Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Jantar de Reis 2011 - Braga (14)

António Mendes Gonçalves e Domingos Mendes Pereira. Núcleo do PPM da freguesia de Penso Stº Estêvão.

Jantar de Reis 2011 - Braga (13)

Família Manuel Ivo Cruz

D. Maria Leonor Trigueiros (esposa) e família Corte-Real Correia Alves (cunhado)

Jantar de Reis 2011 - Braga (11)

Sr. Padre Lopes, família Saraiva Gonçalves e família Pinto Leite.

Jantar de Reis 2011 - Braga (10)

Família Amadeu de Sá Menezes:

Dr.ª Rita Sá Menezes Ehmes (filha), D. Maria Teresa Carvalho Pereira de Macedo (esposa), Dr.ª Isabel Araújo (nora), Dr.º José Carlos Pereira de Macedo de Sá Menezes (filho).

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Jantar de Reis 2011 - Braga (9)

António Augusto Brandão, Orlando Bourbon Fernandes e Engº Manuel Ferreira da Costa. Núcleo do PPM de Famalicão.

Jantar de Reis 2011 - Braga (8)

Engº José Jorge Moniz Corte-Real da Assunção Andrade, Presidente Honorário do PPM, a entoar as primeiras estrofes da “Maria da Fonte”.

Jantar de Reis 2011 - Braga (7)

O “Jantar de Reis” contou também com a presença do ilustre monárquico Drº Carlos Aguiar Gomes, Presidente da Associação Famílias.

Jantar de Reis 2011 - Braga (6)

O ilustre popular monárquico Dr.º António Cardoso Moniz Palme, advogado, consultor jurídico, que nas horas livres gosta de estudar, de ler, de escrever e de pintar, foi Deputado da Assembleia da República pelo PPM nos tempos da AD (Aliança Democrática).

Um dos históricos fundadores do PPM com uma das mais brilhantes intervenções na noite do "Jantar de Reis 2011" em Braga.

Jantar de Reis 2011 - Braga (5)

Eng.º Alfredo Borges de Macedo, um dos históricos fundadores do PPM, com uma notável intervenção no "Jantar de Reis 2011"

Dr.º Miguel Pignatelli de Ataíde Queiroz, Presidente do Senado do PPM.

Dr.º José Carlos Pereira de Macedo de Sá Menezes, Secretário-geral da distrital de Braga do PPM.

Jantar de Reis 2011 - Braga (4)

Adrião Saraiva Gonçalves, Vice-presidente da distrital de Braga do PPM

Adrião Saraiva Gonçalves, Vice-presidente da mesa do Congresso e da Conselho Nacional do PPM, moderou a intervenção dos convidados na terceira parte do “Jantar de Reis 2011”.

Jantar de Reis 2011 - Braga (3)

Dr.º Valdemar Almeida, Secretário-Geral do PPM


" Boa noite a todos. Antes de mais deixem-me dizer que é com grande prazer que me encontro aqui hoje, como monárquico e como Secretário-Geral do PPM.

Dou os meus parabéns à Distrital de Braga por esta organização.

Como todos sabemos este é um momento de charneira na nossa sociedade. Agora, meus amigos, é avançar ou perecer como já dizia a Maria da Fonte, e esta é a altura para avançar. É a altura para todos os monárquicos, para todos os portugueses reclamarem aquilo que é seu por direito: um país com 900 anos de História, uma Pátria com uma identidade que nos orgulha.

Meus amigos está na hora de dizer basta, basta desta república de fantoches. É por isso com muito prazer que iremos realizar muitos encontros como este.

Viva o PPM

Viva o Rei

Viva Portugal"

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Meditação de um monárquico assumido - Fernando de Sá Monteiro

Drº Fernando de Sá Monteiro, antigo presidente do PPM e convidado de honra no "Jantar de Reis" em Braga


MEDITAÇÃO DE UM MONÁRQUICO ASSUMIDO

Caro Manuel Beninger,

Caros Companheiros:

Até há poucos dias, estava convicto de que iria poder estar presente neste Jantar de Reis, maxime pelo simpático e inesperado convite do nosso Companheiro Manuel Beninger. Uma gripe ia deitando por terra a imensa vontade de estar aqui convosco. E foi a insistência do Amigo e o enorme desejo do reencontro que me fez correr o risco, ainda que podendo transportar, sem o querer, o vírus que vos poderá contagiar.

