Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

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terça-feira, 23 de julho de 2013

ESTA REPÚBLICA ESTÁ FERIDA DE MORTE! MONARQUIA JÁ!

Esta republica está ferida de morte!
Esta republica não defende a democracia!
Fim ao antidemocrático art.º 288.
Revisão Constitucional Já!

MONARQUIA JÁ!

sexta-feira, 28 de junho de 2013

A CONSTITUIÇÃO ANTIDEMOCRÁTICA PORTUGUESA


Esta republica que se apregoa de democrática, inscreveu na Constituição da republica Portuguesa um artigo que de democrático tem pouco ou nada.
Tal como em 1910 tomou de assalto e de forma violenta o poder, continua a impor a sua vontade ao povo sem que este se possa pronunciar quanto à sua vontade.
Isto não é democracia!
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segunda-feira, 10 de junho de 2013

"A Constituição actual não é verdadeiramente democrática"


"A Constituição actual não é verdadeiramente democrática, porque impede um referendo sobre a monarquia", referiu o Duque de Bragança.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

D. Duarte quer referendo sobre regresso da monarquia


S.A.R., Dom Duarte, Duque de Bragança, sublinha que a Constituição da República limita “o direito democrático dos portugueses decidirem o seu futuro”, pelo que, se deveria referendar o regime.
“O debate devia ser levado para um nível político em que a opção da monarquia seria debatida em pé de igualdade e não como algo irrealista”, advoga o herdeiro da coroa portuguesa numa entrevista publicada este sábado no Diário de Notícias.
Para D. Duarte, “o drama dos senhores Presidentes da República é estarem de algum modo comprometidos”, sendo que “não têm a independência que que deviam ter, por terem sido governantes”.
Joana Dias Pereira /Netcafé Monarquia Moderna

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Juventude Monárquica elegeu nova direcção política em Braga


Jornal "Diário do Minho" de 19 de Novembro, pág. 6
A comissão regional da Juventude Monárquica de Braga acaba de eleger a sua nova direcção política, que tem por presidente Nuno Leheman Alves Pinto, por vice-presidente Joana Rodrigues Castro e por vogais Carlos Sá Menezes e Francisca Fontes.
O programa de ação realça «os valores da vida, as questões ambientais, a defesa da agricultura, da produção nacional e da educação» e insiste na denúncia da Constituição por «impor ditatorialmente a república como única forma de regime».
«Mesmo em altura de revisão constitucional, ainda não vimos nenhum outro político monárquico de um outro partido falar sequer sobre o tema», lamenta a Juventude Monárquica, que declara o «apoio inequívoco a Dom Duarte da Casa de Bragança».

