Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

Mostrar mensagens com a etiqueta CDS. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta CDS. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

APAM reuniu com os grupos parlamentares do PSD e do CDS-PP na AR

Hugo Soares, presidente da JSD e vice-presidente do Grupo Parlamentar do PSD, António Proa e Eduardo Teixeira, presidente da Assembleia Geral da APAM

A APAM – Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos reuniu hoje com os grupos parlamentares do PSD e do CDS-PP num espírito de cooperação entre eleitos locais e deputados e parlamento nacional.

As questões do poder local e do ordenamento do território bem como as competências dos municípios foram alguns dos assuntos tratados tendo este primeiro encontro, com os grupos parlamentares em questão, servido, igualmente, para a apresentação de cumprimentos e da própria associação.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Tomada de posse dos órgãos concelhios do CDS-PP, parceiros da coligação “Juntos por Braga”

Porventura esta deverá ser a mesa mais repleta de políticos de inspiração monárquica em Portugal.
PAULO PORTAS EM BRAGA NA TOMADA DE POSSE DOS ORGÃOS CONCELHIOS
Ao presidente do CDS-PP e Vice-Primeiro-Ministro juntaram-se pesos pesados do CDS-PP nacional como Vânia Dias da Silva (Subsecretária de Estado Adjunta do Vice-Primeiro-Ministro), António Carlos Monteiro (Secretário-Geral), Nuno Melo (eurodeputado), Telmo Correia (deputado), Altino Bessa (deputado e presidente da distrital), Miguel Pires da Silva (líder nacional da JP), Carlos Neves (presidente da concelhia), Francisco Mota (presidente da concelhia da JP).
Marcaram também presença Ricardo Rio, presidente da Câmara municipal de Braga, Hortense Santos, presidente da Assembleia Municipal, João Granja (PSD) e Manuel Beninger (PPM), em representação dos parceiros da coligação “Juntos por Braga”.

Caro[a] amigo[a],
entre na página da “Associação dos Autarcas Monárquicos” e 
coloque um Like / Gosto. 
Obrigado

sábado, 9 de fevereiro de 2013

D. Duarte, o “Rei” que irritou Marcello Caetano


A família real esteve exilada desde 1834 e só foi autorizada a regressar a Portugal em 1950.
Duarte, da parte do pai, e Pio, da parte do padrinho, o Papa Pio XII. Dom Duarte Pio, Duque de Bragança, nasceu no estrangeiro, mas em território português: "Pela lei da monarquia só pode ser Rei de Portugal alguém que nasceu em Portugal e que seja português. Para assegurar essa hipótese, os meus pais conseguiram que a minha mãe ficasse instalada na Embaixada portuguesa, em Berna, e foi lá que nasci". A Família Real esteve exilada desde 1834 "após a vitória do exército liberal que invadiu Portugal e que derrotou o exército português e exilou o Rei Dom Miguel". Mais tarde, em 1910, "foi o exílio de Dom Manuel II". Apesar da Família Real ter demonstrado, por várias vezes, vontade de regressar a Portugal, só teve autorização para o fazer em 1950: "A Assembleia Nacional tinha bastantes deputados monárquicos. O governo não queria retirar o exílio, mas o grupo de deputados monárquicos lançou a proposta e acabou por ganhar".
O regresso só aconteceu três anos depois porque, apesar do governo ter aceite, ia dizendo "não venham já". Dom Duarte tinha oito anos quando chegou a Portugal e recorda com "grande emoção" os "três ou quatro dias de viagem de carro": "Tenho outra experiência menos agradável! Quando chegámos a Gaia, fomos comidos pelos mosquitos nas primeiras noites e a minha mãe foi buscar o véu do vestido de noiva e transformou-o num mosquiteiro para cobrir as nossas camas."
Ficaram "muitos anos" instalados na Quinta da Boavista, em Vila Nova de Gaia, propriedade da Condessa da Covilhã, porque não tinham onde ficar: "Quando o Rei Dom Manuel II morreu, o Estado expropriou as nossas propriedades de família e transformou-as numa Fundação". Mais tarde, "por instruções do governo, a Fundação passou a pagar uma quantia" à Família Real "e arranjou uma casa perto de Coimbra": "Era um antigo convento que foi restaurado e que o meu pai achava muito pouco prático porque gastava-se muito em aquecimento. E a minha mãe sofria muito com o frio porque era brasileira e não estava habituada."
Apesar de já estar em Portugal, aos olhos dos regimes vigentes, era como se a Família Real não existisse: "O meu pai e eu, em particular, fomos convidados para alguns actos oficiais. Mas havia cenas cómicas como, por exemplo, eu estava numa missa oficial ao lado da mulher do presidente da república, o Almirante Américo Tomás, e tiveram o cuidado de cortar a minha presença na foto."
O interesse pela agricultura levou Dom Duarte a escolher um curso de Engenharia Agrónoma, que teve de interromper para seguir outra paixão: "Queria ir para piloto desde criança e interrompi o curso para ir para a Força Aérea". Passou três anos e meio em Angola, que descreve como "uma experiência muito bonita", fez amigos, mas depois, teve "um azar": "um ministro da Defesa, muito fanático republicano, proibiu que eu voasse por razões políticas". Trocou o helicóptero por uma mota e passou a viajar pelo interior de Angola para perceber "os descontentamentos que havia". O governo português só ficou "muito zangado já no tempo de Marcello Caetano" porque Dom Duarte organizou uma lista da oposição "constituída, sobretudo, por candidatos angolanos" para as eleições do Parlamento português de 1972. Dom Duarte garante que "a lista estava muito bem encaminhada", mas acabou por ser expulso de Angola porque "o Governo de Marcello Caetano tinha um projecto secreto de independência em conjunto com os Estados Unidos e com África do Sul".
Estava no Vietname do Sul, quando recebeu um telefonema do Presidente do Parlamento a dizer: "Os seus ganharam". Era o 25 de Abril de 1974.

