Esta republica não defende a democracia!
Fim ao antidemocrático art.º 288.
Revisão Constitucional Já!
MONARQUIA JÁ!
1) Se a palavra POVO, conforme afirma o Prof. Paulo Ferreira da Cunha, fosse alterada para maiúsculas, a Republica Portuguesa, ouviria o POVO, se este demonstrar que já não se identificar com o actual regime?
2) Se passados 36 anos da elaboração da actual Constituição (III Republica), não se deveria eliminar toda a carga ideológica e de regime, consagrada no texto constitucional?
3) Se Portugal não está em primeiro lugar, ante a imposição de regime?
4) Se em 1910 existiam 156 deputados (incluindo os representantes das colónias), porque motivo não poderá existir o mesmo número de deputados?
5) Para quando, a alteração do método electivo dos deputados?
6) Queremos de facto, uma Constituição mais moderna, ou não?
7) Assumir e efectiva democracia na Constituição, para quando?
8) Qual o verdadeiro nome do nosso País? Portugal ou Republica Portuguesa?
9) Quem poderá nomear os cargos mais importantes e institucionais, ex.: Tribunal Constitucional, Supremo, Procurador-geral, etc.?
O líder do grupo parlamentar social-democrata anunciou que o PSD não tenciona apresentar qualquer projeto de revisão constitucional nesta sessão legislativa, admitindo apenas constitucionalizar limites ao défice e à dívida. "Julgo ser oportuno clarificar que o PSD não apresentará nesta sessão legislativa qualquer projeto de revisão constitucional", declarou Luís Montenegro na sessão de abertura da sessão das jornadas parlamentares do PSD, no Fundão.
Fonte: SIC Notícias
CALAR, CONSENTIR E OBEDECER.
Então? Que se passa. Isto é assim?
POR ONDE ANDAM OS MONÁRQUICOS DO PSD…
Alteração à Constituição
PPM defende restauração da monarquia
O Partido Popular Monárquico (PPM), defensor da restauração da Monarquia Constitucional Portuguesa, propõe uma ampla reforma constitucional que passe pela restauração da coroa e de um sistema parlamentar «responsável, patriótico e pluralista».
O cabeça de lista do PPM pelo Distrito de Braga e vice-presidente do PPM, Manuel Beninger, considera que deve haver um sistema político com espaço para a divergência ideológica e de projecto, mas «não deve abdicar jamais de uma ideia de continuidade e de unidade nacional».
«Essa ideia deve permitir a formação de consensos partidários e sociais em matérias de soberania e de interesse nacional. Somos todos portugueses, antes de sermos de esquerda e de direita, sendo que essa ideia de pertença à grande família nacional deve permitir a convergência e a participação de todos no projecto nacional intemporal que representa Portugal», sustenta.
Neste contexto, para Manuel Beninger, a coroa é a instituição que, pela sua natureza, «melhor garante a identificação de todos com a nossa História e identidade nacional, num quadro objectivo de funcionamento institucional que garante a isenção, a eficácia e o prestígio da Chefia do Estado».
O dirigente do PPM defende, assim, um referendo em Portugal, para que o povo português possa ser livremente consultado a respeito do sistema político que prefere.
«Nestas eleições, o PPM coloca em causa o actual sistema republicano. Queremos obter a liberdade de escolha para o Povo português. Monarquia ou República? Exigimos o direito a poder escolher. Exigimos liberdade e democracia», salienta, numa nota à imprensa, Manuel Beninger.
O dirigente acrescenta o país, neste sistema republicano, chegou quase à bancarrota, enquanto os países em que há monarquias possuem, em geral, sociedades prósperas.

A bandeira da Monarquia foi hoje hasteada em Braga na primeira acção de campanha para as legislativas de 5 de Junho do Partido Popular Monárquico (PPM) cujo objecivo é "mudar o regime em Portugal" e "questionar a Constituição", que "não é democrática".
Às 9:30 da manhã a bandeira da Monarquia constitucional foi hasteada às portas da cidade de Braga, na Arcada, pelo PPM durante uma acção que "não é ilegal", defenderam os monárquicos, mas sim "democrática".
