No passado
dia 22 de Outubro, o Grão-Duque Henrique do Luxemburgo recebeu em audiência no
Palácio Grão-Ducal Sr. Pedro Passos Coelho, primeiro-ministro de Portugal, no
âmbito da sua visita oficial ao Grão-Ducado do Luxemburgo.
Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
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terça-feira, 28 de outubro de 2014
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Cavaco Silva: o homem errado no lugar errado
Várias vezes me perguntei da utilidade do
nosso semipresidencialismo bastante mitigado e já relativamente
distante da versão francesa. Apesar de ser mais entusiasta do parlamentarismo,
como a forma mais evoluída e democrática de governo de um povo, por conter em
si as contradições da sociedade, reconheço que, em tempos como os que
vivemos, em que o estado de emergência nacional é potenciador de todos os
abusos de um executivo, a existência de um Presidente da República poderia ser
muito útil. Tendo a legitimidade do voto direto e não estando diretamente
envolvido na governação, o Presidente poderia ser fundamental como regulador da
democracia.
Cabe ao Presidente garantir o regular funcionamento das instituições,
impedir abusos de uma maioria, fazer cumprir o espírito e a letra da
Constituição e interpretar o sentimento dos cidadãos. Muito teria que fazer por
estes dias. Porque o regular funcionamento das instituições e a Constituição
são desafiados diariamente, porque os abusos têm sido mais do que muitos,
porque a coesão social é dinamitada, porque a economia do País é devastada,
porque o património do Estado é desbaratado e porque, como indicam todas as
sondagens, o sentimento generalizado de revolta põe em causa a credibilidade da
própria democracia.
Os poderes do Presidente não são muitos. Mas são alguns. Uns bem práticos,
outros simbólicos. Mas todos eles dependem não apenas da existência do cargo,
mas do peso político e moral do detentor desse cargo. Com Cavaco Silva, temos
três problemas de partida: o Chefe de Estado tem medo de usar os seus
poderes, é incapaz de ser consequente com o que é evidente ser o sentimento
nacional e tem enormes fragilidades políticas e éticas.
Como tem defendido a generalidade dos constitucionalistas, a
inconstitucionalidade deste orçamento de Estado quase não é motivo de
debate. Poucas leis aprovadas no Parlamento - e o orçamento é uma lei - foram
tão evidentemente inconstitucionais. E,
no entanto, ela foi promulgada e apenas será pedida a sua fiscalização
sucessiva. O que quer dizer que, quando e se for declarada a sua
inconstitucionalidade, está criado um problema grave à vida política
portuguesa. Maior do que aquele que seria criado com a sua fiscalização
preventiva, que obrigaria a maioria parlamentar a corrigir imediatamente as
suas opções orçamentais. Assistiremos a um episódio semelhante ao do Orçamento
anterior. A declaração de inconstitucionalidade acabará por ser usada como argumento
para agravar ainda mais algumas medidas. Porque o Presidente não teve a
coragem de assumir as responsabilidades do cargo que ocupa.
Mas o problema é ainda maior. Pela primeira vez, desde que elegemos
diretamente o Presidente da República, este é, segundo todos os estudos de
opinião, um dos agentes políticos mais impopulares do País. Mais do que
todos os líderes dos partidos da oposição e do que o líder do segundo partido
do governo. Pior do que ele, só mesmo o
primeiro-ministro. E isto retira-lhe quase todo o espaço de
manobra.
O momento em que a fragilidade do Presidente passou a ser evidente foi
quando Cavaco Silva fez as tristes declarações que fez sobre as suas
reformas. Pedro Passos Coelho tem consciência disto. E usou a fragilidade do
Presidente. Ontem, para se referir à provável inconstitucionalidade da lei do
orçamento, decidiu concentrar-se nas reformas mais altas, como se fosse este o
assunto fundamental em
debate. Não vou aqui discutir as falsidades e absurdos que
disse, que apenas tornam mais evidente a sua profunda ignorância sobre quase
tudo o que envolva políticas de Estado, incluindo o funcionamento da nossa
segurança social. Fico-me pela questão política. Marcelo Rebelo de Sousa notou
que se tratava de uma "canelada" em Cavaco Silva. E
foi disso mesmo que se tratou.
