Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Apresentação da Direcção da Juventude Monárquica Portuguesa

Diogo Tomás, Presidente, João Maciel-Embaixador na Vice-Presidência e António Baião Pinto como Secretário.
Apresentação da Direcção da Juventude Monárquica Portuguesa

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Eleita a nova Direcção Nacional da Juventude Monárquica Portuguesa

Como Presidente foi eleito Diogo Tomás, João Maciel-Embaixador na Vice-Presidência e António Baião Pinto como Secretário.
Na tomada de posse, a Direcção da Juventude Monárquica Portuguesa (JMP) entendeu dizer o seguinte:
1) O tempo que o país atravessa exige exemplos de seriedade e serviço à Pátria. Por esta razão, a nova Direcção da JMP realça o caminho extraordinário seguido por Sua Alteza Real, o Sr. D. Duarte, Duque de Bragança.
Ao Chefe da Casa Real só se pode reconhecer mérito por nunca se ter vergado a qualquer interesse, mantendo-se firme na luta por um Portugal digno e orgulhoso se si próprio.
Contrariamente aos (des)Governos desta república, O Sr. D. Duarte nunca usou o Estado e os Portugueses para se beneficiar a título pessoal.
2) A JMP quer chegar aos jovens Portugueses e a nova Direcção tem como principal objectivo levar ao seu encontro o exemplo do Rei de Portugal e os benefícios de um regime Monárquico, através de encontros nas escolas, nas associações, em locais públicos, na rua.
3) O Rei é do Povo e para o Povo. A JMP é constituída por jovens de todas as partes de Portugal, de todas as classes sociais, de todos os quadrantes políticos e de todos os meios escolares.
Esta nova Direcção continuará a lutar contra o falso mito de que o regime Monárquico serve para os privilégios de alguns.
A reposição da verdade exige dizer aos portugueses que a Família Real sempre esteve ao serviço de Portugal e que a Restauração da Monarquia é a solução para livrar a Chefia de Estado dos interesses mesquinhos e dos grupos de pressão.
4) A Direcção da JMP está ao serviço de Portugal, do Rei e da Juventude Portuguesa, colocando-se desde já na posição dos primeiros a servir os Jovens de Portugal, a caminho de um futuro digno e lutando por uma Pátria livre para decidir a cada momento o rumo que quer seguir.
A Direcção Nacional da JMP
Presidente - Diogo Tomás
Vice-Presidente - João Embaixador
Secretário - António Baião Pinto

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Jantar Debate da JMP - Real Associação do Porto


Para além dos representantes da JMP, o jantar teve a presença do Presidente da Mesa do Conselho da Juventude Monárquica Portuguesa (Diogo Tomás) e do nosso Presidente da Juventude Monárquica, Frederico Pacheco. (24 de Novembro de 2012)
Num ambiente de grande amizade alguns elementos da JMP reuniram-se para um jantar-debate no qual foram apresentados dois Gabinetes da Juventude Monárquica: o de Comunicação (encabeçado pelo Leonardo Abreu) e o Doutrinário (encabeçado pelo Henrique Sousa de Azevedo). O Jantar teve a presença do Presidente da Mesa do Conselho da Juventude Monárquica Portuguesa (Diogo Tomás) e do Presidente da Juventude Nacional do PPM (Frederico Pacheco).
Diogo Tomás, Hugo Pinto Abreu, Frederico Pacheco, Isabel Ribeiro Fonseca, Leonardo Abreu, Maria José Leal e Beatriz Sousa Leite.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Eleição da Direcção da Juventude Monárquica de Braga


Foi eleita, na data de 12 de novembro de 2012, a DIRECÇÃO DA JUVENTUDE MONÁRQUICA DE BRAGA, constituída pelos seguintes elementos:

Presidente: Nuno Miguel Leheman Alves Pinto
Vice-presidente: Joana Manuela Rodrigues de Castro
Vogal: Carlos Alberto de Abreu Sá Menezes
Vogal: Maria Francisca Silva Martins Fontes

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Histórias de um Partido...

A Juventude Monárquica (J.M.) foi fundada no dia 2 de Abril de 1977, por ocasião do II Congresso das Juventudes Monárquicas e resulta da fusão das diferentes organizações aí representadas.

Uma dessas organizações monárquicas juvenis era a Juventude Monárquica Revolucionária (J.M.R.) que viria a vencer as primeiras eleições estudantis no Liceu Sá de Miranda, em Braga.

