Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

OFFSHORE de SÓCRATES: os documentos originais

O circuito do dinheiro, segundo as suspeitas da investigação


Ex-primeiro-ministro foi detido no âmbito de um processo de corrupção, branqueamento de capitais e fraude fiscal. Inquérito está a ser conduzido pelo procurador Rosário Teixeira.

OFFSHORE EM NOME DA MÃE DE JOSÉ SÓCRATES
 
1 - O CONTRATO
 
2 - DECLARAÇÃO DA TRUST SOBRE OS TÍTULOS
 
3 - UM EXTRACTO BANCÁRIO DO BNC INTERNATIONAL (CAYMAN) LTD

domingo, 13 de outubro de 2013

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

O processo das alegadas “luvas” dos TUB continua a fazer vítimas


“... nas listas também não consta o nome de Cândida Sarapicos. A vogal da administração dos Transportes Urbanos de Braga (TUB), e que integrou a lista de Vítor Sousa para a Concelhia, continua afastada das lides políticas, “protegendo” desta forma Vítor Sousa, o cabeça de lista, de eventuais desenvolvimentos do caso que continua sob investigação da PJ por alegadas “luvas” na venda de autocarros.”

Quem não deve não teme…
A concelhia do PS Braga vai precisar de um abastecimento extra de lixívia "Neoblanc"! Porque o afastamento das listas autárquicas de duas figuras proeminentes: a filha do actual presidente da câmara (especializada em negócios imobiliários) e a vogal da TUB (especializada em luvas); só pode ser interpretada como uma tentativa de branquear a debilitada imagem de idoneidade do n.º 1. Mas os bracarenses estão atentos e por muito que outros esfreguem (alguns até de avental vestido), a sujeira está muito encardida e não é fácil tirar as nódoas.

+ INFO:

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

domingo, 12 de agosto de 2012

Afinal de que vive José Sócrates?

Sócrates foto
No seu próprio interesse era importante que o ex-primeiro-ministro esclarecesse
Já muito se escreveu e falou sobre a vida aparentemente folgada de José Sócrates em Paris. Jornais e revistas debruçaram-se sobre o assunto ao jeito dos paparazzi. Na sociedade portuguesa tecem-se especulações. Uns garantem que herdou. Outros dizem que sempre foi rico. Outros ainda asseguram que o seu enriquecimento é recente. Há, finalmente, quem ache que o seu trem de vida nada tem de especial e é perfeitamente comportável para um cidadão nas circunstâncias dele.
Em bom rigor, ninguém deveria ter quaisquer dúvidas sobre a vida do ex-primeiro-ministro. E porquê? Pura e simplesmente, porque deveria ser ele o primeiro a fazer questão de esclarecer o assunto.
É certo que não é obrigado. É certo também que há declarações de rendimentos impecáveis que sempre apresentou enquanto esteve na vida política, mas não é menos certo que quem como ele passou pela vida pública ao mais alto nível tem obrigação de explicar, não propriamente todos os cêntimos que tem, mas, pelo menos, a origem genérica dos rendimentos que lhe permitem manter um elevado nível de vida, mais a mais quando se transmite a ideia de que em Paris não faz outra coisa a não ser estudar, viver com o filho e encontrar-se com uns amigos em sítios caros.
Já se sabe que, ao abordar o assunto, qualquer editorialista é imediatamente invectivado através do anonimato da blogosfera. Não obstante, vale a pena evocá-lo, até porque quem não deve não teme.
O ex-chefe do governo deveria dar uma explicação sobre a matéria. Não é natural que em Portugal, onde desde há anos existe toda uma panóplia de limitações a vencimentos e à acumulação de rendimentos e de proibições de actividade em sectores que se tutelou, além de um sem- -número de incompatibilidades, um ex-primeiro- -ministro que mandou objectivamente em tudo e mais alguma coisa não se sinta obrigado a dar uma explicação pública sobre os seus rendimentos.
Se o fizesse, Sócrates contribuiria decisivamente para a transparência democrática e até para dissipar eventuais dúvidas externas a respeito da nossa sociedade.
Em regra, a esmagadora maioria dos políticos portugueses têm vidas absolutamente normais e, salvo alguns casos mal esclarecidos de excessivo enriquecimento associado a negócios que deram para o torto, a nota geral tem de ser positiva, apesar de a população ter deles uma ideia negativa.
No caso de José Sócrates, e tirando insinuações não demonstradas no caso Freeport, não há nota de relação de menor seriedade com qualquer tipo de negócios.
Por isso mesmo, seria desejável que o ex-primeiro-ministro esclarecesse esta situação, mesmo que a isso não seja legalmente obrigado.
Essa atitude contribuiria para melhorar a imagem global da classe política a que Sócrates continua a pertencer como uma referência e (porque não?) deixava-lhe ainda mais espaço para um dia regressar à vida pública nacional, se assim o entendesse.
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terça-feira, 17 de julho de 2012

