Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

Mostrar mensagens com a etiqueta Real Confraria do Vinho Alvarinho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Real Confraria do Vinho Alvarinho. Mostrar todas as mensagens

domingo, 6 de janeiro de 2013

Real Confraria do Vinho Alvarinho: Confraria báquica nasce para defender e promover vinho Alvarinho


Falar de Alvarinho é falar de Melgaço e Monção. Razões naturais de microclima e solo, fizeram da sub-região delimitada por estes dois concelhos, não só o berço, mas o solar do Alvarinho, pois proporcionam a este vinho uma elevada tipicidade.
A casta Alvarinho é considerada, por muitos, a melhor casta branca enxertada nas vinhas portuguesas. A sua raridade, a baixa produção e, principalmente, o facto de dar origem a vinhos únicos em termos de aroma e sabor, leva a que as uvas Alvarinho sejam as mais valiosas e bem pagas de todo o País. Tal facto faz com que o vinho Alvarinho seja um vinho nobre e com grande capacidade de concorrência nos mercados nacionais e internacionais, que talvez poucos vinhos portugueses terão.
Esta casta só se produz até 200 metros de altitude, sendo nesta sub-região (concelhos de Melgaço e Monção) onde existem as condições ideais de  microclima e solo para o cultivo e maturação  desta uva única e genuína.

A casta Alvarinho é considerada uma das mais nobres castas brancas existentes em Portugal. Num país em que a grande maioria dos vinhos é de lote (vinhos elaborados com várias castas), os vinhos Alvarinhos foram os primeiros monocastas a se diferenciarem.
O cacho de uvas Alvarinho é pequeno, pouco compacto e com uma forma peculiar, a “asa”. O bago é de tamanho médio, redondo, de cor amarela chegando a tons rosados quando bem maduro.
A uva Alvarinho é cultivada sobretudo nos municípios de Melgaço e Monção, uma pequena subregião ao norte dos Vinhos Verdes.
Entronização de S.A.R. O Senhor Dom Duarte como Cavaleiro da Real Confraria do Vinho Alvarinho.
Palácio da Brejoeira, Julho de 2011
A Real Confraria é uma entidade de direito privado e tem por objecto a promoção, divulgação, valorização e defesa do vinho Alvarinho produzido na sub-região de Monção e Melgaço.
As videiras de Alvarinho produzem poucos cachos. O rendimento das uvas também é pequeno, sendo necessários 1,6 Kg de uva para fazer uma garrafa de 0,75 litro. Nas outras castas o normal é 1,0 Kg de uva para uma garrafa. Estas são as razões que justificam o preço mais alto deste vinho.
Os vinhos Alvarinhos atingem facilmente a graduação alcoólica de 13%, os aromas são intensos a frutos citrinos (laranja e limão) e tropicais (manga e maracujá). São vinhos encorpados e com uma bela frescura ácida. Estas qualidades permitem que o Alvarinho possa ser consumido com até cinco anos de vida, o que não é comum nos outros Vinhos Verdes.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Jantar de Reis 2012: As fotografias (1)

EM DEFESA DOS PRODUTOS REGIONAIS E LOCAIS E DO COMERCIO TRADICIONAL

A sala preparada para receber os ilustres convidados
 Entrevista ao jornalista Manuel Costa
Engº Miguel Queimada da Real Confraria do Vinho Alvarinho
Apresentação dos produtos regionais e locais
Drº  José Lacerda e Megre, da Confraria do Vinho Verde
 Manuel Costa (esq.) e Domingos e António Mendes (dir.) acompanham a Real Confraria do Vinho Alvarinho na apresentação do seu produto
Drª  Sónia e Drº Paulo (esq.), Drº António Macedo, presidente da Associação Comercial de Braga (ao fundo) e Drº Botelho Machado (dir.)
 António Moniz Palme (à esq.), Fernando Menezes (de costas) e Isabel Menezes
 Entrevista à TV Minho
 A Confraria do Abade e a apresentação do seu produto: o Pudim Abade de Priscos. Huummm…
 O Estandarte da Confraria Panela ao Lume
Produtos locais e regionais. Apresentação de produtos à base do leite de cabra, como por exemplo, o sabonete.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Entronização de S.A.R O Senhor Dom Duarte como Cavaleiro da Real Confraria do Vinho Alvarinho - Palácio da Brejoeira (5)

Jornal “A Terra Minhota” de 15 de Julho de 2011, pág. 10


Alvarinho é “um dos melhores vinhos portugueses”

O Duque de Bragança, D. Duarte Pio, defendeu uma maior aproximação a Espanha na cerimónia de Entronização na Real Confraria do Alvarinho. O também deputado na Assembleia da República considera que esta instituição deveria “integrar mais produtores de Alvarinho galegos” numa política de aproximação com os “nossos irmãos separados”. Entronizado como Confrade Honorário, D. Duarte Pio foi um dos 34 novos membros comprometidos com a Real Confraria, na cerimónia realizada no dia 9 de Julho.

