Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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domingo, 15 de junho de 2014

Com abdicação, Juan Carlos aumenta a popularidade da Casa Real

Sondagem para o El Mundo mostra que 72,9% dos espanhóis acham que Felipe VI vai ser um bom rei para Espanha.
Apesar das manifestações dos últimos dias nas ruas das cidades espanholas a exigir um referendo à monarquia, a verdade é que, se este fosse realizado hoje, dia 9 de Junho, os monárquicos ganhariam por 21 pontos percentuais. Um estudo realizado pela empresa de sondagens Sigma Dos chegou à conclusão que 56% dos espanhóis inquiridos defendem que a monarquia é a melhor forma de Estado para a Espanha, contra 35% dos que afirmam não ser.
Os quatro principais membros da Casa Real, rei Juan Carlos, a rainha Sofia, o príncipe Felipe e a princesa Letizia, viram também a sua popularidade aumentar após a abdicação do rei no passado dia 2 de Junho.
Juan Carlos, ao que tudo indica, parece também ter acertado no momento exacto para a sua renúncia ao trono. O estudo revela que 76,4% dos espanhóis concordam com a abdicação do rei em prol do seu filho, o príncipe Felipe. Juan Carlos foi agastado por algumas polémicas nos últimos tempos de reinado, como o caso Nóos – o marido da infanta Cristina, Iñaki Urdangarin, e a própria filha do rei estão a ser investigados por suspeita de desvio de dinheiro público – e a polémica em torno da caçada luxuosa do rei no Botswana.
De realçar, nesta sondagem, a melhoria da imagem de toda a Casa Real espanhola logo após a abdicação. No último inquérito realizado em Janeiro de 2014, apenas 6,3% dos espanhóis davam um balanço muito positivo ao reinado de Juan Carlos e 35% um balanço positivo. Agora são 17,6% que consideram o reinado muito positivo e 47,6% positivo. Em apenas seis meses, a imagem de Juan Carlos melhorou em 23,7%.O mesmo aconteceu com os restantes membros da família. Felipe – tinha já uma popularidade alta, 66,4% dos espanhóis tinham uma muito boa ou boa imagem do príncipe – viu agora sua imagem melhorar para os 76,9%. A rainha Sofia viu a sua taxa de popularidade aumentar em 11,5%, em comparação com 67% dos últimos seis meses. Letizia subiu também dos 49,3% para 52,4%.
Já os números a favor do príncipe Felipe são impressionantes. À pergunta: “Acha que o príncipe Felipe será um bom rei para Espanha?”, 72,9% dos inquiridos responderam afirmativamente, contra apenas 10,2% que acham que o futuro Felipe VI não será um bom rei. 57,5% dos espanhóis inquiridos acreditam também que Felipe conseguirá recuperar o prestígio e a confiança nas instituições monárquicas.
O fortalecimento da monarquia é notório também em praticamente todas as faixas etárias. Em todas elas, incluindo os mais jovens, mais de 50% dos inquiridos fazem um balanço positivo do reinado de Juan Carlos.
Somente os mais jovens, entre os 18 e os 29 anos, é que se dividem entre os que defendem a monarquia como melhor forma de regime e os que preferem um Governo republicano, 46,1% e 46,6%, respectivamente. A partir daí, o aumento das preferências monárquicas é bem visível e, sem surpresas, são os maiores de 65 anos – 72,6% – que alcançam a maior cota de aprovação à monarquia.
A sondagem mostra também que entre os votantes dos dois maiores partidos de Espanha, o PP e o PSOE, a monarquia recolhe agora apoios na ordem dos 80,3% e 52,7%, respectivamente – em contraste com os números de Janeiro de 2014, que eram de 77,7% para os eleitores do PP e 45,2% para os do PSOE. Apesar de ser maioritariamente contra o regime monárquico, a percentagem de votantes do partido Izquierda Unida que apoia a monarquia subiu de 14,1% para 22,6%. Estes três partidos juntos representaram mais de 80% da preferência dos eleitores nas últimas eleições legislativas em 2011.
Apesar destes números avassaladores que beneficiam a monarquia, uma sondagem divulgada no dia 7 de Junho pelo El País revela que quase dois terços dos espanhóis querem que seja convocado um referendo para que possam decidir entre a manutenção do regime monárquico ou a instauração da III república.
Público

