Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
segunda-feira, 30 de março de 2015
domingo, 29 de março de 2015
O monárquico Miguel Albuquerque vence Eleições na Madeira
A direcção da APAM – Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos
parabeniza o monárquico convicto Miguel Albuquerque pela vitoria nas Eleições
na Madeira.
Viva o Rei
Viva Portugal
quarta-feira, 25 de março de 2015
19º Aniversário de SAR, O Senhor D. Afonso de Bragança, Príncipe da Beira
Dom Afonso de Santa Maria Miguel Gabriel Rafael de Herédia de Bragança, filho primogénito de SS.AA.RR., Dom Duarte Pio de Bragança, Duque de Bragança e de Dona Isabel de Herédia de Bragança, Duquesa de Bragança, nasceu numa segunda feira, 25 de Março de 1996, às 7h38 da manhã, no Hospital da Cruz Vermelha , em Lisboa. Ostenta os títulos de Príncipe da Beira e Duque de Barcelos.
S.A.R., Dom Afonso de Bragança, ao celebrar neste dia 25 de Março o seu aniversário, enche o coração de Portugal de esperança, de alegria e de confiança num futuro risonho e promissor pela qual todos nós Portugueses sonhamos.
Desejamos ao nosso Príncipe Real toda a "felicidade do mundo", Saúde, Paz, Harmonia e muito Amor com toda a Nossa Querida Família Real, no mais belo exemplo de União e Tradição.
Que Deus o guie e ilumine naquela que desejamos seja uma longa vida cheia de sucesso.
VIVA SUA ALTEZA REAL DOM AFONSO, PRÍNCIPE REAL!
sábado, 21 de março de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
Aniversário da infanta Maria Francisca de Bragança
Aniversário da infanta Maria Francisca de Bragança, com jantar temático: a volta ao mundo em 80 dias.
20% do presente que recebeu é para a obra Social Vale do Acór.
quinta-feira, 19 de março de 2015
906 ANOS DO NASCIMENTO DE D. AFONSO HENRIQUES, PRIMEIRO REI DE PORTUGAL
DIA 18 DE MARÇO DE 2015 - 906 ANOS APÓS O NASCIMENTO DE D. AFONSO HENRIQUES, PRIMEIRO REI DE PORTUGAL.
Deitado num túmulo frio, na Igreja de Santa Cruz de Coimbra, sem qualquer indicação sobre o nosso primeiro rei, hoje visitei D. Afonso Henriques.
Expressão triste, de desalento e revolta contra todos aqueles que após 900 anos de História e Independência da mais velha nação da Europa, continuam a querer destruir os nossos valores, a nossa coragem e a nossa mestria alcançados então pelo jovenzinho de 18 anos.
VIVA O REI
Fonte: Maria Castro
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Viva D. Duarte
Ao ler o comunicado
do Instituto da Nobreza Portuguesa, provocou-me um misto entre “até que em
fim”, mas ao mesmo tempo a noção de que não chega. E digo que não chega porque
somos nós, monárquicos apoiantes de S.A.R. o Sr. D. Duarte – Duque de Bragança
e Legitimo Chefe da Casa Real Portuguesa, que temos que defender a sua Causa e
uma estrutura que durante longos anos tem conseguido melhor ou pior, que a
palavra Monarquia fosse dita neste país.
Numa primeira leitura vê-se
que foi retirado ao Dr. Pedro José
Folque de Mendoça Rolim de Moura Barreto, os direitos nobiliárquicos de Duque de Loulé, Conde de Vale de Reis,
etc., os quais tinham sido anteriormente registados no antigo Conselho de
Nobreza pelo seu pai D. Alberto 5º Duque de Loulé, o qual para o fazer teve que
reconhecer por escrito (de acordo com os estatutos e regulamentos da
instituição) que o Chefe da Casa Real Portuguesa era S.A.R. o Sr. D. Duarte –
Duque de Bragança.