Mas, afinal, habituados a lidar diariamente com vírus políticos bem mais mortais e desastrosos, atrevo-me a pedir-vos a vossa compreensão.

Conforme há dias desabafei ao Manuel Beninger, mentiria se não dissesse que tenho atravessado um período de grande revolta, frustração e desânimo. É provavelmente uma conjugação de sentimentos nos quais, por nossa fraqueza, sentimos que estamos "velhos".

Por isso um misto de Esperança e Emotividade atravessou o meu coração ao receber o convite. Por isso não pude recusar e não irei furtar-me a ele; porque foi também um desafio à minha força interior e à minha inquebrantável Fé na superioridade de uma Monarquia em Portugal, hoje talvez mais do que nunca.

Confesso-vos, caros Companheiros, que há vários anos que abandonei totalmente qualquer actividade política, se bem que nunca tenha deixado de tecer os meus comentários, as minhas azorragadas, os meus receios, as minhas convicções. Mas meramente a título particular ou em artigos escritos, com uma "independência" que sempre foi, provavelmente - para o bem e para o mal - uma das minhas características.

É que, no meu pensar, nem o Rei está acima de crítica. Apenas somos compelidos a tecer essas mesmas críticas em local próprio e sem tentar com isso incendiar ou desunir.

Tudo isto, meus Amigos, para vos endereçar igualmente um desafio. Sempre recusei uma posição de “mero observador”. Quando entro ou aceito qualquer desafio, faço-o de corpo inteiro. Por isso nunca consigo manter-me calado. Igualmente porque o desafio me provoca para dar mais de mim, rebuscar toda a força que ainda se mantém viva no meu ideário monárquico.

E diariamente sou provocado, podendo mesmo dizer que, em qualquer local, em qualquer situação, com qualquer individualidade, não consigo esconder o que sempre fui e serei: monárquico!

Também por esse motivo eu aceitei o convite com imenso gosto. Porque ele surgiu quando não o esperava, porque me sensibilizou e me obrigou a sair desta apatia que me vem consumindo o espírito, porque me provoca a “colaborar”.

Neste sentido, queria que aceitassem que neste Jantar de Reis me fosse permitido partilhar a minha voz e sentimentos com todos os companheiros que estão presentes, sejam eles antigos e saudosos companheiros do “meu” PPM, sejam de quaisquer outras organizações monárquicas e, até, independentes.

Só assim sei estar na Política: FALANDO, ESCREVENDO, LUTANDO POR IDEAIS.

Aceitem, Amigos e Companheiros, o meu abraço sentido e solidário, neste dia que tanta Esperança nos deve manter. É que, também na vida, certas datas podem ser o mote para um DESTINO!

É esse DESTINO que nós buscamos. Um DESTINO que não sendo saudosista é antes o reencontro com um passado que fez de Portugal uma Nação respeitada.

Somos monárquicos porque acreditamos que através da Monarquia seremos mais conscientes de quem somos e do nosso lugar na História. Somos monárquicos porque temos a consciência que só com a Instituição Real o nosso país sairá desta situação de miserabilismo e descrença no futuro.

Ninguém terá dúvidas acerca do que nos legou a República. Se ela começou com um assassinato traiçoeiro, continuou com os desmandos e a destruição dos valores mais nobres e honrosos que a Monarquia mantinha, mesmo nos erros praticados.

Porque sermos monárquicos não impede – ao contrário da maioria dos defensores da República de 1910 – de termos consciência de que muitas práticas políticas durante a Monarquia foram erradas e de consequências nefastas.

Mas, pergunto: afinal haveria porventura menos liberdade e democracia durante a Monarquia Constitucional? Não foi através dessa liberdade que os republicanos puderam erguer a sua voz, inclusive no Parlamento, até afrontando - em termos muitas vezes insultuosos - a Família Real?

Associar a Democracia ao regime republicano é uma mentira e uma falta de pudor. De resto, recordemos que após 1910 e até ao 25 de Abril, pelo menos três ditaduras marcaram o seu percurso sinuoso e destruidor: com Pimenta de Castro, com Sidónio Pais e finalmente com o Prof. Oliveira Salazar.

É, pois, curioso e desconcertante, verificar como se comportam os republicanos ao celebrarem, com pompa e circunstância, à custa do erário público e numa altura de crise profunda, social, política e económica, um Centenário da República.

