Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Jantar de Reis foi um sucesso: Revista SIM

Braga recebeu, mais uma vez, o Jantar de Reis, que contou com a presença de Dom Duarte, Duque de Bragança, do cantor José Cid, entre muitas personalidades. A iniciativa teve como objectivo exaltar os produtos portugueses, nomeadamente produtos tradicionais do Minho. O jantar teve lugar no Sameiro Eventos.
A 4ª edição do Jantar de Reis teve, também, um objectivo solidário, já que a receita reverteu a favor da Associação Famílias. Manuel Beninger, presidente da comissão organizadora, congratulou-se com a presença de 600 pessoas no jantar, um número que tem vindo a aumentar ano após ano. “Não é só o número de convidados, mas também de confrarias, de empresas e personalidades que se associam ao evento. Só temos a agradecer a todos, já que esta causa é solidária”, defendeu. O monárquico defende a necessidade de defesa do produto nacional, principalmente numa altura de crise. “Só fazer publicidade não chega, é necessário criar mecanismos de defesa da agricultura e escoamento dos produtos. As confrarias têm defendido esta causa e agradeço que várias delas tenham abraçado este projecto, mais uma vez”, afirmou Manuel Beninger.
A questão política república/monarquia ficou à porta, já que esse não era o objectivo do evento. “Hoje não queremos discutir os benefícios da monarquia em relação à república, mas, acima de tudo, o que podemos fazer para melhorar a situação difícil do país e da produção nacional. Apesar disso, não podemos esquecer que esta organização é da responsabilidade de monárquicos. Não temos vergonha de o assumir”, defende.
(Revista SIM, Fevereiro de 2013)

A Banda do Galo do Centro Católico Operário de Barcelos
Sílvia Oliveira e Engº Carlos Neves, vice-presidente da CCDR-N
Manuel Beninger com a Confraria Gastronómica do Abade
SAR Dom Duarte de Bragança com Dinis Ribeiro e Agostinho Peixoto
A Confraria Gastronómica do Abade ofereceu a SAR Dom Duarte de Bragança uma obra do escultor vimaranense Dinis Ribeiro
SAR Dom Duarte de Bragança com a Confraria do Cão Serra da Estrela
A empresa Minho Fumeiro
Júlio Domingues e Olga Vieira do Solar do Louredo
Alexandra Osório e os alunos do Curso Profissional Técnico de Turismo da escola profissional Profitecla
O popular monárquico Dr. Fernando Sá Menezes (ao centro) e Eng.º Abílio Vilaça (esq.), à conversa com Dr. Agostinho Peixoto
João Granja, presidente da Comissão Política Concelhia do PSD de Braga (esq.)
Dr. Ricardo Rio, vereador na Câmara Municipal de Braga, Cónego Doutor José Paulo de Abreu e Dr. Luís Rufo
Dr. Luís Guilherme, tesoureiro da Real Associação de Braga, Dr. Francisco Alvim, antigo presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, delegação de Braga e Dr. Luís Damásio, presidente da Real Associação de Braga
Dr. Gonçalo Pimenta de Castro e Dr. Manuel Rocha (dir.), vereador da Câmara Municipal de Braga
Orfeão de Braga, uma instituição bracarense com os seus oitenta e nove anos de existência
José Cid e Gabriela Carrascalão
SAR Dom Duarte de Bragança com Quinteto AGITATTO
José Cid e José Perdigão
José Perdigão com Joana Castro e Sílvia Oliveira


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segunda-feira, 9 de abril de 2012

ECOS DO SAMEIRO

Na memória tenho ainda o jantar de beneméritos da Confraria de Nossa Senhora do Sameiro, ocorrida no Sameiro Eventos, no pretérito dia 9 deste mês de Março. Tudo estava um primor. Bem preparado. Bem organizado.

Os comensais comportaram-se lindamente. Que bonito ambiente, que noite agradável. E quanta generosidade por parte de todos os presentes.
Sinto o coração cheio de gratidão, a quem preparou, a quem colaborou, a quem participou, a quem contribuiu.
Acredito que a Mãe me ouve. E, de acordo com as minhas preces, irá recompensar abundantemente a todos quantos tornaram essa noite inesquecível.
Obrigado, obrigado, obrigado!

