Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

Mostrar mensagens com a etiqueta MPT. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta MPT. Mostrar todas as mensagens

domingo, 14 de julho de 2013

PPM com Porto Forte


O Partido Popular Monárquico (PPM) e o Movimento do Partido da Terra (MPT) assinaram um acordo de coligação com o PSD para apoio à candidatura de Luís Filipe Menezes à Presidência da Câmara Municipal do Porto.
O PPM, representado por Manuel Beninger, Vice-Presidente Nacional, e o MPT por José Inácio Faria, Coordenador Autárquico, justificaram a opção, agora formalizada, com o facto de "desejarem apoiar as pessoas certas, nos locais certos, pela sua honestidade, competência e entrega na defesa do interesse das populações".
Ambos os signatários - o PSD foi representado por Francisco Gonçalves, Vice Presidente da Concelhia do Porto - reconheceram "o excelente trabalho desenvolvido por Luís Filipe Menezes em Gaia e afirmaram a sua identificação com o projecto do candidato para a cidade do Porto".
José Inácio Faria recordou a propósito que "o MPT já não entrava numa coligação autárquica, no Porto, desde a década de 90, mas com uma pessoa como Luís Filipe Menezes não podia ficar de fora".
Por sua vez, Manuel Beninger salientou as ligações históricas do PPM ao PSD, na primeira Aliança Democrática, tendo o fundador do PSD, Francisco Sá Carneiro, como principal responsável desse projecto.
Entretanto, Luís Filipe Menezes considerou a coligação "como um reflexo do que vão ser as suas listas autárquicas, juntando o PPM, o MPT, pessoas do CDS e independentes na área do Partido Socialista. A ideia é recriar um espírito frentista".

segunda-feira, 8 de julho de 2013

MONÁRQUICOS E PARTIDO DA TERRA ASSINARAM ACORDO DE COLIGAÇÃO COM O PSD, ATRAÍDOS PELO PROJECTO

OS MONÁRQUICOS e o Partido da Terra juntaram-se, ontem, à candidatura de Luís Filipe Menezes, afirmando que o fizeram pelo trabalho do autarca em Gaia e pelo projecto que apresenta para a cidade do Porto. O acordo de coligação foi assinado, ao final da tarde, na sede da distrital do PSD/Porto.
Os mesmos argumentos foram usados pelo vice-presidente do PPM, um dos partidos com ligações históricas ao PSD, até porque esteve na primeira Aliança Democrática, celebrada pelo fundador do PSD, Francisco Sá Carneiro. “Há anos, portanto, que temos essa aproximação”, recordou Manuel Beninger, considerando “uma mais-valia incomensurável o projecto de Menezes para o Porto”.
Um “espírito frentista”
Já Menezes considerou a coligação, ontem assinada pelo vice-presidente da Concelhia do Porto, Francisco Gonçalves, e pelos representantes do PPM e do MPTY, como um reflexo do que vão ser as suas listas autárquicas.
“A ideia é recriar nas listas este espírito frentista, juntando o PPM, o MPT, pessoas que são do CDS e independentes na área do PS”, referiu, ao JN, o candidato do PSD à Câmara do Porto.

Área social e educação decisivas
Manuel Beninger
Vice-presidente PPM

Manuel Beninger enalteceu particularmente a obra feita por Menezes em Gaia; “Era, para nós, impossível recusar [a coligação], tendo em conta o projecto enorme que Luís Filipe Menezes concretizou em Gaia, em particular na área social e da educação, e devido às ideias que já apresentou para o Porto”.

quinta-feira, 1 de março de 2012

"Plataforma de Cidadania": PORQUE A DEMOCRACIA MERECE MELHOR

Conferência de Imprensa
Um grupo de independentes, que integra um vasto conjunto de cidadãos e outras entidades comunitárias, às quais se juntaram o MPT e o PPM, apresentam, hoje, um projecto, de organização cívica, com o nome de Plataforma de Cidadania, que irá candidatar-se às próximas Eleições Legislativas Regionais de Outubro de 2012.
A Plataforma de Cidadania assume-se como um ESPAÇO ABERTO A TODOS OS CIDADÃOS QUE NÃO SE REVÊEM NO ACTUAL SISTEMA POLÍTICO-PARTIDÁRIO E QUE TÊM OPTADO PELA ABSTENÇÃO E PELO VOTO EM BRANCO.  
Uma das grandes preocupações e prioridades da Plataforma é valorizar e dar expressão à participação cívica jovem, um dos sectores mais afectados pelo desemprego que resulta, neste contexto, num aumento substancial da pobreza e da exclusão.
No âmbito do aprofundamento dos mecanismos de democracia direta, a candidatura da Plataforma constituirá, no período que antecede as próximas eleições regionais, uma “Bolsa de Eleitores” que terá a prerrogativa de propor iniciativas e tomadas de decisão aos deputados.
Desta forma, o eleitor manterá, ao longo de toda a legislatura, a capacidade de sufrágio e de participação cívica, sendo informado em permanência de toda a actividade parlamentar, constituindo, assim, uma autêntica “2ª Câmara Parlamentar”, que assegura a ligação directa com os eleitores.