Na verdade, as declarações de Cavaco sobre as suas reformas tornaram
evidente a sua incapacidade de compreender os sentimentos mais profundos
dos portugueses. E um Presidente com esta limitação pode ter todos os poderes
que nunca os usará com eficácia. Apesar da imagem de homem simples que vem do
povo, Cavaco está, como se viu então, a léguas da realidade nacional. E
falta-lhe a argúcia política para
conseguir interpretar realidades que lhe sejam distantes. E falta-lhe a
autoridade política e moral que o cargo, pelas suas características, exige.
Está, por isso, vulnerável a qualquer ataque que venha do governo. E um
Presidente vulnerável aos ataques de quem deve fiscalizar é uma inutilidade.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
BODE EXPIATÓRIO - por Paulo Morais, Professor universitário
A fúria que muitos sentem
relativamente à chanceler alemã Angela Merkel é compreensível. Mas não foi
Angela Merkel a responsável pelo estado a que chegámos, pela crise em que nos
mergulharam, pelo enorme endividamento das famílias ou pelos esquemas de corrupção
que exauriram as contas públicas.
Foi Cavaco Silva, e não
Merkel, que enquanto primeiro-ministro permitiu o desbaratar de fundos europeus
em obras faraónicas e inúteis, desde piscinas e pavilhões desportivos sem
utentes, ao desnecessário Centro Cultural de Belém. Foi o seu ministro Ferreira
do Amaral que hipotecou o estado no negócio da Ponte Vasco da Gama.
Foi António Guterres, e não
Merkel, que decidiu esbanjar centenas de milhões de euros na construção de dez
estádios de futebol. Foi também no seu tempo que se construiu o Parque das
Nações, o negócio imobiliário mais ruinoso para o estado em toda a história de
Portugal. Foi mais tarde, já com Durão Barroso e o seu ministro da defesa Paulo
Portas, que ocorreu o caso de corrupção na compra de submarinos a uma empresa
alemã. E enquanto no país de Merkel os corruptores estão presos, por cá nada
acontece.
Mas o descalabro maior
ainda estava para chegar. Os mandatos de José Sócrates ficarão para a história
como aqueles em que os socialistas entregaram os principais negócios de estado
ao grande capital. Concederam-se privilégios sem fim à EDP e aos seus parceiros
das energias renováveis; celebraram-se os mais ruinosos contratos de parceria
público--privada, com todos os lucros garantidos aos concessionários, correndo
o estado todos os riscos. O seu ministro Teixeira dos Santos nacionalizou e
assumiu todos os prejuízos do BPN.
Finalmente, chegou Passos
Coelho, que prometeu não aumentar impostos nem tocar nos subsídios, mas quando
assumiu o poder, fez exactamente o contrário. Também não é Merkel a culpada
dessa incoerência, nem tão pouco é responsável pelos disparates de Vítor
Gaspar, que não pára de subir taxas de imposto. A colecta diminui, a dívida
pública cresce, a economia soçobra.
A raiva face aos dirigentes
políticos deve ser dirigida a outros que não à chanceler alemã. Aliás, os que
fazem de Angela Merkel o bode expiatório dos nossos problemas estão
implicitamente a amnistiar os verdadeiros culpados.
Correio da Manhã,
13/11/2012
terça-feira, 6 de novembro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Segurança do primeiro-ministro agride repórter de imagem
Um chefe de segurança de Passos Coelho agrediu um repórter de imagem,
durante uma visita do primeiro-ministro a uma universidade de Lisboa.
O segurança tentou identificar um aluno que insultou o
primeiro-ministro, e não gostou quando percebeu que estava a ser filmado.
Pede-se ao Sr. Primeiro-ministro, quando reestruturar o seu Governo, que
corra com este dito “segurança” à vassourada daqui para fora.
É francamente uma imagem ridícula de se assistir nos tempos
que correm, onde se diz que "tudo depende da nossa vontade coletiva"
e se pede compreensão a quem está a assumir os pagamentos com a Troika – AO
POVO PORTUGUÊS.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
É agora, Senhor 1º Ministro?