Aqui se apresenta um cartão da J.M.R. datado de 18 de Setembro de 1974.

segunda-feira, 24 de maio de 1993

Jornal Diário do Minho: JM defende capacetes-azuis em Timor

A Juventude Monárquica defendeu ontem a libertação imediata de Xanana Gusmão e o envio de capacetes-azuis para Timor-Leste a fim de permitir um referendo sobre a auto-determinação dos timorenses.
A JM reagia assim à condenação à prisão perpétua do ex-líder da Resistência Timorense.

A convocação do Conselho de Segurança das Nações Unidas propondo a condenação da ditadura militar do regime indonésio e a reafirmação das resoluções aprovadas em 1975 e 1976, são outras das reivindicações dos jovens monárquicos.

Reunida em Braga, a Direcção Nacional da JM defendeu ainda a denúncia dos acordos celebrados por países da CEE com a Indonésia bem como a condenação do tribunal que julgou Xanana Gusmão.

Em comunicado enviado à Imprensa, a Juventude Monárquica reafirma a sua solidariedade para com o povo timorense, defendendo o seu direito à auto-determinação.

"Timor-Leste é um território étnico, cultural, linguístico e geograficamente distinto, quer da Indonésia quer mesmo de Timor-Oeste", pode ainda ler-se no comunicado.

terça-feira, 4 de maio de 1993

Jornal de Notícias: Monárquicos "voam" contra a Câmara Municipal de Braga

A comissão política distrital de Braga do Partido Popular Monárquico emitiu anteontem um comunicado para expressar "a clara reprovação pelas propostas do vereador Henrique Moura, e sobretudo pela consumação do dislate camarário, que constitui uma indisfarçável retaliação da Câmara Municipal, visando o Aero Clube de Braga".
Acusando os responsáveis da autarquia de terem "transformado a sessão camarária de 29 de Abril, num exemplo prático do que não pode ser a conduta de um poder que se pretende respeitável", os monárquicos bracarenses refutam "as justificações" apresentadas pelo presidente do município.

"Diz o controverso presidente que como a Câmara corre riscos de ser condenada em Tribunal, é necessário retirar o que livremente havia doado, para evitar o embargo das obras de mutilação do aeródromo (...). O eng.º Mesquita Machado pretende, com o retrocesso da anterior doação de terrenos ao Aero Clube, iludir a Justiça, o que de si é já condenável", afirmam os monárquicos.

O PPM de Braga considera "iniludível chantagem" sobre o Aero Clube de Braga, "quando Mesquita Machado afirmou que se este clube mudasse a sua maneira de actuar, as decisões na reunião camarária de 29 de Abril, poderiam ser reconsideradas".

"O Partido Popular Monárquico - dizem a concluir - não pode deixar de alertar a cidade para mais este acto de prepotência política, demonstrativa que urge substituir a Câmara Municipal de Braga, nas próximas eleições autárquicas".

domingo, 4 de abril de 1993

Jornal Público: JM contra Mesquita Machado

A Juventude Monárquica (JM) de Braga denunciou, em comunicado, a ameaça feita pelo presidente do município a um piloto do Aero Clube de Braga, na conferência de imprensa de 31 de Março, que poderia ser proibido de "fruir" o espaço do Aeródromo Municipal de Palmeira "se continuasse discordando das decisões por ele defendidas".

"Por este andar", acrescenta a JM, "o piloto, ameaçado de não poder frequentar o aeródromo, corre o risco, não menos assustador, de este iminente cacique decretar a extradição deste cidadão para um município limítrofe". O presidente da Câmara, concluem os jovens monárquicos, "assume-se não só como detentor de todo o saber (ele sabe de automóveis, de aviões, de navios, de comboios, de desporto, de turismo, de imobiliário, etc., etc.), mas de todo o equilíbrio, de toda a justiça, enfim, o presidente é um poço de saber e de poder".

A pretensão da autarquia de fazer coexistir o aeródromo com um autódromo, recorde-se, tem suscitado uma forte contestação de vários responsáveis pelo aeródromo bracarense.

sexta-feira, 2 de abril de 1993

Jornal Semanário Minho: Comentário à entrevista de Mesquita Machado

Como comentário à entrevista do Eng.º Mesquita Machado, num semanário regional, vem a Juventude Monárquica de Braga responder da seguinte maneira.

