Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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quinta-feira, 10 de julho de 2014

Tomada de posse dos órgãos concelhios do CDS-PP, parceiros da coligação “Juntos por Braga”

Porventura esta deverá ser a mesa mais repleta de políticos de inspiração monárquica em Portugal.
PAULO PORTAS EM BRAGA NA TOMADA DE POSSE DOS ORGÃOS CONCELHIOS
Ao presidente do CDS-PP e Vice-Primeiro-Ministro juntaram-se pesos pesados do CDS-PP nacional como Vânia Dias da Silva (Subsecretária de Estado Adjunta do Vice-Primeiro-Ministro), António Carlos Monteiro (Secretário-Geral), Nuno Melo (eurodeputado), Telmo Correia (deputado), Altino Bessa (deputado e presidente da distrital), Miguel Pires da Silva (líder nacional da JP), Carlos Neves (presidente da concelhia), Francisco Mota (presidente da concelhia da JP).
Marcaram também presença Ricardo Rio, presidente da Câmara municipal de Braga, Hortense Santos, presidente da Assembleia Municipal, João Granja (PSD) e Manuel Beninger (PPM), em representação dos parceiros da coligação “Juntos por Braga”.

Caro[a] amigo[a],
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Obrigado

terça-feira, 14 de maio de 2013

A regra oculta do sistema; por Pedro Santana Lopes


“A regra oculta do sistema:
Antes de sair, cada presidente consegue que o partido a que está ligado assuma o Poder”.

Pecado Original  – O choque institucional entre Belém e S. Bento, de Pedro Santana Lopes

Sinopse
«Não existem dúvidas de que o Presidente da República pode lançar-se numa campanha contra o Governo saído do sufrágio universal e directo, sem que nada lhe aconteça no exercício do seu cargo. Actua contra o Governo como se fosse líder da oposição. Pode fazer o que quiser sem que sofra consequências. Pode e faz! Ora, é quase sempre fácil dizer mal do Governo, nomeadamente em tempos de crise, e imagine-se o que significa ser o Presidente a fazê-lo.»

No livro, Santana Lopes defende que a melhor forma de acabar com os conflitos entre Belém e S. Bento - que se repetem de Ramalho Eanes a Cavaco Silva - é acabar com "o poder presidencial de demitir o Governo".
Uma tese que demonstra que o ‘Pecado Original' do antigo líder do PSD merece ser lido, além de algumas provocações que também encerra. Por exemplo, Santana lembra os tempos em que foi primeiro-ministro e "o CDS fazia chegar a Belém recados a demonstrar sentimentos contraditórios" sobre o Governo. Mais: o então Presidente da República, Jorge Sampaio, "acabava sempre por proteger Paulo Portas e desfazia-se em elogios sobre o seu trabalho com o ministro."
Qualquer semelhança com a actualidade política deve ser pura coincidência.

