Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

ADESTE FIDELES, HINO PORTUGUÊS, MAGNÍFICA OBRA D'EL REI DOM JOÃO


ADESTE FIDELIS - Hino Português tocado em todo o mundo no Natal. "Adeste Fideles" é o título do chamado Hino Português escrito pelo Rei D. João IV de Portugal. Foram achados dois manuscritos desta obra, datados de1640, no seu palácio de Vila Viçosa. Muitos outros alegam a autoria desse hino, a John F. Wade, que não pode ter composto a obra, já que o seu manuscrito data de 1743. O mais provável é que Wade tenha traduzido o Hino Português, como era chamado em Londres na época e ficado com os louros. D. João IV de Portugal, “O Rei Músico” nascido em 1604 foi um mecenas da música e das artes, assim como um sofisticado autor; foi também compositor e durante o seu reinado possuiu uma das maiores bibliotecas do mundo. A primeira parte da sua obra musical foi publicada em 1649. Fundou uma escola de música em Vila Viçosa de onde saíam músicos para Espanha e Itália e foi aí, no seu palácio, que se acharam dois manuscritos desta obra. Esses escritos (1640) são anteriores à versão de 1760 feita por Wade. De entre os seus escritos podemos encontrar “Defesa da Música Moderna (Lisboa, 1649) ano em que o Rei D. João IV lutou contra o Vaticano para conseguir a aprovação da música instrumental nas igrejas. Uma outra famosa composição sua é Crux fidelis, um trabalho que permanece popular nos serviços eclesiásticos. 

Adeste fideles læti triumphantes,
Venite, venite in Bethlehem.
Natum videte
Regem angelorum:
Venite adoremus (3x)
Dominum.

Deum de Deo, lumen de lumine
Gestant puellæ viscera.
Deum verum, genitum non factum.
Venite adoremus (3x)
Dominum.

Cantet nunc 'Io', chorus angelorum;
Cantet nunc aula cælestium,
Gloria! Soli Deo Gloria!
Venite adoremus (3x)
Dominum.

Ergo qui natus die hodierna.
Jesu, tibi sit gloria,
Patris aeterni Verbum caro factum.
Venite adoremus (3x)
Dominum.




Existem outros versos em latim em várias versões, como por exemplo:

En grege relicto, humiles ad cunas,
Vocati pastores adproperant:
Et nos ovanti gradu festinemus,
Venite adoremus (3x)
Dominum.

Æterni parentis splendorem æternum
Velatum sub carne videbimus
Deum infantem pannis involutum
Venite adoremus (3x)
Dominum.
Other versions:
Cantet nunc hymnos chorus angelorum
Cantet nunc aula cælestium,
Gloria in excelsis Deo!
Venite adoremus (3x)
Dominum.

sábado, 26 de outubro de 2013

Zé Perdigão - Sons Ibéricos: 1 Novembro no Casino Póvoa de Varzim

Espectáculo de apresentação do albúm "Sons Ibéricos", que contará com alguns convidados:  e José Cid e as Adufeiras da Idanha.

Zé Perdigão, cantor português sem fronteiras, eleito para nos deixar atónitos e estonteados com o alcance, a amplitude, a intensidade (e, ao mesmo tempo, a doçura) da sua voz. 

A voz de Zé Perdigão, abre portas a uma viagem que, sendo programada, acaba por revelar surpresas, uma atrás da outra. Tudo está no lugar onde deve estar. E, ainda assim, tudo nos comove, envolve ou empolga.

Por estes e outros motivos não perca esta oportunidade de ver e ouvir ao vivo Zé Perdigão!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

História da Música em Portugal

19 de Outubro | 16h | FNAC Braga
20 de Outubro | 16h | FNAC GuimarãeShopping

sábado, 23 de junho de 2012

Festival de Músicas Sagradas de Évora arranca no dia 3 de julho no Palácio Cadaval

