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Manuel Beninger

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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Os azulejos portugueses são um dos 12 tesouros da Europa, diz New York Times

Agora, o jornal norte-americano The New York Times recomenda aos leitores outro tesouro reconhecidamente português.
Os azulejos portugueses são outro dos fatores que podem agradar aos turistas na hora de visitarem a capital portuguesa e mais um motivo a considerar enquanto se percorrem as ruas – e os antiquários da cidade.
De acordo com o diário, os azulejos são um dos 12 tesouros europeus e são uma das características que fazem de Portugal o país “mais azul” do mundo. “O céu azul e o Oceano Atlântico a abraçar a terra. Os ambientes azuis do Fado (…) E, por todo Portugal, os desenhos tipicamente azuis dos azulejos (…)”, escreve o jornalista, sublinhando a variedade de mosaicos pintados que enfeitam “igrejas, mosteiros, castelos, palácios, entradas de universidades, parques, estações de comboios, lobbies de hotéis e fachadas de prédios.”
Entre os milhares de exemplos de azulejos, o jornal refere que na loja Solar(que já conta com um showroom em Nova Iorque, negócio desenvolvido por uma pessoa da família fundadora), por exemplo, podem ser encontradas peças que datam do século XV e outras datadas dos anos 30 do século passado. Os preços podem ir de 20 euros a mais de 9000, dependendo dos pinturas, explica o jornal.
Além de Lisboa, da lista de cidades ricas em tesouros fazem parte Florença e as suas sedas, as essências de Istambul, Londres e os tradicionais chapéus, as guitarras de Madrid, os brinquedos de Praga e Paris e os seus chapéus-de-chuva, entre outras.
dinheiro vivo