«Este Governo é profundamente corrupto»

D. Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas, diz que este governo é corrupto e não acredita em alguns ministros. Na TVI24, o bispo das Forças Armadas fala mesmo em diabinhos por comparação com o governo anterior.
«Há jogos atrás da cortina, habilidades e corrupção. Este Governo é profundamente corrupto nestas atitudes a que estamos a assistir», frisou, acrescentando: «Nós estamos numa peregrinação em direção a Bruxelas e quando tudo estiver pago daqui de Portugal sai uma procissão de mascarados a dizer: vamos para um asilo, salvem-nos».
«O problema é civilizacional, porque é ético. Eu não acredito nestes tipos, em alguns destes tipos, porque são equívocos, porque lutam pelos seus interesses, porque têm o seu gangue, porque têm o seu clube, porque pressionam a comunicação social, o que significa que os anteriores, que foram tão atacados, eram uns anjos ao pé destes diabinhos negros que acabam de aparecer», frisou no programa «Política Mesmo».
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Zangam-se as comadres, sabem-se as verdades
Para criar inimigos, basta dizer o que se pensa. Bastou o Bispo bater no governo para aparecer esta notícia.
Lamenta-se que, o tal que diz que este governo é corrupto, não o tenha dito o mesmo do Governo de Sócrates...

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Mais um caso de luvas e dinheiro público desbaratado

Uma denúncia sobre Luvas/ comissões terá chegado de forma anónima ao Ministério Público, em maio, acompanhada de documentos da contabilidade da extinta empresa de Abílio da Costa. O que, aliás, deu origem ao processo das buscas nos TUB.
Abílio da Costa, dono da Oficina Auto Senhor dos Aflitos de Braga,  suspeito de corrupção activa numa investigação aos Transportes Urbanos de Braga, garantiu ao tribunal que pagou 500 mil euros em "comissões". (luvas)
Embora Abílio Costa tenha entregue um documento escrito em tribunal, onde assume que entregou esses 500 mil euros, não especifica a quem entregou a verba,
A Polícia Judiciária (PJ) quer saber se toda ou parte dela terá ido para o antigo presidente da Administração dos Transportes Urbanos de Braga (TUB), Vítor Sousa, e da vogal da empresa Cândida SerapicosJN
Segundo o documento, entre 1999 e 2007 os TUB adquiriram 45 veículos, seis dos quais à Mercedes-Benz Portugal, 26 à MAN- Portugal e os restantes 13 à MAN-Braga, sendo sobre a aquisição destes últimos que recaem as investigações da Policia Judiciária.
O “vice” de Mesquita Machado na Câmara Municipal de Braga já garantiu estar de “consciência tranquila”  e, tal como Cândida Serapicos, correlacionou as noticias sobre este caso com o “actual momento político do PS-Braga”.
Vitor Sousa ganhou recentemente a concelhia do PS-Braga, derrotando o deputado António Braga, e tem sido apontado como número um da lista socialista à Câmara Municipal de Braga liderada pelo também socialista Mesquita Machado. Publico

quinta-feira, 12 de julho de 2012

O parlamento é o grande centro da corrupção em Portugal e que a corrupção é a verdadeira causa da crise

Paulo Morais, ex-vice-presidente da CM do Porto e vice-presidente da ONG "Transparência e Integridade" diz que o parlamento é o grande centro da corrupção em Portugal e que a corrupção é a verdadeira causa da crise.
VERGONHA E MAIS VERGONHA NACIONAL.