O cabeça de lista do PPM pelo distrito de Braga, Manuel Beninger, explicou à agência Lusa que o partido pretende que "nesta campanha se questione a Constituição Portuguesa", que considera "não ser completamente democrática".
O PPM contesta, especificamente, o artigo 288 b) da Constituição: "As leis de revisão constitucional terão de respeitar a forma republicana de Governo". Este artigo, segundo Beninger, "inibe outros tipos de regime que não este imposto e demonstra falta de democracia", por isso, "esta acção é fortemente simbólica e visa melhorar a Constituição portuguesa".
Sobre o programa eleitoral do PPM, Manuel Beninger destacou "a defesa da família" e da agricultura. "Estamos num Estado com menos apetência para a ajuda à família, menos apoios, mas em contrapartida existem verbas dos nossos impostos canalizadas para o extermínio da nossa população, para esta peste branca que é o aborto. Assim como a agricultura, que todos falam mas sempre a desprezaram, [mas que] é fundamental", adiantou.
Apesar de estarem reunidos nesta acção de campanha do PPM cerca de 25 pessoas, o hastear da bandeira monárquica passou despercebida à população e aos lojistas da zona que embora comentassem a presença de uma bandeira no cimo da Arcada, confundiram a bandeira monárquica, azul e branca, com a bandeira da cidade de Braga, que ostenta as mesmas cores.
Fonte: Diário de Notícias
Monárquicos hastearam bandeira azul e branca no Arco da Porta Nova
PPM quer alterar Constituição e referendar forma de regime
O Partido Popular Monárquico (PPM) hasteou ontem a bandeira azul e branca da Monarquia Constitucional no topo do Arco da Porta Nova, em Braga, simbolizando a sua intenção de «libertar a cidade e de ver discutido o tipo de regime político para Portugal».
Tratou-se da primeira acção de campanha eleitoral do PPM no distrito, que pretendeu encorajar os monárquicos minhotos a assumir com coragem as suas convicções políticas e a marcar presença no acto.
Segundo o cabeça de lista do PPM pelo distrito de Braga, Manuel Beninger, a primeira proposta do partido é precisamente a alteração da Constituição da República Portuguesa, de maneira a que passe a permitir outra forma de regime que não o republicano.
«Queremos alterar a Constituição, tornando o Estado mais democrático, de maneira que permita a vigência de outro tipo de regime», sustentou Manuel Beninger, acrescentando que «após a alteração da Constituição, o segundo passo é submeter a forma de regime a apreciação pública, através de referendo».
Para Manuel Beninger os países europeus, a maioria dos quais monarquias constitucionais, «são exemplos do ponto de vista económico, social e democrático, sendo bastante mais desenvolvidos e evoluídos do que qualquer república».
«Na “nossa” República temos sempre alguém que é eleito com o apoio dos partidos e que, por isso, nunca é um árbitro isento», defendeu.
PPM quer ter voz no Parlamento
Segundo Manuel Beninger há centenas de militantes do PPM em Braga, mas à semelhança do que sucede no resto do país, há igualmente muitos monárquicos que não são do PPM, o que dificulta sobremaneira a possibilidade de ter no parlamento uma voz daquele partido.
«A grande maioria dos monárquicos não estão no PPM, mas no CDS, no PS e alguns no PCP, e em todos os quadrantes políticos, em suma», referiu, dando como exemplos os casos de Paulo Portas, do CDS-PP, de Nuno Melo do CDS, e de Paulo Teixeira Pinto, do PSD.
«Não queremos ser monárquicos camuflados, por isso temos necessidade de eleger um deputado do PPM pelo distrito de Braga e de ultrapassar este Estado bipolarizado, em que ou se vota num partido ou noutro», disse.
Quanto à actual situação do país, nomeadamente à presença do FMI em Portugal, o cabeça-de-lista do PPM atribui, mais uma vez, a responsabilidade à República, sublinhando que «a primeira fase trouxe a falência, a segunda a vergonha da ditadura e, na terceira fase, o Estado socialista e laico conduziu-nos à bancarrota».