Dom Duarte de Bragança acredita que “nunca teríamos chegado a esta situação de falência fraudulenta” com uma Monarquia.
Está em vias de ter tripla nacionalidade, mas é em Portugal que gostaria de reinar. Em entrevista ao "Conversas com Vida" do ETV, Dom Duarte, duque de Bragança, acredita que poderia colaborar mais com o actual Governo e garante que "90% dos filiados no CDS são monárquicos"
O jornal "El Pais" caracterizou--o como "um Rei sem reino". É assim que se sente?
- Não. Eu sinto-me representante de uma História, de uma dinastia, de uma memória política e um português à disposição dos portugueses para o que for preciso. Se quiserem a minha presença como Chefe de Estado, estou disponível, mas há outras coisas que também posso fazer e tenho feito. E acho que o Estado português poderia ter utilizado muito mais as minhas possibilidades de acção. Colaborei com os governos portugueses na solução do caso de Timor, nas relações com a Indonésia, na Guiné-Bissau e em Angola, nas relações com o mundo árabe... Tenho tido acções que tento coordenar com os vários ministros dos Negócios Estrangeiros.
Mas continua a ser consultado pelos vários ministros dos Negócios Estrangeiros?
Actualmente, não tem acontecido. Mas com os ministros de Durão Barroso, Jaime Gama, houve bastante colaboração, em particular, em relação a Angola e Timor. E o Parlamento timorense, muito amavelmente, reconheceu que foi em parte graças à minha intervenção que se resolveu a ocupação indonésia e tiveram um gesto simpático que foi darem-me a nacionalidade timorense com passaporte timorense. Estou em vias também de passar a ser brasileiro porque a minha mãe era brasileira e a presidente Dilma Roussef confirmou que gostava muito que eu fosse brasileiro.
Mas porque é que acha que os ministros dos Negócios Estrangeiros não pedem a sua colaboração?
- Não tem havido ocasião para isso.
Mas acha que podia dar um contributo relevante para a diplomacia portuguesa?
- Em alguns casos, sim. Há países com os quais a situação é complicada, como a Guiné-Bissau, onde me dou muitíssimo bem com todos os grupos políticos e chefias tradicionais e chefes de tribo... Já ofereci a minha ajuda ao Dr. José Ramos Horta que vai agora como delegado especial das Nações Unidas para a Guiné... Fui duas vezes à Síria a pedido do Presidente da República e alguns membros da oposição... E chegámos a acordo, mas só não foi posto em prática porque há um movimento islamista radical.
No actual momento de crise, uma monarquia poderia dar um contributo diferente ao país?
- Estou convencido que uma das razões porque em quase todas as Monarquias, talvez com a excepção de Espanha, não há uma crise financeira grave como temos em Portugal é porque, de algum modo, os Reis e as Rainhas, como são completamente independentes e não têm ligação aos partidos políticos, são escutados e aceites por todos os lados. No caso da Bélgica, da Rainha da Dinamarca, do Grão-duque do Luxemburgo eles colaboraram muito para que a oposição e o governo evitassem entrar em situações perigosas.
Quer dizer que Dom Duarte poderia ser uma peça importante no consenso político em Portugal?
- Provavelmente, nunca teríamos chegado a esta situação de falência fraudulenta se tivesse havido um supremo juízo que pudesse controlar os desvios e exageros dos governos. Por outro lado, há o problema da corrupção. Segundo um programa da BBC, se a corrupção em Portugal tivesse sido controlada, estaríamos ao nível económico da Dinamarca porque perdemos, no mínimo, 10% do PIB com a corrupção. É fácil de perceber que, se tivéssemos poupado esses 10%, não estaríamos onde estamos hoje. E a corrupção não é só o dinheiro desviado é, sobretudo, a quantidade de obras inúteis, não produtivas de riqueza, que foram feitas, para que depois pudesse haver ganhos dos amigos.
Tais como?
- O excesso de auto-estradas, a Expo, o Centro Cultural de Belém, o novo Museu dos Coches, os estádios de futebol... Uma quantidade de obras que não faziam falta nenhuma. Sempre protestei contra isso, mas até a Santa Madre Igreja caiu nesse erro: construiu aquele monstro no Santuário de Fátima ou a Igreja de Marco de Canavezes, quando o dinheiro podia ser muito mais bem utilizado para os fins próprios da Igreja. É como o Estado! Tem de nos esfolar todos em impostos excessivos para pagar os desvarios que foram feitos.
Se tivesse hipótese de reinar, o que faria de diferente?
- O que o Estado tem de fazer é ver onde há despesas que não são necessárias, onde há funcionários que seria melhor reciclar para um trabalho mais útil porque se calhar estão a mais...
Se tínhamos 200 mil funcionários em 1974 hoje temos 700 mil. Certamente que há gente a mais. O Estado teria que encorajar directamente a produção, todos aqueles portugueses que fazem coisas fantásticas, produtos bons que são exportados para todo o mundo, mas que têm como principal dificuldade o Estado. O Estado português tem sido sempre o grande empecilho da produtividade e da criatividade. O tempo que demora a dar licenças, todas as dificuldades burocráticas... Penso que uma parte da burocracia existe para justificar a existência de tantos funcionários e organismos.
No actual Governo tem alguns simpatizantes da Monarquia...
- Há muitos simpatizantes em todos os partidos políticos, até no Bloco de Esquerda. Os que não são simpatizantes da Monarquia são, pelo menos, meus simpatizantes.
Em particular, no CDS...
- Algumas sondagens feitas lá indicam que 90% dos filiados são monárquicos. Mas no PSD e no PS também há bastantes.
Esses 90% fazem do CDS um partido monárquico?
- Não porque a direcção não é, mas os militantes são. Mas uma sondagem da Comissão dos 100 anos da República perguntou quem era republicano em Portugal. 40% respondeu que não. Desses 40%, alguns serão anárquicos. Mas quem não é anárquico nem republicano, é monárquico.
Económico, 8 de Fevereiro de 2013