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Sondagem: MONARQUIA EM PORTUGAL?

acima
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domingo, 13 de outubro de 2013

“Ignorância e preconceito” prejudicam causa real

É o regime republicano, ele próprio, “uma das principais causas” da crise “económica e moral” que Portugal atravessa, isto porque os chefes de Estado emanam da classe política e, como tal, “dificilmente serão aceites como árbitros imparciais”. A crença é de Dom Duarte Pio de Bragança, o homem que estaria hoje sentado no trono português, caso o regime cujo 103.º aniversário se celebrou há dias não tivesse vingado. Um Rei sem coroa que ouvimos em entrevista a pretexto da sua visita a Beja, para apadrinhar mais uma Festa Azul, a decorrer ainda entre hoje e amanhã, sábado, no castelo da cidade, com organização a cargo da Real Associação do Baixo Alentejo. 
Texto Carla Ferreira


Mais de um século depois da implantação da República, que lugar ocupa a causa monárquica no nosso país? 
Actualmente o movimento monárquico que eu reconheço é constituído pela Causa Real representada pelas Reais Associações em todas as províncias ou distritos e junto de algumas comunidades portuguesas no estrangeiro. Conta com cerca de 10 mil associados de todas as origens sociais e económicas e com opiniões políticas muito diversificadas, nomeadamente a nível partidário. Segundo as sondagens de opinião, nos últimos anos a percentagem de portugueses que prefeririam ter um rei a um presidente da república como chefe de Estado variam entre 29 por cento e 40 por cento.


Quem são e que objectivos perseguem os seus defensores, concretamente no Baixo Alentejo, onde nos encontramos?  
Como disse, os partidários do Rei como Chefe de Estado têm opiniões políticas diversas. A Real Associação do Baixo Alentejo tem trabalhado para o esclarecimento desta opção política mas também na defesa da identidade cultural e do conhecimento da história do Alentejo. Também se tem envolvido em iniciativas concretas de apoio a algumas obras de assistência social e caritativas.


Visita Beja, novamente a pretexto da Festa Azul, organizada pela Real Associação do Baixo Alentejo. Como acolhe esta iniciativa?  
É uma excelente ocasião para reencontrar os monárquicos e simpatizantes da região, e de rever esta tão bela e tão simpática cidade.


Em tempos de grande desencanto com a classe política republicana, parece-lhe que há condições para um aumento de adeptos de um regime monárquico, como alternativa? 
Há muitas pessoas que têm dificuldade em encarar as alternativas políticas de modo lógico e lúcido, porque vivem agarradas a preconceitos, tradições familiares e informações erradas que receberam na escola quanto ao que seria uma monarquia actual. Em vez de olharem para as actuais Monarquias na Europa e no mundo, imaginam um regresso ao século XIX ou mesmo à Idade Média. A ignorância e o preconceito são o grande obstáculo para muitas pessoas perceberem que uma das principais causas da nossa situação económica e moral deriva do próprio sistema republicano onde os chefes de Estado fazem parte da chamada “classe política” e, por isso, dificilmente serão aceites como “árbitros imparciais”.


Mesmo no contexto de uma democracia moderna, continua a defender a linhagem, ao invés da eleição? 
As monarquias contemporâneas consideram que têm governos republicanos e chefia de Estado real, ou seja, o poder político deriva da eleição e o chefe de Estado é independente dos poderes económicos e políticos. No entanto, tanto os povos quanto os parlamentos têm o poder de recusar o rei, por referendo, ou alterar a Constituição e estabelecer uma chefia de Estado republicana. Só em repúblicas pouco democráticas, como a nossa, a Constituição impede que o povo escolha o seu futuro…


A casa real espanhola tem estado, como nunca, sob a mira dos seus súbditos, que pela primeira vez estão a questionar-se quanto a aspetos da vida pessoal e financeira dos seus membros, até agora inatacáveis. Como vê a perda de popularidade desta monarquia “irmã”? 
É, obviamente, preocupante a situação espanhola, porque o Rei não conseguiu controlar as actividades do seu genro e parece que os seus assessores financeiros também terão cometido falhas quanto à sua situação fiscal. Não acredito que o rei tivesse acompanhado pessoalmente estes assuntos. Parece óbvio, no entanto, que os independentistas catalães e bascos preferem uma república para facilitar os seus objectivos políticos. Acredito que a juventude e popularidade dos príncipes Filipe e Letícia possam reverter esta situação perante a opinião pública. No entanto, os espanhóis não se esquecem que o Rei dedicou a sua vida a Espanha, evitando graves conflitos internos, além de dar prestígio internacional ao país. Graças à monarquia, a transição da ditadura para a democracia realizou-se em poucos meses, sem perturbações políticas e económicas. 


