Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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terça-feira, 29 de julho de 2014

Criada a primeira associação de autarcas de inspiração monárquica - in "RTP"


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segunda-feira, 28 de julho de 2014

Associação de Autarcas de inspiração Monárquica oficializada hoje em Braga. E foi assim que tudo começou...

 Guimarães - 1 de Março de 2014
 Ponte de Lima - 22 de Março de 2014
 Viana do Castelo - 7 de Junho de 2014
 RTP - 19 de Junho de 2014
Vila do Conde - 19 de Julho de 2014
Braga - 28 de Julho de 2014

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quarta-feira, 27 de março de 2013

O REGRESSO DA BESTA


Novo provérbio português
"Ladrão que rouba a Nação, tem programa na Televisão!"

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

RTP Açores é actualmente uma espécie de homem doente da autonomia


O debate, proposto pelo deputado do PPM, Paulo Estêvão, surge na sequência da anunciada redução da emissão do canal público no arquipélago.
Todos os partidos com assento parlamentar nos Açores já tiveram oportunidade de contestar esta intenção do Governo da República, por entenderem que poderá por em causa o futuro do serviço público de televisão nas ilhas.
Durante este plenário, que deverá prolongar-se até sexta-feira, os deputados açorianos vão também analisar a situação financeira da região e o protocolo de cooperação assinado entre a região e o Governo da República, sobre a aplicação do memorando da ‘troika’ no arquipélago.
As palavras são de Paulo Estêvão deputado do PPM e foram proferidas no parlamento açoriano no debate de urgência em defesa da televisão pública regional que propôs algumas estratégias no âmbito da futura reestruturação e financiamento da RTP açores.
A terminar Paulo Estêvão disse que a RTP é um problema para ser resolvido na defesa da identidade de um povo e que é a voz, o olhar e o sentir da autonomia açoriana.

sábado, 21 de julho de 2012

O "NÃO CASO" RELVAS: DOER DE ALMA

 A notícia da 1ª página do Expresso de Hoje: Relvas quer ficar até vender a RTP.
Miguel Relvas vai continuar a fingir que é governante, contando para o efeito com o beneplácito do primeiro-ministro.
Segundo o semanário Expresso, Pedro Passos Coelho alimenta a ilusão e usa um termo inglês na expectativa de atirar areia para os olhos dos seus compatriotas. Diz Pedro que Miguel é “um «doer»” (fazedor).
Para gente lúcida, avessa aos «paninhos quentes», trata-se de um doer de alma, devido à sucessão de casos mal esclarecidos protagonizados por Relvas.
De onde virá a minha impressão de que Pedro é refém de Miguel?

sexta-feira, 20 de julho de 2012

ENCONTREM AS DIFERÊNÇAS

Passatempo: ENCONTRE AS DIFERENÇAS.
Não é fácil...

"URGÊNCIAS VÃO ENCERRAR ATÉ AO FIM DO ANO"
"RTP CUSTA POR ANO TANTO COMO DOIS HOSPITAIS"
É uma vergonha a despesa que dão dois hospitais!
Faz muito bem o ministro da saúde em fechá-los.

sábado, 7 de julho de 2012

Açores: Assembleia Legislativa discute com "preocupação" situação da RTP/Açores

A situação da RTP/Açores esteve hoje no centro das atenções no plenário da Assembleia Legislativa Regional, com criticas generalizadas ao modelo de emissão em vigor há um mês e preocupação quanto ao futuro.
“O Governo dos Açores está apreensivo e preocupado com o futuro próximo do serviço público de rádio e televisão nos Açores”, afirmou André Bradford, secretário regional da Presidência, na abertura de um debate sobre a audição em comissão parlamentar da direção e da subcomissão de trabalhadores da RTP/Açores.
André Bradford salientou que a direção da empresa na região “não sabe o que será a RTP/Açores nos próximos tempos, não sabe os meios financeiros com que pode contar e não sabe qual o modelo a implementar”, denunciando as “declarações confusas, contraditórias e que deixam preocupação quanto ao futuro” que foram prestadas pelos responsáveis da empresa no arquipélago.
As críticas à direção regional da empresa vieram também de Paulo Estêvão, do PPM, para quem “as explicações dadas (na comissão parlamentar) são de rir”.
Não sabem nada, estão lá apenas para aplicar o modelo que lhes disseram. Fazem o que lhes mandaram fazer”, afirmou, defendendo a necessidade de “um canal público, com ligação à RTP e responsáveis nomeados pelo parlamento regional”.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