sábado, 6 de setembro de 2014

Solar da família Montalvão – Outeiro Seco - Chaves

Pela longa e boa amizade que mantenho com alguns elementos da família Montalvão, há muito conhecia algumas histórias deste solar. Devia-lhe por isso uma visita e ruinosa intervenção, que pela distância entre este monumento e o meu Quartel General, foi adiada até uma oportuna viagem ao Norte, animada pela companhia do JJR e do bom amigo Dr. Mário Freitas, tornando possível este velho sonho que tive o privilégio de viver.
Uma vez que este monumento não está sequer cadastrado pela DGPC, toda a pesquisa histórica teria ficado comprometida sem a preciosa ajuda de um dos seus ilustres descendentes, o nosso amigo e seguidor, D. Luís de Montalvão, a quem devo este texto perfeitamente tecido, onde as memórias ainda vivas desta nobre casa contrastam com a sua triste realidade.
Certamente muitas perguntas ficarão por responder, e muitas lacunas não serão aqui preenchidas, é no entanto necessário não deixar de referir que o abandono a que foi votada deveria ser criminalizado por incúria autárquica e crime de lesa património...ah, se ao menos tivesse uma parede pintada pelo Miró... aqui vos deixo o contributo do amigo Luís, para que possam ter uma vaga ideia do tesouro que todos os dias definha sem que nada se faça ou alguém aja em nome de todos nós...
Situado no Concelho de Chaves, freguesia de Outeiro Seco, o Solar dos Montalvões foi um edifício erguido ao longo de pelo menos duas centenas de anos, provavelmente entre os séculos XVII e XVIII e com algumas adaptações feitas no XIX.
É um enorme bloco que se desenvolveu em torno de um pátio interior, segundo um modelo arquitectónico velhíssimo, vindo ainda de um tempo anterior a Roma e cujas várias fases construtivas são visíveis por diferenças estilísticas na fachada ou no interior, pelas diferenças de nível entre os vários corpos, separados entre si por pequenos degraus e ainda através de algumas fontes bibliográficas, arquivísticas e epigráficas, que atestam os vários períodos de construção da casa.
A casa que na região é conhecida por Solar dos Montalvões, família cuja história se liga ao edifício por um período de quase 250 anos, pertencia originalmente à família Álvares Ferreira, conforme nos indica José Timóteo Montalvão Machado, no livro os Montalvões, e terão sido eles os construtores iniciais do solar, isto é, dos lados Sul, Nascente e Poente. Aliás, o brasão que se encontra na fachada nobre apresenta as armas dos Álvares Ferreira e não dos Montalvões. 
Ainda segundo José Timóteo Montalvão Machado foi um membro desta família, o Capitão de Cavalos José Alvares Ferreira (morto em 1738) o grande construtor do solar, como o atesta o facto de ter várias e extensas cavalariças nos baixos da casa (corpos Nascente e Norte). 
No entanto pelas diferenças de nível entre estes dois corpos e a cozinha, presumimos que algumas partes sejam anteriores à vida do Capitão de Cavalos José Alvares Ferreira, portanto em pleno século XVII. Talvez a parte mais antiga da casa seja o corpo Sul, que corresponde ao que foi a cozinha.
Os Montalvões só aparecem nesta casa em 1746, quando uma jovem de catorze anos, Antónia Maria de Montalvão Morais (1732-1809), casou com  Miguel Alvares Ferreira (1716-1779), filho do já referido capitão de cavalos, José Alvares Ferreira. Desde essa época, até aos dias de hoje, o nome Álvares Ferreira foi caindo aos poucos e vingando o apelido Montalvão, uma família com origem na vizinha Galiza e que se passou para Portugal, no tempo do domínio dos Filipes.
É do tempo de vida desse casal, Miguel Miguel Álvares Ferreira e Antónia Maria de Montalvão Morais, que devem ter tido uma existência economicamente desafogada, que  temos mais documentos e notícias acerca de grandes obras no Solar. 
Conforme documentação existente no Arquivo Distrital de Braga, sabemos que entre 1761 e 1762, Miguel Alvares Ferreira, requereu autorização para erigir a capela do solar, sob invocação de São Salvador do Mundo, em cumprimento de um voto de sua mãe, Maria Sobrinho. Este processo, cujos documentos tinham a missão de provar que o casal tinha bens para financiar a construção da capela e assegurar a realização de uma missa perpétua por alma de Maria Sobrinho, descreve parte das construções já existentes, demonstrando-nos que em 1762, o corpo poente do solar, a fachada nobre, já estava concluída.
"...as cazas do doante …confinão e correm com duas ruas publicas ambas com cunaes, solio e frizio e cornija Huma pello norte, e outra que corre pello poente com estrada mais publica para o sul adonde tem hum arco bem feito e bastantemente alto, e no meyo remate huma pedra de armas das asendesias do doante e por este arco se entra para o patteo das cazas, e nesta parte que pega acima das ao patteo e he munto capaz, e corre para o Sul pretende fazer a Cappella com porta para o poente"- No entanto, as obras da capela, que é o corpo arquitectónico do solar com um tratamento mais cuidado, foram só concluídas em 1784, já depois da morte de Miguel Álvares Ferreira (1779), pela sua viúva Antónia Maria de Montalvão Morais, que a 29 de Abril desse ano pediu provisão para benzer e consagrar a capela, a “qual se acha perfeitamente acabada”, conforme se pode ler no respectivo processo no Arquivo Distrital de Braga.  
Também é do tempo desta Senhora, Antónia Maria de Montalvão Morais, que se constrói a escada interior do pátio de honra, em 1782, conforme se pode ver pela data da verga da porta e se encomenda também o sino da capela, em 1790, e que hoje se encontra a salvo da destruição na Capela de Nossa Senhora do Rosário, na mesma povoação de Outeiro Seco.
Acerca da talha que ornamentava a capela, hoje pilhada e retalhada nada se sabe, mas era de excelente qualidade, a julgar por fotografia antigas. Creio mesmo que terá sido concebida por André Soares (1746-1769), o grande arquitecto ou entalhador bracarense, ou talvez por algum dos seus discípulos, embora essa hipótese careça de provas documentais.
Estes são os dados mais objectivos acerca da cronologia da construção do Solar, que não é uma peça arquitectónica de excepção, como o Solar de Mateus ou Palácio da Brejoeira, mas é um exemplar muito representativo do tipo de casas que a fidalguia rural mandava construir em Trás-os-Montes nos séculos XVII e XVIII. 
Embora não contasse com peças de mobiliário de excepção, o seu recheio era significativo. Possuía uma importante biblioteca, localizada num dos salões do corpo nobre do solar, que contava com cerca de 1900 títulos, o que era muito para a época, onde avultavam muitas edições dos séculos XVIII, XVII e ainda quinhentistas, sendo que algumas das obras eram raras. 
Foi vendida pela família ao desbarato no início dos anos 80 a um alfarrabista de Lisboa. Desta biblioteca, conservou-se apenas o catálogo. Também num dos salões nobres existia aquilo que a família chamava um museu, que na verdade era aquilo que tecnicamente se designa por um gabinete de curiosidades, formado por muitos objectos arqueológicos, etnológicos e colecções de filatelia e numismática. 
Foi sobretudo constituído por um dos habitantes da casa, o Padre José Rodrigues Liberal Sampaio (1846-1935), um homem extremamente culto, um jurista, um pregador, um arqueólogo, um numismata, um jornalista, enfim um polígrafo, como se diria no século XIX.