A situação no distrito também constitui outra das preocupações centrais do PPM, em particular o elevado índice de desemprego e a situação no têxtil, na construção civil e na agricultura.
«A agricultura é uma das áreas que terá de ser repensada, negociando as políticas que Portugal assumiu com a União Europeia», concluiu.

Jornal “Diário do Minho” de 22 de Maio, pág. 5
Caros amigos
A 19 de Janeiro de 1919, Paiva Couceiro aclamou a monarquia portuguesa e o Porto foi capital do reino durante 25 dias.
Hoje, 21 de Maio de 2011, foi hasteada a bandeira azul e branca da monarquia constitucional em terras de Portugal. Braga foi libertada!
Com este acontecimento o Partido Popular Monárquico deu início à campanha eleitoral no distrito de Braga. Os monárquicos assumiram-se com coragem e determinação encerrando em si a intenção de ver discutido a forma de regime para Portugal.
Entendeu o PPM que são com actos simples mas de um profundo simbolismo político que vão alterar atitudes, formas de agir e pensar dos políticos sobre o tipo de regime que se deseja para Portugal.
Foi uma acção subversiva e democrática nesta república que se encontra falida, sem princípios e sem moral.
O grande objectivo passa pela eleição de um deputado popular monárquico que assuma a defesa da alteração do artigo 288, alínea b) da Constituição Portuguesa para que se possa, numa segunda fase, questionar os portugueses qual o tipo de regime que querem.
Portugal está no rescaldo das comemorações do centenário da República e o balanço final destes cem anos não é nada auspicioso. Veja-se, de relance, realizações desta república, onde ressalta o desvario do dinheiro fácil, a ilusão de um progresso baseado em obras mastodônticas e inúteis e o desmantelar do tecido produtivo agrícola – as reservas estratégicas alimentares foram completamente ignoradas –, piscatório e industrial.
Os Presidentes da República Portuguesa, eleitos por dois mandatos consecutivos, têm duas formas de actuação, consoante estão no primeiro ou no segundo mandato: no primeiro tentam ser mais cordatos, de forma a não comprometerem a tão desejada e esperada reeleição, enquanto que no segundo se tornam mais interventivos, quase sempre a favor das forças políticas que os elegeram.
Nesta campanha o PPM irá direccionar-se também para a sensibilização do eleitorado no que respeita à defesa da vida. É importante que todos os defensores da dignidade da pessoa humana e dos direitos do Homem se associem, sobretudo quando a vida humana antes de nascer está ameaçada. Em Portugal, são mortos por aborto todos os dias 53 bebés, legalmente! Provavelmente serão muitos mais, já que não estão contabilizados os abortos clandestinos que existem.
Da mesma forma, o PPM em Braga irá abordar nesta campanha a crise indisfarçável da agricultura minhota, onde lamentamos que até hoje ninguém tenha sido responsabilizado, quer política, quer criminalmente, pelos danos que tem provocado ao país, eliminando a sua economia rural.
Manuel Beninger
(Cabeça de Lista do PPM pelo Distrital de Braga e Vice-presidente do PPM)

Jornal “Diário do Minho” de 27 de Abril de 2011, pág. 8
PPM quer eleger um deputado que defenda alteração da Constituição.
O Partido Popular Monárquico (PPM) apresentou, no Tribunal de Braga, a lista candidata às eleições legislativas pelo círculo eleitoral de Braga. Segundo o partido, o grande objectivo do PPM para as legislativas passa pela eleição de um deputado que assuma a defesa da alteração do artigo 288, alínea b) da Constituição Portuguesa.
A lista é encabeçada por Manuel Beninger, deputado municipal de Braga incluindo também o presidente da Junta de Freguesia de Fraião, António Machado, a deputada municipal Sílvia Oliveira, o candidato da coligação Juntos por Braga à freguesia de Penso Santo Estêvão, Domingos Mendes Pereira, António Augusto Brandão de Famalicão e Armando Botelho Machado, de Vieira do Minho, entre outros candidatos.
