Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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sexta-feira, 28 de março de 2014

D. João, trineto do Imperador D. Pedro II, é contra privilégios das famílias reais, detesta futilidades e consumismo.

acima

Descendente do Rei Dom Pedro e da Princesa Isabel, que acabou com a escravatura, é um homem simples e amante da natureza. 
Primo do Nosso Dom Duarte de Bragança.
Um exemplo a seguir!!!

Fonte: Isabel Quelhas Ribeiro

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quinta-feira, 20 de março de 2014

Empresa lança anúncio inspirado no primeiro Rei do Império do Brasil

acima
Para assinalar a chegada ao Brasil, com a abertura de dois escritórios, São Paulo e Curitiba, a Orange Popcorn lançou um anúncio inspirado no rei D.Pedro I.

Conhecido como "o Libertador" 1798-1834), o monarca foi o fundador e primeiro Rei do Império do Brasil. Como rei D. Pedro IV, reinou brevemente em Portugal, ficou conhecido o "Rei Soldado".
Assim, na campanha de apresentação ao Brasil, o conceito "passa por, ao chegarmos a um país onde o marketing e a publicidade são Reis, escrever uma nova história ou ajudar a rescrever a existente", explica Bruno Nunes, CEO da Orange Popcorn.

Agência de marketing e comunicação global abre no Brasil, onde espera faturar 400 mil euros no primeiro ano. Já está em Angola e Moçambique.

A agência trabalha marcas como Sporting Clube de Portugal, Centrum, Unicef, Santander, Optimus, TMN, Zon Rádio Comercial ou Zippy e outras.


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" A república fracassou"

Entrevista com dom Bertrand de Orleans, número dois na linha sucessória da família real brasileira que sonha com o retorno da monarquia
Trineto de dom Pedro 2o e bisneto da princesa Isabel, o príncipe dom Bertrand de Orleans, 70 anos, número dois na linha sucessória da família real brasileira, abomina chuchu, odeia rock e ainda sonha com o retorno da monarquia. O sistema caiu em 1889, com a Proclamação da República, mas, para ele, o os reis eram mais honestos. “Isso é algo para o futuro, pois a república fracassou. Uma prova são os inúmeros casos de corrupção. A monarquia se destaca pela moralidade pública”, comparou ele, que no fim de semana visitou Florianópolis, onde participou do 3o Encontro Monárquico Sul-brasileiro. Argumenta que, em 1993, 13% da população disseram sim ao retorno do império. “O que era sonho passou a ser alternativa e talvez até solução”, avalia ele, irmão de dom Luís Gastão, que assumiria o poder se o Brasil voltasse a ser império. Reservado, o príncipe só não tem de discreto o nome: Bertrand Maria José Pio Januário Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orleans e Bragança e Wittelsbach. “Muita gente reclama que não cabe nos documentos”, brinca ele. Solteiro, nunca se casou. Entrega-se inteiramente a divulgar os ideais monarquistas dentro e fora do Brasil. No tempo livre ele lê de preferência livros de história, que ele tenta mudar pregando a volta da monarquia.
Por que restaurar a monarquia? Quais os defeitos do sistema republicano?
O objetivo da monarquia é criar na nação o clima de uma grande família, estimulando as qualidades do povo e inibindo suas más tendências. Há uma grande diferença entre a moralidade pública dos tempos do império e dos dias atuais. Ruy Barbosa, que redigiu o decreto que proclamou a república, depois se arrependeu do que fez. Dizia que enquanto na monarquia havia uma escola de estadistas a república era uma praça de negócios. Na época havia mais liberdade de imprensa e uma democracia mais autêntica. Havia quatro poderes, Executivo, Legislativo, Judiciário e o Moderador, conduzido pelo imperador que dava a harmonia entre os poderes. Hoje o Executivo é quem manda. Além do mais, constitucionalmente, o imperador tinha menos poderes que o presidente da república tem hoje. Tinha grande influência, isso sim, principalmente para o bem. No Brasil, a república fracassou. Basta ver os atuais escândalos e o caos político em que vivemos.
Em 1993, 13% da população disseram sim ao retorno da monarquia, em plebiscito. A maioria esmagadora optou pela permanência do república.  Ainda acredita no retorno do sistema mesmo assim?
Não foi derrota. Foi a primeira batalha. Antes do plebiscito o retorno do império era encarado como um sonho. Agora pode ser visto como alternativa e, para muitos, a solução. Hoje é difícil encontrar alguém que diga que a república deu certo. A monarquia não é algo para agora, é algo para o futuro. Um dia, durante palestra nos Estados Unidos, criticaram a monarquia, dizendo que no regime republicano qualquer um pode ser presidente e que todos podem votar para escolhê-lo. Dizer que qualquer um hoje pode ser presidente é a mesma coisa que dizer que qualquer pessoa pode ganhar na mega-sena. E é questionável o argumento de que nós escolhemos o chefe de Estado. O que a gente faz é optar por duas ou três opções postas pelos partidos.
O governo brasileiro dá algum tipo de ajuda financeira aos príncipes herdeiros?
Nada. Quando a república foi proclamada o governo confiscou todos os bens da família real. O processo mais antigo da Justiça brasileira é o nosso, pois a princesa Isabel tinha um bem pessoal que era a sua residência, hoje o Palácio Guanabara, no Rio de Janeiro. Pedimos reintegração de posse em 1891, então o processo já dura 120 anos.
Fonte: Notícias do Dia

