Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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sábado, 30 de agosto de 2014

Vandalizada a estátua de D. Afonso Henriques em Guimarães

ESPADA DA ESTÁTUA DE D. AFONSO HENRIQUES PARTIDA EM ACTO DE VANDALISMO
A estátua de D. Afonso Henriques foi vandalizada na última madrugada. Um grupo de jovens terá sido responsável pelo crime que causou danos e partiu a espada existente na representação do Primeiro Rei de Portugal.
A PSP de Guimarães terá sido alertada por moradores da ocorrência do acto de vandalismo alegadamente praticado por um grupo de jovens, tendo conseguido interceptar um deles na posse de uma parte da espada retirada da estátua de D. Afonso Henriques. 
Segundo o Vice-Presidente da Câmara de Guimarães, o incidente terá ocorrido cerca das 3h00. Amadeu Portilha adiantou que Autarquia já está a desenvolver diligências juntamente com a Direcção Regional de Cultura do Norte no sentido de proceder à reparação dos danos causados naquele monumento localizado em plena Colina Sagrada, um dos pontos turísticos de maior interesse em Guimarães. "É um acto de puro vandalismo", observou, sem conseguir adiantar quanto será concretizada a reparação daquele monumento. "A intervenção obriga a um trabalho especializado e vamos envidar esforços com a Direcção Regional de Cultura e com a Direcção do Paço dos Duques de Bragança para que a espada volte à forma original. A estátua de D. Afonso Henriques tem um grande simbolismo", declarou o responsável, lamentando o acto de vandalismo.
O jovem detido pela PSP deverá ser presente às autoridades judiciais na próxima semana.


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Em Belém, o município de Lisboa quer destruir os Brasões… e, na Tapada das Necessidades, o que pretende com o seu abandono?

TAPADA DAS NECESSIDADES REGISTA DEGRADAÇÃO E ABANDONO
Câmara Municipal de Lisboa anunciou a realização de obras de requalificação em 2010 mas ainda não as efetuou
Equipamentos degradados e ao abandono, esculturas danificadas, vidros partidos, grafitis, arruamentos em mau estado, lixo e pessoas dormindo estendidas nos bancos do jardim fazem parte do cenário que a Tapada das Necessidades proporciona atualmente a quem visita este espaço magnífico de Lisboa.
Não obstante, à entrada do jardim, um enorme painel publicitário da Câmara Municipal de Lisboa que reflete idêntico estado de abandono e esquecimento, anuncia o início de “Obras de Conservação da Tapada das Necessidades” para abril de 2010 e a sua conclusão para agosto do mesmo ano.
Constituindo parte integrante do Palácio das Necessidades, o jardim vulgarmente designado por Tapada das Necessidades era o local predileto de muitos monarcas para a realização de piqueniques, de entre os quais avultava o rei D. João V.
Para além de constituir uma magnífica zona de lazer dos lisboetas, a Tapada das Necessidades constitui um património que deveria manter-se cuidado e preservado. Aguardemos que a autarquia lisboeta recorde que tinha planeado a sua requalificação e venha a concretizá-la!
Lisboa - Tapada Necessidades (52)Lisboa - Tapada Necessidades (47)Lisboa - Tapada Necessidades (43)Lisboa - Tapada Necessidades (22)Lisboa - Tapada Necessidades (12)Lisboa - Tapada Necessidades (11)Lisboa - Tapada Necessidades (18)

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quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Azul, a velha nova cor do Palácio Nacional de Queluz