Segundo o PPM, Portugal está no rescaldo das comemorações do centenário da República e “o balanço final destes cem anos não é nada auspicioso”. “Veja-se, de relance, realizações desta república, onde ressalta o desvario do dinheiro fácil, a ilusão de um progresso baseado em obras mastodônticas e inúteis e o desmantelar do tecido produtivo agrícola – as reservas estratégicas alimentares foram completamente ignoradas –, piscatório e industrial português”, argumentam.
No entender dos monárquicos, “os Presidentes da República Portuguesa, eleitos por dois mandatos consecutivos, têm duas formas de actuação, consoante estão no primeiro ou no segundo mandato: no primeiro tentam ser mais cordatos, de forma a não comprometerem a tão desejada e esperada reeleição, enquanto que no segundo se tornam mais interventivos, quase sempre a favor das forças políticas que os elegeram”.
Nesta campanha o PPM propõe-se sensibilizar o eleitorado para a defesa da vida. “É importante que todos os defensores da dignidade da pessoa humana e dos direitos do Homem se associem, sobretudo quando a vida humana antes de nascer está ameaçada. Em Portugal, são mortas por aborto todos os dias 53 bebés, legalmente. Provavelmente serão muito mais já que não estão contabilizados os abortos clandestinos que existem”, afirmam.
Para além disso, vão alertar os eleitores para a crise agrícola minhota. “Existe uma crise indisfarçável na agricultura portuguesa, onde o PPM lamenta que até hoje ninguém tenha sido responsabilizado, quer política quer criminalmente, pelos danos que vêm provocando ao país, eliminando a sua economia rural”, sublinham.

Jornal “Correio do Minho” de 27 de Abril de 2011, pág. 10
O Partido Popular Monárquico (PPM) apresentou, no Tribunal de Braga, a lista candidata às eleições legislativas pelo círculo eleitoral de Braga.
A lista é encabeçada por Manuel Beninger, deputado municipal de Braga, destacando-se também o presidente da junta de freguesia de Fraião, António Machado, a deputada municipal de Braga, Sílvia Oliveira, o candidato da coligação Juntos por Braga à freguesia de Penso Santo Estêvão, Domingos Mendes Pereira, António Augusto Brandão de Famalicão e Armando Botelho Machado, de Vieira do Minho, entre outros candidatos.
O grande objectivo passa pela eleição de um deputado popular monárquico que assuma a defesa da alteração do artigo 288, alínea b) da Constituição Portuguesa.
Defesa da vida e crise agrícola minhota são as causas a sensibilizar.

O que faz falta neste novo Parlamento?
A eleição de um deputado Popular Monárquico que, sem papas na língua, assuma a defesa da alteração do artigo 288, alínea b) da Constituição Portuguesa.
Fonte: Diário de Notícias



O Partido Popular Monárquico (PPM) vai lançar, este ano, uma petição para um referendo sobre a alteração do artigo da Constituição Portuguesa que só permite a forma republicana de governo.
Em declarações à Lusa, o vice-presidente do PPM, Manuel Beninger defendeu a necessidade de alterar «o malfadado artigo 288 alínea b» para, «numa segunda fase, poder-se perguntar aos portugueses se preferem a república ou a monarquia».
O PPM acredita mesmo no sucesso de uma iniciativa parlamentar para alterar o artigo, dado que na última legislatura «uma iniciativa nesse sentido dos deputados dos PPM obteve a maioria dos votos», mas ficou aquém dos dois terços necessários para o processo de alteração.
FONTE: http://www.causaimperial.org.br/?p=296
Volney Amorim Sena
É muito importante a existência de um partido político monárquico para conscientizar a população a respeito das vantagens de se adotar a monarquia parlamentarista!
Se tivesse um partido monarquista em nosso país no período que houve o plebiscito com certeza o resultado seria outro.
