Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Quarta República

Porque o conformismo e a indiferença não são uma opção!
Bilderberg 2011
Clara Ferreira Alves à chegada a St. Moritz.

Viva!
Terminou o encontro anual do grupo Bilderberg. Francisco Pinto Balsemão, este ano, levou António Nogueira Leite e Clara Ferreira Alves até à estância suissa de St. Moritz. A lista dos participantes pode ser vista aqui.
Para a história deste encontro entre elites que se colocam acima da lei, fica o murro no nariz do eurodeputado Mario Borghezio: ao que parece, esta gente trata os representantes eleitos pelos europeus com a mesma falta de respeito que têm pelos cidadãos comuns.
Quanto à «hipotética dra. Clara Ferreira Alves», o crocodilo vai ganhar asas… Vamos esperar para ver em que posição vai ser colocada!


Cumprimentos!
António Gaito

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Comissão europeia contra emigração de jovens


O comissário europeu dos assuntos sociais, Laszlo Andor, mostrou-se muito preocupado com a emigração de jovens europeus para outras paragens, nomeando "Brasil, Angola e Moçambique", numa mensagem que parece desenhada para chocar com o apelo à emigração feito pelo primeiro-ministro português, Passos Coelho. Andor não apenas critica a perda de uma "geração inteira" como também recorda o "custo financeiro" que isso acarreta.
"Alguns jovens já estão a sair da Europa para encontrar emprego em países como os EUA, o Canadá, Austrália ou o Brasil, Angola e mesmo Moçambique dependendo da sua língua de origem", lamentou o comissário. "Esta tendência não pode continuar: não apenas arriscamos perder uma geração inteira mas também há um custo financeiro. Há, aliás, um recente estudo europeu concluiu que o fardo dos actuais níveis de desemprego para a sociedade é de cerca de dois mil milhões euros por semana ou um pouco mais de 1% do PIB da UE". E por isso, a comissão de Durão Barroso "apela de forma urgente à acção europeia mas também nacional e local" para travar esta sangria geracional.
O primeiro-ministro português afirmou em entrevista ao correio da manhã que "nos próximos anos haverá muita gente em Portugal que, das duas uma, ou consegue estar disponível para outras áreas ou, querendo manter-se sobretudo como professores, podem olhar para todo o mercado de língua portuguesa e encontrar aí uma alternativa". Indicou mesmo um destino: o Brasil - que tem "uma grande necessidade, ao nível do ensino básico e secundário, de mão-de-obra qualificada".
Fonte: Económico

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Portugal atravessa uma das maiores crises da sua longa vida.

Crise que, disfarçada por enganosas facilidades, foi silenciosamente avançando assumindo hoje consequências dolorosas para as pessoas, famílias e empresas.

A soberania de Portugal está gravemente ameaçada. A História, na crueza dos seus factos, revela-nos que, sempre que o País ficou enfraquecido, aumentou a vulnerabilidade à perda da sua Independência. Até a razão por que hoje aqui nos encontramos, comemorando a Restauração da Independência de Portugal, pretende, por alguns, ser desvalorizada face à ameaça de extinção do feriado evocativo do Dia que mais devia unir todos os portugueses. Sinal dos tempos…

A actual e humilhante dependência de Portugal dos credores internacionais é comparável à que resultou da crise financeira de 1890-1892, com tão graves consequências para a Nação e que levou ao fim do Regime da nossa Monarquia Democrática.

Tão importante como resolver a complexa situação interna que exige inevitáveis medidas de austeridade, é analisar as razões que nos levaram ao estado em que hoje nos encontramos. Torna-se urgente proceder, através de um amplo debate nacional, a uma rigorosa e descomplexada análise dos modelos económico e político que estiveram na origem do depauperamento do Estado. Cada vez é mais notório que os portugueses não se revêem no modelo de representatividade política em vigor.

Será que o Povo se identifica com os seus formais representantes?

