Mudar o regime Servir Portugal

Manuel Beninger

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Partido Popular Monárquico aceita desafio de Portas para formar movimento centro-direita

Partido Monárquico aceita desafio de Paulo Portas

O Partido Popular Monárquico (PPM) aceitou sábado o desafio lançado pelo líder do CDS-PP para integrar um movimento político de centro-direita. A Comissão Política do PPM decidiu "responder de forma positiva" ao apelo de Paulo Portas para a criação de um "movimento político pluripartidário" de matriz ideológica de centro-direita.

"Temos vindo a defender a necessidade de reativar a AD, movimento político renovador, na época, que nos honramos de ter integrado", indica o partido em comunicado.

O PPM considera "fundamental a criação de uma alternativa política ao Partido Socialista que possa conduzir políticas reformistas e resgatar o país da actual situação de grande debilidade".

Assim, acrescenta o comunicado, "a formação de uma coligação pré-eleitoral que junte o PSD, o CDS-PP e PPM afigura-se como um instrumento fundamental para alcançar a projeção parlamentar necessária".

Paulo Portas afirmou recentemente que preferia uma coligação pré-eleitoral com o PSD para legislativas, mas não fará qualquer proposta sobre a política de alianças, face à indisponibilidade que disse registar do lado dos sociais-democratas.

Para o líder do CDS-PP, uma coligação pré-eleitoral com o PSD deveria ser construída na base "de um movimento político novo que fosse para além" dos dois partidos, incluindo o contributo de "personalidades independentes de reconhecido mérito".

Questionado sobre se estabelece condições para uma coligação pós-eleitoral, Paulo Portas disse apenas que quer "condições diferentes das de 2005", quando integrou o anterior Governo PSD.

O movimento "devia passar por um entendimento aprofundado sobre o que podem ser as políticas públicas, sector a sector, sobre o país", acrescentou Paulo Portas.

Fontes:

SIC

Correio do Minho

Diário de Notícias

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Duque de Bragança ajuda vítimas no Brasil

NOTÍCIA EM PORTUGUES DE PORTUGAL

O chefe da Casa Real Portuguesa, Duarte Pio de Bragança, decidiu promover uma linha de ajuda às vítimas das chuvas no Brasil, através de uma conta cujas contribuições serão entregues à Caritas brasileira, escreve a Lusa.

A conta foi aberta pela Fundação D. Manuel II, presidida por Duarte Pio, e começou já a receber ajudas: «Pequenas ajudas, mas é isso que conta. São muitas ajudas de cinco, dez, cinquenta euros, que estão a chegar e que têm um impacto psicológico no Brasil muito importante, além da ajuda material, que sempre é útil», disse o duque de Bragança, em declarações à Lusa.

Fonte: http://www.causaimperial.org.br/?p=447

Missa por Alma de El-Rei D. Carlos e do Príncipe Real D. Luís Filipe

No próximo dia 1 de Fevereiro, no Porto, vai celebrar-se Missa pelas almas de Sua Majestade El-Rei Dom Carlos e do Príncipe Real Dom Luís Filipe, na Igreja dos Clérigos, pelas 19h00. Presidirá à Eucaristia o Rev.º Pe. Gonçalo Aranha e estará presente Sua Alteza o Senhor Infante Dom Henrique, Duque de Coimbra.

Convidam-se todos os monárquicos a estarem presentes neste piedoso acto.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Conselho Nacional do PPM em Lisboa

O próximo CONSELHO NACIONAL do P.P.M. está marcado para o dia 29 de Janeiro (Sábado), pelas 14:30h, na sede do PPM em Lisboa.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Comissão Permanente da Assembleia Municipal de Braga

Reunião da Comissão Permanente da Assembleia Municipal de Braga tendo em vista a preparação da próxima Assembleia Municipal.

Afinal quem é que ganhou estas eleições Presidenciais da Republica?

Caros Amigos


Afinal quem é que ganhou estas eleições Presidenciais da Republica?


Apenas 1/5 dos Portugueses é que escolheram (reconduziram) o Presidente.

Aconteceu uma abstenção recorde de 53,36%. Os votos Brancos quadruplicaram e os votos Nulos duplicaram.