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Visita do Vereador carioca Paulo Pinheiro a Braga (IV) - Reunião com os partidos políticos

 Ricardo Rio e João Granja - PSD

--------------------
 António Machado - PPM, presidente da Junta de freguesia de Fraião
  --------------------
 Delegação do CDS-PP
  --------------------
Vereador Hugo Pires - PS
  --------------------
 Paula Nogueira e António Lima - BE

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Uns licenciam-se e emigram, outros continuam eternamente estudantes e representam esta república.

Estudante de 29 como representante desta república? Com cama, roupa e tacho pago?
À custa de quem? Dos impostos dos portugueses?
O povo tem um nome feio para isto...


O PPM-Braga foi à procura de mais informação:

O estudante nas horas vagas (ainda não acabou o “mestrado”, designação pós-bolonhesa para licenciatura) e deputado por profissão Michael Lothar Mendes Seufert  quer a malta nova a trabalhar sem Segurança Social.

Eis a sua ficha da Assembleia da República, onde consta este "fabuloso" Curriculum:

Data de Nascimento
15-04-1983

Habilitações Literárias
1º Ciclo
2º Ciclo
3º Ciclo
Ensino Secundário
Frequência de Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores – Ramo Telecomunicações - Redes de Dados
Frequência de Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores - Ramo Telecomunicações - Redes de Dados

Profissão
Estudante

Aqui está o Homem... Curriculum valente este publicado na Wikipédia... por favor não nos insultem...
"Foi considerado um dos 10 portugueses da área política mais influentes no Twitter em 2012..." LOL

sábado, 3 de março de 2012

Onde param a ministra, o CDS e a CAP?

Jornal Público de 28.02.2012
Oito meses depois de Assunção Cristas ter tomado conta do Ministério da Agricultura, o que mudou no sector que era uma das principais bandeiras do CDS? Perguntando de outra maneira: alguém se lembra de medidas concretas da actual ministra que pudessem sugerir a aplicação de uma nova política agrícola em linha com o que o CDS sempre defendeu na oposição? Por mais minucioso que seja o nosso exercício de memória, só nos ocorre uma: a proibição do uso de gravatas em todos os departamentos do ministério.
O anúncio desta medida valeu algumas primeiras páginas à ministra, mas, em rigor, não significa nada e, pior, é reveladora de uma visão centralista do poder. Se Assunção Cristas conhecesse minimamente o sector, saberia que nas delegações concelhias e distritais do Ministério da Agricultura raramente alguém usa gravata. O adereço é comum, provavelmente, nas cúpulas do ministério, instaladas em Lisboa, cuja grande corte serviçal absorve a maior fatia de recursos e bloqueia toda a actividade agrícola.
Se há ministério que justifica uma profunda reestruturação e mobilidade laboral, é o da Agricultura. Com a transferência de uma parte dos milhares de funcionários que povoam os serviços centrais para as regiões onde há, de facto, actividade agrícola, em paralelo com uma maior descentralização do poder de decisão, o sector seria mais equilibrado, competitivo e estimulante.
Oito meses depois da entrada em funções do actual Governo, a chamada lei de bronze da burocracia continua a fazer o seu caminho, confinando todo o poder em poucos e centralizando as decisões. Apesar da simplificação de muitos procedimentos, com o recurso à via digital, qualquer candidatura a programas de apoio continua a ser um calvário. Um agricultor que apresente um projecto para comprar umas alfaias no valor de poucos milhares de euros tem de esperar mais de um ano entre a apresentação da candidatura e o pagamento dos apoios. E, enquanto a decisão se arrasta pelos gabinetes, vê-se obrigado a avançar com uma parte do dinheiro, incluindo o IVA dos produtos, endividando-se ainda mais.