Em nome de toda a Confraria, o Presidente
Cónego José Paulo de Abreu

segunda-feira, 12 de março de 2012

Jantar muito solidário

Jantar de angariação de fundos para as obras da Basílica do Sameiro juntou várias individualidades da cidade

Cerca de 300 pessoas participaram, anteontem, no jantar de angariação de fundos para as obras da Basílica do Sameiro. Para além de um leilão de obras de arte foram ainda muitos os beneméritos que não estiveram presentes.
O jantar de angariação de fundos em favor das obras da Basílica do Sameiro, que decorreu anteontem, contou com a participação de cerca de 300 pessoas, mas muitos outros benfeitores contribuíram apesar de não terem estado presentes. A par do jantar realizou-se ainda um leilão de peças de arte também a favor das obras. “Foi um sucesso e as pessoas perceberam que tinham que ajudar para esta causa”, justificou Manuel Beninger, da comissão organizadora.
“Apesar da recolha de fundos reverter para o património material como é a Basílica de Nossa Senhora do Sameiro tivemos um balanço positivo, que ultrapassou as expectativas, o que significa que a população bracarense está consciente de que a cidade de Braga vive (e viverá) em grande medida do turismo religioso, significando esta iniciativa uma forma directa de preservar o nosso património e uma forma indirecta de ‘recolher outros fundos’ que poderão vir a fortalecer-nos em períodos, ainda mais difíceis”, explicou o responsável.
O valor total das verbas angariadas no jantar e no leilão será divulgado ainda esta semana, até porque a organização quer que todo o processo “seja transparente” fez questão de referir ainda Manuel Beninger.

Jantar reuniu centenas a favor das obras do Sameiro

Centenas de pessoas marcaram presença, anteontem à noite, em mais um jantar de angariação de fundos a favor da cobertura do Santuário do Sameiro, um dos expoentes do turismo religioso da região. A iniciativa, que se vem realizando todos os meses, tem por objetivo custear a intervenção em curso, orçada em cerca de 550 mil euros, um montante que a Confraria não dispõe.
Desta feita, a iniciativa foi promovida em conjunto com defensores da Causa Real, que conseguiram um elevado número de presenças, mas onde a D. Duarte Nuno não participou, por motivos de saúde de um familiar, tal como o vice-presidente da Câmara Vítor Sousa.
Na ocasião, foram também feitas diversas doações e leiloados vários quadros e obras de arte, que renderam alguns milhares de euros para as obras e cujo montante final será apresentado durante a semana. O repasto decorreu no espaço “Varandas do Sameiro”, cedido por José Vieira, com vinhos do “Solar do Louredo”, e com um brilhante acompanhamento musical.
Em nome da organização, o causídico Luís Rufo destacou a importância e o simbolismo do Sameiro para toda a região, considerando que «as obras são absolutamente prementes, pois as infiltrações estão já a danificar tetos e obras de arte». No mesmo sentido, o Vigário-geral Cónego José Paulo Abreu deu conta que «já foi feita uma intervenção no Zimbório e que a reparação dos telhados vai continuar, contando com a solidariedade de todos».
Até ao mês passado, as iniciativas de apoio tinham conseguido recolher 37.500 euros, devendo esta semana ter ultrapassado já os 50 mil euros, o que sendo menos de um décimo do necessário, não deixa de significar que as pessoas continuam dispostas a apoiar esta nobre causa.
Na ocasião, D. Jorge Ortiga manifestou a sua «plena confiança de que o dinamismo da Confraria levará as obras a bom porto», realçando a importância de zelar por este património religioso que é de todos, da região e do país.
Questionado sobre se entendia que o país retribuía ao Sameiro aquilo que este faz pelo turismo religioso da região, D. Jorge Ortiga considerou «que tem havido alguma colaboração» por parte das entidades oficiais, no «magnífico trabalho que está a ser desenvolvido no Sameiro e no Bom Jesus», mas «parece que o país ainda não descobriu o valor das suas maiores jóias que estão fora de Lisboa».