Opinião Pública: Neste momento está a decorrer a Feira do Livro, cuja sessão de abertura foi presidida por si. Contudo, o senhor tem assumido que não lê um livro desde 1974. Não é uma contradição?
Mesquita Machado: "Não é uma contradição nenhuma porque eu já li livros antes de 1974. ... Mas se calhar já li os livros necessários para a minha formação".
Mesquita Machado in Opinião Pública de 17/03/1993

sexta-feira, 26 de março de 1993

Jornal Semanário Minho: Resposta ao comentário de Mesquita Machado

Em resposta ao comentário que o Eng.º Mesquita Machado teceu, num semanário regional, à intervenção que as juventudes de diversos partidos empreenderam na Avenida Central, vem a Juventude Monárquica de Braga responder da seguinte maneira.

"E se essas juventudes estão a actuar com serenidade, eu direi que estão a ser manipuladas.
Mesquita Machado" in Opinião Pública de 17/03/1993

segunda-feira, 8 de março de 1993

Jornal Público: Juventudes de Braga criticam a autarquia

Quatro organizações políticas juvenis bracarenses - as juventudes Centristas, Monárquica, Renovadora Democrática e Social-Democrática - protestaram, na manhã de sábado, contra a venda do sub-solo da Avenida Central e do Campo da Vinha, onde, por decisão da autarquia, vão ser construídos parques de estacionamento subterrâneos. Os jovens bracarenses consideram que a venda é uma acção "vergonhosa".
Apesar de a Câmara Municipal assegurar o contrário, as quatro organizações sustentam que a propriedade dos dois espaços passará para a plena propriedade de particulares, pois "não se trata de vender subsolo, como se tem tentado fazer crer aos bracarenses". Por isso, trata-se, no seu entender, de um acto "senão juridicamente ilegal, pelo menos politicamente imoral". Desta forma, acrescentam, está a ser hipotecado o futuro da cidade, o que constitui uma ofensa a todos. "Braga é dos bracarenses, não é de meia dúzia de "senhores"", concluem.

Os jovens, que durante a manhã distribuíram este comunicado aos transeuntes, ofereciam, ainda, uma pequena senha supostamente para "controlo de ingresso na Avenida Central". Seguia-se, depois, uma indicação: "Não perca este bilhete. Devolva-o depois à saída". À saída, outros jovens recolhiam os bilhetes. Alguns dos destinatários da oferta, entretanto, supuseram que a acção de rua mais não era que uma das histórias para o programa "Apanhados".

Um terceiro folheto distribuído glosava um "slogan" lançado pelo município. A acompanhar a frase "é bom viver em Braga", podia ver-se um dos Irmãos Metralha.

domingo, 7 de março de 1993

Jornal Correio do Minho: Juventude política local contra a opção camarária

As organizações juvenis dos principais partidos políticos da oposição ao executivo da Câmara Municipal cumpriram a anunciada acção de protesto contra a alegada "venda em hasta pública" de alguns dos espaços da cidade.
A acção de protesto traduziu-se na colocação de cartazes em vários pontos da cidade, ao mesmo tempo que foram distribuídos à população folhetos que explicam os motivos que originaram a movimentação juvenil.

Em causa está uma alegada "venda em hasta pública" da Avenida Central e do Campo da Vina, que os jovens consideram ser o "hipotecar da nossa cidade".

Transaccionar para as mãos particulares, em pleno direito de propriedade - não se trata de vender sub-solo, como se tem tentado fazer crer aos bracarenses -, estes dois espaços públicos do coração da nossa cidade, é um acto, senão juridicamente ilegal, pelo menos politicamente imoral" - sublinha o texto ontem distribuído.

Este texto é subscrito pela Juventude Centrista, Monárquica, Renovadora Democrática, Social Democrática e Comunista.

Os dois espaços referidos, acrescenta o comunicado, as quais são "as praças-símbolo de Braga, não devem ser tratadas dessa maneira", considerando ainda que a acção pretendida pelo executivo municipal se traduz num "desbaratar do património público", o que constitui uma afronta aos bracarenses" e por isso mesmo os jovens se mobilizaram.

sábado, 6 de março de 1993

Jornal Diário do Minho: Juventudes partidárias contra Mesquita por alegada "venda da cidade"

As estruturas partidárias juvenis sediadas em Braga têm agendada para hoje uma manifestação conjunta "contra a intenção da maioria socialista de vender o Campo da Vinha e a Avenida Central" para parques de estacionamento subterrâneo.
A iniciativa, que congrega a JSD, JC, JRD e JM, contempla a distribuição de panfletos na Arcada e a afixação de um cartaz.