Durante alguns anos o Sr. Dr.
Pedro Moura Barreto, apresentou-se sempre como um movimento cívico segundo as
suas palavras, mas ultimamente o civismo passou para pretensão.
Alguns continuam a dizer que
estas atitudes são provocadas pelo incentivo do Eng. Nuno da Câmara Pereira e que o Dr. Pedro se deixa ir nessas
ideias. Mas parece-me que essa fase já não existe. Ninguém vai para uma
cerimónia em Espanha de casaca, como Grão-Mestre da Ordem de São Miguel da Ala
(com o colar), com a placa da Ordem de Nossa Sra. da Conceição de Vila Viçosa (que
se arroga também Grão-Mestre), com a Banda da Ordem de Avis, e com uma
miniatura da Ordem de Cristo onde se pode ver claramente a coroa Real. Ninguém
vai nesta figura sem saber o que leva ou então que se arranje a desculpa que
foi por imposição de outro. Quanto ás Ordens de Cristo e Avis restauradas pela
republica não nos compete fazer comentários, mas competirá a outros... Um homem
com 58 anos já pensa por si e de facto chegamos todos á conclusão que tudo isto
deve ser travado, mas parece-me mais grave, a falta de resposta, atitude, ou
mesmo reacção, de todos os monárquicos, APOIANTES DO ÚNICO CHEFE DA CASA REAL
PORTUGUESA O SENHOR DOM DUARTE – DUQUE DE BRAGANÇA, perante as acções nos
últimos anos do seu irmão Dr. Filipe
Folque de Mendoça – Conde de Rio
Grande, ultimo filho do 5º Duque de Loulé o D. Alberto.
Nos últimos anos temos
assistido perante uma passividade incompreensível das instâncias e apoiantes do
nosso Chefe da Casa Real, das ditas “recuperações” de “Ordens” por parte do Dr.
Filipe Folque Mendoça. Muito dizem e comentam por escrito “são devaneios deste
senhor” “são tontices”, mas a verdade, ou melhor, a realidade é bem diferente.
Aos poucos vão confundindo ou mesmo danificando um trabalho de anos da Casa do
Senhor Dom Duarte.
A liberdade de acção deste
senhor é tanta, que chega ao ponto de apresentar nos textos dos seus diplomas
que confere aos olhos de todos “Dom Filipe, por Graça de Deus Dinasta da Casa
Real de Portugal”, concedendo títulos de “Cavaleiro”, “Comendador” ou até de
“Grã-Cruz” (e outras coisas mais), encimando nos seus diplomas as Armas Reais
de Portugal em pleno, com um lambel e uma coroa de Duque. As Ordens em
referência são: Ordem de São Sebastião dita da Frecha e a Real Ordem da
Trindade, as quais já proliferam pelo globo.