terça-feira, 7 de maio de 2013

PORTAS DAS TRASEIRAS


Estamos todos de acordo. Esta coisa de dar ainda mais porrada nos pensionistas é, como disse o Portas, extremamente desagradável, inaceitável até.  Problema é sabermos que, se não tirarem nas pensões, tirarão noutra coisa qualquer. Alguém há-de pagar.
O IRRITADO, na sua qualidade de sacrificado pensionista, aplaude. Óptimo! Na pensão, parece que o saque da toica não irá mais além.
Postas as coisas nestes termos, uma pergunta resta para fazer ao arauto da oposição interna, o ilustre Portas: Onde? Como? Quem vai pagar? O homem diz-nos que noutro sítio, mas como não diz qual, nem como, nem quem. Ficamos mais ou menos na mesma.
Depois, o modus faciendi que Portas escolheu. Primeiro, mandou que outrem pusesse a boca no trombone sobre as guerras intestinas a que se terá dedicado no conselho de ministros. Depois, fez mais um teasing, anunciando com quatro dias de antecedência, qual Obama da Cascalheira, que ia aparecer ao povo, com aura de salvador da Pátria. Finalmente, faz a sua proclamação, dizendo que não às pensões mas aceitando o princípio dos cortes, sem dizer com que critério.
Dirão os mais desconfiados que aqui anda gato. Será que Portas não tinha outra maneira de fazer as coisas que não fosse aproveitá-las para uma jornada de propaganda sócio eleitoral? Parece que sim. Por uma questão de lealdade. Por uma questão de dignidade própria.  Por uma questão de compromisso.
Parece que este tipo de atitude se filia na longa história do CDS, primeiro partido a aliar-se ao PS, depois, na AD, ao PSD e o PPM. Deu cabo da coligação com o PS, fez cair o governo. Deu cabo da coligação com PSD/PPM, fez cair o governo. Mais tarde, outra vez se juntou ao PSD, mas durou pouco, deu cabo da coisa antes que o ilustre Marcelo lhe fizesse o ninho atrás da orelha. Ansioso de protagonismo, seja via Freitas do Amaral, seja via Adriano Moreira, e vários outros, o CDS sempre foi uma força amaricada e traiçoeira, atingindo com Portas novos píncaros,
O grande chefe da direita (Freitas) apressou-se a fazer-se com Soares, que o tinha vencido indecentemente nas presidenciais. Fez-se com o Pinto de Sousa, que acabou por trair, como tinha traido Balsemão e como  trairá quem se puser a jeito. Os grandes do CDS, de que é exemplo esse escarro que se chama Basílio, sempre tiveram na cabeça o tropismo do PS. "Se um não (nos) serve, serve o outro, desde que tenhamos hipóteses de poder", deve ser o mais alto dos pensamentos do CDS.
Incapaz de se impor internamente – será que esconde argumentos para lançar na praça pública? – aproveita para deitar a escada ao descontentamento. E, em vez de tratar dos assuntos no lugar próprio - se é que o move alguma intenção generosa ou programática - prefere apanhar o combóio da propaganda.
O IRRITADO acha bem que Portas descubra a solução para não lixar mais os aposentados, ainda que se exima a declarar como. Mas a porta do Portas devia ser a da frente, isto é, a do conselho de ministros. Mais uma vez, escolheu a porta das traseiras, que somos nós, os papalvos que são capazes de pensar que está a lutar por eles.
Ainda por cima, trata-se de evidente estratégia. Inúmeros porta vozes são “nomeados” para papaguear bitates de “independência”, preparando com minúcia a angelical aparição do chefe.
No fundo, para o clube, preciso é ir-se deixando estar no poder. Sem prejuízo do futuro, isto é, sem desagradar ao PS, que pode vir a ser o escadote de amanhã.

O IRRITADO, António Borges de Carvalho
(Borges de Carvalho foi líder do Grupo Parlamentar do PPM na AR no tempo da AD)

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Juan Carlos recebe Paulo Portas antes da operação


Uma audiência a Paulo Portas na terça-feira, no Palácio da Zarzuela, em Madrid, é o único item na agenda do rei espanhol Juan Carlos até ao próximo dia 03 de março, quando será submetido a uma nova intervenção cirúrgica.
Dados da agenda da Casa Real confirmam a audiência, que decorre durante a tarde de terça-feira, dia em que o ministro dos Negócios Estrangeiros português efetua uma visita de trabalho a Espanha, a primeira desde que tomou posse.
No próximo dia 03 de março Juan Carlos será submetido a uma operação para tratar a sua hérnia discal, confirmada na quinta-feira pelo serviço médico da Casa Real.
Sem qualquer ato público esta semana, Juan Carlos terá com Paulo Portas o único ato público antes de dar entrada na clínica La Milagrosa onde será operado.
Durante a sua visita de trabalho a Espanha, Paulo Portas manterá um almoço de encontro de trabalho com o seu homólogo espanhol, José Manuel García-Margallo.
Na agenda da visita do governante português está também uma intervenção no Fórum Nova Economia, onde será apresentado também por García-Margallo.