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sexta-feira, 1 de março de 2013

Cientistas querem estudar coração de D.Pedro IV


Investigadores brasileiros querem analisar coração do antigo rei de Portugal - e Imperador do Brasil - para descobrir eventuais doenças cardíacas.
Depois de analisado o corpo do antigo rei de Portugal e Imperador do Brasil, a Universidade de São Paulo quer agora estudar o coração de D. Pedro IV, guardado na Igreja da Lapa por vontade do próprio rei.
Os investigadores brasileiros preparam assim um pedido oficial ao governo português para fazer uma biópsia. Carlos Augusto Pasqualucci, um dos médicos patologistas responsável pelo estudo, explicou à Lusa que seria apenas necessário um fragmento quase impercetível. A biópsia não vai "alterar em nada o aspecto do coração", garante, e o orgão "voltará à cidade do Porto".
O objetivo da biópsia seria detetar eventuais doenças no miocárdio ou infeções causadas por outras doenças como a tuberculose - causa provável da morte de D. Pedro IV. A investigação é a continuação de análises anteriores feitas ao corpo do monarca e das suas duas mulheres - Leopoldina e Amélia. O corpo do rei português encontra-se sepultado em São Paulo.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Exames aos restos mortais de Dom Pedro IV de Portugal clarificam a sua história


Investigadores brasileiros exumaram os corpos de membros da família imperial e fizeram exames que desfazem mitos sobre a morte de Dona Leopoldina, além de revelarem facetas da vida do primeiro imperador do Brasil.
 
O trabalho foi dirigido pela historiadora e arqueóloga brasileira Valdirene do Carmo Ambiel, da Universidade de São Paulo (USP). As ossadas foram submetidas a biópsias e exames radiológicos que deverão permitir ainda a reconstituição da face e até a simulação de movimentos destas personagens históricas através de hologramas.
De acordo com Paulo Saldiva, da Faculdade de Medicina da USP, as ossadas de Dona Leopoldina, primeira mulher de D. Pedro I do Brasil, D. Pedro IV, em Portugal, não possuíam marcas de fracturas, desmentindo a versão de historiadores que apontam uma queda, em consequência de uma discussão com o marido, como causa da morte. "Existia uma versão, não sei com que base, de que a morte dela teria sido ocasionada por uma fractura, gerada numa queda depois de uma discussão com D. Pedro [que a teria empurrado]. Pode ter ocorrido a queda, mas não o suficiente para que isso causasse a morte", reforça este patologista, que foi responsável pelos exames.
Já na ossada de D. Pedro IV foi possível observar duas fracturas associadas a acidentes de equitação. O detalhe permite explicar o que terá ocasionado o diagnóstico, anos mais tarde, relativo ao mau funcionamento de um dos seus pulmões. "Numa dessas fracturas, provavelmente foi atingido o pulmão, mas não foi diagnosticado na hora e isso gerou um pneumotórax [devido a uma lesão da pleura] ", explica Saldiva.
De facto, alguns anos após o acidente, uma autópsia feita no Porto, em Portugal, indicava que um dos pulmões do imperador estava totalmente colapsado. A causa da sua morte terá sido uma tuberculose. Para Paulo Saldiva, os exames permitem revelar a personalidade do imperador, mostrando que este ainda teve a "coragem" e a disposição para enfrentar "grandes batalhas", apesar das dificuldades respiratórias que certamente passou a sentir após a lesão.
D. Pedro foi o responsável por conseguir a independência do Brasil em relação a Portugal, em 1822. O filho de D. João VI e Carlota Joaquina ainda regressou a Portugal, tendo sido coroado como D. Pedro IV, em 1826. Pouco tempo depois, o monarca abdicou do trono a favor de sua filha, Dona Maria II.
Quanto ao corpo de Dona Maria Amélia, sua segunda esposa, era o mais bem conservado porque foi o único dos três que foi embalsamado. Na avaliação do investigador, os corpos não foram conservados com o cuidado que mereciam. "Continuo a achar que o Brasil podia ter cuidado um pouco melhor desses personagens. Percebemos que embalsamar não era um costume da família real, não temos informação de como foi feita a de Dona Amélia, provavelmente foi feita em França", completa Saldiva.
O trabalho foi realizado com a autorização de descendentes da família real no Brasil e os corpos já foram repostos nas respectivas sepulturas. A análise dos cadáveres foi feita separadamente, ao longo de uma única noite, e precisou de planeamento e esforço especiais para garantir o retorno dos restos mortais em perfeito estado. "Durante a abertura das covas a família estava presente, havia padre. Era importante garantir o transporte adequado, até pela má conservação do esqueleto. Não podíamos retirar ossos e devolver um saquinho de pó", ressaltou o cientista.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Restos mortais de D. Pedro IV e das mulheres exumados no Brasil