sábado, 7 de abril de 2012

DESAFIOS À CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA

Desafios à Constituição da Republica, no âmbito da iniciativa promovida pela Reitoria da Universidade do Porto “Diálogos com a Ciência III”, foi o tema do último debate, com a ilustre presença do Prof. José Adelino Maltez e do Prof. Paulo Ferreira da Cunha.
Duas visões distintas da nossa actual Constituição, foram explanadas.
A intervenção do Prof. Paulo Ferreira da Cunha, republicano convicto, marcou-se pelo racionalismo – objectivo, directo e pelo factualismo histórico do acontecimento da III Republica, ou seja, a sua origem, as Constituintes de 1976.
A Constituição em vigor, é imutável. Mexer? Para quê?
Para o Prof. Paulo Ferreira da Cunha, a Constituição da Republica Portuguesa está bem e recomenda-se, não existindo motivos aparentes para grandes alterações de fundo, talvez mudando pontualmente a vírgula e o ponto final em alguns artigos – em termos latos e globais, a redacção foi bem conseguida e continua muito actual. Em alguns pormenores, na sua opinião pessoal, embora não alterasse o Preâmbulo, introduziria por modificação em letra maiúscula, a palavra POVO, igualmente, acrescentaria as Berlengas, dado que são omissas no texto constitucional – e, já agora relembrar a ideia, em parte esquecida dos primórdios da redacção original, que é o assunto da regionalização. Fora estas, pequenas alterações, o actual número de deputados está correcto, não existindo necessidade de Revisão Constitucional, dado que é permitida a redução para 180 deputados.
A comunicação do Prof. José Adelino Maltez, refere que apesar de manter na íntegra o texto constitucional de 1976, como documento histórico inalterável, as futuras alterações efectuar-se-iam por actos adicionais, à luz do que acontecia com a Carta Constitucional. O primado da poética humana, na sua essência estrutural, realçando o “amor” que a própria nação terá assumir em redor da sua própria Constituição, é o factor que faz falta ao seu texto – não existe proximidade latente entre o Estado e o Povo, não basta referir o POVO no seu texto, para que a Constituição da Republica Portuguesa seja abrangente – é necessário senti-lo, pelos afectos (quanto a mim condição sine qua non).
A Constituição terá que ser supra partidária e não dominada pela partidocracia, fundamentalmente acima dos interesses – será sempre a “coluna vertebral” da Nação, e nunca de qualquer regime.
Prefiro, logicamente como português, a exposição do Prof. José Adelino Maltez, mais humana e menos racionalista à ideia congelada e imutável de um texto que na sua essência deverá perdurar para todo o sempre, do Prof. Paulo Ferreira da Cunha.
Depois, disto qual será a opinião generalizada dos portugueses?
1) Se a palavra POVO, conforme afirma o Prof. Paulo Ferreira da Cunha, fosse alterada para maiúsculas, a Republica Portuguesa, ouviria o POVO, se este demonstrar que já não se identificar com o actual regime? 
2) Se passados 36 anos da elaboração da actual Constituição (III Republica), não se deveria eliminar toda a carga ideológica e de regime, consagrada no texto constitucional? 
3) Se Portugal não está em primeiro lugar, ante a imposição de regime? 
4) Se em 1910 existiam 156 deputados (incluindo os representantes das colónias), porque motivo não poderá existir o mesmo número de deputados? 
5) Para quando, a alteração do método electivo dos deputados? 
6) Queremos de facto, uma Constituição mais moderna, ou não? 
7) Assumir e efectiva democracia na Constituição, para quando? 
8) Qual o verdadeiro nome do nosso País? Portugal ou Republica Portuguesa? 
9) Quem poderá nomear os cargos mais importantes e institucionais, ex.: Tribunal Constitucional, Supremo, Procurador-geral, etc.?
Concluído, para quando, a auscultação da vontade popular, e sua aferição, e não julgar por preconceito que aquilo que a Republica quer, os portugueses têm-na que aceitar, por acharem que este regime será sempre a melhor solução? Têm assim, tanta confiança nesse pressuposto? Já alguma vez, colocaram essa questão?
Ou será, que o próprio regime, salvaguardando em última instância a instituição monárquica, como salvação nacional, assegurando mesmo, a sua continuidade, como eventual alternativa, prefere uma Republica coroada, respeitando a forma republicana de governo – passando o testemunho da responsabilidade histórica? Será que haverá respostas a todas estas questões?
Onde está a ideia bonita da Monarquia, pura e verdadeira, com uma bandeira azul e branca com o escudo de Portugal ao meio, com a coroa real a encimar?
Pátria e Liberdade.
 José Peres Silva Bastos

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

PSD não vai apresentar projecto de revisão de constituição

O líder do grupo parlamentar social-democrata anunciou que o PSD não tenciona apresentar qualquer projeto de revisão constitucional nesta sessão legislativa, admitindo apenas constitucionalizar limites ao défice e à dívida. "Julgo ser oportuno clarificar que o PSD não apresentará nesta sessão legislativa qualquer projeto de revisão constitucional", declarou Luís Montenegro na sessão de abertura da sessão das jornadas parlamentares do PSD, no Fundão.

Fonte: SIC Notícias


CALAR, CONSENTIR E OBEDECER.

Então? Que se passa. Isto é assim?

POR ONDE ANDAM OS MONÁRQUICOS DO PSD…

quinta-feira, 2 de junho de 2011

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Alteração à Constituição: PPM defende restauração da monarquia

Alteração à Constituição

PPM defende restauração da monarquia


O Partido Popular Monárquico (PPM), defensor da restauração da Monarquia Constitucional Portuguesa, propõe uma ampla reforma constitucional que passe pela restauração da coroa e de um sistema parlamentar «responsável, patriótico e pluralista».

O cabeça de lista do PPM pelo Distrito de Braga e vice-presidente do PPM, Manuel Beninger, considera que deve haver um sistema político com espaço para a divergência ideológica e de projecto, mas «não deve abdicar jamais de uma ideia de continuidade e de unidade nacional».

«Essa ideia deve permitir a formação de consensos partidários e sociais em matérias de soberania e de interesse nacional. Somos todos portugueses, antes de sermos de esquerda e de direita, sendo que essa ideia de pertença à grande família nacional deve permitir a convergência e a participação de todos no projecto nacional intemporal que representa Portugal», sustenta.

Neste contexto, para Manuel Beninger, a coroa é a instituição que, pela sua natureza, «melhor garante a identificação de todos com a nossa História e identidade nacional, num quadro objectivo de funcionamento institucional que garante a isenção, a eficácia e o prestígio da Chefia do Estado».