domingo, 12 de agosto de 2012

Documentos sobre a compra dos submarinos desapareceram do Ministério da Defesa

O Ministério Público reconhece que desapareceram documentos relativos à aquisição dos submarinos decidida por Paulo Portas em 2004, quando era ministro da Defesa.
O Departamento Central de Investigação e Acção Penal nunca fez qualquer abordagem ao ex-ministro da Defesa Paulo Portas para tentar encontrar os documentos desaparecidos do dossiê dos submarinos.
«“Não foram encontrados quaisquer registos escritos da posição assumida pelos elementos do Ministério da Defesa Nacional, designadamente, na fase imediatamente anterior à assinatura dos contratos de aquisição, contrapartidas e financiamento”, afirma o magistrado João Ramos.» Jornal de Notícias, 11 Agosto 2012
Curioso. À época, Portas disse que se tratavam "notas pessoais e breves anotações acerca do CDS-PP".
Então!!! E onde se encontram aquele "monte" de fotocópias que tirou nos últimos dias, antes de sair do Ministério da Defesa???
É SÓ FAZER AS CONTAS: são 124 resmas de papel.


Nunca é tarde para recordar esta história das "luvas" dos submarinos:
"... os dois responsáveis alemães agora condenados ligados ao consórcio GSC admitiram que pagaram subornos em Portugal (e na Grécia) para garantirem a assinatura dos contratos de compra dos submarinos à Alemanha (...) os dois ex-gestores pagaram ao ex-cônsul de Portugal em Munique de cerca de 1,6 milhões de euros através de um contrato de consultoria com o objectivo de estreitar relações com membros do governo português, então chefiado por Durão Barroso e com Paulo Portas a tutelar da pasta da Defesa Nacional".

domingo, 29 de abril de 2012

Sessão evocativa a Miguel Portas: "Adorávamo-nos para além das diferenças"

O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, lembrou a "irredutível amizade" que o unia ao irmão, "muito além das diferenças, mas também por elas", numa sessão evocativa a Miguel Portas.


Amigos e família evocaram hoje o eurodeputado e fundador do BE Miguel Portas, o seu "romantismo" de "sonhador absolutamente incorrigível", para quem a política servia "os de baixo", com "honestidade radical", "suavidade e elegância".

A sessão evocativa arrancou com "traz outro amigo também" no piano de Mário Laginha, numa tarde em que Miguel Portas foi lembrado por quase todos, e nas suas diversas facetas, como um agregador: "Sabia construir os denominadores que agregavam as nossas forças", afirmou o deputado bloquista João Semedo.  O vereador comunista em Lisboa Ruben de Carvalho sublinhou que o tema foi "particularmente adequado", porque trazer outro amigo "foi o que o Miguel fez toda a vida".
O jardim de inverno do Teatro São Luiz, em Lisboa, foi o local escolhido pelo próprio para reunir os amigos e a família, num papel designado "para o caso de isto correr mal", conforme recordou a eurodeputada do Bloco Marisa Matias.
"Para ele, a política não era outra coisa senão as pessoas", disse Marisa Matias, que o lembrou como "um sonhador absolutamente incorrigível", numa ideia que João Semedo reforçaria ao afirmar que Miguel Portas "combateu sempre pelos de baixo", que constituíam "o impulso da sua iniciativa solidária e generosa".