A participação dos cidadãos na Plataforma passa pela utilização de um site na internet a ser lançado brevemente, com o endereço: www.plataformadecidadania.org
Através do registo no site, os cidadãos interessados terão acesso a uma série de informação, técnica e estatística, sobre todos os temas que importam ao desenvolvimento dos Açores.
O Programa Eleitoral resultará do contributo de todos os que pretendam participar na definição de um novo futuro para a Região, dentro dos parâmetros da defesa da democracia, da liberdade, do humanismo, da igualdade e da justiça.
A Plataforma de Cidadania assume-se como um movimento de cidadania global, sem amarras de carácter ideológico e dogmas partidários, que visa encontrar soluções concretas, moderadas e informadas para cada questão.
A perspetiva da Plataforma de Cidadania é a de fazer convergir vontades e potencialidades que estão neste momento alienadas, promovendo convergências e consensos para um verdadeiro desenvolvimento da Região – contrapondo-se claramente à cultura do conflito e da disputa que os partidos não conseguem superar e que têm conduzido a região a uma situação de crise crónica a todos os níveis.
A Plataforma não é uma coligação partidária, uma vez que a lógica do seu funcionamento interno é completamente inovador: o PPM e o MPT serão apenas uma parte da Plataforma de Cidadania e não determinarão a natureza do programa eleitoral que vier a ser elaborado.
Assim, e pela primeira vez na História eleitoral dos Açores, os programas e os signos ideológicos identitários dos partidos não serão determinantes no âmbito ou na natureza de um programa eleitoral em condições legais de ser sufragado pela população.
Os partidos a envolver na Plataforma fornecerão um grande espaço de liberdade no contexto da construção coletiva do programa eleitoral e asseguram o quadro legal que permitirá a participação de um projeto de cidadania independente no âmbito das eleições regionais de 2012. Além disso, o MPT e o PPM – enquanto forças políticas de referência na defesa do ambiente – somam à Plataforma uma identidade programática assumidamente ecológica.
Desta forma, pretende-se provocar a primeira brecha no monopólio dos partidos políticos ao nível das eleições legislativas. O nosso propósito é quebrar o asfixiante controlo absoluto que os partidos políticos possuem a nível dos mecanismos de participação política dos cidadãos.
Consideramos, até, que esse facto pode ser apontado como uma das principais causas do desgaste do atual sistema político, visível no crescente aumento da taxa de abstenção. Não estamos longe do dia em que uma minoria decidirá o futuro de um sistema justamente fundado no sufrágio da maioria.           
O programa eleitoral da Plataforma contemplará – na medida em que esse é um princípio determinante no âmbito das razões que motivaram o surgimento deste projeto cívico – a defesa de uma nova lei eleitoral que permita a formalização de candidaturas de cidadãos independentes e a consequente rutura do monopólio partidário no sistema político democrático.
A prioridade ulterior da Plataforma converge para o antropocentrismo, onde a pessoa é pretensa natural do eixo do sistema e a força motriz nas dinâmicas sociais, culturais, económicas e afins. A ação prática da Plataforma desenvolver-se-á no ambito de uma matriz de combate ao desemprego, sobretudo jovem, no combate à pobreza, através de políticas económicas sustentáveis, e na reposição das igualdades e justiça social.
Estão, assim, reunidas as condições e os mecanismos necessários para que a Democracia ganhe um novo impulso nos Açores, potenciando a participação de todos os cidadãos na definição dos caminhos de um novo e verdadeiro desenvolvimento.
Fica, então, lançado o repto para passar da simples crítica à prática nas soluções para a Região, e provar que o constante silêncio da grande abstenção não reside no espectro do comodismo, mas sim, na vontade de um novo paradigma democrático.
No apelo à consciência cívica de todos, para todos e por todos, enaltecemos a importância de nos unirmos à causa por via da participação cívica em prol do Bem Comum, que será; a verdadeira alternativa para a proclamada mudança!