Foi sócio da Academia das Ciências e da Sociedade Portuguesa de Arqueólogos, correspondia-se com homens eminentes, como o Abade de Baçal ou o arqueólogo Mendes Correia e no seu tempo, a casa tornou-se um pequeno centro de saber, tendo recebido entre outros intelectuais a visita do arqueólogo José Leite de Vasconcelos. 
Todo esse espólio foi disperso pelos vários membros da família. Esta casa  transmontana foi também o palco dos amores ilícitos entre José Rodrigues Liberal Sampaio e a senhora da casa, Maria do Espírito Santo Ferreira Montalvão (1856-1902), uma fidalga que teve a coragem de assumir a relação com um clérigo e de viver maritalmente com ele e dele ter tido filhos. 
Não foi um escândalo tão grande como os amores de Ana Plácido e Camilo, mas sem dúvida viveram com coragem uma paixão camiliana. Maria do Espírito Santo está sepultada na casa, na capela, apesar de em 1902, já ser expressamente proibido sepultar os mortos dentro das igrejas.  
Em 1912, o Solar de Outeiro Seco viu também passar os militares da segunda incursão de Paiva Couceiro, que em fuga para Espanha, abandonaram muitas armas pela propriedade da casa, sendo algumas delas recolhidas e conservadas no museu da família. 
Nesse período, a casa foi revistada pelas tropas republicanas e José Rodrigues Liberal Sampaio, um monárquico convicto, esteve alguns dias escondido num quarto secreto do Solar, até conseguir fugir para Espanha. 