Mas a maior incompreensão de
alguns verdadeiros monárquicos com que falo, é que estas acções já chegam ao
ponto de se realizarem exposições enaltecendo, divulgando e publicitando a
causa da legitimidade que eles mesmos dizem defender, chegando mesmo a conceber
a publicação de um livro onde defendem explicitamente a causa da Casa Loulé
como os Chefes da Casa Real Portuguesa, citando várias vezes nessa obra
“Sereníssimo Senhor Dom Filipe, Conde de Rio Grande, como Representante de um
Ramo que está na primeira linha da Sucessão da Coroa de Portugal”… ou … “a
Ordem reconhece como Membros Dinastas da Casa Real de Portugal e da Sereníssima
Casa e Dinastia de Bragança, aos Sereníssimos Senhores Duque de Loulé e Seus
filhos”…
Esta publicação saiu em 2014
com grande pompa e circunstância, promovida pelo seu autor o Dr. Alfredo Côrte-Real, apoiante, defensor
e promotor do Dr. Filipe nas suas pretensões da Casa Loulé durante longos anos,
teve o apoio da Câmara Municipal de Barcelos, que manteve visível a todos os
interessados durante cerca de um mês nas instalações da própria Câmara. Assim
como uma larga divulgação do próprio autor Dr. Alfredo Côrte-Real em especial
no facebook, proliferando na sua própria página as fotografias de toda a
exposição (condecorações destas Ordens da Casa Loulé, as quais estavam ao lado
de Ordens como a de Malta ou mesmo do Santo Sepulcro), claramente defensora da
dita Casa Loulé. Na apresentação e sentado ao lado do Dr. Alfredo Côrte-Real
estava o Coronel Feijó, distinto cavaleiro e Embaixador da Ordem de Malta. A passividade
de todos nós monárquicos e apoiantes de S.A.R. o Senhor D. Duarte tem sido
muito excessiva perante tamanha liberdade. Claro que alguns comentários
surgiram novamente “são devaneios deste Senhor” “são tontices”, mas são sempre
muito escassos. O curioso é que se for um simples “porcaria” dentro do
movimento de S.A.R. o Sr. D. Duarte, aparece logo um vendaval, ao contrário das
pretensões destes senhores. Ultimamente a desculpa é “são uns espanhões”. Meus
Senhores, acordemos!
Com os vossos olhos, e alma
monárquica, vejam o que consta nesse livro publicado pelo Dr. Alfredo
Côrte-Real, que fala de três Ordens, Ordem de São Sebastião dita da Frecha e a
Real Ordem da Trindade e a Ordem de São Miguel.
Na Ordem de São Sebastião
dita da Frecha aparece a certa altura “A segunda fase dá-se a partir de Janeiro
de 1994, quando a Ordem é restaurada pelo Sereníssimo Senhor D. Filipe, através
da autorização expressa e poderes outorgados por seu Augusto Pai, o Sereníssimo
Senhor D. Alberto, Duque de Loulé, promovendo o seu registo em instâncias
oficiais…”.
Façamos já aqui um parênteses
e falemos sobre a lealdade ou mesmo congruência nas atitudes. Referem Janeiro
de 1994? Pois em Abril de 1994 o antigo Conselho de Nobreza reconhece ao D.
Alberto o título de Conde de Rio Grande, como seu 2º titular (titulo concedido
em 1689) por “Alvará de 30-4-1994, nº 1491, Procº 1340 do Conselho de
Nobreza. É 10º neto de um primo em 2º grau do 1º Conde de Rio Grande” … e como
todos sabemos, para se solicitar qualquer registo ou reconhecimento no antigo
Conselho de Nobreza, de acordo com os seus estatutos e regulamentos, é condição
necessária a apresentação de uma carta escrita (anexada a toda a documentação),
onde se reconhecia S.A.R. o Senhor D. Duarte – Duque de Bragança, COMO O CHEFE
DA CASA REAL PORTUGUESA! As conclusões ficam para o raciocínio de cada um.
Mas continuemos com o texto
da obra do Dr. Alfredo Côrte-Real “…mantendo desde então, a denominação de
Ordem Militar de São Sebastião, dita da Frecha” …”Por Carta datada de 19 de
Julho de 1999, o Sereníssimo Senhor D. Alberto, Duque de Loulé, confirma a
autorização dada anos atrás a seu filho, o Senhor D. Filipe, para que
procedesse ao registo e assegurasse o funcionamento da «Antiga Ordem de S.
Sebastião, dita da Frecha», declarando expressamente que ele [D. Filipe], e os
seus sucessores serão perpétuos Administradores, como Representantes de um Ramo
da Nossa Casa que está na primeira linha de Sucessão da Coroa de Portugal. Este
documento vem clarificar qualquer dúvida sobre a legitimidade da «Fons Honoru»”
… “Entre os anos 1996 e 2003,
a Ordem permanece dormente, até que, por Carta de 20 de
Janeiro de 2004, o Senhor D. Filipe reactiva a Ordem, reafirmando o seu
carácter de Ordem Dinástica, para premiar os merecimentos e com ela distinguir
aqueles que mais se assinalem por Distintos Serviços ao Bem Comum e à sua
Casa”, etc.