Paulo Morais explica, neste vídeo,
- quem permite e pactua com todo o regabofe inconstitucional e promíscuo da politica em Portugal (Cavaco Silva e todos os outros PR)- dá alguns exemplos de quem o faz e como
- explica o que está na origem de toda crise.
- explica como ele tentou proteger os interesses dos portugueses tentando travar negócios ilegais na venda de imóveis quando tinha poder para isso, mas descobriu que mais tarde esses negócios foram aprovados por outros... mais uma vez não adianta a luta contra o saque.
- explica que não foram os portugueses que gastaram mal mas sim os políticos. Não perca este video, onde tudo se fica a saber.
Frases chave do video... 
O parlamento é uma grande central de negócios.
Todos os deputados que tem poder e domínio na politica e economia estão no parlamento a fazer negócios.
As comissões parlamentares que deveriam defender os interesses dos portugueses defendem os seus negócios próprios.
O caso de Miguel Frasquilho que é deputado e acompanha a assistência financeira que está a ser dada a Portugal pela Troika, e ao mesmo tempo pertence a um grupo financeiro. O grupo Espírito santo.
Ou o caso do deputado Adolfo Mesquita Nunes, de manhã estão nos seus escritórios de advogados a fazer negócios e à tarde vão para o parlamento fiscalizar os seus próprios negócios. Este caso por exemplo está a tratar das privatizações e é ele que também as fiscaliza. Isto jamais pode ser sério.
Sempre que um português olha para o parlamento está na verdade a ver um escritório de advogados. E estão nos seus computadores a tratar dos seus negócios. Não é nada normal que um empresário seja deputado e esteja a fiscalizar a sua própria actividade.
Paulo Morais já falou com o presidente da comissão de ética, com a presidente do parlamento mas todos se preocupam e ninguém faz nada.
O presidente da República é que devia intervir, pois é ele o responsável pelo regular funcionamento das instituições.... mas nada faz. É o único que tem esse direito, esse poder e esse dever.
O banco de Portugal é outra central de corrupção. Pois no seu conselho executivo tem pessoas da banca privada!!
Nos outros países normais e decentes são os bancos centrais que supervisionam a banca privada, em Portugal é o oposto. Pois a banca privada está dentro do próprio BdP a decidir sobre os interesses dos bancos privados. Como é o caso de Almerindo Marques, ligado ao BES e faz parte do conselho consultivo do BdP.
Ou ainda o caso de António de Sousa era a figura máxima na representação da banca privada e tinha também poder no BdP.
Na Suécia metade destas pessoas estariam presas só pelo conflito de interesses e promiscuidade.
Mesmo no assunto das PPP existem deputados no parlamento que fazem parte das empresas que lucram com as PPP.
Outro exemplo é a forma como legislam só possível em Portugal e África. Os advogados fabricam leis com buracos e erros e passam a vida a dar pareceres sobre leis que eles fizeram mal.
Por exemplo, um escândalo...  o código da contratação pública foi feito pelo escritório do Dr Servulo Correia, e só em pareceres para explicar o código que ele próprio fez já facturou 7 milhões e meio de euros. Mas mais corrupto ainda é que estes escritórios intervém de forma inconstitucional no processo legislativo, executivo e judicial o que viola a lei da separação dos poderes, e o presidente continua a ignorar o seu trabalho.