Cavaco perdeu meio milhão de votos, Alegre perdeu trezentos mil e Lopes 170 000.

Nobre ganhou seiscentos mil, Coelho cento e noventa mil.

Que concluir?

Se pegarmos nos 191 159 de votos Brancos, nos 86 543 votos NULOS, e juntarmos os 593 868 votos do "Candidato Independente dos Partidos" mais os 189 340 votos do "Anti-Candidato", será que estão aqui um milhão de eleitores dispostos a incomodar o “Sistema”?

E se juntarmos a este milhão de votos os 5 139 726 de Abstenções será lógico dizer-se que esta Republica é alimentado por apenas, pouco mais do que 1/3 dos seus Eleitores?

Vamos esquecer o discurso virulento do vencedor da "contenda", que na hora da vitória afirma que quer ser o Provedor do Povo, de Todos os Portugueses e ao mesmo tempo maltrata os vencidos, repetidamente?

Tenho o Professor Aníbal Cavaco Silva como um cidadão honesto e por isso até entendo, em parte, a sua revolta, mas não seria mais fácil ter prestado durante a campanha eleitoral todos os esclarecimentos necessários sobre as suas relações e da sua Família com o BPN assim como sobre a permuta da sua casa no Algarve, em vez de fazer o que fez?

Ajustar contas com os adversários vencidos em vez de unir TODOS os Portugueses para os tempos ainda mais difíceis que se aproximam, em vez de projectar o Futuro alimentando alguma esperança?

Assim, que concluir sobre quem é que afinal ganhou estas Presidenciais desta República?

Cá para mim foi mesmo o Rei...


Melhores cumprimentos


Paulo Corte-Real Correia Alves

Monárquico

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

PPM fala em necessidade de referendo ao sistema republicano

Lusa PPM fala em necessidade de referendo ao sistema republicano

O Partido Popular Monárquico (PPM) considera que «a elevada taxa de abstenção nas presidenciais e a campanha negativa feita pela maioria dos candidatos, demonstra que o actual regime republicano necessita de ser referendado».

O vice-presidente do PPM, Manuel Beninger, defendeu que só assim será possível aos portugueses «escolher entre um sistema monárquico ou um sistema republicano de chefia do Estado».

«O facto de a maioria dos portugueses não ter votado, põe em causa a credibilidade do sistema republicano de chefia do Estado», realçou, citado pela agência Lusa.

Segundo Beninger, há «um número cada vez maior de cidadãos, que se questiona sobre a possibilidade e as vantagens de uma Monarquia Democrática, tal como existe em muitos países europeus». Reiterou a «exigência de alteração da Constituição no sentido de dar aos portugueses a liberdade e o direito de poderem escolher, através de referendo nacional, qual o sistema de chefia do Estado que preferem, se o Monárquico se o Republicano».

«A campanha negra protagonizada por três candidatos contra o professor Cavaco Silva, prova que o regime democrático se vem degradando, levando a que os eleitores se afastem da vida cívica e política», lamentou.

Os resultados eleitorais, nomeadamente o conseguido pelo candidato José Manuel Coelho, «o Tiririca da Madeira ou pelo ex-autarca de Viana do Castelo, Defensor Moura que se limitou a denegrir o actual Presidente da República são um sinal claro da degradação da vida política e dos valores que sempre caracterizaram a Nação portuguesa», concluiu.


Jornal i - PPM: abstenção prova necessidade de referendo ao regime republicano


OBS.: A Bandeira da República do Zimbabué, o último país do ranking 2010 dos "países com qualidade de vida e bem-estar", confunde-se com a imagem de campanha das “Presidenciais 2011” de Cavaco Silva. Lol !

sábado, 22 de janeiro de 2011

Amanhã vá Votar! É tempo de Agir.

Caros Amigos


Hoje é dia de REFLECTIR amanhã é dia de AGIR!


pensou no que seria se nas eleições de amanhã a abstenção em vez de uns prováveis 45% não passasse dos 25% e em contraponto os votos Brancos ou Nulos passassem dos 2,84%,das últimas eleições Presidências para mais de 20%?


Já imaginou o seria se um terço dos 3.500.000 de Portugueses que não votam resolvesse AGIR em vez de não participar?