Afinal, a República é compatível com as ditaduras, pois de que outra forma se poderão comemorar 100 anos de República senão adicionando-lhe cerca de 50 de ditaduras?

Depois, falar-se de ética republicana é algo que me deixa particularmente agastado. A Ética, meus Amigos, existe ou não independentemente dos regimes políticos. A Ética é algo que somente o Ser Humano poderá construir.

Eugénio Bucci, no seu livro Sobre Ética e Imprensa, descreve a ética como um saber escolher entre "o bem" e "o bem" (ou entre "o mal" e o mal"), levando em conta o interesse da maioria da sociedade. Ao contrário da moral, que delimita o que é bom e o que é mau no comportamento dos indivíduos para uma convivência civilizada, a ética é o indicativo do que é mais justo ou menos injusto diante de possíveis escolhas que afectam terceiros.

Ninguém retém a Verdade absoluta. E ser capaz de reter a Verdade que se contem na opinião de outros faz de nós cidadãos mais conscientes.

Deus me conserve a capacidade para, a todo o momento, ser capaz de admitir os meus erros de julgamento. E me permita ter a abertura de espírito necessária para "assimilar" que nada está "a priori" e "em definitivo" assente em Verdades insofismáveis e imutáveis.

Assim, o meu contributo terá sido maior ou menor, consoante o que dele possa ter sido aproveitado, ou venha a ser, numa "luta" por "ideais".

É intencionalmente que uso o plural, pois que, na minha percepção do mundo e da sociedade que desejo, absorvo uma sensibilidade que vai muito além de uma simples mudança de "regime".

Há que construir - temos que construir - todos nós, sem excepção, uma sociedade onde a componente humanista abra caminhos de esperança a tantos que nos "gritam", diariamente, por justiça social, por valores intemporais que parecem adormecidos, quando não mesmo destruídos...

Todos nós somos chamados a essa “mudança”, independentemente das nossas opções políticas e “partidárias”.

A consciência que tenho do que dei é a de que foi muito pouco. A consciência do que desejaria dar, é que me “desgasta” o espírito, sentindo-me muito “insignificante”, nesta “globalização” tão propagandeada, tão defendida até, que tantas preocupações de vária índole me acodem ao espírito.

Gostaria de ver mais, muito mais. Tenho sede de uma fraternidade efectiva entre os seres humanos, sentindo uma enorme impotência perante um Mundo onde a miséria humana e social são a vergonha de todos nós.

Entender tudo isto como a incapacidade total para construir algo de mais “colorido” e “musical”, onde nos possamos rever como cidadãos mais livres e felizes, é certamente um pessimismo indesejável.

A sociedade tem dado passos importantes, há que reconhecer. Mas ficarmos sensibilizados para essa consciência, não nos deve inibir de querer mais, muito mais.

O caminhar do Homem deve ser, tem de ser, constantemente acompanhado de novas aspirações sociais, reconstruindo diariamente essa divina capacidade que nos foi dada para uma visão de um Infinito para o qual caminhamos, ao qual aspiramos, sem contudo sabermos, perfeitamente, em que moldes.

Resumiria toda esta longa meditação, com uma modesta (mas sentida) expressão de cidadão: dei tão pouco ao mundo e aos homens que admitir o contrário seria ridículo e inconsciente da minha parte.

Uma pequena gota, uma brisa que de algum modo possa ter sido “sentida” e “absorvida” por outros será certamente o bastante para me sentir recompensado no esforço que dei.

Essa magnífica qualidade que acompanha intrinsecamente o espírito dos mais jovens, sempre insaciáveis na busca duma “perfeição”, secularmente acompanhada da aguerrida capacidade para o inconformismo e para uma “rebeldia” tão necessária a um Mundo em constante sobressalto, dá-me força, esperança, desejo de lutar, “fome” de construir mais e melhor, razão para viver.

Aqui estou e estarei, dando pouco porque pouco valho, mas intransigentemente insatisfeito e solidário com essa vontade de construir mais e melhor.