A burocracia é tanta no Ministério da Agricultura que muitos investidores já estão falidos quando chega a hora de assinarem os contratos e começarem a receber as primeiras verbas. O Proder (Programa de Desenvolvimento Rural), em vez de ser o grande motor de apoio à modernização da agricultura portuguesa e de criação de emprego, transformou-se num verdadeiro monstro burocrático, conduzindo milhares de agricultores ao desespero e ameaçando a viabilidade de muitos investimentos.
Claro que não é isso que os números oficiais dizem. No início deste mês, foi anunciado que o Proder tinha aprovado projectos no valor de 190 milhões de euros, que permitirão criar 3700 postos de trabalho. Mas a realidade é outra. Projectos aprovados não são projectos concretizados. Muitas destas intenções de investimento nunca irão avançar, por causa dos custos que o calvário burocrático e as restrições ao crédito bancário impuseram aos agricultores.
A burocracia é inevitável sempre que em causa estejam financiamentos nacionais e comunitários. Mas há poucos países que levem tão longe o controlo e a desconfiança sobre os agricultores nacionais como o Estado português.
O ministério vê os agricultores como potenciais burlões, sujeitando-os a apertadíssimos sistemas de controlo e, em muitos casos, obrigando-os a pagar antecipadamente os investimentos a que se candidatam. Ora, ter que avançar com o dinheiro que não se tem e ficar ainda submetido ao escrutínio quase pidesco do Estado não só não cria um bom contexto ao investimento como encoraja muitos agricultores a desistir. A agricultura nunca foi tão necessária ao país como hoje, mas nunca como hoje foi tão difícil fazer agricultura, apesar dos apoios que existem.
O garrote burocrático a que os agricultores portugueses estão sujeitos sofreu o maior apertão com Jaime Silva, o titular da pasta no primeiro Governo de José Sócrates, transformado justamente no bombo de festa dos agricultores portugueses e das associações que os representam, em especial da todo-poderosa CAP — Confederação da Agricultura Portuguesa.
Jaime Silva foi um desastre para a agricultura portuguesa. Mas o actual Governo ainda não fez nada que tornasse o sector mais amigável para os agricultores. E também já ninguém ouve a CAP reclamar. Confederação de inspiração burguesa, a CAP era uma espécie de braço técnico do CDS quando este partido estava na oposição.
Agora, com o CDS no Governo, a CAP é o verdadeiro negociador do Estado português em Bruxelas, onde luta por interesses instalados.
Esta inversão de papéis só é possível porque o Ministério da Agricultura nunca foi gerido por uma equipa tão mal preparada como a actual. Basta ver a forma como os dois secretários de Estado, o da Agricultura e o das Florestas e Desenvolvimento Rural, dividiram algumas pastas entre si, para se perceber a incoerência e o vazio que existem. O Instituto dos Vinhos do Douro e Porto, por exemplo, depende do secretário de Estado das Florestas, o ex-presidente da Câmara de Ponte de Lima Daniel Campelo. Além dos vinhos e das matas, este governante vai passar a coordenar o novo Instituto de Conservação da Natureza. Porém, todos os parques e reservas naturais vão depender localmente dos directores regionais de Agricultura, que respondem hierarquicamente perante o secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque.
Confuso? Tem razão para isso, mas foi ao que chegámos nestes oito meses de consulado de Assunção Cristas. E, no entanto, a simpática ministra continua a viver em estado de graça.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Partido Popular Monárquico aceita desafio de Portas para formar movimento centro-direita