PPM Lança petição para referendo
MANUEL BENINGER, VICE-PRESIDENTE DO PPM
O Partido Popular Monárquico (PPM) vai lançar este ano uma petição para um referendo sobre a alteração do artigo da Constituição Portuguesa que só permite a forma republicana de governo. Em declarações à Lusa, o vice-presidente do PPM, Manuel Beninger, defendeu a necessidade de alterar “o malfadado arigo 288, alínea b” para, “numa segunda fase, poder-se perguntar aos portugueses se preferem a república ou a monarquia”.
“Diário de Notícias”
REPÚBLICA/MONARQUIA
PPM quer alterar Constituição
O Partido Popular Monárquico vai lançar uma petição para um referendo sobre a alteração do artigo da Constituição que só permite a forma republicana de governo. O vice-presidente do PPM, Manuel Beninger, defende essa alteração para, a seguir, “poder-se perguntar aos portugueses se preferem a república ou a monarquia”.
“Jornal de Notícias”
PPM quer mudar Constituição para referendar monarquia
O Partido Popular Monárquico (PPM) está a desenvolver esforços junto do PSD e do CDS-PP, tendo em vista uma alteração constitucional que permita retirar da carta magna da República Portuguesa o artigo que impede a opção dos eleitores pelo regime monárquico. A decisão, já tomada pelos órgãos nacionais do partido, prevê o lançamento posterior de uma petição que abra as portas à realização de um referendo, através do qual os portugueses decidem se querem uma república ou uma monarquia.
A revelação foi feira ontem ao Diário do Minho pelo presidente da Distrital de Braga do PPM, que apontou o dia 29 deste mês como a data em que a direcção e o conselho nacional dos monárquicos vão definir a forma como o processo se irá desenvolver. “Pretendemos que a terceira república seja plenamente democrática, de facto e de direito, e isso implica acabar com o malfadado artigo 288, alínea b da Constituição”, disse Manuel Beninger, alegando que, numa segunda fase, “os portugueses deverão ser chamados a pronunciarem-se, em referendo, se preferem a república ou a monarquia”.
O também vice-presidente da direcção nacional do PPM acredita no sucesso de uma iniciativa parlamentar para alterar o artigo, lembrando que, na última legislatura, o partido tomou “uma iniciativa nesse sentido, que obteve a maioria dos votos”. Beninger acredita agora que é possível convencer os dois terços dos deputados que são necessários para alterar a Constituição e acrescenta que o referendo ao tipo de regime é uma espécie de imperativo histórico.
“A instauração do regime republicano resultou de um golpe de Estado atroz e a república nunca foi referendada”, vinca, considerando que o modelo republicano português “descambou para uma desgraça completa, tendo chegado ao ponto de ser possível eleger para o mais alto cargo da nação, um qualquer “Tiririca””.
A referência ao palhaço brasileiro, que foi eleito deputado federal do Brasil sem saber ler – o que anulou a sua eleição -, visa o candidato madeirense José Manuel Coelho. As críticas monárquicas atingem também o candidato “poeta alegre”. “A república bateu no fundo. Está a dar os últimos suspiros e os que hoje concorrem à chefia de Estado representam partidos e não a unidade nacional, que só pode ser personalizada na figura do rei”, alega o dirigente do PPM, apontando o dedo a uma “campanha suja”, que enveredou pelo “enxovalhar de alguém que é suposto representar a nação, o que não dá qualquer credibilidade à república”.
Em defesa da causa monárquica, Manuel Beninger argumenta que “os países mais democráticos na Europa são monarquias” e os “com maior índice de desenvolvimento no mundo também são monarquias”, citando os casos da Suécia, Noruega, Holanda, Austrália, Canadá e Japão. Como exemplo “da verdadeira democracia que são as monarquias”, o dirigente do PPM refere que, em Espanha, é possível referendar a monarquia, algo que não acontece em Portugal ou em França”.
Sobre a actual situação económica do país, Manuel Beninger alinha o PPM pelo PSD e pelo CDS-PP. “Se o FMI tiver de entrar em Portugal, o Governo socialista deve ser demitido, por já não ter qualquer credibilidade, e o país deve ser governado por um Governo de salvação nacional”, resume.