O primeiro imperador brasileiro, D. Pedro I, foi D. Pedro IV de Portugal. Nascido em Queluz, o filho de João VI abdicou do trono português para ser o principal responsável pela consolidação da independência brasileira. Os seus restos mortais, bem como os das suas mulheres, as imperatrizes Dona Leopoldina e Dona Amélia, estão agora a ser alvo de estudos.
Os exames foram realizados entre fevereiro e setembro de 2012, em total sigilo, pela historiadora e arqueóloga Valdirene do Carmo Ambiel, com o apoio da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Os resultados revelaram factos desconhecidos até ao momento.
No caixão de D. Pedro, ao contrário do que se pensava, não havia nenhuma comenda ou insígnia brasileira entre as cinco medalhas encontradas. O primeiro imperador do Brasil foi enterrado como general português: botas de cavalaria, medalha que reproduzia a constituição de Portugal e galões com o formato da coroa portuguesa.
Deste monarca com dezoito nomes ainda foi possível descobrir que tinha quatro costelas partidas do lado esquerdo, o que praticamente inutilizou um dos seus pulmões. Este pode ter sido o motivo para o agravamento da tuberculose que levou à sua morte, aos 36 anos.  
Os exames que desmentem ainda mitos sobre a morte de Dona Leopoldina. De acordo com o investigador Paulo Saldiva, professor titular da faculdade de medicina da Universidade de São Paulo (USP), a ossada de Dona Leopoldina, primeira mulher de D. Pedro não possuía marcas de fraturas, o que desmente a versão de historiadores que apontam uma queda, em consequência de uma discussão com o marido, como causa da morte.
"Existia uma versão, não sei com que base, de que a morte dela teria sido ocasionada por uma fratura, gerada numa queda depois de uma discussão com D. Pedro [que a teria empurrado]. Pode ter ocorrido a queda, mas não o suficiente para que isso causasse a morte", reforça o patologista responsável pelos exames.
No caso de Dona Amélia, a segunda mulher, a surpresa surgiu quando, ao abrir o caixão, a arqueóloga viu um corpo mumificado com cabelos, unhas e pestanas preservados. Entre as mãos com a pele intacta estava seguro um crucifico de madeira e metal.

Exumação da Família Imperial brasileira

Estudo inédito revela detalhes desconhecidos da Família Imperial brasileira


segunda-feira, 9 de julho de 2012

XXII Encontro Monárquico Nacional na cidade do Rio de Janeiro

No dia 30 de junho de 2012, realizou-se na Cidade do Rio de Janeiro, no Windsor Florida Hotel, o XXII Encontro Monárquico.
A gênese da Monarquia no Ocidente, as pesquisas arqueológicas sobre nossos primeiros Imperadores na cripta do Ipiranga em São Paulo, o Jubileu da Rainha Elizabeth II, o Brasil ante a pressão ambientalista, foram os temas abordados por qualificados conferencistas.
O Evento foi honrado com a presença dos Príncipes da Família Imperial brasileira.
No dia seguinte, 1º de julho de 2012, às 12hs e 30 min, houve Santa Missa em Ação de Graça pelo 74º aniversário de S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, celebrada na Igreja da Imperial Irmandade de Nossa Senhora da Glória do Outeiro.
Após a Missa, seguiu-se o almoço em homenagem ao natalício de S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil.
S.A.R. o Príncipe Dom Antonio de Orleans e Bragança dando início ao Evento, S.A.I.R. o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança e S.A.R. o Príncipe Dom Rafael de Orleans e Bragança, filho de Dom Antonio.
Nossa Senhora Aparecida abençoando o Encontro.
S.A.R. o Príncipe Dom Rafael de Orleans e Bragança, reiniciando os trabalhos após o intervalo do almoço.
José Carlos Sepúlveda na sua intervenção "O Jubileu da Rainha: fascínio dos símbolos, da pompa e da riqueza em pleno séc. XXI; sua admirável função cultural, didática e prática".
Encerramento do Encontro Monárquico com S.A.I.R. o Príncipe Imperial D. Bertand de Orleans e Bragança.
Igreja da Imperial Irmandade de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, pouco antes da Missa em Ação de Graça pelo 74º aniversário de S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil.
S.A.R. a Princesa D. Maria Gabriela de Orleans e Bragança, recepcionando os convidados após a Missa na Igreja da Imperial Irmandade de Nossa Senhora da Glória do Outeiro.
Da esquerda para a direita: SS.AA.RR. os Príncipes D. Rafael de Orleans e Bragança e seu pai D. Antonio de Orleans e Bragança e S.A.I.R. o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, recepcionando os convidados após a Missa na Igreja da Imperial Irmandade de Nossa Senhora da Glória do Outeiro.
Fotos e texto: Cristina Froes