A família manteve-se orgulhosamente monárquica e a bandeira azul e branca esteve hasteada na casa durante toda a república. Só nos anos 30, já no Estado Novo, quando o presidente Carmona visitou o Solar, alguém se lembrou que os tempos já eram outros e a bandeira foi recolhida para o chamado museu.
A Casa continuou a ser ocupada por José Maria Ferreira Montalvão (19-05-1878/24-5-1965), filho dos amores ilegítimos do padre com a fidalga, um grande proprietário, o homem que pagava maior contribuição autárquica de todo o distrito de Vila Real, e que assegurou até à sua morte a vida de um grande domínio agrícola, quase feudal, de uma forma autoritária, mas ao mesmo tempo paternalista e generosa, a acreditar nos testemunhos de quem ainda se lembra dele na aldeia de Outeiro Seco.
Depois da sua morte, a casa ficou desocupada e entrou num lento processo de declínio. Os seus descendentes venderam em 1986 o Solar à Câmara Municipal de Chaves, sem acautelar o seu destino e a respectiva utilização. 
As imagens da capela deram entrada no Museu Municipal de Chaves, algumas delas estão hoje expostas no Museu de Arte Sacra de Chaves, mas o Solar foi pura e simplesmente abandonado à sua sorte pela edilidade flaviense.
Vagabundos instalaram-se na casa, acenderam fogueiras que queimaram os pilares e fizeram ruir a estrutura. A talha da capela foi  pura e simplesmente pilhada. Por ordem ou iniciativa de sabe-se-lá-quem, diversa cantaria foi retirada da casa e espalhada por vários pontos da aldeia. No pátio rural em frente à cozinha foi instalado um palco feito com pedra da casa e muito, muito cimento.
Enfim, é um processo longo, triste e inexplicável de incúria por parte da autarquia de Chaves, que deixou ruir um dos edifícios mais interessantes do Concelho.
Perante tanta tristeza, fica a memória do tempo em que a casa era uma espécie de senhorio feudal, uma honra, em que bastava que alguém segurasse a aldraba da porta principal do pátio, para ficar fora do alcance da justiça régia.
O meu Pai, que não é ainda tão velho como isso, recorda-se de na sua meninice ouvir falar ainda de um senhor muito velhinho, fugido da justiça, que se refugiou no Solar e terminou ali os seus dias. Hoje, o Solar dos Montalvões é apenas um dos muitos e banais exemplos, de que quase todos se estão nas tintas para o património cultural.


Fonte: Fernando Ribeiro

sábado, 26 de outubro de 2013

Zé Perdigão - Sons Ibéricos: 1 Novembro no Casino Póvoa de Varzim

Espectáculo de apresentação do albúm "Sons Ibéricos", que contará com alguns convidados:  e José Cid e as Adufeiras da Idanha.

Zé Perdigão, cantor português sem fronteiras, eleito para nos deixar atónitos e estonteados com o alcance, a amplitude, a intensidade (e, ao mesmo tempo, a doçura) da sua voz. 

A voz de Zé Perdigão, abre portas a uma viagem que, sendo programada, acaba por revelar surpresas, uma atrás da outra. Tudo está no lugar onde deve estar. E, ainda assim, tudo nos comove, envolve ou empolga.

Por estes e outros motivos não perca esta oportunidade de ver e ouvir ao vivo Zé Perdigão!

quarta-feira, 10 de julho de 2013

SS.AA.RR. os Duque de Bragança na cerimónia de entrega do Prémio Internacional Terras Sem Sombra


Casa da Cultura da Comporta recebeu a cerimónia de entrega do Prémio Internacional Terras Sem Sombra.
S. A. R. a Infanta Pilar de Borbón, Duquesa de Badajoz, presidiu à cerimónia.
SS. AA. RR, os Duques de Bragança, S. A. R. a Infanta D. Pilar de Borbón, Duquesa de Badajoz e D. Eduardo Junco, Embaixador de Espanha.
D. Duarte Pio, Dona Isabel de Bragança e José Marcos Barrica, Embaixador de Angola.
O cantor lírico Enzo Dara recebe o Prémio na categoria "Música", pelas mãos da Infanta D. Pilar de Borbón.
Enzo Dara (Mântua, 1938) é um dos mais importantes cantores líricos de sua geração, particularmente admirado pelas interpretações das obras de Rossini, excelentes veículos para a expressão do seu talento como actor cómico e da sua musicalidade.
O Coro Juvenil de Lisboa actuou, cantando e encantando todos os presentes.
SS. AA. RR. os Duques de Bragança encabeçam a Comissão de Honra do Festival Terras Sem Sombra.
"Este País recebeu-me de braços abertos e não tenho mais do que gratidão para com todos" assim discursou a Infanta D. Pilar de Borbón, com clara emoção.
O Embaixador de Espanha D. Eduardo Junco, cumprimenta o Pd. Manuel António do Rosário, Pároco de Grândola.

Festival Terras Sem Sombra

quarta-feira, 13 de março de 2013

Já visitou o Palácio da Independência?