Até que ponto foi essa transição em Portugal prejudicada pela ausência de um Rei? 
A república portuguesa demorou vários anos a realizar essa transição e, no processo, destruiu boa parte da nossa economia, provocou centenas de milhares de mortos e gravíssimas destruições económicas nas então províncias ultramarinas, cujos povos sofreram guerras civis durante anos para além da ocupação de Timor cujo povo sofreu um genocídio. Isto foi o fruto da terceira revolução republicana em Portugal, a de 1974, de longe a mais mortífera e destruidora da nossa história. Desde a guerra civil que opôs os liberais democratas (e o seu exército de mercenários ingleses) ao governo tradicionalista e conservador da época, que o povo português não vivia uma alteração tão radical. No Alentejo a vitória liberal teve como consequência imediata a extinção das ordens religiosas, o confisco das suas propriedades, e a sua transformação em latifúndios, que frequentemente passaram a propriedade de capitalistas lisboetas… A obra cultural e social dos mosteiros e conventos extintos ainda não é devidamente reconhecida, assim como as consequências da sua destruição.


Bilac e Zambujo dão música à Festa Azul 
Arrancou ontem, simbolicamente no castelo de Beja, mais uma edição da Festa Azul, organizada pela Real Associação do Baixo Alentejo e com o apoio do Instituto Politécnico de Beja. O evento, que propõe para hoje, sexta-feira, a Noite Azul (festa com dress code azul) e um espetáculo com Olavo Bilac, tem também um pendor de solidariedade social ao fazer reverter parte das receitas obtidas a favor da Caritas e dos alunos carenciados do IPBeja. Amanhã, sábado, o encontro encerra com um concerto pelo fadista bejense António Zambujo.
Diário do Alentejo, 12 de Outubro de 2013 / Maria Menezes

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Sondagem: MONARQUIA EM PORTUGAL?


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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Ricardo Rio distancia-se do PS em Braga. Está quase!



À entrada para o último "sprint", o candidato da coligação de Direita a Braga, Ricardo Rio, ganha avanço.
Tendo como comparação o estudo de opinião de julho, Ricardo Rio encontra, nos resultados ora revelados, razões para confiar na eleição para presidente da Câmara de Braga. Se a luta palmo-a-palmo não saiu do horizonte, o candidato da coligação de Direita Juntos Por Braga (PSD-CDS-PPM) conseguiu ascendente, traduzido nos quase cinco pontos percentuais de vantagem sobre o candidato socialista (bastante fora da margem de erro da sondagem da Eurosondagem, que é de 3,4%). Agora, as intenções de voto apontam para que Ricardo Rio atinja os 43,8% (em julho situava-se nos 43,3%). Já Vítor Sousa desce, comparativamente a julho, e colhe a intenção de voto de 39% dos inquiridos, quando em julho ultrapassava em 1,1% a barreira dos 40%.
Há quatro anos, o PS ganhou a Câmara de Braga com uma vantagem curta, de 2726 votos, num universo de mais de 150 mil eleitores. Os 44,83% então alcançados valeram ao partido a eleição de seis vereadores e a manutenção da maioria absoluta.

sábado, 21 de setembro de 2013

sábado, 31 de agosto de 2013

EUROSONDAGEM PARA O EXPRESSO E A SIC: Ricardo Rio aparece à frente para liderar Braga


No Expresso deste sábado
Na SIC desta sexta-feira

Com a saída de Mesquita Machado, o PSD, coligado com o CDS e PPM, aparece à frente para liderar uma das maiores autarquias do País.
Ao fim de décadas de domínio socialista, com Mesquita Machado à frente da câmara, a saída de um dos mais emblemáticos dinossauros socialistas, o PS parece estar em apuros, revela a sondagem da Eurosondagem para o Expresso e a SIC. Ricardo Rio, o candidato da coligação de direita, leva uma vantagem de cerca de três pontos percentuais sobre o nome escolhido pelos socialistas. Os restantes candidatos aparecem todos muito atrás nas intenções de voto, limitando a disputa pela vitória numa capital de distrito e um dos mais populosos concelhos do país, a socialistas e sociais-democratas (coligados com os democratas-cristãos e populares monárquicos).