O dirigente do PPM defende, assim, um referendo em Portugal, para que o povo português possa ser livremente consultado a respeito do sistema político que prefere.

«Nestas eleições, o PPM coloca em causa o actual sistema republicano. Queremos obter a liberdade de escolha para o Povo português. Monarquia ou República? Exigimos o direito a poder escolher. Exigimos liberdade e democracia», salienta, numa nota à imprensa, Manuel Beninger.

O dirigente acrescenta o país, neste sistema republicano, chegou quase à bancarrota, enquanto os países em que há monarquias possuem, em geral, sociedades prósperas.

Jornal “Diário do Minho” de 26 de Maio, pág. 10

domingo, 22 de maio de 2011

PPM inicia campanha com hastear da bandeira em Braga

A bandeira da Monarquia foi hoje hasteada em Braga na primeira acção de campanha para as legislativas de 5 de Junho do Partido Popular Monárquico (PPM) cujo objecivo é "mudar o regime em Portugal" e "questionar a Constituição", que "não é democrática".

Às 9:30 da manhã a bandeira da Monarquia constitucional foi hasteada às portas da cidade de Braga, na Arcada, pelo PPM durante uma acção que "não é ilegal", defenderam os monárquicos, mas sim "democrática".

O cabeça de lista do PPM pelo distrito de Braga, Manuel Beninger, explicou à agência Lusa que o partido pretende que "nesta campanha se questione a Constituição Portuguesa", que considera "não ser completamente democrática".

O PPM contesta, especificamente, o artigo 288 b) da Constituição: "As leis de revisão constitucional terão de respeitar a forma republicana de Governo". Este artigo, segundo Beninger, "inibe outros tipos de regime que não este imposto e demonstra falta de democracia", por isso, "esta acção é fortemente simbólica e visa melhorar a Constituição portuguesa".

Sobre o programa eleitoral do PPM, Manuel Beninger destacou "a defesa da família" e da agricultura. "Estamos num Estado com menos apetência para a ajuda à família, menos apoios, mas em contrapartida existem verbas dos nossos impostos canalizadas para o extermínio da nossa população, para esta peste branca que é o aborto. Assim como a agricultura, que todos falam mas sempre a desprezaram, [mas que] é fundamental", adiantou.

Apesar de estarem reunidos nesta acção de campanha do PPM cerca de 25 pessoas, o hastear da bandeira monárquica passou despercebida à população e aos lojistas da zona que embora comentassem a presença de uma bandeira no cimo da Arcada, confundiram a bandeira monárquica, azul e branca, com a bandeira da cidade de Braga, que ostenta as mesmas cores.

Fonte: Diário de Notícias

PPM quer alterar Constituição e referendar forma de regime

Monárquicos hastearam bandeira azul e branca no Arco da Porta Nova

PPM quer alterar Constituição e referendar forma de regime


O Partido Popular Monárquico (PPM) hasteou ontem a bandeira azul e branca da Monarquia Constitucional no topo do Arco da Porta Nova, em Braga, simbolizando a sua intenção de «libertar a cidade e de ver discutido o tipo de regime político para Portugal».

Tratou-se da primeira acção de campanha eleitoral do PPM no distrito, que pretendeu encorajar os monárquicos minhotos a assumir com coragem as suas convicções políticas e a marcar presença no acto.

Segundo o cabeça de lista do PPM pelo distrito de Braga, Manuel Beninger, a primeira proposta do partido é precisamente a alteração da Constituição da República Portuguesa, de maneira a que passe a permitir outra forma de regime que não o republicano.

«Queremos alterar a Constituição, tornando o Estado mais democrático, de maneira que permita a vigência de outro tipo de regime», sustentou Manuel Beninger, acrescentando que «após a alteração da Constituição, o segundo passo é submeter a forma de regime a apreciação pública, através de referendo».

Para Manuel Beninger os países europeus, a maioria dos quais monarquias constitucionais, «são exemplos do ponto de vista económico, social e democrático, sendo bastante mais desenvolvidos e evoluídos do que qualquer república».

«Na “nossa” República temos sempre alguém que é eleito com o apoio dos partidos e que, por isso, nunca é um árbitro isento», defendeu.


PPM quer ter voz no Parlamento

Segundo Manuel Beninger há centenas de militantes do PPM em Braga, mas à semelhança do que sucede no resto do país, há igualmente muitos monárquicos que não são do PPM, o que dificulta sobremaneira a possibilidade de ter no parlamento uma voz daquele partido.

«A grande maioria dos monárquicos não estão no PPM, mas no CDS, no PS e alguns no PCP, e em todos os quadrantes políticos, em suma», referiu, dando como exemplos os casos de Paulo Portas, do CDS-PP, de Nuno Melo do CDS, e de Paulo Teixeira Pinto, do PSD.