E na parte da Real Ordem da
Trindade “A 10 de Julho do ano de 2003, o Sereníssimo Senhor Dom Filipe, Conde
de Rio Grande, usando das prerrogativas conferidas pelo Seu Augusto Pai, o
Sereníssimo Senhor Dom Aberto, Duque de Loulé, Chefe da Linha Dinástica
Constitucional da Casa Real de Portugal (como representante dos direitos
pessoais e dinásticos que recaíram na linha de Sua Augusta Avó – Sua Alteza a
Senhora Infanta Dona Ana de Jesus Maria de Bragança e Borbón, filha de El-Rei,
o Senhor Dom João VI e da Rainha, Senhora Dona Carlota Joaquina de Borbón),
houve por bem, conforme o projecto de seu Augusto Avô – El-Rei D. João V,
estabelecer a Ordem da Trindade como Ordem da Sua Casa. Esta Ordem estabelecida
em Honra e Invocação da Santíssima Trindade, tem a denominação de Real Ordem da
Trindade, e a dignidade de Ordem de Colar conforme o uso e estilo das Casas
Reais da Europa. Tem o carácter de uma Ordem dinástico-familiar, e o seu
Governo exercido por um Conselho superiormente dirigido por um Membro Dinasta
da Casa Real de Portugal, a quem cabe o titulo de Grão-Mestre/Governador,
dignidade que actualmente pertence ao Sereníssimo Senhor Dom Filipe, Conde de
Rio Grande, como representante de um Ramo que está na primeira linha da
Sucessão da Coroa de Portugal.
Conforme os seus Estatutos, a
Ordem reconhece como Membros Dinastas da Casa Real de Portugal e da Sereníssima
Casa e Dinastia de Bragança, aos Sereníssimos Senhores Duques de Loulé e seus
filhos, que estiveram na primeira linha de sucessão da Casa Real, após a morte
de El-Rei Dom Manuel II”…
E na Ordem de São Miguel: “O
Grão-Mestre da Ordem de São Miguel da Ala é o Rei de Portugal”… “A Ordem de São
Miguel da Ala, (OSMA), tem o reconhecimento do Sereníssimo Senhor Dom Pedro,
Duque de Loulé, na qualidade de Protector, e Chefe da Linha Constitucional da
Casa Real de Portugal, que habitualmente está nas Cerimónias e nos seus actos.”
Acordemos e actuemos. Cada um
de nós monárquicos, verdadeiros apoiantes do Sr. Dom Duarte único Chefe da Casa
Real Portuguesa, defendamo-lo e nunca se esqueçam deste último Senhor Dr.
Filipe – Conde do Rio Grande, que com o forte apoio do Dr. Alfredo Côrte-Real
tem conseguido alcançar posições muito superiores ao seu irmão.
O presente texto não é
assinado porque este texto é e deve ser assinado por todos os monárquicos
apoiantes do único Chefe da Casa Real Portuguesa o Senhor Dom Duarte Duque de
Bragança. Por isso se é apoiante do S.A.R. o Sr. Dom Duarte divulgue esta
carta, se o fizer é porque é mesmo apoiante dele.
Viva
S.A.R. o Sr. Dom Duarte – Duque de Bragança e único Chefe da Casa Real
Portuguesa
Viva
a Monarquia
Viva
Portugal!
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
«Autarcas Monárquicos preparam Convenção Nacional a 28 de Março» - in Diário do Minho
A Associação Portuguesa de Autarcas
Monárquicos (APAM) reuniu, ao final do dia de anteontem, em Cabreiros, Braga,
em mais um encontro mensal, que teve como ponto principal de reunião a
preparação da Convenção Nacional da associação, a realizar no próximo dia 28 de
março.