Será que a nossa Democracia deverá ficar confinada a um modelo que já demonstrou não ser suficiente e eficaz? Porque não considerar outras formas de representação popular complementares, através de outro tipo de representantes mais directamente relacionadas com a população, por exemplo, oriundos dos Municípios, modelo este com raízes profundas nas tradições históricas e culturais de Portugal? Também no campo económico, necessitamos trabalhar para melhorarmos a nossa auto-suficiência, através de estímulos e incentivos para o desenvolvimento da indústria nacional e da recuperação prioritária das actividades agrícolas e relacionadas com o Mar. É inaceitável e perigoso que a maior parte dos alimentos que consumimos venha do estrangeiro! Como repetidamente tenho alertado em anteriores Mensagens e entrevistas, no actual contexto, o aprofundamento consequente das relações culturais e económicas entre os países lusófonos, mais do que um objectivo, constitui uma verdadeira necessidade estratégica que, por natural, reúne todas as condições quer para o sucesso do desenvolvimento dos seus Estados quer para o aumento do bem-estar das suas populações.

Do muito que se pode fazer neste domínio cito como exemplo a criação de um espaço económico comum aos países da CPLP, integrando a troca de bens produzidos no seu âmbito e o intercâmbio de jovens universitários ou em formação profissional. Acredito que CPLP deveria evoluir para uma Confederação de Estados Lusófonos. Antes da crise económica e financeira, já se encontrava instalada uma crise de ordem moral e ideológica.

Os tempos são difíceis mas poderão ser mais facilmente suportáveis se os portugueses estiverem cientes de que o esforço que lhes está a ser exigido se justifica para salvar a Pátria. É preciso mudar o estilo de vida que artificialmente foi cultivado nas últimas décadas e adequarmos os nossos hábitos à realidade do País. Exige-se, para tal, uma rigorosa responsabilização moral que começa pelos Governantes que, mais do que nunca, devem esclarecer com verdade as suas acções, começando por informar a Nação sobre o concreto destino dos avultados financiamentos resultantes dos compromissos assumidos pelo Estado Português ao abrigo do Plano de Assistência Económica e Financeira – “As boas contas fazem os bons amigos!”Perante a herança que as próximas gerações vão receber, é nosso dever, no mínimo, contribuir para lhes facultar as melhores ferramentas para o seu futuro e o de Portugal: educando-os e formando-os com respeito pelos princípios da honra, da responsabilidade e do amor à Pátria.

A dúvida que hoje se coloca não é a de que País vamos deixar aos nossos filhos mas sim que filhos devemos deixar ao nosso País. Confio na força anímica que, como Povo, sempre soubemos revelar perante os desafios mais difíceis. Especialmente na nossa juventude, que bem preparada, com a sua criatividade, generosidade e determinação, conseguirá restaurar Portugal!

Acredito que os nossos governantes tirem conclusões dos erros passados e que tenham a inteligência e vontade de corrigir o que ainda for possível emendar colocando Port. acima dos interesses partidários.

Assim Deus nos ajude!

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Saddam, Mubarak, Kadafi, Duarte Lima… é preciso acabar com esta carbonária

Detenção de Duarte Lima. Segundo o seu advogado, Duarte Lima é um homem de “fibra” (!??!?)

Para a "forca" com aqueles que levaram o país para a situação em que nos encontramos, atulhado em dividas, nos favores aos amigos e "tachos".

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

PORTUGAL, LEVANTA-TE! INDIGNA-TE! MANIFESTA-TE!

Força Portugal! Chega de faltas de auto-estima - é cadeia com essa geração criminosa e encarar de frente o futuro!

Perante a nossa justiça, mole e tardia, resta-nos as palavras duras do POVO OFENDIDO.

Passou hoje no telejornal. Não é todos os dias que se vê uma coisa destas. É o despertar da nossa consciência social.

Os "pequenos delitos" destes "senhores" é que nos deixaram no estado em que hoje estamos!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

S.A.R., O Senhor Dom Duarte defende que políticos devem ser responsabilizados por má gestão se houver má fé ou obtenção de benefícios

O pretendente ao trono português, Duarte Pio de Bragança, defende que os políticos sejam responsabilizados por má gestão quando tenha havido má fé ou obtenção de benefícios e admite que a actual situação de Portugal deve ser alvo de análise.

«É preciso moralizar a classe política. Como em qualquer profissão ou actividade, os políticos devem ser responsabilizados», disse à Lusa Duarte Pio de Bragança.

«Não podem ser perdoadas as práticas de má gestão quando foram praticadas com má fé e para obter benefícios», sublinhou o chefe da casa real portuguesa, dando como exemplo «grandes fortunas que abençoaram inexplicavelmente famílias de alguns políticos».