«Não queremos ser monárquicos camuflados, por isso temos necessidade de eleger um deputado do PPM pelo distrito de Braga e de ultrapassar este Estado bipolarizado, em que ou se vota num partido ou noutro», disse.

Quanto à actual situação do país, nomeadamente à presença do FMI em Portugal, o cabeça-de-lista do PPM atribui, mais uma vez, a responsabilidade à República, sublinhando que «a primeira fase trouxe a falência, a segunda a vergonha da ditadura e, na terceira fase, o Estado socialista e laico conduziu-nos à bancarrota».

A situação no distrito também constitui outra das preocupações centrais do PPM, em particular o elevado índice de desemprego e a situação no têxtil, na construção civil e na agricultura.

«A agricultura é uma das áreas que terá de ser repensada, negociando as políticas que Portugal assumiu com a União Europeia», concluiu.

Jornal “Diário do Minho” de 22 de Maio, pág. 5

sábado, 21 de maio de 2011

Bandeira monárquica hasteada em Braga

Caros amigos


A 19 de Janeiro de 1919, Paiva Couceiro aclamou a monarquia portuguesa e o Porto foi capital do reino durante 25 dias.

Hoje, 21 de Maio de 2011, foi hasteada a bandeira azul e branca da monarquia constitucional em terras de Portugal. Braga foi libertada!

Com este acontecimento o Partido Popular Monárquico deu início à campanha eleitoral no distrito de Braga. Os monárquicos assumiram-se com coragem e determinação encerrando em si a intenção de ver discutido a forma de regime para Portugal.

Entendeu o PPM que são com actos simples mas de um profundo simbolismo político que vão alterar atitudes, formas de agir e pensar dos políticos sobre o tipo de regime que se deseja para Portugal.

Foi uma acção subversiva e democrática nesta república que se encontra falida, sem princípios e sem moral.

O grande objectivo passa pela eleição de um deputado popular monárquico que assuma a defesa da alteração do artigo 288, alínea b) da Constituição Portuguesa para que se possa, numa segunda fase, questionar os portugueses qual o tipo de regime que querem.

Portugal está no rescaldo das comemorações do centenário da República e o balanço final destes cem anos não é nada auspicioso. Veja-se, de relance, realizações desta república, onde ressalta o desvario do dinheiro fácil, a ilusão de um progresso baseado em obras mastodônticas e inúteis e o desmantelar do tecido produtivo agrícola – as reservas estratégicas alimentares foram completamente ignoradas –, piscatório e industrial.

Os Presidentes da República Portuguesa, eleitos por dois mandatos consecutivos, têm duas formas de actuação, consoante estão no primeiro ou no segundo mandato: no primeiro tentam ser mais cordatos, de forma a não comprometerem a tão desejada e esperada reeleição, enquanto que no segundo se tornam mais interventivos, quase sempre a favor das forças políticas que os elegeram.

Nesta campanha o PPM irá direccionar-se também para a sensibilização do eleitorado no que respeita à defesa da vida. É importante que todos os defensores da dignidade da pessoa humana e dos direitos do Homem se associem, sobretudo quando a vida humana antes de nascer está ameaçada. Em Portugal, são mortos por aborto todos os dias 53 bebés, legalmente! Provavelmente serão muitos mais, já que não estão contabilizados os abortos clandestinos que existem.

Da mesma forma, o PPM em Braga irá abordar nesta campanha a crise indisfarçável da agricultura minhota, onde lamentamos que até hoje ninguém tenha sido responsabilizado, quer política, quer criminalmente, pelos danos que tem provocado ao país, eliminando a sua economia rural.


Manuel Beninger

(Cabeça de Lista do PPM pelo Distrital de Braga e Vice-presidente do PPM)

quarta-feira, 27 de abril de 2011

PPM quer eleger um deputado que defenda alteração da Constituição

Jornal “Diário do Minho” de 27 de Abril de 2011, pág. 8


PPM quer eleger um deputado que defenda alteração da Constituição.

O Partido Popular Monárquico (PPM) apresentou, no Tribunal de Braga, a lista candidata às eleições legislativas pelo círculo eleitoral de Braga. Segundo o partido, o grande objectivo do PPM para as legislativas passa pela eleição de um deputado que assuma a defesa da alteração do artigo 288, alínea b) da Constituição Portuguesa.

A lista é encabeçada por Manuel Beninger, deputado municipal de Braga incluindo também o presidente da Junta de Freguesia de Fraião, António Machado, a deputada municipal Sílvia Oliveira, o candidato da coligação Juntos por Braga à freguesia de Penso Santo Estêvão, Domingos Mendes Pereira, António Augusto Brandão de Famalicão e Armando Botelho Machado, de Vieira do Minho, entre outros candidatos.