Já imaginou o que seria se quem nos governa (ou desgoverna) sentisse nas urnas que havia 1 .000.000 de novos eleitores com vontade de mudar este rumo sem rumo em que o nosso País se encontra?


Pense em Si, pense nos seus Filhos, pense nos seus Netos, pense nos seus Amigos, pense nos seus colegas de trabalho e não se esqueça de pensar no seu País. Se verdadeiramente o fizer estou certo que vai-se convencer e vai convencer quem lhe está próximo a amanhã ir VOTAR.


Vou tentar dar uma ajuda no seu convencimento, apresentando-lhe diversas hipóteses de voto na esperança que encontre uma que o incentive a AGIR:

VOTO NORMAL – “ OK tu serves”. Fácil, basta colocar uma cruzinha dentro do quadradinho em frente á fotografia do candidato em que sua opinião melhor assumirá as funções de Presidente.


VOTO em BRANCO – “Meus caros atenção que eu existo”. Mais fácil ainda, basta dobrar o boletim de voto em quatro e colocar dentro da urna.


VOTO de PROTESTO – “Meus caros atenção que eu existo e estou bastante zangado”. Risque o boletim de voto, em função da mensagem que quiser dar. Se só quiser dizer que está zangado sugiro que o risque com uma grande cruz. Se quiser sugerir alternativas sugiro um “Viva Portugal” ou “Viva o Rei”. Se quiser ser jocoso por exemplo “ O Tio Patinhas ou os irmãos Metralha para a Presidência” acho que vai bem. Em suma pode protestar da forma que melhor o entender, apenas sugiro que não insulte ninguém.


VOTO TERRORISTA – “Meus caros atenção que eu existo e estou revoltado”. Não vou sugerir que pratique algum acto violento, porque de todo a violência não resolve nada, lembrei-me que se em vez de riscarmos o boletim de voto o rasgarmos em quatro e o colocarmos dentro da urna a confusão na contagem é capaz de vir a ser alguma...Confesso que nem sei se um acto deste tipo poderá ser considerado ilícito, portanto passível de processo criminal pelo que sugiro que se alguém o pretender praticar se informe previamente das suas possíveis consequências.


“Use o seu Vote” diz a Comissão Nacional de Eleições.

Pois bem faça-o mesmo!


Melhores Cumprimentos


Paulo Corte-Real Correia Alves

Português, BI nº 3620323

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A República é Linda! (4)

A “campanha suja e negra” que está em curso contra Cavaco Silva nas eleições presidenciais demonstra que “Portugal ficaria melhor servido com um sistema monárquico de representação democrática”.

A República é Linda! (3)

O candidato Alegre Bloquista Mrppista e mais coisas que tais !

A República é Linda! (2)

Dêem-me um tiro na cabeça !

A República é Linda! (1)

Coelho ao Poleiro !

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

A Monarquia é também o mais poético dos regimes (Artigo de opinião)

A MONARQUIA É TAMBÉM O MAIS POÉTICO DOS REGIMES

Nos tempos de submissão á tirania do vil metal - quintessência do culto economicista que somos obrigados a praticar - dir-se-á que não há lugar para os poetas e seus devaneios.

A verdade, porém, é que é nos picos das carências e na angústia das incertezas que mais necessária ou mesmo imperiosa se torna a dulcificação pelo sonho.

Vive-se com menos pão e pior roupa, havendo fartura de sol e de luar.

Os amanhãs cantantes da promessa bolchevista viraram relâmpagos incendiários.

As faixas que haviam de substituir as coroas e as tiaras deram em tarjas de sepulcro.

Os nossos republicanos cujo plano de acção se concretizava - eles o disseram - bebendo o sangue do ultimo rei pela caveira do ultimo bispo ou enforcando o ultimo rei nas tripas do ultimo papa, geraram décadas de sanguinolenta balbúrdia.

Em Ourique, o nosso primeiro monarca desbaratou, semeando a morte nos seus arraiais, o terrível Almoleimar e os quinze emires, seus vassalos ou aliados, que o acompanhavam.

E todavia, Ourique, porque obra de um rei, tornou-se numa inesgotável fonte do mais puro lirismo.