"Honestidade radical"
O irmão, Paulo Portas, lembrou a "honestidade radical" de quem viveu e morreu como "um combatente", mas sempre com "suavidade e elegância", com um "admirável sorriso" que não largou "até ao último momento".
O irmão de Miguel Portas, ministro dos Negócios Estrangeiros e líder do CDS-PP, evocou a "irredutível amizade" que os unia.
"Ambos dávamos ao outro não o preconceito sobre o que o outro pensava, mas o benefício da dúvida sobre o que o outro queria. Adorávamo-nos para além de todas as diferenças, eu diria até um pouco mais, adorávamo-nos também por causa das nossas diferenças", contou.
"O que explica a nossa irredutível amizade é uma palavra chamada respeito. Respeito não como veneração formal mas como capacidade de renunciar a alguma coisa de nós próprios para conservarmos o essencial do outro e o essencial e do que o outro significa para nós", afirmou Paulo Portas.
O filho mais novo de Miguel Portas, Frederico, de 15 anos, lembrou o seu "herói" pessoal, que "tornava utopias em realidade", a "pessoa mais empenhada no trabalho" e "mais equilibrada" que conheceu, que "era capaz de mudar de vida de um dia para o outro e trazia sempre uma equipa atrás".
Curvo-me perante a memória de quem parte e a dor dos que ficam...

Vergo-me perante a "fúria do mar".
A minha homenagem...

terça-feira, 13 de março de 2012

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Com Cultura é Outra Coisa…….

COMO CIDADÃO PORTUGUÊS TENS O DEVER CÍVICO DE DIVULGAR MAIS ESTA CANALHICE OU SIMPLESMENTE APAGAR, SENDO TÃO COVARDEMENTE OMISSO QUANTO A MAIORIA DOS CANALHAS SILENCIOSOS.
E os socialistas que também eram os dos "jobs for the boys"....,muita culpa têm nisto, pois entregaram o pote ao ladrão!...
Para conhecimento de alguns atentados que os funcionários do Estado são vitimas e dos quais passam como culpados, eis 3 casos que se passam na chafarica, perdão, secretaria de estado onde me encontro a prestar serviço e que julgo dever dar a conhecer a todos, já que a comunicação social se ocupa mais em dar cobertura aos diversos violadores.
Por profissionalismo não irei contar casos de âmbito funcional de algumas instituições dependentes da secretaria de estado da cultura, os quais levariam à violação do dever de sigilo e que poriam certamente os cabelos em pé de muitos. Mas lá vão 3 casos que apesar de encobertos são públicos:

Na página da internet 
http://www.portugal.gov.pt/PT/GC19/GOVERNO/NOMEACOES/SEC/Pages/Nomeacoes_SEC.aspx, onde consta muita engenharia financeira, charlatanices, poderão consultar uma vasta lista de nomeados para a SEC, a qual está desactualizada em função de mais nomeações que entretanto ocorreram.
  
1º caso
  
Nessa lista constam 4 motoristas, sendo que apesar de terem sido informalmente todos propostos no mesmo dia, 3 deles têm a data oficial de nomeação a 28.06.2011, o outro tem como se pode ver no anúncio que se segue, a data de nomeação é 18.07.2011. Sabem porquê? Porque estava à espera de lhe ser emitida a carta de condução que acabara de tirar.

Entretanto, recebi um mail via pombo correio que informava que o rapaz de 21 anos e de origem brasileira tem uma longa experiência em carrinhos automáticos e que foi proposto por um emissário do Paulo Portas, o qual tinha muito boas referências do rapaz desde que frequentou um ginásio com massagens, ou seja, SPA. Com tantos motoristas do extinto ministério da cultura e de outros organismos públicos na situação de mobilidade, só sendo muito bom é que este lhes tirou a condução.

Motorista - André Viola
2011-07-18
Cargo: Motorista
Nome: André Wilson da Luz Viola
Idade: 21 Anos
Vencimento mensal bruto: 2.610,01€ (mais horas extraordinárias, massagens incluídas)
Contacto:
 gabinete.cultura@sec.gov.pt
 
2º caso
 
A senhora que se segue é uma especialista em Economia e como tal fez grande parte da sua carreira (como se poderá ver no CV anexo à Resolução que transcrevo), no departamento da Higiene Urbana e Resíduos da CMLisboa.
 