Junto a uma igreja muito especial (que já foi descoberta pelo Onde Lisboa) fica um palácio que a maioria dos lisboetas desconhece, apesar de já ter passado inúmeras vezes à sua porta, em pleno Rossio. Mais ainda, além de ter sobrevivido ao terramoto de 1755, tem no seu interior um jardim que possibilita uma subida à Muralha Fernandina para contemplar a vista sobre a Baixa. Ficaram curiosos? Então fiquem a conhecê-lo:
Em Lisboa são vários os monumentos que ficaram associados a grandes acontecimentos históricos do país, e o Palácio da Independência (como o próprio nome deixa antever) não é exceção. Foi aqui que os Quarenta Conjurados planearam a última reunião antes da Restauração da Independência em 1640. Mas as curiosidades à volta deste palácio não se ficam por aqui.
Tido como um palácio seiscentista, pertenceu durante vários séculos à família Almada, à qual pertencia D. Antão de Almada, um dos Quarenta Conjurados. Por ter resistido ao Terramoto de 1755, o palácio foi aproveitado para socorrer doentes do Hospital de Todos os Santos e, nos anos seguintes, foi alugado para outros serviços públicos como o Tribunal da Relação, o Senado Municipal e, até 1774, o Arquivo Municipal de Lisboa. A sua resistência ao terramoto fez com que muita da traça original do palácio ainda seja percetível, como sejam as chaminés de raiz quinhentista, lembrando as do Palácio da Vila de Sintra, embora numa escala bastante inferior. Mais tarde (1833), a Monarquia Liberal considerou os Condes de Almada apoiantes dos absolutistas, pelo que a família já não se encontrava a morar no palácio quando este foi ocupado pela Comissão Geral dos Estudos. Com isto, o palácio teve um residente muito particular – nada mais nada menos que o escritor Almeida Garrett.
Um palácio repleto de história

Uma das principais surpresas do Palácio da Independência é o (muito bem cuidado) jardim, através do qual se acede a uma réstia da Cerca Fernandina. Os terrenos do palácio ficaram assim, no século XVI, encostados à muralha, que tinha uma das portas de entrada na cidade de Lisboa mesmo ao lado – as Portas de Santo Antão. Curiosamente, numa pequena sala ainda é visível parte do arco de uma das portas, juntamente com o que se supõe ser uma antiga cisterna.
Subindo os degraus da Cerca Fernandina, o peso da história funde-se com uma vista da Baixa à qual não estamos muito habituados, pois coloca-nos a eixo com o Arco da Rua Augusta a uma altura considerável, proporcionando-nos um miradouro fora do comum sobre toda esta zona.
Com o desenrolar dos acontecimentos históricos, o Palácio foi sofrendo algumas obras, entre as quais se destaca a inclusão dos painéis de azulejos do século XVIII, alusivos à Restauração da Independência.
Hoje em dia, funcionam várias Instituições no palácio, sendo que a Sociedade História da Independência de Portugal, o Museu da Identidade Lusíada ou a sedes da Comissão Portuguesa de História Militar são algumas delas. Contudo, a maioria das salas é visitável, desde o Salão Nobre à Biblioteca da Sociedade Histórica, passando pelo átrio, restaurado por Raúl Lino. Existe também uma sala de exposições temporárias e uma pequena capela.
Se depois de toda esta viagem pela história do palácio ficou a curiosidade pela visita, saibam que estas apenas se efetuam por marcação, mas o processo é simples e rápido. As visitas são guiadas para não perder nenhuma das curiosidades que fazem parte deste palácio – desde as janelas manuelinas, passando pela Cerca Fernandina até aos azulejos de Gabriel del Barco.
Posto isto, e uma vez que 2012 foi o último ano em que se comemorou a Restauração da Independência, aproveite para conhecer o sítio onde tudo foi planeado! Aproveite também e dê um salto à Igreja de São Domingos, que fica mesmo ao lado:
Onde Lisboa