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Manuel Beninger

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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Confraria Gastronómica do Pão de Ló Tradicional prepara nova entronização este ano



A Confraria Gastronómica do Pão de Ló Tradicional está a preparar mais uma entronização. O próximo capítulo de entronização irá realizar-se neste ano em data e local ainda a designar. Fátima Salgado, presidente da Confraria Gastronómica do Pão de Ló Tradicional, recebeu a Rádio Vizela e mostrou-nos o trabalho que tem sido realizado.
RVJornal – A Confraria Gastronómica do Pão de Ló Tradicional foi apresentada em janeiro de 2007, na Bolsa de Turismo de Lisboa, teve a sua primeira entronização em 2010, em Vizela, e a segunda entronização em Guimarães, no ano de 2012. Entre estas iniciativas a que se tem dedicado a Confraria?
Fátima Salgado – O nosso trabalho não se vê. É um trabalho de bastidores, mas para além das entronizações, fazemos essencialmente muitos contactos e aproveitamos os convites que nos são feitos. O último encontro teve lugar em Braga, no Jantar dos Reis, na presença de D. Duarte e D. Isabel de Bragança, o arcebispo de Braga e as entidades oficiais de Braga. É sempre uma altura boa para fazermos um encontro pontual da Confraria onde debatemos pessoalmente algumas das nossas ideias. 

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Entronização de S.A.R., o Senhor Dom Duarte de Bragança, como Confrade Honorário da Confraria dos Sabores de Sintra


No passado dia 27 de Abril, o Palácio Nacional de Queluz recebeu a realização do III Capítulo da Confraria dos Sabores de Sintra. A cerimónia deste ano ficou marcada pela entronização de S.A.R. Senhor Dom Duarte Pio de Bragança, como Confrade Honorário.

A categoria que visa distinguir e enaltecer pessoas e entidades, que no âmbito do exercício das suas funções, são uma mais-valia e referência na divulgação e promoção da riqueza gastronómica e cultural do concelho.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

“As tradições não podem cair no esquecimento” - S.A.R. a Senhora Dona Isabel de Bragança

Revista "SIM Minho" de 1 de Abril, pág 26
No dia em que foi entronizada confrade da Confraria do Pão-de-ló, D. Isabel de Herédia falou da importância de preservação das tradições e no trabalho que em casa real desenvolve nesse sentido.

Como recebeu a notícia que ia ser distinguida pela Confraria do Pão-de-Ló?
Há algum tempo, perguntaram-me aqui em Guimarães se gostaria de entrar na confraria. E eu, como apreciadora de pão-de-ló, aceitei logo. Para mim, é um orgulho estar aqui.
A família real é presença habitual neste tipo de iniciativa. Porquê?
Estes produtos fazem parte da alma portuguesa. As confrarias têm um papel principal na preservação do que é português e dos valores portugueses. Temos o património cultural e temos também o gastronómico. Todos juntos é que fazem o que é ser português. Estas iniciativas são de louvar e todas as pessoas que lutam para preservar as tradições merecem o nosso reconhecimento. Por vezes, há pessoas que não percebem todo o trabalho que é feito pelas confrarias, mas há muitas que reconhece e compreende que só assim as tradições se vão manter.
Tanto a D. Isabel como D. Duarte estão envolvidos em muitas ações deste género. Quer dar alguns exemplos?
Nós apoiamos várias e tudo o que é promover Portugal no Mundo e mesmo cá dentro tem sido o nosso trabalho, meu e do meu marido [D. Duarte Pio]. O meu marido defende sempre a história e a cultura portuguesas; muitas vezes, é um pouco incompreendido. E não é só nestes assuntos. Veja o exemplo da Expo e do euro 2004: ele sempre alertou que se estava a gastar demais. As pessoas criticaram mas agora começam a dar razão. Nós trabalhamos bastante, mas talvez não seja tão visto quanto isso.
Mas sente que a casa real é reconhecida?
Eu penso que o povo percebe que está ali uma família que os defende, disso não tenho dúvidas. Há pessoas que não concordam… Penso que o que é importante é que nós temos que nos juntar todos e tentar ajudar Portugal e os portugueses a sair da crise.
Como acha que os portugueses veriam o regresso da monarquia?
Depende como entenderem. Há pessoas que sabem e que olham para vários países e percebem que são países mais evoluídos. Não é que não tenham crise, mas têm outra estabilidade. Outras pessoas vão um pouco pelas revistas cor-de-rosa e pensam que vivemos num mundo de fantasia… Eu acho que o nosso trabalho, nomeadamente do meu marido, é defender Portugal, as nossas tradições e costumes. Nesta altura, não pensamos muito na questão do regresso da monarquia; tentamos perceber como ajudar os portugueses a despertar para algo melhor.