Parques de Sintra anuncia que fachadas do palácio viradas aos jardins eram originalmente azuis. E vão voltar a sê-lo. Já se pode ter uma ideia do efeito: foi colocada uma tela gigante na fachada com o azul do passado e do futuro.
"A cor azul resulta de um aprofundado estudo e discussão entre todos os que ao longo de mais de 20 anos se debruçaram sobre esta questão. Análises laboratoriais de amostras de rebocos, investigação documental e desenhos e fotografias antigas, não deixam dúvidas: o Palácio de Queluz, pelo menos nas suas fachadas viradas aos Jardins, era azul.".
É assim que a Parques de Sintra, responsável pela gestão de vários monumentos do concelho, resume, em comunicado, a decisão de retomar o azul como cor do palácio. Para mais, há outro documento concludente: "um desenho aguarelado datado de 1836, existente na Torre do Tombo, mostra claramente a coloração do Palácio em tons de azul e ocre".
Por agora, no "troço central da fachada principal sobre o Jardim Pênsil do Palácio Nacional de Queluz" foi colocado um "andaime protegido por uma tela" que reproduz a decoração original do palácio.
A tela não é apenas decorativa: protege também os trabalhos que decorrem no âmbito de um "estudo mais aprofundado dos vários elementos que compõem as fachadas" - "cantarias, esculturas, gradeamentos de varandas, caixilhos, portadas e rebocos" - que, confirmam, estão "muito degradadas e que ao longo dos tempos foram sendo pintadas com cores e tons diferentes". Será neste troço que serão feitos testes de restauro integral, "ensaiando materiais, técnicas e composições decorativas (molduras e fingimentos) que serão depois avaliados para aplicação nos restantes".
Segundo a Parques de Sintra, "são diversas as intervenções programadas para requalificar este negligenciado monumento". A própria gestora confirma que, embora Queluz seja o "mais importante exemplo português da arquitectura barroca da segunda metade do século XVIII" (e próximo de Lisboa e Sintra), é "pouco conhecido de visitantes nacionais e estrangeiros, muito devido a esse estado de degradação, situação que importa inverter".
A empresa gere o Palácio Nacional de Queluz desde 2012 e, na altura, referem, foi diagnosticado o "elevado estado geral de degradação do conjunto" (palácio e jardins). Apenas a estatuária tinha sido alvo de restauro, apoiado pelo World Monuments Fund. 
Com as intervenções de requalificação, a Parques de Sintra espera "um impacto muito positivo". E o regresso do azul à fachada é mais uma forma de criar um "novo interesse do público por este monumento".
Informações
O palácio e jardins podem ser visitados das 9h às 19h (último bilhete 18h). O bilhete para adulto (18-64 anos) custa 9,50 euros, jovem (6-17 anos) 7,5 euros, sénior (maiores de 65) 8,5 euros. Mas há descontos, com uma "happy hour palácio", diariamente das 15h30 às 18h: o bilhete adulto fica por 7,50 euros, jovem por 6 euros, sénior por 6,5 euros. Para os jardins, os bilhetes custam 4,50 (adulto), 3 (jovem), 3,5 (sénior). A página informativa está aqui. A Parques de Sintra tem também outros tipos de bilhetes, incluindo bilhetes combinados de vários parques.
Fonte: Fugas

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terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Jantar de Reis ajuda a recuperar basílica - in Jornal de Notícias



acima
D. Jorge Ortiga recebeu os duques de Bragança
Quinhentas pessoas participaram, ontem à noite, no Jantar de Reis, este ano marcado pela beneficência, através da angariação de fundos para a intervenção no teto da basílica do Sameiro. As obras globais estão orçadas em 550 mil euros e, neste momento, existe em caixa 130 MIL. “A prioridade é resolver a questão do telhado e das pinturas interiores, Depois, temos que intervir na cripta, porque tem problemas de infiltração de águas”, disse o cónego José Paulo Abreu.
Num dia dedicado às tradições minhotas, os duques de Bragança associaram-se ao evento. “O Estado devia financiar a manutenção de monumentos. É inadmissível que se deixe degradar um dos símbolos de Braga”. Já D. Jorge Ortiga, arcebispo primaz de Braga defende que os tempos difíceis que atravessamos “só podem ser superados com a solidariedade, para com as pessoas, mas, também, para com as instituições”. Por isso, o arcebispo diz-se “agradecido” com o gesto.
Manuel Beninger, da comissão organizadora do Jantar de Reis, destaca a mobilização que ocorre em torno da classificação do Bom Jesus a Património da Humanidade. “Sempre vincamos a importância da defesa do património e queremos abraçar esta causa”. Hoje, o programa passa por uma visita às Sete Fontes e uma missa de Reis, na Sé de Braga.

domingo, 31 de março de 2013

O nosso país...

Um país com recursos tão variados e com tão boa cotação a nível internacional, mas que não soube apostar na valorização do património ambiental, construído, etc. Este é mais um incentivo à salvaguarda e valorização dos monumentos e à aposta no turismo.