Questionado sobre a possibilidade de ser aberto um inquérito parlamentar para apurar responsabilidades sobre a actual situação económica do país, como aconteceu na Irlanda, Duarte Pio admitiu ser necessário fazer uma análise.

«Quando uma situação corre mal, é necessário fazer uma análise para perceber o que aconteceu e para que não se repita no futuro. Esta situação não é diferente», concluiu.

A crise financeira já foi alvo de investigações em dois países europeus - Islândia e Irlanda - e nos Estados Unidos, sendo que o Reino Unido decidiu investigar também as respostas da própria Comissão Europeia à crise.

Desde o eclodir da crise financeira nos Estados Unidos, mais visível na segunda metade de 2008, a Islândia ficou à beira da bancarrota e Grécia, Irlanda e Portugal tiveram de pedir apoio financeiro a Bruxelas e ao Fundo Monetário Internacional.

No caso da Islândia, a comissão especial de investigação à crise levou a acusação do primeiro-ministro, do governador do Banco Central da Islândia, e de outros cinco responsáveis do governo islandês por falhas graves em prevenir o colapso do sector bancário.

Também acusados no mesmo relatório de «grandes» responsabilidade na crise da Islândia estão os bancos islandeses, em especial os três maiores - Glitnir, Kaupthing e Landsbanki - pelas práticas abusivas e o uso pessoal dos recursos dos bancos.

Na Irlanda, a investigação destacou a «mania especulativa nacional», centrada no mercado imobiliário, tendo sido apontado como os três grandes responsáveis os bancos por baixarem os padrões para emprestar, os auditores externos por não detectarem os problemas acumulados nos bancos e autoridades públicas por conhecerem os problemas e as estratégias arriscadas e por não fazerem nada para o impedir.

A Comissão Europeia criou também uma comissão especial para avaliar a dimensão da crise, o impacto na União Europeia e nos Estados-membros, e propor medidas para os diversos sectores da economia e de política.

Em outros países, têm sido abertos alguns inquéritos separados para investigar matérias específicas, caso da Grécia com os inquéritos ao Citigroup e de Portugal às agências de «rating», na sequência de uma queixa apresentada por particulares.

Fonte: TVI 24

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Um perfeito imbecil

Miguel Relvas, o verdadeiro primeiro-ministro do governo do senhor Coelho, em entrevista à TVI, deu a entender que o corte dos subsídios de Natal e de férias pode ser estendido ao sector privado e vigorar, não por dois anos, mas para sempre. Adiantou que “muitos países da União Europeia só têm doze vencimentos”, e deu como exemplo a Holanda, a Inglaterra e a Noruega.

O senhor Relvas, ou é estúpido, ou quis fazer de nós estúpidos: ganhando 14 meses, o salário mínimo em Portugal rende anualmente 6.790 Euros; ganhando os tais 12 meses, em Inglaterra rende 11.692 Libras (13.296 Euros), e na Holanda 16.783 Euros (fonte: Wikipedia); na Noruega não há salário mínimo, os salários são fixados por negociações entre patrões e sindicatos, mas a remuneração média mínima era em 2010 de 354 mil Coroas, aproximadamente 46.138 Euros (Fonte: Statistisk sentralbyrå).

É de gente deste jaez que o governo da nação é servido. Não sabem do que falam, não sabem do que tratam, mas decidem. Sempre a favor dos negócios que os lá levaram, mesmo que isso signifique deixar os seus concidadãos na maior das misérias.

Fonte: Aventar

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Refeitório social de Viana do Castelo servia 10 refeições por dia, agora serve 72

A crise fez disparar a procura do refeitório social da Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, em Viana do Castelo, um boom que obrigou à ampliação das instalações e ao reajustamento do protocolo com a Segurança Social.

«A procura tem aumento muito, mesmo muito. Há gente que até há bem pouco tempo estava bem na vida e que agora nos vem bater à porta. Alguns até preferem trazer a marmita e levar a refeição para casa, por vergonha de serem vistos», disse um dos responsáveis pelo refeitório.

Segundo Gílio Vazenga, o aumento de utentes obrigou à adequação do protocolo com a Segurança Social à nova realidade.

«Tínhamos um protocolo para servir 10 almoços por dia, agora temos para 36 almoços e 36 jantares. Ou seja, para 72 refeições diárias», referiu, sublinhando que o serviço é inteiramente gratuito.