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Obras no santuário do Sameiro - Restauro do telhado começou pelo zimbório

As obras no telhado do santuário de Nossa Senhora do Sameiro já começaram neste mês de janeiro, tendo a primeira fase contemplado o zimbório.
Segundo o presidente da Confraria de Nossa Senhora do Sameiro, a opção de começar pelo zimbório fica a dever-se ao facto de esta ser uma zona do telhado que pode ser intervencionada mesmo que chova. «Trata-se de resolver os problemas de fendas provocadas, na maioria dos casos, pelas oxidações», esclareceu.
Ao Diário do Minho, o cónego José Paulo Abreu disse estar convencido que esta primeira fase pode estar concluída dentro de um mês, ou seja, no final de fevereiro, seguindo-se depois os trabalhos no telhado propriamente dito.
E aí, salientou, vão surgir três problemas. O primeiro diz respeito às telhas. «Desde que aquele telhado existe, tanto quanto nós conseguimos perceber, foi sempre alvo de remendos e nunca de nenhuma obra de restauro em forma e, portanto, nós chegamos a ter sobreposições de três telhas nalguns sítios e temos ainda as argamassas todas desfeitas».
Por outro lado, acrescentou, há também o problema «do que está por baixo das telhas». Ou seja, com as infiltrações de água, as madeiras foram apodrecendo, verificando-se também algumas dilatações. «Portanto, as ondulações que verificamos no telhado têm que ver com isso», acrescentou.
Por fim, há ainda o problema dos caleiros. Como as águas não estão a ser devidamente encaminhadas, estão a verificar-se infiltrações nas paredes interiores. «Por agora, não é a parte interior que nos importa, ainda que o nosso sonho seja podermos lá chegar, tudo isto dependendo das ajudas que viermos a ter. Seria muito interessante também se conseguíssemos pintar o interior da basílica, que está, de facto, bastante deteriorado. Mas, neste momento nós queremos é estancar o mal, e isso significa resolver o problema daquela cobertura», salientou o presidente da Confraria de Nossa Senhora do Sameiro. As obras já em curso deverão estar concluídas em julho, mas o grande desejo da confraria é que fosse possível inaugurar o novo telhado na peregrinação de junho.
No que diz respeito a custos, o cónego José Paulo Abreu revelou que a obra está orçada em cerca de 550 mil euros. Para fazer face a esta despesa avultada, o sacerdote realça que estão a ser promovidas algumas iniciativas. Uma delas intitula-se “vendinha do telhado” e realiza-se no primeiro fim de semana de cada mês, sendo promovida pelo grupo de voluntários de Nossa Senhora do Sameiro. Ali, as pessoas trocam os produtos por donativos exclusivamente para esta causa.
Outra iniciativa é a realização de um jantar por mês, onde o contributo que as pessoas dão, para além de pagar a refeição, uma parte é canalizada para custear estas obras.
Ainda com a finalidade de ajudar a angariar verbas, a receita do livro “Histórias e Pensamentos” reverte totalmente para telhado. Por fim, as pessoas também podem efetuar donativos, independentemente de participarem nestas iniciativas, entregando a sua doação na Casa das Estampas ou na secretaria da confraria. As pessoas podem ainda depositar a sua doação numa conta, cujo NIB é fornecido na secretaria.
No que diz respeito a ações futuras, o cónego José Paulo Abreu revelou que está praticamente confirmado um concerto com o Frei Hermano da Câmara, e está previsto para 15 de julho um espetaculo popular com o Zé Amaro. Também já está programada para 23 de junho uma sardinhada, convidando-se a população a ver o fogo de S. João do Sameiro. O presidente da confraria mostra-se confiante que há muitas pessoas que gostam do Sameiro e que vão participar nestas iniciativas. «Temos tido a ajuda de muita gente e impressionam-me os testemunhos de generosidade das pessoas», garante o sacerdote.
Diário do Minho, de 30 de Janeiro, pág. 4