CAVACO SILVA NÃO INTERVÉM! PORQUE SERÁ?O passado explica muita coisa...
Cavaco Silva tem dedicatória... 
"O destruidor do tecido produtivo português dos anos 80, o líder de anos e anos de repressão policial, o Pai do Monstro do Défice, o padrinho de uma troupe de vigaristas, ladrões e assassinos que hoje estão presos ou andam fugidos, transformou-se na maior inutidade do Portugal Democrático. Ainda assim, uma nulidade muito bem paga e que sai caríssima aos cofres do Estado."

quinta-feira, 5 de julho de 2012

ESTALOU O VERNIZ NA CÂMARA DE BRAGA: VICE-PRESIDENTE SUSPEITO DE CORRUPÇÃO

Investigação visa administrações de 2000 a 2008, lideradas por Vítor Sousa
PJ fez buscas nos TUB por suspeita de “luvas” na compra de autocarros
A Polícia Judiciária fez ontem buscas de documentos nos Transportes Urbanos de Braga, na sequência de uma investigação despoletada pelo processo de insolvência na “MAN-Braga”, que foi decretada em 2010, pelo Tribunal de Vila Nova de Gaia.
A insolvência da empresa, detida pelo empresário Meneses da Costa, motivou investigações criminais, que estão a ser conduzidas com a colaboração da PJ, devido ao «alegado pagamento de “luvas”» a anteriores gestores da empresa municipal, nos processos de aquisição de autocarros, adiantou ao Diário do Minho fonte judicial, que confirmou as buscas.
O processo de investigação visa, nomeadamente, os períodos sob a vigência do vice-presidente da Câmara Vítor Sousa, sendo visto por várias fontes políticas como «uma das várias “bombas relógio”», que há algum tempo ameaçavam implodir a ambição de o atual presidente da Comissão Política do PS avançar com a candidatura à Câmara Municipal de Braga.
Coincidência ou não, a verdade é que uma equipa de cinco inspetores da PJ esteve ontem nas instalações da empresa, onde recolheu documentação sobretudo relativa à gestão da empresa nos períodos de 2000 a 2008, tendo levado documentação em papel, em formato digital e inspecionado meios de comunicações utilizados pelas anteriores administrações da empresa municipal de transportes.
Após ser conhecida a presença dos inesperados visitantes nos TUB – o que não acontece pela primeira vez – não foi possível ao Diário do Minho chegar à fala com Vítor Sousa (que ontem esteve ausente do município por razões familiares); nem com o atual administrador Carlos Malainho que, em 2009, “herdou” a empresa, em compensação pela saída do executivo “rosa”, e que estará totalmente à margem do objetivo da operação de investigação criminal.
O processo tem por base o eventual pagamento de “luvas” por parte da empresa MAN-Braga, uma das várias unidades do Grupo OSA, de Meneses da Costa no processo de aquisição de viaturas, nomeadamente aquando da introdução dos veículos MAN movidos a Gás Natural, de cujo modelo (MAN NL 233 CNG) a empresa possui atualmente 16 autocarros.
A relação processual levou os inspetores da PJ a vários outros locais, nomeadamente às empresas de Meneses da Costa “Oficinas Auto Senhor dos Aflitos”, em Nogueira, IVEBraga – Comércio e Reparações de Veículos, Cabreiros, “S&B Motors, L.da”, na Rua Cidade do Porto, e à “Machado Conta – Sociedade de Técnicos Oficiais de Contas, L.da”, em Cabreiros.
O “fio” que terá originado esta investigação foi a insolvência da “MAN-Braga”, após o corte do crédito da “MAN Portugal”, que representa aquela marca alemã no nosso país, que em 2009 passou a exigir uma “garantia real” de todo o crédito a haver à concessionária de Meneses da Costa.
A “MAN Portugal”, que «antes incentivou uma forte expansão do grupo» até para fora de Braga, facilitando um elevado crédito à “OSA”, passou a exigir que Meneses da Costa apresentasse, de um momento para o outro, «uma “garantia real” no valor de 4,7 milhões de euros».
Um valor impossível de satisfazer, ainda por cima num contexto de crise internacional. A insolvência obrigou à reestruturação do grupo de comércio e reparação automóvel, construído desde 1993 «quase a partir do nada», ditando então a saída de 60 pessoas e mantendo cerca de 75 trabalhadores.
O DM tentou ainda ouvir e completar esta informação com Meneses da Costa, mas tal revelou-se igualmente impossível até à hora de fecho desta edição. Fonte oficial do Município limitou-se também a dizer que o presidente Mesquita Machado «desconhecia a existência de qualquer ação da PJ.

terça-feira, 3 de julho de 2012

PRISÃO PARA QUEM ROUBOU E ENDIVIDOU O NOSSO PAÍS!