Segundo o PPM, Portugal está no rescaldo das comemorações do centenário da República e “o balanço final destes cem anos não é nada auspicioso”. “Veja-se, de relance, realizações desta república, onde ressalta o desvario do dinheiro fácil, a ilusão de um progresso baseado em obras mastodônticas e inúteis e o desmantelar do tecido produtivo agrícola – as reservas estratégicas alimentares foram completamente ignoradas –, piscatório e industrial português”, argumentam.

No entender dos monárquicos, “os Presidentes da República Portuguesa, eleitos por dois mandatos consecutivos, têm duas formas de actuação, consoante estão no primeiro ou no segundo mandato: no primeiro tentam ser mais cordatos, de forma a não comprometerem a tão desejada e esperada reeleição, enquanto que no segundo se tornam mais interventivos, quase sempre a favor das forças políticas que os elegeram”.

Nesta campanha o PPM propõe-se sensibilizar o eleitorado para a defesa da vida. “É importante que todos os defensores da dignidade da pessoa humana e dos direitos do Homem se associem, sobretudo quando a vida humana antes de nascer está ameaçada. Em Portugal, são mortas por aborto todos os dias 53 bebés, legalmente. Provavelmente serão muito mais já que não estão contabilizados os abortos clandestinos que existem”, afirmam.

Para além disso, vão alertar os eleitores para a crise agrícola minhota. “Existe uma crise indisfarçável na agricultura portuguesa, onde o PPM lamenta que até hoje ninguém tenha sido responsabilizado, quer política quer criminalmente, pelos danos que vêm provocando ao país, eliminando a sua economia rural”, sublinham.

Manuel Beninger apresentou lista do PPM

Jornal “Correio do Minho” de 27 de Abril de 2011, pág. 10


O Partido Popular Monárquico (PPM) apresentou, no Tribunal de Braga, a lista candidata às eleições legislativas pelo círculo eleitoral de Braga.

A lista é encabeçada por Manuel Beninger, deputado municipal de Braga, destacando-se também o presidente da junta de freguesia de Fraião, António Machado, a deputada municipal de Braga, Sílvia Oliveira, o candidato da coligação Juntos por Braga à freguesia de Penso Santo Estêvão, Domingos Mendes Pereira, António Augusto Brandão de Famalicão e Armando Botelho Machado, de Vieira do Minho, entre outros candidatos.

O grande objectivo passa pela eleição de um deputado popular monárquico que assuma a defesa da alteração do artigo 288, alínea b) da Constituição Portuguesa.

Defesa da vida e crise agrícola minhota são as causas a sensibilizar.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

O porquê de um deputado popular monárquico!

O que faz falta neste novo Parlamento?

A eleição de um deputado Popular Monárquico que, sem papas na língua, assuma a defesa da alteração do artigo 288, alínea b) da Constituição Portuguesa.