Centenas de poetas tem glosado o tema, apesar disso sempre virgem, e alguns dos nossos melhores sonetos - género em que batemos o pai Petrarca - terminam evocando-o.

Nova manhã de Ourique se anuncia...

Vai despontar outra manhã de Ourique.

A matéria poética revela-se superabundante no longo historial das dinastias e precedendo mesmo a nacionalidade.


QUANDO NASCEU AO PÉ DO VERDE PINO

AINDA PORTUGAL, SE NÃO ME ILUDO,

ERA UM CONDADO INCERTO E PEQUENINO

SEM QUINAS NEM CASTELOS SOBRE O ESCUDO


Depois, tornou-se império


TEM DA AFRICA OS MARITIMOS ASSENTOS

E NA ASIA MAIS QUE TODOS SOBERANO

NA QUARTA PARTE NOVA OS CAMPOS ARA

E SE MAIS MUNDOS HOUVERA LÁ CHEGARA,


MAS


BARAO PORTUGALES DA RECONQUISTA

HOMEM RUDE DO SENHOR INFANTE

O MESMO SONHO A VIDA NOS EMBALA


QUALQUER QUE SEJA A ALMA EM QUE SE ASSISTA

GUERREIRO, TROVADOR OU MAREANTE

FOI SEMPRE A POESIA A NOSSA FALA,


E é efectivamente a um soneto aliás do autor destes dois tercetos e em formoso ditirambo a Almacave que vamos buscar a inspiração para o nosso tema de hoje

Começaremos por transcreve-lo na íntegra, incarnando um daqueles circunstantes à embora mítica assembleia

ELES O AFIRMAM COM ASPECTO GRAVE

ELES O AFIRMAM COM PROFUNDA VOZ

E UM CORO IMENSO REBOOU NA NAVE

O REI É LIVRE E LIVRES SOMOS NÓS


O REI É LIVRE - E O GRITO DE ALMACAVE

NÃO FOI SOMENTE O GRITO DOS AVÓS

POR MAIS QUE O TEMPO EM NOSSAS VEIAS CAVE

NUNCA DESATA ESTES ANTIGOS NÓS


O REI É LIVRE. E COM SEU ELMO ERGUIDO

É PORTUGAL TORNADO CORPO E ALMA

NA SUCESSÃO DO TEMPO INDEFINIDO.


O SANGUE O DIZ E O SANGUE NÃO ENGANA

QUE VER O REI NA SUA FORÇA CALMA

É VER A PATRIA COM FIGURA HUMANA

Nesta simbiose entre o rei de elmo erguido e o corpo e alma da Pátria é que se consubstanciam a força e a poesia da instituição monárquica


(Texto enviado por Manuel Leal Freire, monárquico e ilustre advogado da cidade do Porto, que interpreta, em prosa e verso, como ninguém a cultura portuguesa).

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Eu voto "Viva o Rei"; Artigo de Opinião de Paulo Alves


Caros Amigos
Um Rei quantos Presidentes valerá?
Que melhor evidência pode ser dada das vantagens de um Rei sobre um Presidente, que a troca de “mimos”a que temos assistido entre os candidatos Presidenciais Cavaco e Silva e Manuel Alegre? E se juntarmos uma candidatura que apesar de Nobre mais não é do que um ajustar de contas de duas facções da mesma Família? Mais outra com o único propósito de afirmação de uma partido politico e da sua mensagem e ainda mais duas de rodapé com ou sem graça ou desgraça?
"Eu serei o Presidente de todos os Portugueses"!... mas como compreenderão gosto mais dos que pensam como eu e são meu clube.
"Eu serei isento!" Porque a Constituição assim me obriga… mas só por isso, porque vontade…
"Eu saberei ser o árbitro!" Mas não se admirem se sentirem que o relvado está inclinado…
“Neste segundo mandato serei mais activo”, ouviu-se nesta campanha e sentiu-se isso em todos os Presidentes anteriores. Porque será? Incompetência ou gestão de “carreira”?
Percebem o porquê de uma visão para o País “a dois mandatos” ?
Se não houvesse limitação de mandatos Presidenciais, será que Ramalho Eanes ainda não seria Presidente? E teria sido pior do que foi ou está a ser esta Republica? Porque será?
Provavelmente muitos devem achar um exagero mas para mim, nascido Republicano e Monárquico convertido, sinto com clareza a diferença e as vantagens em relação à Pátria de Rei / Pai em detrimento de um Presidente / Padrasto.
Por último, muito se fala dos custos das Famílias Reais e muito pouco sobre os custos das Famílias Presidenciais, quer da presente, a Silva, quer das passadas a Eanes, a Soares e a Sampaio e ainda das futuras? Alguém dúvida qual será a mais barata?
Concluindo eu vou votar: “Viva o Rei”, porque quero um Rei para o meu País e sugeria que reflectissem se este não é o melhor voto no próximo Domingo
Obrigado
Paulo Corte-Real Correia Alves
Português, Monárquico e
Presidente da Mesa do Congresso e do Conselho Nacional do PPM