Para prender essa cambada era necessário haver legislação adequada que não existe nem existirá, pois têm medo de irem dentro na onda.
SÓCRATES DECLARA 44 MIL EUROS
IRS de 2011 só dá para 3 meses em Paris.
Ex-primeiro-ministro só apresentou ganhos relativos aos seis meses em que esteve no governo.
Não tem poupanças mas tem vida burguesa.
Sá Fernandes:
“Devia ter sido aberto inquérito a José Sócrates”.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Relvas quis favorecer empresa de Passos Coelho


É mais uma história a precisar de ser esclarecida. Helena Roseta contou-a na SIC Notícias e explicou o que a levou a fazê-lo: "Achei que as pessoas têm de saber quem é este homem". O homem chama-se Miguel Relvas.
Miguel Relvas tentou favorecer uma empresa em que trabalhava Pedro Passos Coelho quando foi secretário de Estado da Administração Local, entre 2002 e 2004, do Governo de Durão Barroso. A acusação foi feita ontem pela ex-presidente da Ordem dos Arquitectos na SIC Notícias.
Helena Roseta recordou o episódio que se passou com o agora ministro: "O senhor secretário de Estado chamou-me porque havia a possibilidade de Portugal se candidatar a um programa comunitário de formação para arquitectos municipais, mas a única condição era que fosse a empresa do dr. Passos Coelho a dar a essa mesma formação".
"Na altura, percebi que era uma pessoa que não sabia distinguir fronteiras". Para a antiga presidente da Ordem esse homem é "uma pessoa muito trabalhadora, muito acelerada, mas que não distingue o que pode fazer do que não pode fazer".

segunda-feira, 25 de junho de 2012

QUEREM OS 13º e 14º MESES DE VOLTA?

Querem o vosso subsídio de férias e Natal?
Peçam ao fugitivo de Paris os 90,000 milhões de euros que aumentou na dívida pública entre 2005 e 2010.
Peçam ao fugitivo de Paris, que decidiu nacionalizar o BPN,  colocando-o às costas do contribuinte, aumentando o seu buraco em 4300milhões em 2 anos, e fornecendo ainda mais 4000 milhões em avales da CGD que irão provavelmente aumentar a conta final para perto de 8000 milhões, depois de ter garantido que não nos ia custar um euro.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 695 milhões de derrapagens nas PPPs só em 2011.
Peçam ao fugitivo de Paris, que graças à sua brilhante PPP fez aumentar o custo do Campus da Justiça de 52 para 235 milhões.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 300 milhões que um banco público emprestou a um amigo do partido para comprar acções de um bancoprivado rival, que agora valem pouco mais que zero. Quem paga? O contribuinte.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 450 milhões injectados no BPP para pagaros salários dos administradores.
Peçam ao fugitivo de Paris,  os 587 milhões que gastou no OE de 2011 em atrasos e erros de projecto nas SCUTs Norte.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 200 milhões de euros que ?desapareceram?entre a proposta e o contrato da Auto-estrada do Douro Interior.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 5800 milhões em impostos que anulou ou deixou prescrever.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 7200 milhões de fundos europeus que perdemos pela incapacidade do governo de programar o seu uso.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 360 milhões que enterrou em empresas queprometeu extinguir.
Peçam ao fugitivo de Paris, para cancelar os 60,000 milhões que contratou de PPPs até 2040.
Peçam ao fugitivo de Paris, que usou as vossas reformas para financiar a dívida de SCUTs e PPPs.
Peçam ao fugitivo de Paris, para devolver os 14000 milhões que deu de mão beijada aos concessionários das SCUTs na última renegociação.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 400 milhões de euros de agravamento do passivo da Estradas de Portugal em 2009.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 270 milhões que deu às fundações em apenas dois anos.
Peçam ao fugitivo de Paris, os 3900 milhões que pagou em rendas excessivas à EDP tirados à força da vossa factura da electricidade.
Peçam ao PCP e à CGTP, cujos sindicatos  afundaram as empresas públicas em 30,000 milhões de passivo para encherem a pança aoscamaradas sindicalizados com salários chorudos e mordomias, pagos pelo contribuinte.
Peçam ao PCP e ao BE, que ajudaram o PS a aprovar um TGV que já nos custou 300 milhões só em papelada, e vai custar outro tanto emindemnizações