Fonte: Diário de Notícias

quarta-feira, 9 de março de 2011

VISÃO DE UM MONÁRQUICO; Artigo de Opinião de Pedro Borges de Macedo


Jornal "Diário do Minho" de 7 de Março, pág. 23
VISÃO DE UM MONÁRQUICO
Portugal é um País democrático. Porém, a democracia implementada em Portugal utiliza a arma dos votos para legitimar uma série de pequenas ditaduras instituídas, inibindo a população portuguesa de discutir certos temas considerados fracturantes.
Começa logo pela forma de Chefia de Estado, que foi imposta numa Constituição nunca sufragada e que proíbe outra forma de governo que não a forma Republicana. A única possibilidade de permitir uma consulta popular ao sistema político português, seria a de alterar o artigo 288º, alínea b) dessa Constituição, sendo para isso necessário existirem mais de dois terços de deputados verdadeiramente democráticos, bem formados e justos, razão pela qual me atrevo a escrever que vai tardar a chegar esse dia.
Mas estes receios de consulta popular não são de admirar. Foi sem consulta popular que aderimos à Comunidade Económica Europeia, à União Europeia e finalmente ao espaço Euro. Nunca se consultou a População. Isto porque os nossos Governantes consideravam que a população que os elegeu não era suficientemente preparada para decidir tais temas. Foi uma forma elegante de denominar o Povo de ignorante e de incapaz, razão pela qual que não deveria ter direito de opção nos destinos mais relevantes para o futuro de Portugal. Esse mesmo Povo, segundo os governantes, deverá apenas cingir-se a eleger os deputados pois na realidade, esses representantes da Nação, acabam sempre por ser impostos nas listas eleitorais por uma Direcção Partidária Nacional.
Curiosamente, assistimos recentemente à discussão sobre a redução do número de deputados do nosso Parlamento. Devo referir que até sou favorável a uma redução do número de Deputados tal como a maior parte dos portugueses. Mas a questão é mais profunda que a redução de uns tantos deputados. Para que houvesse lugar a essa redução, seria necessário alterar a forma das Eleições Legislativas. Deveria ser dado ao votante a opção de escolher o Primeiro-Ministro e o Parlamentar que o vai representar no Parlamento. Obviamente que o candidato a parlamentar apenas poderia concorrer pela sua área de residência ou de naturalidade, pela simples razão de haver uma maior probabilidade de o candidato saber quais os problemas, as ânsias e os sonhos dos seus eleitores. E para existir uma maior aproximação do eleito para com o eleitor as eleições dos deputados deveriam ser efectuadas através de círculos uninominais.
Infelizmente, a intenção que está associada à redução do número de deputados não tem um objectivo de poupança de dinheiro do erário público nem de aproximação do eleito ao eleitor, mas sim uma divisão do País em dois Partidos, transformando os outros Partidos em “bandos residuais”. Ficariam assim criadas as condições para uma democracia ditatorial de alternância com uma nova “Ordem Nacional”. Essa nova “Ordem Nacional” teria como cabeça principal a Maçonaria. Não é por isso estranho que a Maçonaria se multiplique em esforços, principalmente na última década, de equilibrar os seus membros entre os dois maiores Partido Nacionais. Obviamente que esse equilíbrio tem como intenção, e independentemente de quem esteja no poder, a existência de um objectivo comum e sem interferências.
Mas também existe uma ditadura democrática nos cargos que acabam por ser escolhidos pelos partidos. E são inúmeros os casos em que esse poder passa de pais para filhos. E não porque sejam competentes, pois a maior parte nunca trabalhou na vida além da política. São assessores, vereadores, presidentes de Câmaras e mesmo administradores de empresas públicas. Todos jovens, à procura de um primeiro emprego para ganhar curriculum e uma carreira promissora. Todos bons rapazes, sem problemas financeiros, sem noção dos problemas reais do País e dos portugueses, apenas preocupados em garantir os seus devaneios luxuriosos e sem preocupação na defesa da causa pública. Seria interessante analisar o que se passou nas Câmaras Municipais ou nas Juntas de Freguesia nos últimos 20 anos. Seria mesmo muito interessante efectuar um estudo sobre os concursos para funcionários autárquicos. Esse estudo deveria analisar quantos dos concorrentes que ficaram nos quadros das autarquias eram filiados dos Partidos ou das suas juventudes partidárias, ou filhos de autarcas ou mesmo de antigos funcionários camarários. Os números seriam assustadores. E eu que sou monárquico, e que os vejo não concordar com a transição hereditária do Chefe de Estado, vejo-os a transmitirem os poderes de pais para filhos, utilizando a arma de que foram legitimados pelo Povo. Mas essa é a grande diferença. É que um monárquico, apenas considera que o único cargo político que passa de pai para filho, após muitos anos de preparação, é o de Chefe de Estado. E para tal acontecer, esse filho tem de o merecer e de estar preparado para essa função. Para um monárquico, o cargo de Chefe de Estado só é hereditário por ser um garante de que essa pessoa carrega em seus ombros toda a História de Portugal. E é mais fácil preparar um Chefe de Estado desde tenra idade para desempenhar as suas obrigações com isenção, sem corrupção e com um único objectivo de defender o que é melhor para Portugal. Nunca deverão, os outros cargos públicos ser hereditários.
Mas assim vai esta República Portuguesa, em que a corrupção é sempre desculpada, os denunciantes são perseguidos, os meninos dos partidos vão tendo emprego garantido nas Câmaras Municipais com concursos públicos de isenção duvidosa, as nomeações políticas vão surgindo com incompetentes a terem ordenados principescos nas empresas públicas, os Primeiros-Ministros são acusados de várias imoralidades mas tudo vai sendo desculpado, os Governadores do Banco de Portugal não têm culpa das fraudes do sistema bancário, os jornalistas são saneados por influências políticas e os Presidentes suspeitam que são controlados por escutas e espiões.
E enfim, Portugal está entregue a estes iluminados mentais e materiais que não crescem por mérito nem pela seriedade mas sim pelos conhecimentos, pela corrupção ou pela submissão, também conhecida pelo “lambe-botismo”.

Pedro Borges de Macedo
Vice-Presidente da distrital de Braga do PPM

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

A PROPÓSITO DO "DISCURSO DO REI"; Artigo de Opinião de Manuel Beninger


Jornal "Diário do Minho" de 16 de Fevereiro de 2011, pág. 21

A propósito do “DISCURSO DO REI”.