Fonte: Expresso

sábado, 10 de agosto de 2013

MENEZES LIDERA DESTACADO NO PORTO


Uma sondagem SIC-Expresso dá a vitória nas eleições autárquicas no Porto a Luís Filipe Menezes mas sem maioria absoluta. A mês e meio das eleições, Rui Moreira surge no segundo lugar, a menos de 8 por centro de distância. O candidato do PS, Manuel Pizarro, é nesta altura terceiro nas intenções de voto.

sábado, 27 de julho de 2013

A CAMINHO DA VITÓRIA QUE BRAGA MERECE!

 
A coligação Juntos por Braga (PSD-CDS/PP-PPM), encabeçada por Ricardo Rio, começa a distanciar-se do PS de Vítor Sousa na corrida à presidência da Câmara Municipal de Braga, e foi a única das forças em presença na disputa eleitoral a conquistar novas simpatias entre o eleitorado bracarense - de acordo com a sondagem JN, o consórcio da Direita, com 44,2%, averbou mais 0.9% de putativos eleitores em relação à pesquisa de maio. Mesmo que fazendo uma campanha sem exuberâncias, mas antes à imagem de Rio ele próprio - serena, mas não passiva.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

SEGUNDA SONDAGEM MANTÉM VITÓRIA DE RIBAU ESTEVES EM AVEIRO


Uma segunda sondagem (agora da responsabilidade da GEMEO) relacionada com as eleições autárquicas de 29 de setembro próximo, publicadas no Diário de Aveiro na sua edição de ontem, 9 de julho, dá, de novo, a vitória à candidatura da coligação "Aliança com Aveiro", tendo Ribau Esteves como candidato à presidência da autarquia.
Nesta sondagem é já contemplada a eventual (ainda não formalizada oficialmente) recandidatura de Élio Maia que poderá provocar alguns impactos nos resultados.

domingo, 9 de junho de 2013

E o prec está de volta...


O Expresso publicou na edição deste fim-de-semana uma sondagem que atribui ao PS e ao PCP um número de votos superior a 50%. Mais, o PCP atinge 13%, uma meta invejável e que o CDS nunca atingiu. Incrível.
Curioso é verificar o descrédito desta República portuguesa, representada por Cavaco Silva, espelhada numa valorização negativa.