As jotas, cuja união em torno de uma questão concreta é "um primeiro sinal de uma frente alargada contra a gestão camarária de Mesquita Machado", consideram que a alienação daqueles espaços é "desnecessária e escandalosa".

As juventudes partidárias bracarenses pretendem assim alertar os cidadãos para aquilo que entendem como "um acto de lesa património" por parte da Câmara Municipal.

Recorde-se que ainda no início da semana, o líder da Juventude Monárquica, Manuel Beninger, em comunicado, criticava violentamente a autarquia a propósito desta sua intenção.

sexta-feira, 5 de março de 1993

Jornal Semanário Minho: Jotas contra Mesquita - Braga à Venda

Braga está à venda. É com este lema que a Juventude Monárquica, e as suas congéneres social-democrata, centrista e renovadora, vão fazer uma campanha visando alertar os bracarenses para o que entendem ser um acto de lesa património da Câmara Municipal de Braga. As "Jotas", cuja união em torno de uma questão concreta é "um primeiro sinal de uma frente alargada contra a gestão camarária de Mesquita Machado", vão tomar um conjunto de iniciativas públicas contra a venda dos terrenos do Campo da Vinha e da Arcada para parques de estacionamento, cuja privatização entendem "desnecessária e escandalosa".

Entretanto, o Partido Popular Monárquico divulgou esta semana um comunicado onde critica violentamente a Câmara de Braga. O PPM "não entende a bizarra tomada de posição da edilidade bracarense, que se propõe vender, à falta de melhor, o sub-solo da cidade". Para este partido, a edilidade "enlouqueceu de vez", pois semelhante "proposta não desmerece das aventuras insólitas e fantásticas dum qualquer "político" saído das personagens do Eça".

Contudo, os monárquicos acreditam que tudo não passa de um pesadelo: "temos esperança que esta grande atoarda tenha o mesmo fim daquela promessa feita em período eleitoral, garantindo que o rio Este seria transformado num espelho de água, onde se desenvolveriam os desportos náuticos".

Comunicado - Juventudes Partidárias Bracarenses

Nós, jovens bracarenses, atentos à vida da nossa cidade que queremos cada vez melhor, vimos denunciar a vergonhosa acção que a Câmara Municipal de Braga está a praticar com a venda em hasta pública da Avenida Central e do Campo da Vinha.

Transaccionar para mãos particulares, em pleno direito de propriedade - não se trata de vender sub-solo, como se tem tentado fazer aos bracarenses -, estes dois espaços públicos do coração da nossa cidade, é um acto, senão juridicamente ilegal, pelo menos politicamente imoral!

Estão a hipotecar o futuro da nossa cidade!

O que é de todos nós há gerações, a Avenida Central e o Campo da Vinha, os espaços mais nobres, as praças-símbolo de Braga, não podem ser tratadas dessa maneira.

Ofende-nos a todos!

É contra este desbaratar do património público, é contra esta afronta aos bracarenses que aqui nos afirmamos.

Não queremos esta gestão municipal!

Braga é dos bracarenses, não é de meia dúzia de "senhores"!



António João Soeiro de Sousa
(Juventude Centrista de Braga)

Maria Cristina Figueira de Sousa
(Juventude Monárquica de Braga)

Paulo Branco
(Juventude Renovadora Democrática de Braga)

Jorge Megre
(Juventude Social Democrática de Braga)

quinta-feira, 28 de janeiro de 1993

Carta ao Director do jornal "O PÚBLICO"

Certamente por engano, vem o meu nome referido no artigo "Legalizando partido com monárquicos e independentes - Plataforma enfrenta Mesquita Machado" (Público 27-01-93, pag. 8), como um dos patrocinadores de uma candidatura independente à Câmara Municipal de Braga, sob a bandeira de um novo partido a legalizar com o apoio da Plataforma de Esquerda.
Tal informação é incorrecta e compromete o trabalho político que o PPM tem vindo a desenvolver com vista às próximas eleições autárquicas, pelo que venho solicitar a vossa Ex.a a publicação deste esclarecimento.

1º - É verdade que o PPM defende, por imperativos cívicos, uma candidatura única e forte de oposição ao Partido Socialista, há 16 anos responsável pela condução dos destinos do concelho de Braga, candidatura essa que deveria englobar os principais partidos da oposição (PSD, CDS e PCP).