Portugal vive um momento de particular indefinição política e de insegurança, mais ou menos generalizada, quanto ao futuro que se constrói a um ritmo vertiginoso e, tantas vezes, de consequências imprevisíveis. A isto, não é alheio um afastamento dos cidadãos da intervenção na esfera do político proporcional à facilidade com que encomendam ao poder assumido a construção das suas vidas.
A indefinição resulta, entre outras causas, da perversão das regras da democracia e da sã convivência cultural entre os cidadãos em prol do alarde constante das benfeitorias realizadas e devidamente acompanhadas da manipulação propagandística que tanto escamoteia e altera a realidade.
Os valores alteram-se e a conduta do homem político navega ao sabor das necessidades mais imediatas.
As ideias, posições e medidas actuais não pautam a sua existência lógica por qualquer acordo ideológico, bem pelo contrário, resultam da queda dos sistemas ideológicos, cujas formas limitativas, estáticas e até ditatoriais se impõem ao homem, inibindo-o de desenvolver e aperfeiçoar os valores da cidadania.
Neste contexto, apetece-me afirmar que a única ideologia que defendo, é a afirmação dos valores humanos como realidade concreta e intransponível. Valores que ganham maior sentido no relacionamento social e logo na construção da sociedade mais perfeita em que todos os homens tem uma função activa e modificadora na procura da melhor solução.
A democracia não sendo um sistema perfeito, porque não é conseguido, é um conjunto de ideias e valores, assentes na soberania popular em constante aperfeiçoamento.
Por isso defendo a restauração da Monarquia.
Só a Monarquia poderá garantir o aperfeiçoamento democrático, pelo respeito que assegura ao funcionamento das instituições livremente constituídas e aceites.
Só em Monarquia as instituições jurídico-políticas que servem o exercício da soberania se compatibilizam, quer pela diferente origem, quer pela regular distribuição de poderes e funções.
Justamente por ser a democracia um regime em que o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos, não faz sentido que o actual quadro constitucional seja impeditivo quanto à possibilidade da restauração monárquica. A democracia enquanto modelo institucional de governo não se realiza coartando aos Portugueses a liberdade de opção quanto à forma de governo que preferem.
As grandes democracias do nosso tempo, parte delas dos países da Comunidade Europeia, são regimes monárquicos, escolhidos livremente pela soberania popular.
Em Portugal, esta opção é vetada, porque a alínea b) do artigo 288º da Constituição da República, violenta gravemente a dignidade dos portugueses, proibindo-os, até ao fim dos tempos, de virem a escolher o regime que melhor os poderá representar.
Trata-se sem dúvida de uma grave ofensa à dignidade do povo português, cujas opções ficaram assim condicionadas arbitrariamente pela vontade de um efémero grupo de indivíduos, expressa num fugaz e perturbado momento da nossa história.
E tudo isto em defesa de um regime – o republicano – que, sem prévia nem posterior consulta aos portugueses, foi imposto pela força das armas.
Ao longo da nossa História o pacto entre o Rei e o Povo permitiram-nos ultrapassar dificuldades e enveredar pelo caminho do progresso e do desenvolvimento. Acordo esse, que foi rasgado pela propaganda republicana e que por ela continua impedido. Perante a conservadora República em que vivemos é necessário levantar e nobilitar o tradicional e actual conceito de Monarquia, só possível pela vontade popular.
No povo reside a soberania nacional. Soberania que é delegada em órgãos que a administram. Porque de delegação se trata, compete ao povo assegurar o seu papel interveniente enquanto cidadão. O povo é a noção e a medida do exercício do poder político. Por isso defendo a Monarquia Popular.

Manuel Beninger
Deputado Municipal PPM

sábado, 15 de janeiro de 2011

Brasil: Partido Monarquista de Portugal lança campanha para referendo

O Partido Popular Monárquico (PPM) vai lançar, este ano, uma petição para um referendo sobre a alteração do artigo da Constituição Portuguesa que só permite a forma republicana de governo.

Em declarações à Lusa, o vice-presidente do PPM, Manuel Beninger defendeu a necessidade de alterar «o malfadado artigo 288 alínea b» para, «numa segunda fase, poder-se perguntar aos portugueses se preferem a república ou a monarquia».

O PPM acredita mesmo no sucesso de uma iniciativa parlamentar para alterar o artigo, dado que na última legislatura «uma iniciativa nesse sentido dos deputados dos PPM obteve a maioria dos votos», mas ficou aquém dos dois terços necessários para o processo de alteração.