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

PRESIDENCIAIS; Artigo de Opinião de Pedro Borges de Macedo


Jornal "Diário do Minho" de 14 de Janeiro de 2011, pag. 20
Portugal está neste momento em campanha eleitoral para eleger o Chefe de Estado. Esta campanha eleitoral tem sido uma prova clara de que os candidatos utilizam o cargo de Chefe de Estado como uma promoção pessoal e não como um sacrifício pela Pátria. Temos 6 candidatos a concorrer ao cargo de Presidente da Republica e cada um é mais brilhante do que o outro.
O Professor Cavaco Silva, actual presidente da Republica, provou a sua vulnerabilidade pois quando atacado por uma questão sem importância alguma, e que seria fácil rebater, como foi o caso de uma simples venda de acções do BPN, não se soube defender, deixando que a ondulação se tornasse num maremoto. É muito inquietante saber que podemos eleger um Chefe de Estado que não tem a habilidade necessária de cortar os boatos logo pela raiz. No mandato anterior do Professor Cavaco Silva, também ficou demonstrado que um Presidente da Republica tem limitações de poderes por estar dependente de um segundo mandato. Assistiu-se a esta situação quando sofreu um ataque do P.S. para desviar as atenções do País e ganhar umas eleições. No final de mandato, também ficou demonstrado que de 5 em 5 anos, existe um período de 6 meses em que não se pode demitir um Governo por mais incompetências que cometa.
Foi notório que o professor Cavaco Silva, neste primeiro mandato, não decidiu com consciência mas sim, com a frieza de nunca ser atacado de favorecer a sua família política e com isso prejudicou o País.
Por essas razões, é que um Rei que nunca pertenceu a uma família política pode decidir para o bem da Nação. O Rei não vem de uma família de esquerda nem de direita e não tem de se preocupar com as sensibilidades destas duas grandes tendências. O Rei não deve nada à Esquerda nem à Direita. O Rei olha para a frente e apenas tem como preocupação Portugal e os portugueses.
O Poeta Manuel Alegre, que se considera um herói da Pátria Portuguesa por ter desertado e ter efectuado uma resistência ao antigo regime através de Argel concorre a estas eleições para Chefe Supremo das Forças armadas. Que situação curiosa esta. Será mais uma valia desta Republica que permite que um desertor possa vir a comandar umas Forças armadas? E será que o Poeta Manuel Alegre, como Chefe de Estado iria homenagear os combatentes do Ultramar mortos em combate? Aqueles que morreram pela Pátria e que apenas são relembrados e a medo no dia 10 de Junho? E como se sentiriam os familiares com tal homenagem “sentida”? Mas o Poeta Manuel Alegre ainda vai mais longe. Acha que estas eleições estão marcadas por uma guerra de esquerda e de direita sendo que quer ser o Presidente de todos os portugueses impondo os valores de esquerda.
Na Monarquia, um Rei não pode ter tendências. Tem de ser imparcial e justo. Que justeza teríamos se este candidato ganhasse?
Este candidato acha que deve haver uma correlação de forças entre o Governo e a chefia de Estado e nunca cooperaria com um Governo de Direita. Seria sempre um Chefe de Estado corrompido pelos valores daqueles que os elegeram e um feroz adversário dos que não concordaram com ele nas eleições.