Teresa Barbosa washington post

segunda-feira, 25 de junho de 2012

A piroseira e o ridículo pela gestão do património


No Concelho de Reguengos de Monsaraz, existe uma povoação dentro de uma antiga fortificação construída durante a ocupação da Península Ibérica pelos árabes. Monsaraz é uma das mais preciosas jóias arquitectónicas portuguesas.
Conquistada aos Mouros pelo mítico Geraldo Geraldes Sem Pavor, um dos notáveis homens de armas coevo de D. Afonso Henriques, caiu novamente nas mãos da moirama e só foi reconquistada pelos exército de D. Afonso II, O Gordo, tendo tido Foral concedido por D. Afonso III. É uma beleza, um encanto e tanto os nacionais como os estrangeiros que nos visitam, percorrendo as suas bonitas ruas, pensam estar a viver um autêntico conto de fadas. Não ia lá já há alguns anos. Ao contrário de outros locais, tem tido um desenvolvimento harmónico sem desequilíbrio da sua traça medieval e sem atentados ao património natural e imóvel construído. E aquela antiga guardiã da liberdade portuguesa, contra os avanços dos sarracenos e dos castelhanos, continua a encantar quem a visita, incluindo os nossos “hermanos” e o visitantes oriundos do Norte de África.
Pois bem, este ano ia tendo um ataque de fúria quando verifiquei que na porta de entrada principal da Medieval Monsaraz, existem duas placas de mármore, à falta de uma, instaladas no granito, desfeando o bonito arco de entrada e atentando gravemente contra o património. Nem queria acreditar no que estava a ver.
O que rezavam tais dísticos horrorosos. Nem mais nem menos do que a visita de dois Presidentes da República. Mário Soares em 1987 e Jorge Sampaio igualmente em 1987. Uma aberração bem visível, supinamente pacóvia e de tremendo mau gosto. O fruto edificante das chamadas engraxadelas dos políticos medíocres que temos. Acredito que Mário Soares não saiba deste atentado contra o património edificado, perpetrado em seu nome. Quando lá for Cavaco Silva, lá vai outra horrorosa placa para a portada e assim sucessivamente...!
Havia tanto local dentro das muralhas para prantarem placas a comemorar uma trivial visita de um chefe de estado e foram logo escolher a porta principal para exibirem o seu mau gosto de ignaros e de incultos, manifestações de gente que pensa que a história começou no dia em que foram paridos e acaba no dia em que forem para o Quinto dos Infernos. Grandes filhos da mãe. Não encontro outro adjectivo para os apelidar.
Vou mandar esta carta para a Secretaria de Estado da Cultura. É preciso acabar com este tipo de bandalheiras que afrontam o nosso património e a memória colectiva portuguesa.
António Moniz Palme 2012

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Pelourinho de Colares - Em 2016 faz 500 anos que D. Manuel I concedeu novo foral a Colares