E AGRADEÇAM AO FUGITIVO DE PARIS O SUCESSO DO DINHEIRO EMPATADO NO AEROPORTO DE BEJA!

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Maçãs podres

A promiscuidade é generalizada, os negócios privados são o quotidiano da actividade parlamentar
O parlamento português converteu-se no maior antro de tráfico de influências do país. São muitos os deputados que utilizam o cargo público para fins privados, ao serviço das empresas com que colaboram. Os conflitos de interesses são uma constante. Na comissão de acompanhamento do programa de assistência financeira ao estado português, têm assento deputados com interesses na Banca, na EDP e nos principais grupos beneficiários das medidas do programa que deveriam fiscalizar. Na agricultura, há parlamentares que tutelam a actividade do ministério que atribui subsídios às empresas de que eles próprios são gerentes. Até a comissão de avaliação das parcerias público-privadas incorpora deputados ligados ao sector imobiliário, parceiros de sector dos concessionários das PPP. A promiscuidade é generalizada, os negócios privados são o quotidiano da actividade parlamentar. Os campeões desta falta de vergonha são os advogados das grandes sociedades, que utilizam o parlamento como filial dos seus escritórios, consumindo a maior parte do seu tempo a resolver assuntos dos seus clientes. Por vezes, a sala das sessões mais parece um escritório de advogados ‘open space'.
De cada vez que alguém denuncia publicamente estas negociatas, logo se levanta um enorme coro de protestos. Em primeiro lugar, dos visados, que vêm defender que são tão sérios, que nem os conflitos de interesses os impedem de defender o povo. Não é crível. Pois, se assim fosse, esses deputados teriam forma fácil de o provar: promoviam a imediata suspensão dos pagamentos das PPP, reduziam drasticamente as rendas pagas à EDP, limitavam os privilégios atribuídos ao sector financeiro. E o povo agradeceria!
Um segundo tipo de lamúrias vem dos restantes deputados. Alegam que nem todos são vigaristas e portanto haveria que identificar apenas os culpados. Tentam desta forma generalizar a ideia de que todos são sérios.
Além de inverosímil, esta defesa parlamentar corporativa é perversa. Não combatendo o problema, contribui para a progressiva degradação da Assembleia da República. Não esqueçam, senhores deputados, que quando se misturam maçãs podres com maçãs boas, nunca são as podres que ficam boas...
Paulo Morais, Correio da Manhã