O responsável ressalvou, no entanto, que um «ponto de honra» daquele refeitório é «não dizer que não» a quem bate à porta.

«Estamos constantemente a servir refeições extra-protocolo. Quem nos bate à porta não sai daqui sem levar o estômago confortado», referiu.

O funcionamento do refeitório, assegurou Gílio Vazenga, obriga a «uma grande ginástica financeira», mas o Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora de Fátima «lá tem conseguido levar a água ao seu moinho, muito graças aos contributos da população».

Além do refeitório social, a instituição também leva diariamente a refeição ao domicílio de cerca de 30 idosos que vivem sozinhos.


Fonte: Lusa/SOL

terça-feira, 6 de setembro de 2011

E esta, hein?

Que tal uma contribuiçãozinha para ajudar a pagar aos "amigos" da troika?

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Exemplos que ajudavam

Depois da subida do preço dos transportes, do corte no mês de Natal (cerca de 50%), a semana passada ficou marcada pelos brutais aumentos do IVA na electricidade e no gás (industrial).

Uma subida de 6% para 23% faz mesmo mossa, da grande. Maiores vítimas, as do costume, que trabalham e pagam os seus impostos, os que em nada concorreram para esta crise.

Os responsáveis pelo descalabro do país, esses estão na melhor, nunca são responsabilizados.

Este aumento vai fazer tremer as frágeis tesourarias das pequenas e médias empresas e acrescentar dores de cabeça a quem tem de virar-se do avesso, para aguentá-las de pé.

Vamos levando porrada, uma com data marcada e outra já anunciada. Uma coisa que o governo Passos/Portas tem cumprido é dizer a verdade. Amarga e cruel. Mas tarda em chegar o tempo dos cortes na gordura do Estado. Compreende-se a demora pela grande complexidade da medida que vai mexer com interesses instalados, direitos adquiridos, os boys de todas as cores.

E isto tanto mais dói quando se sabe que há 150 mil funcionários do Estado com direito a descontos na CP; que um motorista do Secretário da Cultura ganha quase mil contos/mês; que Cavaco Silva, que pede sacrifícios ao povo, nos custa 16 milhões de euros/ano, ele e seus 24 consultores, ele e os seus 12 assessores, e todo o pessoal que trabalha no Palácio de Belém (o dobro do rei D. Juan Carlos, de Espanha, e um dos presidentes que gasta mais na Europa); que também temos de pagar (por alma de quem?) pensões e benefícios adquiridos aos ex-presidentes da República.

E, por falar em Monarquia, fica aqui um bom exemplo: quando, em 1892, Portugal entrou em bancarrota, o rei D. Carlos prescindiu de 20% dos dinheiros gastos no palácio… Que “reis” da República, mãos largas para uns, mirradas para outros, têm tomates para fazer igual? Isso ajudava a acreditar no sonho…

Armor Pires Mota


Fonte: “Jornal da Bairrada” de 18 de Agosto de 2011

terça-feira, 12 de julho de 2011

S.A.R., O Senhor Dom Duarte, em entrevista à Porto Canal - Palácio da Brejoeira

S.A.R. O Senhor dom Duarte, no passado dia 9 de Julho, na V Entronização da Real Confraria do Vinho Alvarinho, no Palácio da Brejoeira, para a estação de televisão Porto Canal.

“Tudo o que pudermos exportar de bom, temos que exportar, até para conseguir compensar a enorme dívida que os irresponsáveis que nos tem governado conseguiram criar.

Receberam centenas de toneladas de ouro da segunda república e milhões da união europeia para porem o país na banca rota.

E agora temos todos de trabalhar para conseguir exportar”.


segunda-feira, 20 de junho de 2011

Póstroika

Uma oportunidade para se fazer a mudança e reestruturar Portugal!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

XIX GOVERNO CONSTITUCIONAL

O novo Governo é o seguinte:

  • Finanças - Vítor Gaspar
  • Economia - Álvaro Santos Pereira
  • Negócios Estrangeiros - Paulo Portas
  • Defesa - Aguiar-Branco
  • Justiça - Paula Teixeira da Cruz
  • Administração Interna - Miguel Macedo
  • Ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares - Miguel Relvas
  • Segurança Social - Pedro Mota Soares
  • Educação e Ensino Superior - Nuno Crato
  • Agricultura, Ambiente e Território - Assunção Cristas
  • Saúde - Paulo Macedo

Público

quinta-feira, 15 de julho de 2010

"Quero o PPM de volta ao Governo" (2)

Disse a este jornal que o PPM não apoiaria, para já, qualquer candidato à corrida a Belém. No entanto, o PPM Açores deu o seu apoio a Fernando Nobre. Quer clarificar a sua posição?