Nota Histórico-Artistica
Na Baixa Idade Média, Colares foi uma das mais importantes povoações do termo de Sintra e aquela que se localizava mais a Ocidente. Recebeu foral de D. Afonso III em 1255, pouco depois daquele monarca ter instalado a corte em Lisboa. Posteriormente, em 1385, a vila foi doada por D. João I a D. Nuno Álvares Pereira, condestável do rei e figura da máxima importância no contexto político-militar da nova ordem nacional saída da revolução de 1383-85 e consequente mudança dinástica.
Nos inícios do século XVI, a povoação já se encontrava na posse da coroa e foi nessa condição que D. Manuel I lhe concedeu foral novo, datado de 1516. Foi a partir desse acto refundador da autonomia administrativa de Colares que se edificou o actual pelourinho, ele próprio o símbolo monumental dessa mesma autonomia concelhia. A escolha pela sua localização não foi alheia a critérios simbólicos muito específicos, na medida em que se optou pela principal praça da vila, onde se desenvolviam as principais actividades comerciais do burgo e onde certamente se implantava o antigo edifício da Câmara, à sombra do castelo.
A estrutura e soluções decorativas do pelourinho confirmam a cronologia manuelina do conjunto. Ele encontra-se em posição elevada sobre a via pública, graças a uma plataforma octogonal de três degraus, parcialmente embebidos no solo. A base é prismática, tão ao gosto da época, decorada com três linhas horizontais de moldura, entrecruzadas por outros elementos verticais que asseguram uma ocupação homogénea do suporte. O fuste é cilíndrico e dotado de anel central que secciona este elemento em duas partes iguais. Mais uma vez, a tendência para o "horror ao vazio" decorativo materializa-se na superfície constantemente ocupada por motivos ornamentais, neste caso uma série contínua de linhas espiraladas intercaladas com rosetas. O coroamento da estrutura é feito através de um capitel octogonal desprovido de qualquer decoração, onde se apoiam quatro cogulhos de folhas de acanto e, superiormente, uma terminação piramidal em forma de cone espiralado.
A extrema semelhança deste pelourinho para com outros da zona de Lisboa (Azambuja, Vila Franca de Xira e Alverca), assim como de diversas regiões do país (NOÉ, 1990 e MARQUES, 2001, DGEMN, on-line), permite sugerir que ele se tenha ficado a dever a uma oficina de escultores e de canteiros especificamente vocacionados para a construção de pelourinhos manuelinos, ao abrigo da ampla reforma administrativa realizada por D. Manuel nas primeiras décadas do século XVI.
Durante os séculos seguintes, não consta que se tenham realizado substanciais modificações no monumento. Mesmo com a perda do estatuto municipal, Colares soube conservar o antigo símbolo da sua autonomia. Em 1951, todavia, encontrava-se em muito mau estado e ameaçava ruir, devido à abertura de profundas fendas causadas pela oxidação dos elementos de ferro. O restauro ficou a cargo da DGEMN que, no ano seguinte, deu início aos trabalhos. Substituíram-se, então, todas as peças de cantaria que denotavam intenso desgaste e retiraram-se os chumbadores de ferro para, em seu lugar, se colocarem elementos de latão. Mais recentemente, em 1997, o pelourinho foi alvo de uma segunda intervenção de restauro, a cargo da Escola Superior de Restauro de Sintra. O processo privilegiou uma limpeza a seco e a remoção de antigas massas e cimentos inadequados.
Classificado como MN - Monumento Nacional
Decreto de 16-06-1910, DG n.º 136, de 23-06-1910

domingo, 8 de janeiro de 2012

Jantar de Reis 2012: As primeiras imagens

Mais de três centenas de pessoas estiveram no Jantar de Reis, em Braga, que contou com a presença de S.A.R. o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança.
Em nome da organização, da qual tive o enorme prazer e honra de presidir, quero agradecer a todos os que tornaram este evento possível.
Foi um encontro de monárquicos e de muitos outros que acreditam em Portugal. Um encontro de vontades e contributos para ajudar a mudar e alterar o estado de sítio em que o nosso país se encontra.
Numa tertúlia à moda do “Clube dos Poetas Mortos”, D. Jorge Ortiga, Arcebispo de Braga e Primaz das Hispânias, Drº Agostinho Peixoto, presidente da Associação de Profissionais de Turismo de Portugal, Engº Abílio Vilaça, presidente da ADERE-Minho e Director Geral da Associação Comercial de Braga, Engº Francisco Pavão, Dirigente da CAP (Confederação dos Agricultores de Portugal) e S.A.R. Dom Duarte de Bragança, com a moderação da Drª Sílvia Oliveira, foram “lançando” ideias e soluções para Portugal.
Pela defesa dos produtos portugueses, pela defesa das micro, pequenas e médias empresas, pela defesa da promoção e comercialização dos nossos produtos, pela defesa da cultura e património nacional.
Utilizo este blogue, apesar de apensado a um logótipo partidário, somente por ser o meu único e pessoal. No entanto, o encontro foi “inodoro” partidariamente, onde diversas correntes político-partidárias estiveram presentes, e onde varias instituições, como Câmaras Municipais, Associações Comerciais, Industriais e de Desenvolvimento Regional, Confrarias, Santas Casas de Misericórdias, a Confederação dos Agricultores Portugueses, a Direcção Regional de Agricultura do Norte de Portugal, o Turismo Porto e Norte de Portugal, representantes de administrações hospitalares, a Associação Famílias, entre outras, se fizeram representar.
Depois dos valiosos contributos que brotaram deste encontro, certamente que Portugal ficará melhor.
O todos o meu bem haja.

Viva Portugal
Viva o Rei
Viva Dom Duarte II, Rei de Portugal

Manuel Beninger

Gritou-se bem alto e com paixão
REAL, REAL, REAL, POR DOM DUARTE II EL REI DE PORTUGAL

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

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I'm leaving today
I want to be a part of it
Braga, Braga