PPM reclama ter sido o primeiro a defender gestão regional da RTP/Açores


O presidente do PPM/Açores, Paulo Estêvão, considerou hoje que está a ser "vilmente apagado" do processo relacionado com a RTP/Açores, sublinhando que foram os monárquicos os primeiros a apresentar uma solução como a que agora PS e PSD defendem.
“Propusemos esta solução (de gestão regional) muito antes que aqueles que agora nela figuram sorridentes e com o cabelo penteadinho”, afirmou Paulo Estêvão, numa declaração política na Assembleia Legislativa dos Açores.
Na sua intervenção, Paulo Estêvão recordou que, inicialmente, o PS e o PSD defendiam a “responsabilidade, gestão e financiamento exclusivo do Estado no âmbito da RTP/Açores”, enquanto o PPM, “desde o início da atual legislatura, sempre defendeu uma dupla tutela, do Estado e da Região”, para a RTP/Açores.
“Eu era uma voz isolada a defender a gestão açoriana da RTP/Açores”, frisou.
A sua proposta previa que os Açores assumissem a tutela direta da RTP/Açores, nomeando o diretor-geral e a equipa de gestão por eleição no parlamento, que o Estado permitisse o acesso da RTP/Açores ao mercado da emigração açoriana na América do Norte, que as receitas das taxas de audiovisual cobradas no arquipélago servissem para financiar a RTP/Açores, assim como as receitas publicitárias arrecadadas na região.
“Fomos os primeiros a querer alterar o atual sistema e a propor uma alternativa de autonomia real para a RTP/Açores”, reafirmou.
Paulo Estêvão criticou ainda “as vozes que atribuem genericamente aos políticos regionais todas as culpas pelo que tem vindo a suceder à RTP/Açores”, defendendo que, “se não fosse a ação dos políticos regionais, há muito que a RTP/Açores teria deixado de existir”.
Segundo Paulo Estêvão, “a culpa do sucedido reside essencialmente em décadas de gestão calamitosa da RTP/Açores, por parte de responsáveis de cá e de lá (Lisboa)”.
Esta declaração política do PPM não suscitou qualquer debate no plenário.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

300 mil euros por mês, de impostos, para cabeleireiros de 3 vedetas da RTP

Zangam-se as comadres descobrem-se as verdades. 
"A empresa Marina Cruz Cabeleireiros, responsável pela imagem das principais estrelas da RTP, em Lisboa, cobrou em 2011 à televisão pública cerca de 300 mil euros pelos seus serviços de cabeleireiro, não incluindo a caracterização. 
O CM teve acesso a uma queixa da empresa Joaquim Guerra Cabeleireiros, assinada pelo empresário e cabeleireiro Joaquim Guerra, em que se refere que "a este valor somam-se alguns milhares de euros pelo acompanhamento exclusivo de três apresentadoras": Judite de Sousa, que saiu para a TVI no ano passado, Fátima Campos Ferreira e Catarina Furtado. Tudo isto sem concurso público.
Segundo a queixa, são pagos "cerca de 500 euros por deslocação a gravações e directos exteriores", no caso das principais estrelas, incluindo-se no contrato "o aparecimento de cartões publicitários alusivos à sua marca no final dos programas."
O CM sabe que o Governo está preocupado com as despesas da RTP com fornecimentos e serviços externos, que atingem entre 40 e 50 milhões de euros por ano. Contactado o Ministério dos Assuntos Parlamentares, que tem a tutela do canal público, fonte oficial diz que não faz "qualquer comentário sobre o assunto". Fonte oficial da estação do Estado diz ao CM que "todos os valores referidos estão errados". Mais: "a RTP não divulga contratos, mas todos os valores são substancialmente inferiores" aos indicados na queixa". CM
Ganham salários milionários, pagos pelos nossos impostos, mas ainda temos que pagar os cabeleireiros e sabe-se lá mais o quê!
Aqui vão exemplos dos salários:
- Catarina Furtado = 30.000 €/mês (loool 1000 euros por dia)
- José Carlos Malato = 20.000 €/mês
- Fernando Mendes = 20.000 €/mês
- Jorge Gabriel = 18.000 €/mês
- Sílvia Alberto = 15.000 €/mês
- João Baião = 15.000 €/mês
- José Rodrigues dos Santos = 13.000 €/mês