2º - Esta posição do PPM é claramente diversa da preconizada pela Plataforma de Esquerda que propõe uma candidatura de cidadãos sob a bandeira de um novo partido a criar. De pasagem, atente-se no absurdo de um partido (o PPM) aparecer a promover a criação de um novo partido!...

3º - É essa diferença que me leva a aceitar o convite para participar na reunião a que se refere a noticia - o debate de ideias sempre me pareceu positivo -, o que é totalmente diferênte de ser um dos seus promotores e muito menos um dos signatários do texto/manifesto que vem referido na notícia.

Apresentando cumprimentos

Manuel Beninger
(Presidente da Juventude Monárquica,
Coordenador da Comissão Política Distrital de Braga do PPM)

quarta-feira, 27 de janeiro de 1993

Jornal Público: Legalizando partido com Monárquicos e Independentes - Plataforma enfrenta Mesquita Machado

A candidatura de cidadãos independentes à Câmara Municipal de Braga, vai ser apreciada na tarde do próximo dia 6, durante uma reunião no salão da Junta de Freguesia de S. Lázaro, em Braga, para a qual vão ser convidadas 6 dezenas de pessoas. A ideia de uma espécie de frente comum" contra o actual presidente da câmara, Mesquita Machado", tem vindo a ser alimentada publicamente pela Juventude Monárquica (JM) e pela Plataforma de Esquerda (PE), mas tem sido esta organização que mais empenho tem posto na sua concretização.

A apresentação da candidatura passará, por imperativos legais, pela criação de um partido político, cuja legalização implicará a recolha de cinco mil assinaturas. Nesta tarefa, poderá vir a colaborar, se necessário, a estrutura nacional da PE, de acordo com o que disse ao PÙBLICO Joaquim Sá, um dos patrocinadores da candidatura independente e igualmente membro da PE.

O ponto único da agenda de trabalhos é a reflexão sobre as modalidades de intervenção política da sociedade civil bracarense nas próximas eleições autárquicas. No convite, subscrito por, entre outros, Joaquim Sá, Manuel Beninger, dirigente da Juventude Monárquica, Fernando Martins, ex-dirigente da Liga Operária Católica e Maria Adelaide Pais Santos, que foi mandatária da candidatura de Carlos Marques à Presidência da República, explica-se que "só um autêntico e genuíno movimento da sociedade civil, de intervenção política nas próximas eleições autárquicas, poderá gerar uma vaga de esperança, despertar energias criativas adormecidas, produzir movimento e provocar os ventos da mudança necessária".
...

terça-feira, 19 de janeiro de 1993

Jornal Diário do Minho: Monárquicos querem esclarecimento de alguns "escândalos" em Braga - com a ajuda dos jornalistas

A Juventude Monárquica de Braga decidiu ontem tornar públicos alguns pretensos conselhos aos profissionais da Comunicação Social.
Num documento intitulado "Braga, um silêncio ensurdecedor", os jovens monárquicos lembram alguns "escândalos" que têm levado a cidade de Braga para os grandes títulos da Imprensa, mas que rapidamente saem dessa mesma Imprensa.

Apontam, então, "o escandaloso caso da pretensa 'dádiva' dos terrenos circundantes do Hospital de S. Marcos ao clube de futebol, o agora nebuloso negócio do Palácio D. Chica, e ainda a tentativa de desarticular o aeródromo a favor de um clube que, curiosamente, está representado por um dos seus corredores no Executivo".

Para a JM, "é assaz curioso que todos estes escândalos apareçam nos órgãos de informação com um ensurdecedor estrondo e, passados alguns dias, esses mesmos órgãos de comunicação silenciem o seu desenvolvimento".

Em jeito de sugestão, os monárquicos aconselham os jornalistas a esclarecer "de quem são, actualmente, os terrenos dos Granjinhos, que foram alvo de licitação 'pública'". "Perguntam, a propósito, se estes terrenos são, agora, do empreiteiro licitador, do clube de futebol, do hospital distrital ou se continuam património municipal.

Neste âmbito, questionam ainda da legalidade na "apressado" praça pública" dos aludidos terrenos e, se não houvesse ilegalidade, porque razão a Câmara Municipal de Braga reconverteu a proposta para uma outra diversa localização, mas envolvendo identicamente terrenos municipais.