domingo, 2 de junho de 2013

Juntos por Braga (PSD/CDS/PPM) com Ricardo Rio na liderança ganha em Braga


A luta pela Câmara de Braga adivinha-se dura: Ricardo Rio, da Direita, está perto de lá chegar à terceira tentativa; Vítor Sousa (PS), após ganhar o partido, arrisca perder o povo; e a CDU volta a ser decisiva.
O economista Ricardo Rio, líder da coligação "Juntos por Braga" (PSD/ CDS/PPM), é o preferido dos eleitores bracarenses inquiridos pelo JN para presidir à Câmara Municipal (CMB) a partir de outubro, com 43,3% dos votos. Atrás fica Vitor Sousa, do PS, com 41,1%, seguido do jovem candidato da CDU, Carlos Almeida, que logra 8% e, por fim, a novel congregação de independentes, liderada pela investigadora Inês Barbosa, com quase 5%.
Caso as urnas confirmem a sondagem JN, a vitória de Ricardo Rio constitui mudança radical no município, ao desalojar do poder o PS que, com Mesquita Machado, ocupa a Presidência há 36 anos. E premiará a persistência de Rio, que lidera a Direita pela terceira vez consecutiva. Aparentemente, a sobriedade e honestidade que lhe são reputadas, a par de um trabalho longo e sólido na Oposição, são argumentos suscetíveis de contornar um voto de protesto contra a coligação governamental que "Juntos por Braga" emula.
Rio beneficia ainda das fragilidades do próprio PS, enfraquecido por clivagens resultantes do processo interno de seleção do candidato autárquico, e desgastado por mais de três décadas de gestão. Nesse tempo, o PS colonizou o Poder Local, urdindo redes de dependências de que resultaram suspeitas de conluios e conúbios, as quais, embora jamais provadas, são património do imaginário coletivo bracarense.
Polémicas urbanísticas
Ónus que também recai sobre Vítor Sousa, obnubilando a sua simpatia, a enorme capacidade de trabalho e o profissionalismo da sua campanha. Por um lado, pela investigação judicial, ainda em curso, à eventual autoria de negócios ilícitos nos Transportes Urbanos de Braga (TUB); por outro lado, ao deixar-se vincular, enquanto vice-presidente da CMB, à expropriação urgente de imóveis sobre os quais recai uma hipoteca da filha e genro de Mesquita Machado.
E, neste contexto, o ensejo de capitalizar o carisma do velho edil - cuja obra, principalmente nas freguesias, poucos contestam -, sugerindo continuidade na administração da coisa pública local, poderá comportar mais danos do que virtudes. Danoso para as ambições de Sousa foi, ainda, o aumento recente e brutal da área sujeita a estacionamento pago, com quase metade dos eleitores (45,7%) a manifestarem desagrado.
A CDU também poderá reclamar vitória, ao inflacionar em dois pontos a votação de 2009 e recuperar um vereador, tal como ocorreu em 2001, com Jorge de Matos (no pelouro da Ação Social), e Casais Baptista, em 1993.
Por fim, o "Cidadania em Movimento" - ainda em fase de recolha de assinaturas -, será o repositório do voto, não só do Bloco de Esquerda, mas também dos descontentes com a gestão do PS local e do PSD-PP no âmbito governamental. Isto, se chegar a ir às urnas...

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Sondagem esmagadora pela mudança de regime na Sérvia


De acordo com uma sondagem realizada pela Agência de Belgrado, quase 40% dos cidadãos da Sérvia (39,7% exactamente) são favoráveis à restaurar da monarquia contra apenas 32,2% e 27,4% ainda sem opinião.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

D. Duarte, o “Rei” que irritou Marcello Caetano


A família real esteve exilada desde 1834 e só foi autorizada a regressar a Portugal em 1950.