terça-feira, 24 de abril de 2012

Açores: PPM quer consenso político para evitar reduzir emissão da RTP/Açores


Ponta Delgada, 24 abr (Lusa) -- O PPM vai promover uma iniciativa parlamentar no próximo plenário da Assembleia Legislativa dos Açores para procurar "consensos políticos" que evitem a redução da emissão diária da RTP/Açores a uma 'janela' de seis horas.
Esta iniciativa, que será apresentada a 8 de maio, com carácter de urgência, surge depois de o partido ter recebido "informações absolutamente fidedignas", segundo as quais a administração da RTP estaria a preparar a implementação desta medida para "meados de maio".
Para o PPM, a redução da emissão diária da RTP/Açores a um período de apenas seis horas é "um ataque à autonomia e à unidade do povo açoriano".

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

PPM propõe tutela dupla e financiamento partilhado da RTP/Açores

O presidente e deputado regional do PPM/Açores, Paulo Estêvão, propôs a realização de negociações entre os governos regional e nacional para o estabelecimento de uma dupla tutela e financiamento partilhado da RTP/Açores.

Paulo Estêvão, que vai apresentar um projecto de resolução nesse sentido na Assembleia Legislativa dos Açores, considerou que esta solução é a única via possível para sair do “impasse” em que se encontra o canal público de televisão nos Açores.

“O Governo Regional não quer assumir uma parte do financiamento da RTP/Açores e o Governo da República outorga-se o direito de decidir o que bem entender enquanto tiver de suportar sozinho o esforço financeiro do canal”, frisou Paulo Estêvão, advertindo que a redução da produção própria da RTP/Açores para uma emissão de quatro horas diárias põe em risco a televisão açoriana.

Questionado sobre a decisão do executivo açoriano de recorrer aos tribunais para obrigar a RTP a garantir o cumprimento das obrigações de serviço público de televisão no arquipélago, Paulo Estêvão, que é também líder nacional do PPM, manifestou dúvidas quanto à eficácia da iniciativa, alegando a demora dos processos judiciais.

Para Paulo Estêvão, o Governo Regional “está a criar um conflito sem saída”, considerando, por outro lado, que o ministro com a tutela da comunicação social, Miguel Relvas, revela uma “perspectiva completamente centralista”.

Nesse sentido, salientou que Miguel Relvas revelou uma "arrogância sem limites" no encontro que teve na segunda-feira em Lisboa com uma delegação do parlamento açoriano.

Fonte: Açoriano Oriental

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Paulo Estêvão leva sugestões a Carlos César

O dirigente regional e nacional do PPM, Paulo Estêvão, foi recebido esta manhã pelo Presidente do Governo Regional no quadro da preparação do Plano e do Orçamento regionais para 2012.

À saída, Paulo Estêvão disse querer de uma vez por todas distinguir os Açores da Madeira.

O deputado regional na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores (ALRA) quer ainda que o governo dos Açores possa cobrir o corte de 30 por cento de redução previsto para a RTP-Açores.