Aceitem o abraço do Vosso Companheiro

Fernando de Sá Monteiro

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Jantar de Reis - Homenagem a Manuel Ivo Cruz

Engº Paulo Alves, Presidente da mesa do Congresso e do Conselho Nacional do PPM, na homenagem a Manuel Ivo Cruz


Caros Companheiros e Amigos Monárquicos

Quando o nosso anfitrião, Manuel Beninger, me pediu para dizer algumas palavras sobre o nosso Companheiro Manuel Ivo Cruz, comecei por documentar-me sobre a sua vida e

Facilmente encontrei que nasceu em Lisboa no dia tal do ano tal, que lá estudou e se Licenciou em Ciências Histórico – Filosóficas, e que ainda estudante dirigiu o seu primeiro concerto.

Como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian foi para Áustria tirar um curso de direcção de Orquestra.

Por cá e pelo Mundo trabalhou, respirou e viveu música, e por isso inúmeras distinções nacionais e Internacionais recebeu.

Mas seguramente que o seu maior contributo foi o trabalho realizado em prol da Música Portuguesa, não só pela pesquisa e divulgação que fez mas também pelo incentivo e apoio que proporcionou a tantos músicos e organizações musicais, que nunca se cansou de valorizar.

Recorro-me das palavras da ministra de Cultura Gabriela Canavilhas, para comprovar o que digo

“Portugal perde um dos músicos que mais respeitou a sua herança musical e que melhor a soube dignificar e interpretar».

E é exactamente este seu Patriotismo e a também sua Nobreza de carácter que gostava de hoje e aqui realçar.

Chamou Casa do Piano à nossa Casa da Música, quando descobriu que a sua sala principal não teria nem teia nem fosso de orquestra.

Inqueriu a CMP e o arquitecto responsável pela reformulação do Teatro Rivoli quando verificou que o fosso era exíguo e que os Contra Baixos tinham que entrar por cima, porque pela porta não dava.

Perguntou como era possível termos uma Orquestra de Faro, com apenas um músico português.

Claro que este seu não alinhamento com o establichemente teve o seu preço. Recordo-me de me ter confidenciado há uns anos, “tu queres ver que tenho que virar maricas para poder trabalhar mais?” tal a força do conhecido lobby gay na cultura.

Apesar de todas as contrariedades que também as teve sempre se manteve fiel aos seus princípios.

Nasceu Monárquico e morreu Monárquico

Foi um dos fundadores do Partido Popular Monárquico com quem sempre colaborou tendo sido eleito deputado municipal na Assembleia Municipal de Lisboa (1990-1993).

Quando viu o seu PPM a deambular por caminhos menos consentâneos com o seu ideal Monárquico, pediu a demissão do Partido, para mais tarde quando os ventos mudaram ter solicitado a sua reintegração como filiado.

No ano passado foi nomeado Senador do nosso Partido.

Termino como estou certo que Ivo Cruz gostaria de iniciar este jantar de Reis, erguendo o seu cálice e dizendo bem alto

Viva o Partido Popular Monárquico

Viva Portugal

Viva o Rei, e

Teimando em ser um dos raros Cavalheiros que ainda existia neste nosso reino, ofereceria uma rosa “á sua Rainha”, carinho que vou estender a todas as Rainhas também presentes neste Jantar

Muito Obrigado

D. Maria Leonor Trigueiros (esposa)

Jantar de Reis - Homenagem a Amadeu Sá Menezes

Eng.º Luís Coimbra, um dos fundadores do PPM, na homenagem ao amigo Amadeu Sá Menezes


Amadeu Sá Menezes, faleceu no dia 28 de Fevereiro de 2010, contava 76 anos. Foi Subsecretário de Estado da Agricultura durante o VIII Governo Constitucional liderado por Pinto Balsemão.

Na Assembleia da República teve várias iniciativas notáveis como o Projecto-Lei nº 165/II sobre a autoprodução e distribuição independente de energia eléctrica.

Foi um dos fundadores do Partido Popular Monárquico.

Deputado na Assembleia da República pelo Circulo Eleitoral de Braga no início dos anos 80.

Dividiu-se entre a política e a agricultura. Foi presidente da União de Cooperativas Agrícolas do Noroeste Português (UNIAGRI) e fundador da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP).

A Assembleia Municipal de Braga contou com ele como deputado municipal na década de oitenta.

Sendo formado em Engenharia era acima de tudo um Homem simples que apreciava as coisas simples da vida e com a simplicidade que o caracterizava dizia com orgulho: - “eu sou Agricultor”.

Amadeu Sá Menezes tinha uma educação e formação tradicional que faziam dele um Homem de princípios e valores.