quarta-feira, 13 de junho de 2012

300 mil euros por mês, de impostos, para cabeleireiros de 3 vedetas da RTP

Zangam-se as comadres descobrem-se as verdades. 
"A empresa Marina Cruz Cabeleireiros, responsável pela imagem das principais estrelas da RTP, em Lisboa, cobrou em 2011 à televisão pública cerca de 300 mil euros pelos seus serviços de cabeleireiro, não incluindo a caracterização. 
O CM teve acesso a uma queixa da empresa Joaquim Guerra Cabeleireiros, assinada pelo empresário e cabeleireiro Joaquim Guerra, em que se refere que "a este valor somam-se alguns milhares de euros pelo acompanhamento exclusivo de três apresentadoras": Judite de Sousa, que saiu para a TVI no ano passado, Fátima Campos Ferreira e Catarina Furtado. Tudo isto sem concurso público.
Segundo a queixa, são pagos "cerca de 500 euros por deslocação a gravações e directos exteriores", no caso das principais estrelas, incluindo-se no contrato "o aparecimento de cartões publicitários alusivos à sua marca no final dos programas."
O CM sabe que o Governo está preocupado com as despesas da RTP com fornecimentos e serviços externos, que atingem entre 40 e 50 milhões de euros por ano. Contactado o Ministério dos Assuntos Parlamentares, que tem a tutela do canal público, fonte oficial diz que não faz "qualquer comentário sobre o assunto". Fonte oficial da estação do Estado diz ao CM que "todos os valores referidos estão errados". Mais: "a RTP não divulga contratos, mas todos os valores são substancialmente inferiores" aos indicados na queixa". CM
Ganham salários milionários, pagos pelos nossos impostos, mas ainda temos que pagar os cabeleireiros e sabe-se lá mais o quê!
Aqui vão exemplos dos salários:
- Catarina Furtado = 30.000 €/mês (loool 1000 euros por dia)
- José Carlos Malato = 20.000 €/mês
- Fernando Mendes = 20.000 €/mês
- Jorge Gabriel = 18.000 €/mês
- Sílvia Alberto = 15.000 €/mês
- João Baião = 15.000 €/mês
- José Rodrigues dos Santos = 13.000 €/mês

terça-feira, 12 de junho de 2012

Conhecem a Lei 34/87, de 16 de Julho de 1987?

A Lei 34/87, de 16 de Julho, está em vigor há duas dúzias de anos. Criminalização jurídica dos actos políticos maléficos para a sociedade noutros países.
CRIMES DE RESPONSABILIDADE DE TITULARES DE CARGOS POLÍTICOS
Artigo 14.º
Violação de normas de execução orçamental:
"O titular de cargo político a quem, por dever do seu cargo, incumba dar cumprimento a normas de execução orçamental e conscientemente as viole:
a) Contraindo encargos não permitidos por lei;
b) Autorizando pagamentos sem o visto do Tribunal de Contas legalmente exigido;
c) Autorizando ou promovendo operações de tesouraria ou alterações orçamentais proibidas por lei;
d) Utilizando dotações ou fundos secretos, com violação das regras da universalidade e especificação legalmente previstas;
será punido com prisão até um ano."

E nos casos mais graves, que põem em perigo a Independência Nacional, como se verificou com a má gestão do Sócrates e do Teixeira dos Santos, a Lei vai mais longe:
"CAPÍTULO II - Dos crimes de responsabilidade de titular de cargo político em especial,
Artigo 7.º
Traição à Pátria:
"O titular de cargo político que, com flagrante desvio ou abuso das suas funções OU COM GRAVE VIOLAÇÃO DOS INERENTES DEVERES, ainda que por meio não violento nem de ameaça de violência, tentar separar da Mãe-Pátria, ou entregar a país estrangeiro, ou submeter a soberania estrangeira, o todo ou uma parte do território português, ofender OU PUSER EM PERIGO A INDEPENDÊNCIA DO PAÍS
será punido com prisão de dez a quinze anos."
A Lei existe, OS TRIBUNAIS QUE ACTUEM!!!!!!!!!!!
Aqui ao lado em Espanha estão 437 políticos presos por actos desta ordem.
Em França em que a lei é mais apertada estão 236 e alguns ministros
Na Alemanha 29
Na Inglaterra 18
Na Holanda 12
Na Dinamarca 31
Etc. Etc. Etc.
E até nos EUA estão cerca 657 presos.
Agora em Portugal ZERO isto é lamentável.
Nem o Isaltino, já condenado, conseguem prender.
Quem usa e abusa dos dinheiros públicos, politicamente ou em proveito próprio deve prestar contas
Pode então colocar-se o Alberto João, o Sócrates, o Teixeira dos Santos, o Victor Constâncio, o Cavaco, o Dias Loureiro, etc na prisão?
PORQUE É QUE OS TRIBUNAIS NÃO ACTUAM?