Partido Monárquico aceita desafio de Paulo Portas

O Partido Popular Monárquico (PPM) aceitou sábado o desafio lançado pelo líder do CDS-PP para integrar um movimento político de centro-direita. A Comissão Política do PPM decidiu "responder de forma positiva" ao apelo de Paulo Portas para a criação de um "movimento político pluripartidário" de matriz ideológica de centro-direita.

"Temos vindo a defender a necessidade de reativar a AD, movimento político renovador, na época, que nos honramos de ter integrado", indica o partido em comunicado.

O PPM considera "fundamental a criação de uma alternativa política ao Partido Socialista que possa conduzir políticas reformistas e resgatar o país da actual situação de grande debilidade".

Assim, acrescenta o comunicado, "a formação de uma coligação pré-eleitoral que junte o PSD, o CDS-PP e PPM afigura-se como um instrumento fundamental para alcançar a projeção parlamentar necessária".

Paulo Portas afirmou recentemente que preferia uma coligação pré-eleitoral com o PSD para legislativas, mas não fará qualquer proposta sobre a política de alianças, face à indisponibilidade que disse registar do lado dos sociais-democratas.

Para o líder do CDS-PP, uma coligação pré-eleitoral com o PSD deveria ser construída na base "de um movimento político novo que fosse para além" dos dois partidos, incluindo o contributo de "personalidades independentes de reconhecido mérito".

Questionado sobre se estabelece condições para uma coligação pós-eleitoral, Paulo Portas disse apenas que quer "condições diferentes das de 2005", quando integrou o anterior Governo PSD.

O movimento "devia passar por um entendimento aprofundado sobre o que podem ser as políticas públicas, sector a sector, sobre o país", acrescentou Paulo Portas.

Fontes:

SIC

Correio do Minho

Diário de Notícias