Sim. O PPM não decidiu, para já, apoiar qualquer candidatura presidencial. No entanto eu, em termos exclusivamente pessoais, anunciei, muito antes de passar a ser o Presidente do Partido, o apoio à candidatura do Dr. Fernando Nobre.

Este apoio é de natureza pessoal e não vincula o Partido nos Açores ou no resto do país.

Devo dizer que se já fosse Presidente do Partido, há data em que anunciei esse apoio, não teria, certamente, tomada essa posição, uma vez que este tipo de situações cria, inevitavelmente, equívocos. Agora, resta-me cumprir a palavra dada ao Dr. Fernando Nobre. Vejo nele um homem altruísta, um patriota e alguém desligado de obrigações partidárias.

Como monárquico defendo a existência de um Chefe de Estado hereditário, um árbitro isento, preparado e carismático – pelos valores históricos e nacionais que encarna – do sistema político. Como cidadão desta República decadente não me isento de escolher – dentro da mediocridade do sistema – a situação que melhor foge ao regime de tutela partidária (do PS ou do PSD) sobre a Chefia do Estado.

Um dos maiores princípios não escritos do PPM é que se extinguirá no momento em que o regime em Portugal voltar à monarquia. Concorda?

Sim. A principal razão da nossa existência, para além de um Programa partidário muito rico em causas nacionais, tem a ver com a defesa de um sistema constitucional monárquico à semelhança dos que existem em países tão desenvolvidos e estáveis como a Suécia, a Holanda, a Nova Zelândia, a Bélgica, a Grã-Bretanha, o Luxemburgo, o Canadá, a Espanha, a Austrália, a Dinamarca, a Noruega, o Japão e muitos outros.

Somos monárquicos que acreditamos que a alteração do nosso sistema de governo se deve fazer no âmbito da luta partidária e democrática.

Aliás, os republicanos fizeram o mesmo durante a nossa monarquia constitucional.

O Partido Republicano Português obteve várias vezes representação parlamentar e diversas figuras emblemáticas da I República, como o Afonso Costa ou o Manuel de Arriaga, integraram o Parlamento da Monarquia Constitucional Portuguesa.

O que se passou é que como nunca lograram ganhar nas urnas decidiram matar o Rei e provocar um golpe de Estado contra um Governo eleito democraticamente. A seguir o PRP criou um regime não democrático, em que através da coacção e do assassinato político logrou ganhar todas as eleições que se realizaram durante a I República (sendo que apenas votava 30 por cento da população masculina, algo confrangedor quando comparado com os 70 por cento da população masculina que votava na monarquia).

Em síntese, manter-nos-emos fiéis aos mecanismos democráticos e deixamos métodos como o assassinato político e a revolta armada para o cardápio comemorativo da República. Se viermos a ser novamente uma monarquia, o Partido Popular Monárquico extinguir-se-á ao contrário do que fez o Partido

Republicano Português que se dedicou o melhor do seu tempo a tentar extinguir a oposição política.

Os monárquicos em Portugal parecem divididos entre os apoiantes de D. Duarte e os detractores. Faz sentido? Deve o PPM participar nessa luta?

Não faz nenhum sentido e nós não participamos, nem promovemos, esse género de questões.

Para si, quais os valores que o partido defende e que mais nenhum, em Portugal, considera? O que me fará votar PPM?

Os nossos valores são, glosando o que disse em determinada altura o primeiro-ministro que temos a infelicidade de nos governar: ”Portugal, Portugal … Portugal”.

O Partido Popular Monárquico é o único partido que defende, do ponto de vista programático e estatutário, a criação de uma monarquia constitucional. Ou seja, uma alteração do regime político vigente e uma alternativa real para Portugal. Quando a situação económica e político-partidária do país entrou em colapso em 1926, a solução encontrada por alguns sectores foi um Golpe de Estado que deu origem à ditadura militar e ao Estado Novo. Por sua vez, o envelhecimento e a decadência do regime que sucedeu à I República teve como desenlace final o golpe militar de 1974.