Excelentíssimo Senhor Primeiro Ministro
É agora, Senhor 1ºMinistro?
Com a questão da TSU dos trabalhadores resolvida ou seja anulada, venha daí
o corte para toda a gente de 50% dos dois subsídios de 2013 (12º e 13º), modelado
claro está, que desta já não se livra, e quanto à oferta dos 3% da TSU às
empresa, em vez de oferecer a quem não merece nem precisa, aproveite este valor
disponível e crie, como todos esperam, verdadeiros incentivos concretos à
criação de novos empregos.
Lapso resolvido, porque não aproveita a onda?
Comece por “entalar” o PS e ataque verdadeiramente a despesa pública.
Comece pelos Políticos, proponha (finalmente!) uma verdadeira Revisão da
Lei Eleitoral que aproxime os Cidadãos da politica com a criação dos tão
falados círculos uninominais e dê o exemplo na diminuição da despesa publica,
com a redução da Assembleia da República para 150 Deputados (em vez dos 250) e
corte em 20% as subvenções aos Partidos Políticos.
O que fez com as Fundações, faça o mesmo nas Direções Gerais, Empresas
Municipais, Institutos, Observatórios, Comissões e outras Organizações.
Continue a trabalhar as PPP’s, as Energias e todos os outros desperdícios
dos diversos setores, nomeadamente na Saúde, Educação e Justiça.
Depois, produzir produzir e produzir.
Organize o Pais Agrícola e Florestal. Termine o cadastro do País, que
emperrou a norte do Rio Mondego, atualize o valor patrimonial dos prédios
rústicos, isente de IMI as terras cultivadas e penalize as terras abandonadas (lei
das Sesmarias sec. XXI). Incentive e promova o Banco de Terras, entregue a quem
quer trabalhar as terras abandonadas.
Estabeleça de contratos programa, com incentivos, com todo o tipo de
Associações Portuguesas (Profissionais, de Produtores, de Serviços, etc.) para
a diminuição das importações e também do desemprego.
Crie um Fundo imobiliário Nacional, para promover e disponibilizar no
estrangeiro casas desocupadas e propriedades abandonadas.
E já agora, remodele o seu Governo. Faça pf o que já sabe que tem que
fazer: Desdobre os dois Super Ministérios e coloque ao seu lado mais cabelos
brancos e experiencia empresarial.
Viva Portugal e os Portugueses
Paulo Corte-Real Correia Alves
Partido Popular Monárquico - Porto
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Há secretários de Estado que têm mais veículos do que os próprios ministros
O Governo tem uma frota automóvel de 208 carros. Só o gabinete de Passos
Coelho tem 31 automóveis ao seu dispor.
Segundo dados da Agência Nacional de Compras Públicas, o ministro da
defesa é aquele que tem mais viaturas ao seu dispor. No total são 12.
Já a ministra da agricultura, Assunção Cristas, é a mais poupada do
executivo. Tem apenas dois carros.
Há até secretários de Estado que têm
mais veículos do que os próprios ministros.
O gabinete do primeiro-ministro diz que já só possui 22 automóveis e está
a fazer um esforço por reduzir o número de carros.
domingo, 16 de setembro de 2012
Distribuição das PPP pelos últimos Governos
Dizer que as PPP's foram criadas pelos outros já todos sabemos. Mas essa
é aquela verdade de La
Palisse.
No entanto Passos Coelho foi eleito para cortar as PPP's.
Agora, se Passos Coelho não quer cortar nos privilégios do bloco Central
ou se tem medo, que se demita. Ponto.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Críticas a Passos Coelho sobem dentro do PSD
Avolumam-se as críticas ao anúncio de Pedro Passos Coelho, até dentro do
PSD.
Alexandre Relvas acusa o executivo de estar a fazer
"experimentalismo social" com os portugueses.
Marcelo Rebelo de Sousa já tinha dito que o
primeiro-ministro não mediu as consequências do que anunciou e Alberto João
Jardim até pede a intervenção do Presidente da República.