FONTE: http://www.causaimperial.org.br/?p=296

1 Comentário para “Partido Monarquista de Portugal lança campanha para referendo”


Volney Amorim Sena

9 de janeiro de 2011 - 20:05

É muito importante a existência de um partido político monárquico para conscientizar a população a respeito das vantagens de se adotar a monarquia parlamentarista!

Se tivesse um partido monarquista em nosso país no período que houve o plebiscito com certeza o resultado seria outro.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

PPM quer alterar Constituição

PPM Lança petição para referendo

MANUEL BENINGER, VICE-PRESIDENTE DO PPM

O Partido Popular Monárquico (PPM) vai lançar este ano uma petição para um referendo sobre a alteração do artigo da Constituição Portuguesa que só permite a forma republicana de governo. Em declarações à Lusa, o vice-presidente do PPM, Manuel Beninger, defendeu a necessidade de alterar “o malfadado arigo 288, alínea b” para, “numa segunda fase, poder-se perguntar aos portugueses se preferem a república ou a monarquia”.

Diário de Notícias

REPÚBLICA/MONARQUIA

PPM quer alterar Constituição

O Partido Popular Monárquico vai lançar uma petição para um referendo sobre a alteração do artigo da Constituição que só permite a forma republicana de governo. O vice-presidente do PPM, Manuel Beninger, defende essa alteração para, a seguir, “poder-se perguntar aos portugueses se preferem a república ou a monarquia”.

Jornal de Notícias

PPM quer mudar Constituição para referendar monarquia

PPM quer mudar Constituição para referendar monarquia

O Partido Popular Monárquico (PPM) está a desenvolver esforços junto do PSD e do CDS-PP, tendo em vista uma alteração constitucional que permita retirar da carta magna da República Portuguesa o artigo que impede a opção dos eleitores pelo regime monárquico. A decisão, já tomada pelos órgãos nacionais do partido, prevê o lançamento posterior de uma petição que abra as portas à realização de um referendo, através do qual os portugueses decidem se querem uma república ou uma monarquia.

A revelação foi feira ontem ao Diário do Minho pelo presidente da Distrital de Braga do PPM, que apontou o dia 29 deste mês como a data em que a direcção e o conselho nacional dos monárquicos vão definir a forma como o processo se irá desenvolver. “Pretendemos que a terceira república seja plenamente democrática, de facto e de direito, e isso implica acabar com o malfadado artigo 288, alínea b da Constituição”, disse Manuel Beninger, alegando que, numa segunda fase, “os portugueses deverão ser chamados a pronunciarem-se, em referendo, se preferem a república ou a monarquia”.

O também vice-presidente da direcção nacional do PPM acredita no sucesso de uma iniciativa parlamentar para alterar o artigo, lembrando que, na última legislatura, o partido tomou “uma iniciativa nesse sentido, que obteve a maioria dos votos”. Beninger acredita agora que é possível convencer os dois terços dos deputados que são necessários para alterar a Constituição e acrescenta que o referendo ao tipo de regime é uma espécie de imperativo histórico.

“A instauração do regime republicano resultou de um golpe de Estado atroz e a república nunca foi referendada”, vinca, considerando que o modelo republicano português “descambou para uma desgraça completa, tendo chegado ao ponto de ser possível eleger para o mais alto cargo da nação, um qualquer “Tiririca””.

A referência ao palhaço brasileiro, que foi eleito deputado federal do Brasil sem saber ler – o que anulou a sua eleição -, visa o candidato madeirense José Manuel Coelho. As críticas monárquicas atingem também o candidato “poeta alegre”. “A república bateu no fundo. Está a dar os últimos suspiros e os que hoje concorrem à chefia de Estado representam partidos e não a unidade nacional, que só pode ser personalizada na figura do rei”, alega o dirigente do PPM, apontando o dedo a uma “campanha suja”, que enveredou pelo “enxovalhar de alguém que é suposto representar a nação, o que não dá qualquer credibilidade à república”.

Em defesa da causa monárquica, Manuel Beninger argumenta que “os países mais democráticos na Europa são monarquias” e os “com maior índice de desenvolvimento no mundo também são monarquias”, citando os casos da Suécia, Noruega, Holanda, Austrália, Canadá e Japão. Como exemplo “da verdadeira democracia que são as monarquias”, o dirigente do PPM refere que, em Espanha, é possível referendar a monarquia, algo que não acontece em Portugal ou em França”.

Sobre a actual situação económica do país, Manuel Beninger alinha o PPM pelo PSD e pelo CDS-PP. “Se o FMI tiver de entrar em Portugal, o Governo socialista deve ser demitido, por já não ter qualquer credibilidade, e o país deve ser governado por um Governo de salvação nacional”, resume.