Actualmente vivemos, novamente, uma situação de ruptura económica, social e política. O sistema político está arruinado pela lógica de facção e o triunfo da mediocridade dos carreiristas políticos. A situação orçamental do Estado é dramática, mas os agentes político-partidários estão reféns do sistema clientelar que criaram e demonstram total incapacidade de inverter o rumo dos acontecimentos. O sistema judicial está transformado num caos e é refém do sistema partidário vigente.

Nesta situação, algo tem de mudar antes que se instale a desordem, a bancarrota e o caos. Tudo precisa de começar de novo, de forma a extirpar os cancros instalados no corpo da nação. A solução não passa, nos nossos dias, por um pronunciamento militar. A solução passa pela regeneração do sistema político, através da criação de uma monarquia constitucional. Pelo surgimento e afirmação de novos partidos políticos imbuídos de um forte sentimento patriótico e libertos das clientelas tradicionais. Tudo isto arbitrado, com total isenção, por um Rei que seja fonte e garante da unidade da nação portuguesa. A restauração da monarquia portuguesa é a única válvula de escape que nos resta para regenerar o país. Não existe outra alternativa.

O PPM tem todas as condições para corporalizar uma alternativa real ao actual regime. Descrevemos, nesta entrevista, os nossos propósitos para o futuro, mas o nosso passado, enquanto partido de governo (1979-1983), não deixa dúvidas em relação à firmeza da nossa proposta política: foi nossa a iniciativa parlamentar de extinguir o Conselho da Revolução (1982) e o consequente início do trilho rumo a uma sociedade verdadeiramente pluralista e democrática, livre de tutelas político-militares de natureza marxista.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

"Quero o PPM de volta ao Governo" (1)

“QUERO O PPM DE VOLTA AO GOVERNO”

Paulo Estêvão viu cair-lhe o PPM no colo depois da saída inexplicada de Nuno Câmara Pereira. A o Diabo, diz que esta disponível para assumir o partido, explica o que quer e volta a dar ambição aos monárquicos.

Assumiu o PPM depois da súbita saída de Nuno da Câmara Pereira. Como encontrou o partido?

Bom, devo dizer que o Partido estava – e vai continuar a estar – em nítida recuperação em termos de organização e de número de militantes.

Mesmo politicamente, somámos recentemente alguns êxitos políticos importantes como a eleição de uma Representação Parlamentar na Região Autónoma dos Açores ou a constituição de grupos municipais em concelhos tão importantes como Lisboa, Braga, Coimbra, Sintra ou Odivelas, só para citar alguns casos mais emblemáticos. Em locais tão distantes como a ilha do Corvo, o PPM hegemoniza totalmente a representação da oposição, pois, para além do PPM, só o PS (que é maioritário) é que possui representação na respectiva Assembleia Municipal.

Mas, como é evidente, tudo isto não chega. A minha ambição é voltar a colocar o PPM onde ele já esteve: no Governo e no Parlamento nacionais.

Em Outubro escolhe-se novo líder. Deseja assumir uma candidatura?

Sou deputado no Parlamento da Região Autónoma dos Açores.

Isto significa que sou o único dirigente do PPM que estou a tempo inteiro na actividade política. Por outro lado, sou dirigente do partido há cerca de 10 anos, sendo que desempenhei o cargo de 1.º Vice-Presidente nos últimos cinco anos.

Conheço muito bem o partido e sou, porventura, o político do partido como mais sucesso eleitoral, nos últimos anos.

Este conjunto de factores dá-me todas as condições para exercer a liderança do meu partido, assim os militantes o desejem. Assumo, por isso, que estou disponível para assumir a candidatura à liderança do partido. Estou absolutamente convencido que conseguirei repetir, no território continental, o sucesso que tive nos Açores e, desse modo, colocar o PPM no Parlamento e no Governo nacionais.

Por feitio pessoal necessito permanentemente de novos desafios, de quebrar dificuldades e de superar registos. O PPM não possui um Grupo Parlamentar próprio na Assembleia da República desde 1983. Reposicionar o PPM neste patamar é, por isso, um desafio muito aliciante.