Quanto ao "escândalo que confronta interesses da Junta de Freguesia Palmeira, um empresário membro do grupo socialista na Assembleia Municipal e outros personagens dos negócios citadinos", a Juventude Monárquica de Braga gostava de saber se "o valor da falência é de 300 mil, 800 mil ou 2 milhões de contos, números que semana a semana têm sido apontados".

"Este valor, semanalmente crescente, em quanto beneficiou ou lesou a autarquia socialista de Palmeira?" e "Qual é a 'maldição' do castelo D. Chica que parece atemorizar os jornalistas da nossa urbe a investigarem a fundo mais este caso?" são perguntas que colocam ainda.

A última questão que os jovens monárquicos abordam diz respeito ao aeródromo de Palmeira. A JM bracarense quer que os jornalistas lhe explique se tem fundamento a pretensão de inviabilizar o aeródromo, "não para o transformarem autódromo mas, através dele, criar novos espaços de construção e negócios".

Caso os jornalistas não respondam a estas questões, a Juventude Monárquica de Braga não se compromete, contudo, a dar ela própria as resposta aos bracarenses... afinal, o seu dever como força política que é.

terça-feira, 24 de novembro de 1992

Jornal Diário do Minho: JM defende Coligação para ganhar a Câmara Municipal de Braga - como alternativa ao "estafado projecto socialista"

A Direcção Regional de Braga da Juventude Monárquica deu ontem o "pontapé de arranque" na campanha para as próximas eleições autárquicas ao divulgar uma nota eminentemente propagandística.
De acordo com o texto, "passada que está mais de uma dezena de anos da gestão socialista, que se tem mantido com confortáveis e sucessivas maiorias fruto do demérito dos partidos da oposição, julga a Juventude Monárquica que é chegada a hora de se preparar a substituição do estafado projecto socialista para Braga e seu termo".

Segundo os jovens monárquicos, os partidos políticos com expressão eleitoral no concelho de Braga têm sido incapazes de apresentar ao eleitorado um programa alternativo, que promova a alternância do poder.

É por isso que a Juventude Monárquica, "fiel aos princípios do PPM", propõe desde já uma coligação autárquica às restantes forças partidárias. "É chegada a hora para se iniciarem os contactos entre os partidos da oposição ao Executivo socialista, afim de obter uma plataforma credível para fazer ruir a sinistra perpetuação que se desenha no horizonte", dizem.

Para esta estrutura juvenil, afecta ao Partido Popular Monárquico, "torna-se imperioso que se busquem honestos e preparados personagens, não comprometidos com o mundo dos negócios autárquicos, futebolísticos e quejandos, para desenvolver um programa eleitoral alternativo à panóplia de artifícios de marketing eleitoral, que sem dúvida mais uma vez serão apresentados no próximo acto eleitoral".

"Julgamos ser fundamental que as juventudes dos partidos da oposição, ainda sem pecados veniais das estruturas dos seus partidos, possam forçar, através de uma postura séria e desinteressada, a alternativa democrática tão necessária ao concelho de Braga", escrevem.

A Juventude Monárquica de Braga queixa-se ainda da falta de receptividade que a Câmara Municipal tem tido para com o seu trabalho, o que leva a atribuir-lhe o epíteto de "omnisapiente edilidade".

Para os jovens monárquicos, fazer oposição não é "a doentia perversão do bota-abaixo", mas "um auxílio para quem tem o poder, a contrastar projectos e decisões, com os seus adversários na concepção de desenvolvimento de uma sociedade".

quinta-feira, 12 de novembro de 1992

Jornal Diário do Minho: Braga lembra hoje Timor-Leste, mesmo sem participação das escolas

Entretanto, ontem, a Juventude Monárquica de Braga divulgou um comunicado em que considera as negociações entre Portugal e a Indonésia como "última hipótese de solucionar a questão de Timor de forma digna para os interesses de Portugal e do povo timorense, uma vez que todas as soluções anteriormente tentadas foram um fracasso total. "Depois de "esquecida" pelos países da Europa comunitária, foi agora a vez dos Palop's se remeteram ao silêncio sobre a questão, o que põe a nu a verdade sobre a tão apregoada influência da diplomacia portuguesa no seio da comunidade internacional", pode ler-se no texto dos jovens monárquicos.

A JM considera ainda urgente a criação de "um Ministério para Timor-Leste, por forma a conduzir as conversações com a Indonésia e de criar condições para um apoio efectivo e absoluto aos refugiados timorenses que vivem em Portugal e no resto do mundo".