Na hora da despedida as presenças multiplicaram-se para se despedirem do amigo, Amadeu Sá Menezes. No portão da Casa de Lajes em S. Paio de Pousada, a bandeira da família estava a meia haste e em cima do caixão a bandeira da Monarquia Constitucional.

Luís Coimbra lembrou o nosso amigo. O PPM prestou-lhe homenagem.

D. Maria Teresa Carvalho Pereira de Macedo (esposa)

domingo, 9 de janeiro de 2011

Jantar de Reis 2011 - Braga (2)

Politica: PPM vai lançar referendo à constituição em 2011

Lusa - O Partido Popular Monárquico (PPM) vai lançar, este ano, uma petição para um referendo sobre a alteração do artigo da Constituição Portuguesa que só permite a forma republicana de governo.

Em declarações à Lusa, o vice-presidente do PPM, Manuel Beninger defendeu a necessidade de alterar “o malfadado artigo 288 alínea b” para “numa segunda fase, poder-se perguntar aos portugueses se preferem a república ou a monarquia”.

O PPM acredita mesmo no sucesso duma iniciativa parlamentar para alterar o artigo, dado que na última legislatura “uma iniciativa nesse sentido dos deputados dos PPM obteve a maioria dos votos”, mas ficou aquém dos dois terços necessários para o processo de alteração.

Em defesa da causa, argumentou que “os países mais democráticos na Europa são monarquias” e os “com maior índice de desenvolvimento no Mundo também são monarquias”, citando os casos da Suécia, Noruega, Holanda, Austrália, Canadá, e Japão.

Como exemplo “da verdadeira democracia que são as monarquias”, o dirigente referiu que “em Espanha é possível referendar a monarquia, algo que não acontece em Portugal, ou em França”.

Sobre “os malefícios da república”, declarou que neste momento é possível eleger para presidente “um Tiririca”.

A duas semanas das eleições presidenciais, o PMM afirma que “a república bateu no fundo. Está a dar os últimos suspiros” e que os que hoje concorrem à chefia do estado, “representam partidos e não a unidade nacional, que só pode ser personalizada na figura do rei”.

“O que temos é como se, num jogo de futebol, o árbitro fosse de uma das equipas. Não pode, o árbitro tem de ser isento, não pode representar um partido”, explicitou.

Quanto à actual “campanha suja”, corporizada no caso BPN, Beninger refere “que assistimos ao enxovalhar de alguém que é suposto representar a nação, o que não dá qualquer credibilidade à república”.

Em relação à campanha presidencial, Luís Coimbra, fundador do PPM retirado desde 1992, não consegue ver “onde é que termina a falta de ética republicana e onde é que começa a imoralidade republicana”.

“Dado o panorama”, Luís Coimbra não faz intenções de votar, mas olha “preocupado para o futuro”.

“Estou interessado em saber é se, depois das presidenciais, vamos, ou não, ter eleições antecipadas para enterrar esta terceira república, seja através de referendo, seja através de uma alteração politica radical a todo este sistema”, concluiu.

Cerca de 150 pessoas marcaram presença no ‘jantar de reis’ dos monárquicos, em Braga. O convívio contou também com a presença de dirigentes locais do PSD e do CDS, parceiros na coligação ‘Juntos por Braga”.

Jantar de Reis 2011 - Braga (1)

sábado, 8 de janeiro de 2011

“O regime e a constituição portuguesas, não são verdadeiramente democráticos” - PPM

Número de Documento: 11954065


Braga, Portugal 07/01/2011 19:13 (LUSA)

Temas: Política, eleições presidenciais


Braga, 7 jan (Lusa) - O PPM considerou hoje que a “campanha suja e negra” que está em curso contra Cavaco Silva nas eleições presidenciais demonstra que “Portugal ficaria melhor servido com um sistema monárquico de representação democrática”.

“O regime e a constituição portuguesas, não são verdadeiramente democráticos, uma vez que apenas consagram a República como a única opção de regime. O art.º 288, alínea b) da Constituição não admite outra forma de governo que não a República”, lamentou o presidente do PPM/Braga e vice-presidente do partido a nível nacional, Manuel Beninger.

O PPM/Braga tem vindo a exigir a alteração da Constituição, de modo a que seja possível referendar o regime de chefia do Estado dando a escolher aos portugueses a opção monarquia ou república.