Abir Nehme
3 de Julho 2012
22h00 - Palácio Cadaval 
Canções aramaicas, siríacas e bizantinas 
Líbano
Homayoun Sakhi 
4 de Julho 2012
22h00 - Palácio Cadaval 
A Arte Do Rubãb, Afeganistão 
Em colaboração com a Aga Khan Music Initiative, um programa da Fundação Aga Khan Trust for Culture.
Ana Moura
5 de Julho 2012
22h00 - Palacio Cadaval
Noite de solidariedade com Moçambique 
Fado, Portugal
Cherifa
6 de Julho 2012
22h00 - Palacio Cadaval 
A Poetisa do Médio Atlas
Marrocos

sexta-feira, 9 de março de 2012

MARIA DA FONTE É O HINO DO MINHO

Ângelo Frondoni, compositor italiano que viveu em Portugal foi quem compôs o Hino do Minho, vulgarmente conhecido como Hino da Maria da Fonte.
A imagem mostra a partitura do Hymno do Minho, inserto numa colectânea de partituras dos “Hymnos nacionaes portuguezes”, existente na Biblioteca Nacional de Portugal.
O maestro e compositor Ângelo Frondoni veio para Portugal a convite do Conde de Farrobo, tendo aqui feito carreira e falecido em 1891 com setenta e nove anos de idade.

sábado, 26 de novembro de 2011

Dia de Santa Cecília, Santuário do Sameiro, Braga

Dia 26 Novembro 2011, Sábado, 13:00 - 19:00

REPERTÓRIO da Missa:

- antíf. de entrada: CANTAREI AO SENHOR [4 vozes]

- Kírie: KYRIE MISSA DE ANGELIS [senhoras cantam o gregoriano + senhores cantam a polifonia]

- Glória: GLÓRIA (F. Santos) [4 vozes no refrão]

- Salmo:

- Aleluia:

- Santo: SANTO (Cartageno)

- Cordeiro: (M. Luís)

- Comunhão: VINDE COMEI DO MEU PÃO (T. Sousa) [4 vozes no refrão]

- A. Graças: CONDUZI-ME, SENHOR (T. Sousa) [uníssono 1º voz]

- Ofertório – Órgão

- Final – Órgão


Regência Coral: Daniel Pires

Órgão: Pedro Albuquerque e Handel Cecílio


NO FINAL os coros são convidados a apresentar algumas obras (que não tem de ser de cariz religioso). Estas apresentações serão intercaladas com obras de órgão pelos organistas citados.

Mais Informações: Aqui

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Pobre dos nossos ricos

POBRES DOS NOSSOS RICOS

A maior desgraça de uma nação pobre é que em vez de produzir riqueza, produz ricos.

Mas ricos sem riqueza.

Na realidade, melhor seria chamá-los não de ricos mas de endinheirados.

Rico é quem possui meios de produção.

Rico é quem gera dinheiro e dá emprego.

Endinheirado é quem simplesmente tem dinheiro, ou que pensa que tem. Porque, na realidade, o dinheiro é que o tem a ele.

A verdade é esta: são demasiados pobres os nossos "ricos".

Aquilo que têm, não detêm.

Pior: aquilo que exibem como seu, é propriedade de outros.

É produto de roubo e de negociatas.

Não podem, porém, estes nossos endinheirados usufruir em tranquilidade de tudo quanto roubaram.

Vivem na obsessão de poderem ser roubados.

Necessitavam de forças policiais à altura.

Mas forças policiais à altura acabariam por lançá-los a eles próprios na cadeia.

Necessitavam de uma ordem social em que houvesse poucas razões para a criminalidade.

Mas se eles enriqueceram foi graças a essa mesma desordem ...

MIA COUTO

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

We are the world: 25 anos depois

O objectivo já não é a fome em África mas o Haiti. Onde está a Tina Turner, a Cindy Lauper, o Bruce Sprigsteen? O Stevie Wonder e a Diana Ross?! O remakeabre com uma criança imberbe, um canadiano de 15 anos com voz de menina, e há ainda mais crianças a cantar, como a Miley Cyrus... Consigo identificar estas porque são as favoritas da miudagem. De resto, é um enorme conjunto de estranhos e, olha, a Barbra Streisand, a Celine Dion e o Tony Bennett! Ah! E os Black Eyed Peas! Bom e mais uma ou outra cara conhecida como a do Michael Jackson! Mas não deixa de comover, tal e qual como há 25 anos.