“Foi uma cerimónia muito bonita e é um convívio com gente muito interessada nos produtos de qualidade”, dizia o novo Confrade da Real Confraria. Acrescentando que “esta gente tem feito uma promoção muito boa de um dos melhores vinhos portugueses, provavelmente o melhor vinho português”.

D. Duarte Pio acredita que a exportação deve ser a aposta. “Tudo que podermos exportar de bom, devemos fazê-lo, até para compensar a enorme dívida, que os irresponsáveis que nos têm governado conseguiram criar. Receberam centenas de toneladas de ouro da segunda República e milhões da União Europeia para pôr o país na Bancarrota”, constatou o agora deputado da Assembleia da República.

Sem pôr em causa a estrutura política da Galiza, D. Duarte Pio salienta que “não há razão nenhuma para não haver uma maior aproximação entre galegos e portugueses. Nós somos, realmente, povos irmãos. Muito mais próximos até que os castelhanos”.

O grão-mestre da Real Confraria explica que esta nova Entronização, com a presença de D. Duarte, torna a Confraria “duplamente real. A nossa Confraria chamava-se Real pelo Alvarinho, mas agora passa a ser duplamente real, porque temos o D. Duarte como Confrade”, concluiu José Pinheiro. Com mais estes 34 confrades, são já 195 as personalidades, que se comprometem a “fazer tudo em prol do Alvarinho”.

O administrador do Palácio da Brejoeira, que recebeu pela segunda vez uma cerimónia de Entronização, mostrava-se satisfeito. “Receber esta V Entronização é também dar continuidade ao trabalho que estamos a desenvolver no Palácio”, refere Emílio Magalhães, completando que “a entronização de D. Duarte veio honrar a confraria e para nós é um prazer”.

A completar um ano de “portas abertas”, o Palácio da Brejoeira já recebeu mais de 25 mil visitantes. Para o administrador ainda há muito caminho a fazer, apostando na diversificação das iniciativas.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Entronização de S.A.R O Senhor Dom Duarte como Cavaleiro da Real Confraria do Vinho Alvarinho - Palácio da Brejoeira (4)

Jornal “A Terra Minhota” de 15 de Julho de 2011, pág. 11


Concerto da Orquestra no exterior do Palácio premeia Entronização

Mais de oitenta músicos subiram ao palco, localizado na frontaria do Palácio da Brejoeira e encantaram os confrades da Real Confraria, familiares e amigos. Acompanhados pelo pianista António Rosado e pelo maestro alemão Ernest Schelle, alguns alunos da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo deram o penúltimo concerto em Monção.

A directora da escola considerava estar expectante com o concerto no exterior, porque “o palácio é fantástico, e nós nunca fizemos um concerto ao ar livre. É evidente que isto traz dificuldades acrescidas em termos de equilíbrio e sonoridade”, referia Carla Soares Barbosa.

Se Monção foi estreia para a Orquestra dar um espectáculo no exterior também ficará marcado para aqueles que deram o penúltimo concerto, enquanto elementos integrantes na Orquestra Sinfónica, pois muitos deles terminam este ano o percurso escolar naquela instituição. “Esta Orquestra está integrada na Escola Profissional de Viana do Castelo, e como tal funciona naquela cidade. Recebe alunos de todo o distrito e de outros distritos de Portugal”. A directora da escola explica que a escola promove um ensino com uma componente artística e científica ligada à música, integrando jovens dos 14 aos 18 anos.

A estreia de um concerto no exterior aconteceu no primeiro concerto com a presença do pianista António Rosado. “Estamos com um solista fantástico. António Rosado toca connosco pela primeira vez e para os jovens é uma experiência muito boa. Estamos a fazer estágios, ou seja, formação em contexto de trabalho e é uma honra receber o António Rosado e o Ernest Schelle”.

terça-feira, 12 de julho de 2011

S.A.R., O Senhor Dom Duarte, em entrevista à Porto Canal - Palácio da Brejoeira

S.A.R. O Senhor dom Duarte, no passado dia 9 de Julho, na V Entronização da Real Confraria do Vinho Alvarinho, no Palácio da Brejoeira, para a estação de televisão Porto Canal.