Mira Amaral, antigo governante social-democrata
defende outras medidas e está chocado com a situação dos pensionistas. “Não
pode ser só aumento de impostos e corte de vencimentos”
“Lamento que um governo que apoiei ainda não tenha começado a fazer
aquilo que eu estava à espera que fizesse que era o corte da despesa pública e,
ao mesmo tempo, preocupar-se com a competitividade e o crescimento económico.
Isto não pode ser só aumento de impostos e corte de vencimento aos funcionários
e de pensões”.
OS ENSINAMENTOS
As quatro folhas A4 em que constam as normas para responder às
perguntas, sobretudo da imprensa, sobre as medidas de austeridade anunciadas.
Leia o documento na íntegra.
ISTO É ASSUSTADOR!
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Trabalhadores do privado perdem mais de um salário líquido. Faça as suas contas
O primeiro-ministro anunciou que os trabalhadores do sector privado vão
passar a descontar 18% para a Segurança Social em 2013, em vez dos actuais 11%.
Na prática, cada trabalhador vai perder o equivalente a mais de um salário
líquido no fim do ano.
Para fazer as suas contas, a Renascença desenvolveu um simulador para saber como é que vai ser afectado pelas novas medidas anunciadas por Pedro Passos Coelho. Pode descarregar AQUI a calculadora.
Para fazer as suas contas, a Renascença desenvolveu um simulador para saber como é que vai ser afectado pelas novas medidas anunciadas por Pedro Passos Coelho. Pode descarregar AQUI a calculadora.
José Gomes Ferreira é um analista insuspeito e o seu comentário, ontem
na SIC Notícias, a propósito das mais recentes medidas de austeridade
delineadas pelo Governo, faz temer pelo futuro próximo. Resumi-las como um
«erro político» - o maior do actual Executivo - capaz de dar «guerra», nada
augura de bom, sendo ainda que os objectivos económicos e sociais visados
(desde logo, o combate ao desemprego), na sua perspectiva não serão também
alcançados.
Portanto o Governo falhou, está a falhar, e o
descontentamento das pessoas - de que os facebooks são um
espelho fiel - é manifesto. Cresce o cepticismo, a revolta, o sentimento de
injustiça e de medo.
Pela parte que me toca, declarar-me-ei imediatamente na
Oposição logo que surja alguém com aparência de fazer diferente e melhor.
Enquanto não, manterei o argumento de que, governando à esquerda, - seria pior.
Muito pior.
E com todo o respeito pelo modo desagradado com que os
portugueses reagem a estas tristes notícias, bem reveladoras dos tristes tempos
que esperam por nós, sempre frisarei - em presença da desgraça - nos falta,
para a combater, um sentido comum do rumo nacional. Algo que o Chefe de Estado,
Cavaco Silva, não assegura porque em torno de si não sabe (nem dispõe de meios
institucionais para) congregar os cidadãos.
Mas isso é outra história. Outra Bandeira...
Privados podem afinal perder até dois salários líquidos, Função Pública perde até três
Afinal os trabalhadores vão enfrentar um corte no salário que levam para casa que pode chegar aos 14%, ou seja, o equivalente em termos líquidos ao subsídio de férias e de Natal. Os funcionários públicos ainda ficam pior, podem perder até três. Efeitos que o primeiro-ministro omitiu na sua intervenção.
Afinal os trabalhadores vão enfrentar um corte no salário que levam para casa que pode chegar aos 14%, ou seja, o equivalente em termos líquidos ao subsídio de férias e de Natal. Os funcionários públicos ainda ficam pior, podem perder até três. Efeitos que o primeiro-ministro omitiu na sua intervenção.
Na simulação efectuada para um titular não casado e sem dependentes (ver
segunda tabela em baixo).
domingo, 2 de setembro de 2012
O Estado que não emagrece
O DIÁRIO DE NOTÍCIAS cometeu a ousadia de perguntar ao
gabinete de Pedro Passos Coelho se o senhor primeiro-ministro se dera ao
cuidado de pedir factura do aluguer da sua casa no Algarve. Visto que o aluguer
sazonal de habitações de Verão é uma das formas habituais de fuga ao fisco, o
DN achou a pergunta pertinente. Mas Pedro Passos Coelho considerou-a uma evidente
violação do “foro privado” porque “não estão em causa dinheiros públicos”.