Como profunda conhecedora dos procedimentos da administração pública, há cerca de um ano concorreu para técnica superior do Ministério de Educação. Nessa altura como os alternantes eram outros, a senhora foi legalmente excluída por falta de condição obrigatória (vínculo à administração Central do Estado).
Pois é, mas os tempos mudaram e a senhora em Junho deste ano foi nomeada (facto oculto no tal CV) Directora de Recursos Humanos (outra espécie de resíduos sólidos) da IGAC, onde nunca ninguém a viu, pois a nomeação dela foi por 3 dias, tendo sido de imediato requisitada para a SEC, ou seja, qualquer coisa que corra mal regressa como Directora de Serviços, o resto ninguém sabe e são cantigas.
Mas nada corre mal às pessoas competentes em matérias do reino do ocultismo e eis que a senhora passados 5 meses, como os 4.163,27€, fora os extras, não lhe chegavam é nomeada Administradora do Teatro D. Maria II. Aqui temos o exemplo da capacidade das pessoas saberem estar no local certo à hora certa, pois a senhora como especialista em Higiene Urbana vai ser de vital importância no combate aos pombos que lá fazem as suas necessidades.
Colaboradora/Especialista - Sandra Simões
2011-07-05
Cargo: Colaboradora/Especialista
Nome: Sandra Maria Albuquerque e Castro Simões
Idade: 39 Anos
Vencimento mensal bruto: 4.163,27€
Contacto:
 gabinete.cultura@sec.gov.pt
Diário da República, 2.ª série — N.º 239 — 15 de Dezembro de 2011 Resolução n.º 21/2011.
Nos termos do n.º 2 do artigo 6.º dos Estatutos do Teatro Nacional D. Maria II, E. P. E. (TNDM II, E. P. E.), aprovados em anexo ao Decreto -Lei n.º 158/2007, de 27 de Abril, os membros do conselho de administração são nomeados por resolução do Conselho de Ministros, sob proposta dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das finanças e da cultura.
Considerando que terminou, entretanto, o mandato dos membros do conselho de administração do TNDM II, E. P. E., torna -se necessário e urgente proceder à nomeação dos novos membros do órgão de administração a fim de garantir o regular funcionamento deste Teatro Nacional.
Considerando que as empresas públicas da área da cultura, no âmbito do processo em curso de optimização dos recursos públicos, vão ser objecto, a curto prazo, de alterações estatutárias e agrupadas num acordo complementar de empresas, os mandatos dos membros do conselho de administração que ora se nomeiam terminarão, excepcionalmente, com a entrada em vigor da legislação que vai concretizar a reorganização das empresas públicas do Estado da área da cultura.
Assim:
Nos termos do n.º 2 do artigo 6.º dos Estatutos do TNDM II, E. P. E., aprovados em anexo ao Decreto -Lei n.º 158/2007, de 27 de Abril, e da alínea d) do artigo 199.º da Constituição, o Conselho de Ministros resolve:
1 — Nomear, sob proposta do Ministro de Estado e das Finanças e do Secretário de Estado da Cultura, o licenciado Carlos Manuel dos Santos Vargas e os licenciados António Maria Trigoso de Lemos Taborda Pignatelli eSandra Maria Albuquerque e Castro Simões para os cargos, respectivamente, de presidente e vogais do conselho de administração do TNDM II, E. P. E., cujas notas curriculares constam do anexo à presente resolução e da qual fazem parte integrante.
  