“Tudo o que pudermos exportar de bom, temos que exportar, até para conseguir compensar a enorme dívida que os irresponsáveis que nos tem governado conseguiram criar.

Receberam centenas de toneladas de ouro da segunda república e milhões da união europeia para porem o país na banca rota.

E agora temos todos de trabalhar para conseguir exportar”.


Entronização de S.A.R., O Senhor Dom Duarte, no Palácio da Brejoeira,nos sites internacionais (1)

A cerimónia de Entronização de S.A.R., O Senhor Dom Duarte Duque de Bragança, pela Real Confraria do Vinho Alvarinho, no Palácio da Brejoeira do passado dia 9 de Julho, teve destaque importante nos sites internacionais.

O Gotha d’hier et d’aujourd’hui publicita o evento:

Le duc de Bragance intronisé à Monçao.

Le 9 juillet 2011, le duc de Bragance a été intronisé chevalier de la Confrérie du vin (vert) d'Alvarinho”.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Entronização de S.A.R O Senhor Dom Duarte como Cavaleiro da Real Confraria do Vinho Alvarinho - Palácio da Brejoeira (3)


S.A.R., O Senhor Dom Duarte, acompanhado por Emílio Rocha Sousa Magalhães, administrador do Palácio da Brejoeira, Drº Luís Manuel Rodrigues Gonçalves Rufo, Grão-mestre da Confraria do Vinho Verde e Sílvia Oliveira, deputada municipal na Assembleia Municipal de Braga.

O Senhor Dom Duarte, entrevistado pela Porto Canal e restante comunicação social presente.

A revista Caras entrevista S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança.
S.A.R., O Senhor Dom Duarte Duque de Bragança, na visita guiada ao Palácio da Brejoeira.

Jantar, na Avenida das Tílias, nos jardins do Palácio da Brejoeira.
Concerto pela Orquestra Sinfónica da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, dirigida pelo maestro Ernst Schelle, contando no piano com António Rosado.
Mais informações sobre o evento:

domingo, 10 de julho de 2011

Entronização de S.A.R O Senhor Dom Duarte como Cavaleiro da Real Confraria do Vinho Alvarinho - Palácio da Brejoeira (2)


S.A.R., O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, após a Entronização como Cavaleiro da Real Confraria do Vinho Alvarinho, participou no cortejo com os Mestres, Oficiais e Enófilos da Real Confraria, contando também com a presença da Confraria do Vinho Verde.
Mais informações sobre o evento:

Entronização de S.A.R O Senhor Dom Duarte como Cavaleiro da Real Confraria do Vinho Alvarinho - Palácio da Brejoeira (1)

S.A.R., O Senhor Dom Duarte acompanhado por Emílio Rocha Sousa Magalhães, administrador do Palácio da Brejoeira, Eduardo da Costa Seixas e José Aníbal Marinho, presidente da direcção da Real Associação de Viana do Castelo (da esquerda para a direita).

S.A.R., O Senhor Dom Duarte Duque de Bragança, brindando com Dona Hermínia de Oliveira Paes, actual residente no Palácio e accionista maioritária da sociedade anónima que detém o monumento, tendo ao seu lado direito, o deputado Abel Baptista, eleito pelo CDS-PP.

S.A.R., O Senhor Dom Duarte, com o Conde de Calheiros, Francisco Silva de Calheiros e Menezes.

Entronização de S.A.R O Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, como Cavaleiro da Real Confraria do Vinho Alvarinho, no Palácio da Brejoeira em Monção, no dia 9 de Julho de 2011.
Mais informações sobre o evento:

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Programa da solene Cerimónia onde S.A.R. o Senhor Dom Duarte será entronizado como Cavaleiro da RCVA

Programa do próximo dia 9 de Julho, cerimónia que irá decorrer no Palácio da Brejoeira em Monção, onde S.A.R. o Senhor Dom Duarte será entronizado como Cavaleiro da Real Confraria do Vinho Alvarinho:


17h00 Chegada ao Palácio

17h30 Desfile Inicial.

18h00 Entronização

19h00 Visita ao Palácio

20h00 Jantar volante

21h30 Concerto de música clássica (a Orquestra Sinfónica de EPMVC e o pianista António Rosado serão dirigidos pelo Maestro Ernst Schelle)

24h00 Final


Na mesma Cerimónia o Dr. Paulo Sacadura Cabral Portas, Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros será também entronizado como Cavaleiro da RCVA.


Com os melhores cumprimentos,

José Afonso Pinheiro

Grão-Mestre

Real Confraria do Vinho Alvarinho