Duarte, da parte do pai, e Pio, da parte do padrinho, o Papa Pio XII. Dom Duarte Pio, Duque de Bragança, nasceu no estrangeiro, mas em território português: "Pela lei da monarquia só pode ser Rei de Portugal alguém que nasceu em Portugal e que seja português. Para assegurar essa hipótese, os meus pais conseguiram que a minha mãe ficasse instalada na Embaixada portuguesa, em Berna, e foi lá que nasci". A Família Real esteve exilada desde 1834 "após a vitória do exército liberal que invadiu Portugal e que derrotou o exército português e exilou o Rei Dom Miguel". Mais tarde, em 1910, "foi o exílio de Dom Manuel II". Apesar da Família Real ter demonstrado, por várias vezes, vontade de regressar a Portugal, só teve autorização para o fazer em 1950: "A Assembleia Nacional tinha bastantes deputados monárquicos. O governo não queria retirar o exílio, mas o grupo de deputados monárquicos lançou a proposta e acabou por ganhar".
O regresso só aconteceu três anos depois porque, apesar do governo ter aceite, ia dizendo "não venham já". Dom Duarte tinha oito anos quando chegou a Portugal e recorda com "grande emoção" os "três ou quatro dias de viagem de carro": "Tenho outra experiência menos agradável! Quando chegámos a Gaia, fomos comidos pelos mosquitos nas primeiras noites e a minha mãe foi buscar o véu do vestido de noiva e transformou-o num mosquiteiro para cobrir as nossas camas."
Ficaram "muitos anos" instalados na Quinta da Boavista, em Vila Nova de Gaia, propriedade da Condessa da Covilhã, porque não tinham onde ficar: "Quando o Rei Dom Manuel II morreu, o Estado expropriou as nossas propriedades de família e transformou-as numa Fundação". Mais tarde, "por instruções do governo, a Fundação passou a pagar uma quantia" à Família Real "e arranjou uma casa perto de Coimbra": "Era um antigo convento que foi restaurado e que o meu pai achava muito pouco prático porque gastava-se muito em aquecimento. E a minha mãe sofria muito com o frio porque era brasileira e não estava habituada."
Apesar de já estar em Portugal, aos olhos dos regimes vigentes, era como se a Família Real não existisse: "O meu pai e eu, em particular, fomos convidados para alguns actos oficiais. Mas havia cenas cómicas como, por exemplo, eu estava numa missa oficial ao lado da mulher do presidente da república, o Almirante Américo Tomás, e tiveram o cuidado de cortar a minha presença na foto."
O interesse pela agricultura levou Dom Duarte a escolher um curso de Engenharia Agrónoma, que teve de interromper para seguir outra paixão: "Queria ir para piloto desde criança e interrompi o curso para ir para a Força Aérea". Passou três anos e meio em Angola, que descreve como "uma experiência muito bonita", fez amigos, mas depois, teve "um azar": "um ministro da Defesa, muito fanático republicano, proibiu que eu voasse por razões políticas". Trocou o helicóptero por uma mota e passou a viajar pelo interior de Angola para perceber "os descontentamentos que havia". O governo português só ficou "muito zangado já no tempo de Marcello Caetano" porque Dom Duarte organizou uma lista da oposição "constituída, sobretudo, por candidatos angolanos" para as eleições do Parlamento português de 1972. Dom Duarte garante que "a lista estava muito bem encaminhada", mas acabou por ser expulso de Angola porque "o Governo de Marcello Caetano tinha um projecto secreto de independência em conjunto com os Estados Unidos e com África do Sul".
Estava no Vietname do Sul, quando recebeu um telefonema do Presidente do Parlamento a dizer: "Os seus ganharam". Era o 25 de Abril de 1974.