O PPM esteve posicionado ao lado do CDS e PSD nos anos 70 e 80, depois passou a assumir um ideário ecologista, mais tarde colou-se a um registo de debate de regime e, por fim, nos últimos anos, correu com o PSD outra vez para dois lugares na Assembleia. Na sua opinião, o PPM tem matriz ideológica? Se sim, qual?

As origens do PPM remontam a 1957, enquanto coligação política de sectores monárquicos activos na oposição ao Estado Novo. Em 1971, o Movimento Popular Monárquico, a Liga Popular Monárquica e a Renovação Portuguesa formaram a Convergência Monárquica. Finalmente, em Maio de 1974, a Convergência Democrática deu lugar ao Partido Popular Monárquico. Somos, por isso, o resultado de uma convergência de diversos sectores monárquicos, oriundos de vários posicionamentos ideológicos.

Nos últimos 36 anos de existência formal, o PPM cimentou uma matriz ideológica bem definida. Somos, em primeiro lugar, monárquicos. Isto significa que defendemos a existência de um sistema de governo monárquico, sufragado constitucionalmente pelo Povo Português. Ser monárquico significa, para nós, construir um projecto nacional unificado, protegido e constantemente promovido por um monarca cuja principal função será unir os portugueses e lembrar-lhes que todos juntos constituímos uma grande nação com nove séculos de História e um impacto tremendo na História Universal. Somos, por isso, intrinsecamente patriotas, defensores da nossa tradição humanista e moderados nas paixões partidárias.

Em termos económicos, defendemos a propriedade individual e o sistema de mercado livre, sendo que não abdicamos do controlo directo ou indirecto dos sectores estratégicos da economia nacional. Defendemos a revalorização do sector agrícola, pois preocupa-nos a nossa dramática dependência alimentar em relação ao exterior. Queremos centrar a nossa estratégia de desenvolvimento na exploração dos importantíssimos recursos que temos à nossa disposição no nosso imenso Mar Territorial (o 8.º maior do mundo).

Finalmente, no âmbito da União Europeia, opomo-nos à intensificação do processo federal europeu. Defendemos a confederação de povos europeus livres em detrimento de uma UE assimetricamente federal e hegemonizada pelos grandes países europeus.

O País passa por um momento financeiro e económico difícil. Na sua opinião, seria possível seguir outro caminho do que aquele que PS e PSD defendem – mais impostos e menos gastos públicos?

A conjuntura que enfrentamos, fruto de décadas de desperdício de dinheiro em estratégias incorrectas de desenvolvimento do País e da tomada de assalto do Estado pelos diversos interesses partidários, deixou o País financeiramente de rastos. A crise internacional apenas tornou mais visível a dramática situação em que estávamos a deixar as futuras gerações de portugueses.

Neste sentido, defendemos uma terapia de choque: uma redução, em grande escala, da despesa pública. O PS, por motivos eleitoralistas, não consegue – nem quer – implementar uma redução drástica da despesa pública. Limita-se a tentar “aguentar” a situação, tendo como única perspectiva de futuro a permanência no poder. Nesse sentido, também sobe os impostos para tentar manter os níveis de despesa pública de que necessita para controlar a horda de descamisados que constitui o essencial do seu apoio eleitoral.

O agravamento dos impostos apenas afunila o crescimento económico e por isso não é solução. A solução que defendemos passa por “cortar a direito” na despesa pública: fim dos Institutos públicos, desmantelamento das empresas municipais, contenção draconiana dos privilégios da classe médica, racionalização do sistema educativo, desmantelamento da imensa frota automóvel do Estado e dos municípios, extinção dos mecanismos de acumulação de reformas dos políticos e gestores públicos, o fim dos salários de escândalo dos gestores públicos, revitalização da Justiça portuguesa, revisão total das políticas sociais de forma a combater a burla e o absentismo laboral, etc.

Concorda com o Rendimento Social de Inserção?