A Convenção Nacional dos Autarcas
Monárquicos «será o culminar de todas as iniciativas e ações realizadas nos
últimos meses e que estiveram em balanço nesta reunião», que serviu igualmente
para os órgãos sociais da APAM «marcarem os seis meses formais de atividade da
nova associação», afirmou o responsável associativo Manuel Beninger.
A escritura formal da APAM foi a 28 de julho
de 2014 e é com «orgulho» que estamos «desde já a preparar a Convenção Nacional
de Autarcas Monárquicos», refere o eleito monárquico bracarense, que realça a
«recetividade que a associação teve nestes seis meses, tendo conquistado
associados e apoios dos mais variados quadrantes da vida autárquica nacional».
A Convenção servirá para «fazer o balanço
administrativo e formal» da APAM, mas igualmente para «traçar linhas de futuro
em relação à sua atividade». «Estamos muito confiantes no debate de ideias e princípios,
que se irá realizar no próximo dia 28 de março», acrescentou Manuel Beninger,
no final da reunião em Braga.
Fonte: Diário do Minho de 9 de Fevereiro, pág.
8
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domingo, 8 de fevereiro de 2015
«APAM comemora 6 meses em crescimento» - in TV Minho
Decorreu ontem, em
Braga, o encontro mensal da Associação Portuguesa de Autarcas Monárquicos,
tendo como ponto principal de reunião a preparação da Convenção Nacional da
associação a decorrer no próximo dia 28 de Março.
A Convenção Nacional
dos Autarcas Monárquicos, a realizar daqui a pouco mais de um mês será o
culminar de todas as iniciativas e acções realizadas nos últimos meses e que
estiveram em balanço nesta reunião, que serviu igualmente para os órgãos
sociais da APAM marcarem os seis meses formais de actividade da APAM.
A escritura formal da
APAM foi a 28 de Julho de 2014 e é com "orgulho" que estamos
"desde já a preparar a Convenção Nacional de Autarcas Monárquicos"
refere Manuel Beninger que reforça a "receptividade que a associação teve
nestes seis meses, tendo conquistado associados e apoios dos mais variados
quadrantes da vida autárquica nacional".
A convenção
servirá para o balanço administrativo e formal da APAM mas igualmente para
traçar linhas de futuro em relação à sua actividade. "Estamos muito
confiantes no debate de ideias e princípios que se irá realizar no próximo dia
28 de Março", confirmou Manuel Beninger, no final da reunião em Braga.
Fonte: TV do Minho
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
SS.AA.RR. os Duques de Bragança, na missa de homenagem a SM o Rei Dom Carlos I e SAR o Príncipe Dom Luís Filipe
Suas Altezas Reais os Duques de Bragança, Dom Duarte e Dona Isabel, presentes na missa de homenagem a Sua Majestade o Rei Dom Carlos I e Sua Alteza Real o Príncipe Dom Luís Filipe, por ocasião do 107 aniversário do regicídio, na Igreja de São Vicente de Fora, em Lisboa.