Manuel Alegre utiliza, nesta campanha, uma estratégia de descredibilização do Professor Cavaco Silva para tentar com isso forçar uma segunda volta. Demonstra-se assim que na república o que interessa são os fins e não os meios.
Prefere descredibilizar o Professor Cavaco Silva na sua seriedade, falando do caso BPN em vez de tentar expor o seu ponto de vista no papel de Chefe de Estado. E tanto atacou que foi atacado pelo caso BPP. Quem tem telhados de vidro não deve atirar pedras. Mas para este candidato, custe o que custar, o que interessa é ganhar mesmo que seja com calúnias ou processos de intenções. Pena que nunca o ouvimos a perguntar ao ex amigo, o Dr. Mário Soares, sobre o caso Melancia. Pena que não o ouvimos a perguntar sobre a licenciatura ou o caso Freeport ao “Eng.º” José Sócrates.
Serão estes talvez os valores do ideal republicano. A política suja do ataque. A dita ética republicana.
Na monarquia não existe ética monárquica nem ética republicana. Apenas existe ética e ou se tem ou não se tem…Pelo menos nestas eleições definiu-se a ética republicana como sendo porca, suja, badalhoca…
O Doutor Defensor Moura, a “lebre” de Manuel Alegre, sabe que não tem hipóteses de vencer estas eleições e concorre para que haja uma segunda volta e consequentemente com maiores custos para um País endividado. Está a fazer um serviço ao Partido Socialista e não ao País. Quão patriota que é este candidato. Considera que ser eleito Chefe de Estado é mais uma etapa na sua carreira. Ou seja, na Republica o cargo de chefe de estado é garantido como uma progressão de carreira política.
O Dr. Fernando Nobre enganou-se nas eleições. Deveria concorrer às legislativas. Pretende mudar o País num cargo que tem mais um papel controlador do que transformador. É um idealista, um utópico e considero que se fosse eleito, acabaria 5 anos depois, desconsolado e triste por não ter cumprido aquilo que prometeu. Prova assim que um idealista pode chegar a chefe de estado e pode assim provocar uma desilusão geral.
O Sr. Francisco Lopes é o candidato que defende a ditadura do proletariado. O sonho deste candidato seria uma União Soviética em Portugal. Sobre este candidato, está tudo dito.
O Sr. José Manuel Coelho é o “Tiririca” português e a prova viva de que um “desbocado” pode chegar ao cargo supremo da Nação. Imaginemos que o Povo de tão descontente votaria nele como protesto. Veja-se a vergonha que seria para Portugal no Mundo. Uma vergonha que sairia cara pois trazia falta de credibilidade em que ninguém confiaria no nosso País nem nos portugueses. Veríamos os juros dos empréstimos a aumentar exponencialmente e provavelmente levaria a uma falência do País. E o grande problema é que há muita gente descontente com o nosso sistema político.
Eu, Pedro Borges de Macedo sou um deles mas considero que a melhor forma de demonstrar esse descontentamento seria pedir uma mudança de regime pacífica alterando a constituição e o famigerado artigo 288 alínea b para que seja decidido a forma de regime. Quando o Povo puder decidir sobre a forma de regime, poderemos viver numa democracia pois a actual forma de regime foi imposta.
É por isso que nestas próximas eleições irei votar, como sempre votei.
Irei votar com um voto nulo a dizer Viva o Rei.
Pedro Borges de Macedo
Vice-presidente da distrital de Braga do PPM