Da próxima vez que um inspector das finanças lhe perguntar se negociou
as obras de casa ou o arranjo do carro sem factura e sem IVA, já sabe o que
deve responder.
Revista Sábado
sábado, 28 de julho de 2012
Paulo Rangel aconselha "decoro" na linguagem a Passos Coelho
Pedro Passos Coelho deu-se a conhecer aos portugueses com uma aura de
homem educado, mas ultimamente e em diversas ocasiões, tem utilizado uma linguagem francamente “colorida” .
Durante a campanha eleitoral o primeiro-ministro já se tinha saído com
várias pérolas, como “para trás mija a burra!” e do muito glosado “ir ao
pote”.
Das últimas, a saber, o expressivo "piegas", da odorenta
"porcaria na ventoinha", até ao mais
recente elegantérrimo "que se lixem as eleições." Depois o
resultado foi este.
Esta linguagem própria da conversa de café deveria ser de se evitar. Até Paulo
Rangel não gostou de ouvir Passos Coelho a utilizar a expressão "que se
lixem as eleições". O eurodeputado do PSD entende que um primeiro-ministro
deve usar uma linguagem mais adequada ao cargo que ocupa.
Tirou-me as palavras da boca…
Será que é com conversas do tipo “piegas” e “se lixem”, para além de
outro vocabulário tipo popularucho, que se irá respeitar o comum do cidadão que
sofre na pele esta crise que teia em manter nos poleiros os “amigos” nas
Fundações, nos Institutos, nas Empresas Municipais, nas PPP, nos lobbys
publico-privados, etc., etc ?!?... e onde uma grande parte dos jovens licenciados
estão desempregados.
Esta verborreia popularucha utilizada, "porcaria na ventoinha", "que se lixem as eleições" e “piegas”, começa a roçar o “porreira
pá”. Depois não se queixem do “Tiririca” da Madeira...
quinta-feira, 26 de julho de 2012
"Que se Lixem as Eleições"
Não negamos Deus, não negamos a Pátria, não negamos a Família.
Quem
caminhara connosco?
Que se lixem as eleições…
terça-feira, 24 de julho de 2012
«Estou mais magro porque tenho feito dieta»
Fiquei quase comovido com estas declarações...
O primeiro-ministro e presidente do PSD esqueceu-se de ouvir outros comentários, aqueles que relatam a verdadeira realidade dos portugueses, esses sim cada vez mais magros e
sem necessidade de fazer dieta.
É que ao conjunto de austeridade que é aplicado ao comum dos
portugueses, fruto das desavergonhadas governações das últimas duas décadas, não
é recíproco o “corte” aplicado aos seus amigos e apaniguados nas Fundações, Instituições,
PPP, Empresas Municipais, etc., etc., o verdadeiro cancro na economia
portuguesa.
Não é no corte dos salários miseráveis de um tuga e na retenção mingua
dos seus subsídios que se irá salvar este país. É contra a corrupção, contra o
despotismo, contra o favorecimento dos boys, contra as adjudicações directas, etc.,
etc., aí sim é que deveria ser o caminho a seguir.
Senhor primeiro-ministro: os portugueses não só não estão a engordar como
estão cada vez mais magros e com fome de uma vida digna.
«Que se lixem as eleições, o que interessa é Portugal»
«Que se lixem as eleições, o que interessa é Portugal»
sábado, 21 de julho de 2012
O "NÃO CASO" RELVAS: DOER DE ALMA
A notícia da 1ª página do Expresso de Hoje: Relvas quer ficar até vender
a RTP.
Miguel Relvas vai continuar a fingir que é governante, contando para o
efeito com o beneplácito do primeiro-ministro.
Segundo o
semanário Expresso, Pedro Passos Coelho alimenta a ilusão e usa um termo inglês
na expectativa de atirar areia para os olhos dos seus compatriotas. Diz Pedro
que Miguel é “um «doer»” (fazedor).
Para gente
lúcida, avessa aos «paninhos quentes», trata-se de um doer de alma, devido à
sucessão de casos mal esclarecidos protagonizados por Relvas.
De onde virá
a minha impressão de que Pedro é refém de Miguel?








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