Com Luís Varela e Fábio Reis Fernandes, presidente da Real Associação da Beira Litoral
Suas Altezas Reais os Duques de Bragança, Dom Duarte e Dona Isabel, presentes na missa de homenagem a Sua Majestade o Rei Dom Carlos I e Sua Alteza Real o Príncipe Dom Luís Filipe
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
MUNDO POLÍTICO PRESENTE NO JANTAR DE REIS BRAGA 2015
SAR Dom Duarte de Bragança com os presidentes de Câmara de Ovar, Eng. Salvador Malheiro, de Felgueiras, Dr. Inácio Ribeiro, e com o presidente da Real Associação de Viseu, Dr. Álvaro de Meneses
Dr. Miguel Macedo, ex-ministro e deputado no parlamento português cumprimenta SAR o Senhor Dom Duarte. À esquerda, o presidente da Câmara Municipal de Felgueiras Dr. Inácio Ribeiro e, a seu lado, o presidente da concelhia do PSD de Braga Dr. João Granja
SAR Dom Duarte de Bragança e Dr. Eduardo Teixeira, deputado no parlamento
Dr. Miguel Macedo, ex-ministro e deputado no parlamento português cumprimenta SAR O Senhor Dom Duarte. À direita, o vereador a Câmara Municipal de Vila do Conde, Dr. Miguel Paiva, a adjunta do presidente da Câmara Municipal de Braga Dr.ª Cristina Palhares e a socialista e vice-presidente da RA de Braga Dr.ª Gabriela Sequeira
Senhor Arcebispo Primaz de Braga, Dom Jorge Ferreira
da Costa Ortiga ladeado pelo provedor da Irmandade de Santa Cruz, Dr. Luís Rufo e, à direita na foto, pelo presidente da Assembleia Municipal da Póvoa de Lanhoso, Dr. Amândio de Oliveira
Eduardo Teixeira e Miguel Macedo, deputados no parlamento português
SAR Dom Duarte Duque de Bragança ladeado, à direita na foto, pelo vice-presidente da CCDR-Norte e presidente da concelhia de Braga do CDS-PP, Eng.º Carlos Neves
SAR O Senhor Dom Duarte com o presidente da Câmara Municipal de Ovar e sua esposa
Manuel Barros, vereador na Câmara Municipal de Ponte de Lima, Mário Ferreira, presidente da concelhia do PSD de Ponte de Lima e Vogal no Conselho Fiscal da APAM, Eduardo Teixeira, deputado no parlamento e vereador na Câmara Municipal de Viana do Castelo, e Armindo Silva, presidente da concelhia do PSD de Ponte da Barca
SAR Dom Duarte de Bragança com o presidente do Conselho Fiscal da APAM e vereador na Câmara Municipal de Vila do Conde Dr. Miguel Paiva
SAR Dom Duarte de Bragança com os presidentes de Câmara de Ovar, Eng. Salvador Malheiro, de Felgueiras, Dr. Inácio Ribeiro, e com o presidente da Real Associação da Beira Litoral Eng. Fábio Reis Fernandes
SAR Dom Duarte de Bragança com a direcção da APAM - Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos, Manuel Beninger, presidente da direcção e Eduardo Teixeira, presidente da Assembleia Geral
Dom Álvaro de Marichalar e Sáenz de Tejada,
Caballero Divisero Hijodalgo del Ilustre Solar de Tejada
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domingo, 4 de janeiro de 2015
JANTAR DE REIS BRAGA 2015
Caros amigos
O JANTAR DE REIS vai realizar a sua 6ª edição no dia 17 de Janeiro de 2015, no Meliá Hotel,
em Braga.
Como já é tradição deste evento seremos honrados com a notável presença
de S.A.R. o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança.
Esta iniciativa, já com tradição na cidade de Braga, assenta numa
vontade transversal a muitos actores locais, movimentos e associações
monárquicas, bem como a individualidades com relevância política e social na
região.
Na continuidade do que já tem sido feito, teremos no JANTAR DE REIS
BRAGA 2015 a
promoção do património cultural, nomeadamente a gastronomia, o vinho e o
artesanato. Serão convidadas confrarias portuguesas, associação de artesãos e
empresas de produtos regionais.
São objectivos do jantar de Reis Braga:
- a promoção da cultura portuguesa, nos seus saberes e fazeres mais
tradicionais aos seus saberes e fazeres mais empreendedores, nele promovemos os
produtos portugueses locais com a presença das Confrarias Portuguesas, tanto
gastronómicas como báquicas, para além de outras de cariz muito diversificado.
Neste contexto de elevação de Portugal, dos portugueses, da sua produção e dos
seus produtos temos sempre como convidado de honra o S.A.R. Dom Duarte de
Bragança como símbolo nacional da nossa História, cultura, tradições, língua e
fronteiras, diríamos da nossa Identidade.
