Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Os azulejos portugueses são um dos 12 tesouros da Europa, diz New York Times
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Amo-te, Portugal
sábado, 22 de março de 2014
Por Portugal e mais nada!
Obrigado e bem haja
sábado, 28 de dezembro de 2013
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
O 1.º de Dezembro sobreviveu à I República sendo o feriado civil mais antigo

O 1.º de Dezembro é o feriado civil mais antigo: sobreviveu à I República austera em festividades, ao Estado Novo que só recuperou os "dias santos" em 1952 e à chegada da democracia, que nunca aboliu feriados mas acrescentou vários ao calendário.
Menos de uma semana após a revolução republicana de 1910, um decreto acabou com os feriados religiosos e institui apenas cinco dias de 'folga nacional': o 1.º de Janeiro (transformado em Dia da Fraternidade Universal), o 31 de Janeiro (data da revolta republicana no Porto, em 1891), o 5 de Outubro (Dia da República), o 1.º de Dezembro (Dia da Independência e da Bandeira) e o 25 de Dezembro (que passou a Dia da Família).
O mesmo decreto permitia aos municípios escolherem um dia de celebração local, estando aqui a origem dos feriados municipais.
Os republicanos só aceitavam uma celebração civil vinda da monarquia: o 1.º de Dezembro, que celebra a restauração da Independência em relação a Espanha em 1640.
Este é um feriado nascido na segunda metade do século XIX, pela mão da então Comissão Nacional 1.º de Dezembro, mais tarde Sociedade Histórica da Independência Nacional, criada em 1861 como reacção "a um movimento iberista".
Com a chegada da República, reduzem-se assim a cinco os feriados nacionais. Mas esta austeridade durou pouco e, lentamente, foram-se acrescentando dias de ócio ao calendário, até aos actuais 13 (seis civis e sete religiosos).
Logo em 1912, os republicanos criam o 3 de Maio, para celebrar a descoberta do Brasil. E em 1929, já sob a ditadura que levaria ao Estado Novo, o feriado municipal de Lisboa passa a nacional, nascendo aqui o 10 de Junho, que começou por ser o Dia de Camões e Portugal, passou a Dia de Camões, de Portugal e da Raça em 1944 e é, desde, 1978, o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades.
"Curiosamente", sublinha Reis Torgal, o Estado Novo demorou décadas a mexer nos feriados e, em particular, a recuperar os religiosos, os "dias santos". Só o faz depois da assinatura da Concordata com a Santa Sé, em 1940, e o Ano Santo de 1951.
Mesmo o feriado da Imaculada Conceição, que é formalizado em 1948, é celebrado durante anos como o Dia da Consagração de Portugal a Nossa Senhora.
"Não se celebrava o dogma. O salazarismo manteve sempre a separação entre Estado e Igreja, apesar da grande influência da Igreja. Os feriados eram sempre celebrações cívicas", afirma o historiador.
Em 1952, Salazar acaba com o 31 de Janeiro e o 3 de Maio e junta três festas católicas à Imaculada Conceição (8 de Dezembro), ao Natal e ao 1.º de Janeiro, assim nascendo o Corpo de Deus (móvel), o 15 de Agosto (Assunção de Maria) e o Dia de Todos os Santos (1 de Novembro).
Os responsáveis pelo 25 de Abril de 1974 foram ainda mais rápidos do que os primeiros republicanos e, dois dias depois da Revolução dos Cravos, a data do golpe militar já era feriado, assim como o 1.º de Maio, o Dia do Trabalhador.
A democracia fez nascer mais dois feriados nacionais religiosos: a Sexta-feira Santa (em 1976) e o Domingo de Páscoa (em 2003).
Religiosos ou civis, republicanos ou monárquicos, os feriados mantêm uma característica: foram sempre associados a dias de ócio, sem trabalho, segundo Reis Torgal.
Fonte: Diário de Notícias
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Portugal e a Restauração da Independência Nacional
Cerimónias Comemorativas da Restauração da Independência

A Direcção da Sociedade Histórica da Independência de Portugal (www.ship.pt) convida-nos a todos para se juntarem a eles nas Cerimónias Comemorativas da Restauração da Independência, a realizar de acordo com o programa adiante em Lisboa. Estas cerimónias encerram o 150.º aniversário da mesma S.H.I.P.
Dia 1 de Dezembro de 2011
11H00 Içar das Bandeiras - No Palácio da Independência - .
12H00 Missa Solene invocativa ao 1º de Dezembro de 1640 - Na Igreja Paroquial de Santa Justa, no Largo de São Domingos.
16H00 Homenagem aos Conjurados - Na Praça dos Restauradores (com tribuna para nós, seus convidados).
17H00 Inauguração da Exposição Lusitânia Pátria Minha - pintora Maria Sobral Mendonça. - No Palácio da Independência.
18H00 Assinatura do Livro de Honra da SHIP - No Palácio da Independência.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Noite mágica qualifica-nos para o EURO-2012. VIVA PORTUGAL!
Noite mágica de Ronaldo e Companhia qualifica Portugal para o EURO-2012
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Esta é a ditosa pátria minha amada

"Esta é a ditosa pátria minha amada, à qual se o Céu me dá que eu sem perigo torne, com esta empresa já acabada, acabe-se esta luz ali comigo. Esta foi Lusitânia, derivada de Luso ou Lisa, que de Baco antigo filhos foram, parece, ou companheiros, e nela antão os íncolas primeiros."
Luís Vaz de Camões in Os Lusíadas
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
“Portugal, the beauty of simplicity”
Vídeo Promocional de Turismo de Portugal
O filme promocional turístico de Portugal foi premiado na Polónia, no Film, Art & Tourism Festival, o maior evento do mercado para apresentação e avaliação de filmes de promoção turística.
"Portugal, the beauty of simplicity" foi distinguido em Varsóvia na categoria "The best film promoting country, region or city" com o segundo prémio, entre 220 filmes internacionais candidatos.
O novo filme promocional de Portugal mostra um país que se distingue pela diversidade paisagística e monumental, pela cultura, pela modernidade e pelas inúmeras experiências que proporciona.
Produzido pela Krypton Films, o filme tem banda sonora do compositor português Nuno Maló, radicado nos Estados Unidos e com uma carreira internacional na área publicitária e na indústria cinematográfica de Hollywood.