Confraria do Pão-de-Ló mantém acesa a chama da tradição

Revista "SIM Minho" de 1 de Abril de 2012, pág. 24
A defesa da forma de confecção tradicional é o grande desafio com que se debate a Confraria do Pão-de-Ló. Com o evoluir da tecnologia e a procura de lucro fácil desvirtuou a tradição ancestral que foi passando de geração em geração. “Todos têm o direito de trabalhar e a expressarem-se da maneira que gostam e querem. Quem defende o Pão-de-Ló tradicional, defende acima de tudo o legado que os nossos familiares nos deixaram e pretendemos valorizar e preservar”, afirma, convicta, Fátima Salgado, presidente da Confraria do Pão de Ló Tradicional.
Guimarães recebeu a entronização de D. Isabel de Herédia, que serviu de motivo para reafirmar a importância da preservação das tradições. “É uma espécie de prémio que se dá à pessoa que aderiu à nossa causa, que é a defesa do património gastronómico que se chama Pão-de-Ló tradicional. A entronização propriamente dita consiste numa oração, na entrega do Traje com o escapulário. O escapulário é simbolizado por uma rosca de pão-de-ló”, explica Fátima Salgado.
As confrarias são vistas, não raras vezes, como pessoas que apenas se juntam para almoçar. É mesmo assim?
“É muito mais que isso. Reunimo-nos algumas vezes – não tantas como desejaríamos, porque somos uma Confraria de âmbito nacional. É difícil fazer reuniões com a assiduidade que desejaríamos. Discutimos quem está bem, quem poderá evoluir ao nível de que é tradicional. Não podemos ficar estáticos, temos que ser muito mais proactivos na defesa da nossa causa”.
Após a eucaristia e cerimónia de entronização, seguiu-se a Recepção no Passo dos Duques. António Magalhães, Presidente da Câmara de Guimarães proferiu discurso de boas vindas, enquanto a Oração de Sapiência esteve a cargo de Isabel Fernandes, Ex-directora do Museu Alberto Sampaio e investigadora na área da doçaria conventual e tradicional.
O evento terminou com um momento cultural e o almoço, em que o Pão-de-Ló foi a figura principal.

segunda-feira, 19 de março de 2012

S.A.R. D. Isabel de Bragança, entronizada pela Confraria Gastronómica do Pão de Ló Tradicional (6)

Almoço convívio no Restaurante Histórico, durante o qual os convidados foram agraciados com um momento cultural

Uma ode em defesa dos produtos portugueses

 Confraria Chene Routisser (europeia)
 Confraria Gastronómica do Pão de Ló Tradicional
 Confraria dos Gastrónomos do Minho e Confraria da Broa de Avintes
 Confraria do Anho Assado
 Confraria Gastronómica "As Sainhas de Vagos"
 Confraria Gastronómica "Gastrónomos dos Açores"
 Confraria dos Gastrónomos do Algarve
 Confraria Gastronómica dos Milhos
 Confraria da Chanfana
 Confraria da Água
 Confraria do Azeite
 O histórico monárquico vimaranense Drº Reis Torgal representando a Confraria Gastronómica da Panela ao Lume
 Confraria Gastronómica Concelho de Ovar
 Confraria Gastronómica dos Poveiros
 Confraria Gastronómica da Maça Portuguesa
 Confraria Panela ao Lume

S.A.R. a Senhora Dona Isabel de Bragança entronizada na Confraria Gastronómica do Pão de Ló Tradicional (5)

 Desfile das confrarias e seus acompanhantes pelas ruas do centro histórico de Guimarães
Restaurante Histórico
Rua de Valdonas 4 (junto à Praça de Santiago) 4800-476 GUIMARÃES