“Um rei representa a nação. Por não ser eleito, por não ser escolhido apenas por alguns ele é absolutamente livre de lobis, de pressões, de grupos económicos e interesses partidários. O rei representa todos os portugueses”, afirmou à Lusa.

Para o dirigente partidário, “a presente campanha presidencial, ao entrar pela via da calúnia e da difamação, apenas contribui para diminuir a figura do futuro chefe de Estado, o que não aconteceria num regime monárquico, onde o Rei está acima das disputas partidárias.

Manuel Beninger diz que, para além de outras vantagens, e ao contrário do que se faz crer, a república custa muito mais do que a monarquia: “O custo da Monarquia em Espanha é 0,19 euros por cidadão. O custo da República em Portugal é 1,58 euros por cada português”.

Beninger garante que “o Governo espanhol transfere para a sua Casa Real 09 milhões de euros. O Governo português transfere para a Presidência da República a verba de 16 milhões de euros”.

“Propomos uma chefia de Estado independente, uma verdadeira arbitragem do jogo democrático, um verdadeiro poder neutral em relação às forças políticas, neutralidade essa que só pode ser adquirida através de uma educação especializada e pela hereditariedade”, defende.

Os monárquicos sublinham, ainda, que “o ranking dos dez países com melhores índices de desenvolvimento humano do mundo, revela que os primeiros lugares são países monárquicos: Noruega, Suécia, Holanda, Austrália, Canadá, e Japão”.

“Também o ranking dos dez países mais democráticos do mundo apresenta em primeiro lugar a Suécia que é uma monarquia, e destes 10, sete países são monarquias contra três apenas que são repúblicas”, acrescentou.

O PPM/Braga organiza sábado, em Braga, um “Jantar de Reis”, pelas 19:30, no Hotel Turismo com a participação de monárquicos como Gonçalo Ribeiro Teles, Fernando de Sá Monteiro, Luís Coimbra, Fernando de Sá Menezes, Coronel Agostinho Gama, Miguel Pignatelli Queiroz e Jorge Corte-Real entre muitos outros defensores da causa.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Presidenciais: "O regime e a constituição portuguesas, não são verdadeiramente democráticos" - PPM

Presidenciais: "O regime e a constituição portuguesas, não são verdadeiramente democráticos" - PPM

Braga, 7 jan (Lusa) - O PPM considerou hoje que a “campanha suja e negra” que está em curso contra Cavaco Silva nas eleições presidenciais demonstra que “Portugal ficaria melhor servido com um sistema monárquico de representação democrática”.

“O regime e a constituição portuguesas, não são verdadeiramente democráticos, uma vez que apenas consagram a República como a única opção de regime. O art.º 288, alínea b) da Constituição não admite outra forma de governo que não a República”, lamentou o presidente do PPM/Braga e vice-presidente do partido a nível nacional, Manuel Beninger.

O PPM/Braga tem vindo a exigir a alteração da Constituição, de modo a que seja possível referendar o regime de chefia do Estado dando a escolher aos portugueses a opção monarquia ou república.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Jantar-convívio de Reis 2011

Caro amigo


Venho pela presente convidá-lo a estar presente no “JANTAR DE REIS”, a realizar no próximo dia 8 de Janeiro de 2011 (Sábado), pelas 19:30, no Hotel Turismo em Braga.

Trata-se de um evento de união de todos os monárquicos de diversos quadrantes políticos e das associações monárquicas em torno da Sereníssima Casa de Bragança.

Contará com a presença dos presidentes da Concelhia de Braga do PSD, Drº João Granja, e do CDS-PP, Drº Manuel Rocha.

Em destaque teremos a participação dos ilustres monárquicos Arqt.º Ribeiro Teles, Drº Fernando de Sá Monteiro, Engº Luís Coimbra, Drº Fernando de Sá Menezes, Coronel Agostinho Gama e Drº Miguel Pignatelli Queiroz entre muitos outros defensores desta causa.

Assim, espero poder contar com a sua presença.


Manuel Beninger

(Presidente da distrital de Braga do PPM)


RESERVAS:

Para fazer a sua reserva, envie por favor uma mensagem para braga.ppm@gmail.com com a indicação do número de pessoas.

Em alternativa, contacte-nos telefonicamente para o número 918.566.110


Preço:
Adultos: 22,50 €
Estudantes: 17,50 €


Local do evento: Hotel Turismo Braga


Clique aqui para visualizar a localização:


segunda-feira, 13 de dezembro de 2010