmente, e por linha directa, a casa é propriedade de Nuno Augusto Alcoforado de Faria Roby, 5º conde de Vila Pouca. pt.wikipedia.org/wiki/Casa_de_%c3%8dnfias


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