sábado, 15 de janeiro de 2011

Brasil: Partido Monarquista de Portugal lança campanha para referendo

O Partido Popular Monárquico (PPM) vai lançar, este ano, uma petição para um referendo sobre a alteração do artigo da Constituição Portuguesa que só permite a forma republicana de governo.

Em declarações à Lusa, o vice-presidente do PPM, Manuel Beninger defendeu a necessidade de alterar «o malfadado artigo 288 alínea b» para, «numa segunda fase, poder-se perguntar aos portugueses se preferem a república ou a monarquia».

O PPM acredita mesmo no sucesso de uma iniciativa parlamentar para alterar o artigo, dado que na última legislatura «uma iniciativa nesse sentido dos deputados dos PPM obteve a maioria dos votos», mas ficou aquém dos dois terços necessários para o processo de alteração.


FONTE: http://www.causaimperial.org.br/?p=296

1 Comentário para “Partido Monarquista de Portugal lança campanha para referendo”


Volney Amorim Sena

9 de janeiro de 2011 - 20:05

É muito importante a existência de um partido político monárquico para conscientizar a população a respeito das vantagens de se adotar a monarquia parlamentarista!

Se tivesse um partido monarquista em nosso país no período que houve o plebiscito com certeza o resultado seria outro.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Jantar de Reis 2011 - Braga (14)

António Mendes Gonçalves e Domingos Mendes Pereira. Núcleo do PPM da freguesia de Penso Stº Estêvão.

Jantar de Reis 2011 - Braga (13)

Família Manuel Ivo Cruz

D. Maria Leonor Trigueiros (esposa) e família Corte-Real Correia Alves (cunhado)

Jantar de Reis 2011 - Braga (12)

Júlio Rodrigues, Drº José Joaquim Rodrigues da Silva, Drº Fernando Franklin Ribeiro da Silva de Sá Menezes. Núcleo do PPM de Vila Verde.

Jantar de Reis 2011 - Braga (11)

Sr. Padre Lopes, família Saraiva Gonçalves e família Pinto Leite.

Jantar de Reis 2011 - Braga (10)

Família Amadeu de Sá Menezes:

Dr.ª Rita Sá Menezes Ehmes (filha), D. Maria Teresa Carvalho Pereira de Macedo (esposa), Dr.ª Isabel Araújo (nora), Dr.º José Carlos Pereira de Macedo de Sá Menezes (filho).

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Jantar de Reis 2011 - Braga (9)

António Augusto Brandão, Orlando Bourbon Fernandes e Engº Manuel Ferreira da Costa. Núcleo do PPM de Famalicão.

Jantar de Reis 2011 - Braga (8)

Engº José Jorge Moniz Corte-Real da Assunção Andrade, Presidente Honorário do PPM, a entoar as primeiras estrofes da “Maria da Fonte”.

Jantar de Reis 2011 - Braga (7)

O “Jantar de Reis” contou também com a presença do ilustre monárquico Drº Carlos Aguiar Gomes, Presidente da Associação Famílias.

Jantar de Reis 2011 - Braga (6)

O ilustre popular monárquico Dr.º António Cardoso Moniz Palme, advogado, consultor jurídico, que nas horas livres gosta de estudar, de ler, de escrever e de pintar, foi Deputado da Assembleia da República pelo PPM nos tempos da AD (Aliança Democrática).

Um dos históricos fundadores do PPM com uma das mais brilhantes intervenções na noite do "Jantar de Reis 2011" em Braga.

Jantar de Reis 2011 - Braga (5)

Eng.º Alfredo Borges de Macedo, um dos históricos fundadores do PPM, com uma notável intervenção no "Jantar de Reis 2011"

Dr.º Miguel Pignatelli de Ataíde Queiroz, Presidente do Senado do PPM.

Dr.º José Carlos Pereira de Macedo de Sá Menezes, Secretário-geral da distrital de Braga do PPM.

Jantar de Reis 2011 - Braga (4)

Adrião Saraiva Gonçalves, Vice-presidente da distrital de Braga do PPM

Adrião Saraiva Gonçalves, Vice-presidente da mesa do Congresso e da Conselho Nacional do PPM, moderou a intervenção dos convidados na terceira parte do “Jantar de Reis 2011”.

Jantar de Reis 2011 - Braga (3)

Dr.º Valdemar Almeida, Secretário-Geral do PPM


" Boa noite a todos. Antes de mais deixem-me dizer que é com grande prazer que me encontro aqui hoje, como monárquico e como Secretário-Geral do PPM.

Dou os meus parabéns à Distrital de Braga por esta organização.

Como todos sabemos este é um momento de charneira na nossa sociedade. Agora, meus amigos, é avançar ou perecer como já dizia a Maria da Fonte, e esta é a altura para avançar. É a altura para todos os monárquicos, para todos os portugueses reclamarem aquilo que é seu por direito: um país com 900 anos de História, uma Pátria com uma identidade que nos orgulha.

Meus amigos está na hora de dizer basta, basta desta república de fantoches. É por isso com muito prazer que iremos realizar muitos encontros como este.

Viva o PPM

Viva o Rei

Viva Portugal"