Dom Duarte de Bragança acredita que “nunca teríamos chegado a esta situação de falência fraudulenta” com uma Monarquia.
Está em vias de ter tripla nacionalidade, mas é em Portugal que gostaria de reinar. Em entrevista ao "Conversas com Vida" do ETV, Dom Duarte, duque de Bragança, acredita que poderia colaborar mais com o actual Governo e garante que "90% dos filiados no CDS são monárquicos"
O jornal "El Pais" caracterizou--o como "um Rei sem reino". É assim que se sente?
- Não. Eu sinto-me representante de uma História, de uma dinastia, de uma memória política e um português à disposição dos portugueses para o que for preciso. Se quiserem a minha presença como Chefe de Estado, estou disponível, mas há outras coisas que também posso fazer e tenho feito. E acho que o Estado português poderia ter utilizado muito mais as minhas possibilidades de acção. Colaborei com os governos portugueses na solução do caso de Timor, nas relações com a Indonésia, na Guiné-Bissau e em Angola, nas relações com o mundo árabe... Tenho tido acções que tento coordenar com os vários ministros dos Negócios Estrangeiros.
Mas continua a ser consultado pelos vários ministros dos Negócios Estrangeiros?
Actualmente, não tem acontecido. Mas com os ministros de Durão Barroso, Jaime Gama, houve bastante colaboração, em particular, em relação a Angola e Timor. E o Parlamento timorense, muito amavelmente, reconheceu que foi em parte graças à minha intervenção que se resolveu a ocupação indonésia e tiveram um gesto simpático que foi darem-me a nacionalidade timorense com passaporte timorense. Estou em vias também de passar a ser brasileiro porque a minha mãe era brasileira e a presidente Dilma Roussef confirmou que gostava muito que eu fosse brasileiro.
Mas porque é que acha que os ministros dos Negócios Estrangeiros não pedem a sua colaboração?
- Não tem havido ocasião para isso.
Mas acha que podia dar um contributo relevante para a diplomacia portuguesa?
- Em alguns casos, sim. Há países com os quais a situação é complicada, como a Guiné-Bissau, onde me dou muitíssimo bem com todos os grupos políticos e chefias tradicionais e chefes de tribo... Já ofereci a minha ajuda ao Dr. José Ramos Horta que vai agora como delegado especial das Nações Unidas para a Guiné... Fui duas vezes à Síria a pedido do Presidente da República e alguns membros da oposição... E chegámos a acordo, mas só não foi posto em prática porque há um movimento islamista radical.
No actual momento de crise, uma monarquia poderia dar um contributo diferente ao país?
- Estou convencido que uma das razões porque em quase todas as Monarquias, talvez com a excepção de Espanha, não há uma crise financeira grave como temos em Portugal é porque, de algum modo, os Reis e as Rainhas, como são completamente independentes e não têm ligação aos partidos políticos, são escutados e aceites por todos os lados. No caso da Bélgica, da Rainha da Dinamarca, do Grão-duque do Luxemburgo eles colaboraram muito para que a oposição e o governo evitassem entrar em situações perigosas.
Quer dizer que Dom Duarte poderia ser uma peça importante no consenso político em Portugal?
- Provavelmente, nunca teríamos chegado a esta situação de falência fraudulenta se tivesse havido um supremo juízo que pudesse controlar os desvios e exageros dos governos. Por outro lado, há o problema da corrupção. Segundo um programa da BBC, se a corrupção em Portugal tivesse sido controlada, estaríamos ao nível económico da Dinamarca porque perdemos, no mínimo, 10% do PIB com a corrupção. É fácil de perceber que, se tivéssemos poupado esses 10%, não estaríamos onde estamos hoje. E a corrupção não é só o dinheiro desviado é, sobretudo, a quantidade de obras inúteis, não produtivas de riqueza, que foram feitas, para que depois pudesse haver ganhos dos amigos.
Tais como?
- O excesso de auto-estradas, a Expo, o Centro Cultural de Belém, o novo Museu dos Coches, os estádios de futebol... Uma quantidade de obras que não faziam falta nenhuma. Sempre protestei contra isso, mas até a Santa Madre Igreja caiu nesse erro: construiu aquele monstro no Santuário de Fátima ou a Igreja de Marco de Canavezes, quando o dinheiro podia ser muito mais bem utilizado para os fins próprios da Igreja. É como o Estado! Tem de nos esfolar todos em impostos excessivos para pagar os desvarios que foram feitos.
Se tivesse hipótese de reinar, o que faria de diferente?
- O que o Estado tem de fazer é ver onde há despesas que não são necessárias, onde há funcionários que seria melhor reciclar para um trabalho mais útil porque se calhar estão a mais...
Se tínhamos 200 mil funcionários em 1974 hoje temos 700 mil. Certamente que há gente a mais. O Estado teria que encorajar directamente a produção, todos aqueles portugueses que fazem coisas fantásticas, produtos bons que são exportados para todo o mundo, mas que têm como principal dificuldade o Estado. O Estado português tem sido sempre o grande empecilho da produtividade e da criatividade. O tempo que demora a dar licenças, todas as dificuldades burocráticas... Penso que uma parte da burocracia existe para justificar a existência de tantos funcionários e organismos.
No actual Governo tem alguns simpatizantes da Monarquia...
- Há muitos simpatizantes em todos os partidos políticos, até no Bloco de Esquerda. Os que não são simpatizantes da Monarquia são, pelo menos, meus simpatizantes.
Em particular, no CDS...
- Algumas sondagens feitas lá indicam que 90% dos filiados são monárquicos. Mas no PSD e no PS também há bastantes.
Esses 90% fazem do CDS um partido monárquico?
- Não porque a direcção não é, mas os militantes são. Mas uma sondagem da Comissão dos 100 anos da República perguntou quem era republicano em Portugal. 40% respondeu que não. Desses 40%, alguns serão anárquicos. Mas quem não é anárquico nem republicano, é monárquico.
Económico, 8 de Fevereiro de 2013

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Sondagem: MONARQUIA EM PORTUGAL?


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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Coligação Juntos por Braga com vantagem de quase 5% sobre o PS para 2013 (Sondagem da “Aximage” para o Diário do Minho)


A menos de um ano das próximas autárquicas, a coligação “Juntos por Braga”, liderada por Ricardo Rio, goza de uma vantagem de quase cinco por cento sobre o Partido Socialista, com a lista do PS a ser liderada pelo deputado António Braga ou pelos diversos nomes preferidos dos eleitores. Esta é pelo menos a projecção das intenções de voto dos eleitores do concelho resultantes de uma sondagem de opinião, realizada pela “Aximage” para o  Diário do Minho, na segunda semana deste mês, na qual 38,5 por cento disseram pensar abster-se da escolha do próximo presidente da Câmara e 8,2 por cento  estar ainda “indecisos”.
Jornal "Diário do Minho" de 30 de Outubro, pág. 3

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Sondagem: MONARQUIA EM PORTUGAL?


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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Sondagem: MONARQUIA EM PORTUGAL?

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