Concordo com a existência de mecanismos de apoio social, mas estes têm de ser temporários, eficazes, imunes à burla e retroactivos em termos sociais. Deixar cair uma grande parte da população em situações abaixo da subsistência – tal como sucede na tremendamente desequilibrada sociedade brasileira – não é solução. No entanto, o actual RSI é um autêntico escândalo em termos de fraude e enquanto mecanismo de fomento do absentismo das populações que dele beneficiam. Muitos dos que o recebem vêem-no como um direito sem contrapartidas e quem o paga vê-o como um dever sem direitos (de fiscalizar, de esperar a retribuição pelo esforço realizado em prol dos outros). Para mais, é evidente que, dentro de pouco tempo, o país deixará de estar em condições de continuar a realizar este esforço financeiro. Por tudo isto, defendo a imediata e drástica reforma do RSI.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Funções públicas no gabinete de José Sócrates

O desemprego chegou a valores nunca antes pensados. 10,8 por cento da população activa portuguesa está desempregada.
O Primeiro-ministro José Sócrates, preocupado com esta realidade, tentou resolver a contento das partes, esta realidade.
Para isso contratou treze motoristas para o seu gabinete.

Assim não há país que resista, nem impostos que cheguem!
Esta informação reporta-se a um único Diário da República. Provavelmente houve ou haverá mais nomeações.

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Despacho n.º 8346/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Requisita à empresa Deloitte & Touche, Lda., António José Oliveira Figueira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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Despacho n.º 8347/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Requisita à Associação dos Bombeiros Voluntários de Colares Rui Manuel Alves Pereira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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Despacho n.º 8348/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Requisita ao Sindicato dos Trabalhadores de Escritório, Comércio, Hotelaria e Serviços Vítor Manuel Gomes Martins Marques Ferreira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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Despacho n.º 8349/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Augusto Lopes de Andrade para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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Despacho n.º 8350/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Requisita à empresa Companhia Carris de Ferro de Lisboa, S. A.,Arnaldo de Oliveira Ferreira, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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Despacho n.º 8351/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Designa o assistente operacional Jorge Martins Morais da Secretaria-Geral do Ministério da Cultura, para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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Despacho n.º 8352/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Designa o assistente operacional Jorge Orlando Duarte Vouga do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, I. P., para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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Despacho n.º 8353/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Jorge Henrique dos Santos Teixeira da Cunha para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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Despacho n.º 8354/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Designa a agente principal da Polícia de Segurança Pública Liliana de Brito para exercer funções de apoio administrativo no Gabinete do Primeiro-Ministro
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Despacho n.º 8355/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública José Duarte Barroca Delgado para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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Despacho n.º 8356/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Manuel Benjamim Pereira Martinho para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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Despacho n.º 8357/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Horácio Paulo Pereira Fernandes para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro
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Despacho n.º 8358/2010. D.R. n.º 96, Série II de 2010-05-18
Presidência do Conselho de Ministros - Secretaria-Geral
Designa o agente principal da Polícia de Segurança Pública Custódio Brissos Pinto para exercer funções de motorista no Gabinete do Primeiro-Ministro


Contaram bem? Treze (13) motoristas para o gabinete do primeiro-ministro!


ALGUÉM FALOU EM CRISE?

segunda-feira, 31 de maio de 2010

TGV versus Porche


"Não sei para que é que querem gastar dinheiro no TGV quando poderiam perfeitamente oferecer um Porsche a cada português."

Luís Campos e Cunha, ex-Ministro das Finanças

quarta-feira, 19 de maio de 2010

No país das maravilhas...

A Comissão de Inquérito ao negócio PT/TVI é “um espectáculo lamentável”, a moção de censura do PCP “é lamentável”, “eu não preciso do PSD, quem precisa do PSD é o país”, “declarações irresponsáveis de Fernando Ulrich”…

A culpa mora sempre ao lado. O pecado morre sempre solteiro.

Enquanto uns assobiam para o lado, as taxas de desemprego continuam “lamentavelmente” imparáveis. 105.000 Portugueses ficaram sem emprego num ano, aumentando para 592.500 o número recorde de desemprego.

“Lamentável”.

Na realidade, não estamos numa “dança de Tango a dois” mas sim, “lamentável”, num “bailado de tanga à Sócrates”.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Saque fiscal dura pelo menos um ano e meio

E tudo o vento levou...

Os portugueses vão sentir o aumento do IRS já este ano.

O primeiro-ministro apresentou a subida das taxas de IRS em um ponto percentual para os três primeiros escalões de IRS - rendimentos brutos anuais até 17.979 euros - e em 1,5 pontos para rendimentos a partir daquele montante.

Tudo fruto do desgoverno politico e orçamentista deste governo socialista nestes últimos anos.

Em casa onde não há pão, até as migalhas vão...