3º caso
Por fim temos o caso da tal rapariga que ganha mais que todos os outros nomeados, 5.724,31€, mais que o Chefe de Gabinete do secretário de estado e muito mais que qualquer outro assessor, sendo que até lá há gente que gosta e sabe trabalhar.
Há quem diga que a senhora que referi anteriormente se terá empertigado com a situação desta, pois ganhava 2/3 e até já tinha 3 dias de cargo de Direcção na Administração Pública e esta a única experiência que tinha com a Administração Pública era a de escrever o endereço nas cartas e no mail a enviar pedidos de fiscalização às lojas de fotocópias, no intuito destas serem pressionadas (obrigadas) a pagarem à AGECOP (associação de gestão de direitos de autor) uma exorbitância para (i)legalmente poderem fazer algumas fotocópias.
Como Directora dessa grande empresa de Exportação, perdão, associação de exploração de direitos de autor a senhora ganha de ordenado, fora tudo o resto, e é muito mais, os miseráveis 4.724,31€.  Digo miseráveis pois como sabem o contributo desta senhora é fundamental para os autores deste país que ganham muitos milhares a mais que ela e que sem o esforço desta humilde senhora nada teriam.

Adjunta - Vera Castanheira
2011-06-28
Cargo: Adjunta
Nome: Vera Maria Duarte Mendes Castanheira
Idade: 32 Anos
Vencimento mensal bruto: 5.724,31€
Contacto:
 gabinete.cultura@sec.gov.pt

Desculpem o desassossego, mas é o contributo que penso poder dar contra o massacre a que estamos a ser submetidos.

Saúde e Protecção dos DEUSES, pois um só não chega

É UM GOSTO VIVER NESTE PORTUGAL DELAPIDADO...POR ESTES ALEGADOS SOCIAIS DEMOCRATAS E DEMOCRATAS CRISTÃOS...POIS! AO DOMINGO VÃO À MISSA... E NA SEGUNDA-FEIRA SEGUINTE  JULGAM-SE LIMPOS E ABSOLVIDOS DE TODOS OS CRIMES QUE DURANTE A SEMANA  VÃO REINCIDINDO, EM TOTAL IMPUNIDADE! NO DOMINGO SEGUINTE VOLTAM A IR À MISSA!...
  
ATÉ QUANDO VAMOS PERMITIR ISTO, AO MESMO TEMPO QUE  NOS VÃO ROUBANDO TODOS OS DIAS?!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Paulo Portas irá prestar homenagem ao Rei Mohammed V

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, inicia hoje um périplo de cinco dias por três países do Magrebe: Marrocos, Tunísia e Argélia.

A capital marroquina, Rabat, é a primeira paragem da deslocação do chefe da diplomacia portuguesa à região.

O chefe da diplomacia portuguesa estará em território marroquino até sábado, irá prestar homenagem ao Rei Mohammed V, com a deposição de uma coroa de flores no mausoléu do antigo monarca marroquino.

Fonte: iOnline

Sidi Mohammed ben Yusef, mais conhecido como Mohammed V, nasceu em Fez, no Marrocos, em 10 de Agosto de 1909.

Foi Sultão de Marrocos de 1927 a 1953 e depois Imperador de1955 até 1961.

Era filho do sultão Yusef, a quem sucedeu no trono do sultanato.

Era membro da Dinastia Alaoui.

Em 20 de Agosto de 1953, os franceses, que nessa data ocupavam Marrocos, forçaram Mohammed V e a sua família a exilar-se na Córsega, pelo apoio que davam ao movimento nacionalista que, após a Segunda Guerra Mundial, estava a germinar em Marrocos, colocando no trono o seu parente Mohammed Ben Arafa.

Mohammed V e sua família mudaram-se em seguida para a ilha de Madagáscar, em Janeiro de 1954.

Voltou do exílio em 16 de novembro de 1955, depois de realizar uma activa oposição ao protectorado francês.

Em fevereiro de 1956 negociou com a França a independência de Marrocos e em 1957 tornou-se Imperador.

Uma das suas esposas era Lalla Abla bint Tahar, mãe do seu filho e sucessor Hassan II.

Mohammed V faleceu há 50 anos, em 26 de fevereiro de 1961, em Rabat.