Também porque o momento histórico que vivemos há uns anos para cá nos
tem pedido mais união e cooperação, o JANTAR DE REIS BRAGA 2015, tem como
segundo objectivo:
- a solidariedade, apoiando este ano de 2015 os Bombeiros Voluntários de Braga,
com todo o proveito material do mesmo.
O contributo Solidário para o JANTAR DE REIS BRAGA 2015 é de 25 € (vinte
e cinco euros), por pessoa.
Despeço-me na expectativa de poder contar com a sua presença.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
ADESTE FIDELES, HINO PORTUGUÊS, MAGNÍFICA OBRA D'EL REI DOM JOÃO

ADESTE
FIDELIS - Hino Português tocado em todo o mundo no Natal. "Adeste
Fideles" é o título do chamado Hino Português escrito pelo Rei D. João
IV de Portugal. Foram achados dois
manuscritos desta obra, datados de1640, no seu palácio de Vila Viçosa.
Muitos outros alegam a autoria desse hino, a John F. Wade, que não pode
ter composto a obra, já que o seu manuscrito data de 1743. O mais
provável é que Wade tenha traduzido o Hino Português, como era chamado
em Londres na época e ficado com os louros. D. João IV de Portugal, “O
Rei Músico” nascido em 1604 foi um mecenas da música e das artes, assim
como um sofisticado autor; foi também compositor e durante o seu
reinado possuiu uma das maiores bibliotecas do mundo. A primeira parte
da sua obra musical foi publicada em 1649. Fundou uma escola de música
em Vila Viçosa de onde saíam músicos para Espanha e Itália e foi aí, no
seu palácio, que se acharam dois manuscritos desta obra. Esses
escritos (1640) são anteriores à versão de 1760 feita por Wade. De
entre os seus escritos podemos encontrar “Defesa da Música Moderna
(Lisboa, 1649) ano em que o Rei D. João IV lutou contra o Vaticano para
conseguir a aprovação da música instrumental nas igrejas. Uma outra
famosa composição sua é Crux fidelis, um trabalho que permanece popular
nos serviços eclesiásticos.
Existem outros versos em latim em várias versões, como por exemplo:
Other versions:
Adeste fideles læti triumphantes,
Venite, venite in Bethlehem. Natum videte Regem angelorum: Venite adoremus (3x) Dominum. Deum de Deo, lumen de lumine Gestant puellæ viscera. Deum verum, genitum non factum. Venite adoremus (3x) Dominum. Cantet nunc 'Io', chorus angelorum; Cantet nunc aula cælestium, Gloria! Soli Deo Gloria! Venite adoremus (3x) Dominum. Ergo qui natus die hodierna. Jesu, tibi sit gloria, Patris aeterni Verbum caro factum. Venite adoremus (3x) Dominum. |
Existem outros versos em latim em várias versões, como por exemplo:
En grege relicto, humiles ad cunas, Vocati pastores adproperant: Et nos ovanti gradu festinemus, Venite adoremus (3x) Dominum. |
Æterni parentis splendorem æternum
Velatum sub carne videbimus Deum infantem pannis involutum Venite adoremus (3x) Dominum. |
Cantet nunc hymnos chorus angelorum
Cantet nunc aula cælestium,
Gloria in excelsis Deo!
Venite adoremus (3x)
Dominum.
Cantet nunc aula cælestium,
Gloria in excelsis Deo!
Venite adoremus (3x)
Dominum.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
«Em Braga... As estrelas brilham mais» - JANTAR DE REIS BRAGA 2015
JANTAR DE REIS BRAGA 2015
17 DE JANEIRO
Parabéns Arq. Manuel Loureiro, responsável criativo pelo logótipo do JANTAR DE REIS BRAGA 2015, pelo excelente trabalho realizado.















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