Mudar o regime Servir Portugal
Manuel Beninger
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
domingo, 7 de outubro de 2012
102 DEPOIS…; por Drº Carlos Aguiar Gomes
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Adeus, feriado
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Desafios Cruzados; por Drº Carlos Aguiar Gomes
segunda-feira, 14 de maio de 2012
97 anos depois da mais sangrenta revolução da República - Revolta de 14 de Maio de 1915
Hoje, 97 anos depois da mais sangrenta revolução da República (200 mortos, 1000 feridos na cidade)
terça-feira, 10 de abril de 2012
A Caminho da República
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Celebrar a Implantação da República já era

O Governo propõe o fim dos feriados de 5 de Outubro, que celebra a Implantação da República, e de 1 de Dezembro, que assinala a Restauração da Independência. A eliminação destes feriados civis junta-se aos dois religiosos sobre os quais a Igreja já chegou a acordo: Assunção de Maria (15 de Agosto) e Corpo de Deus (assinalado a uma quinta-feira, 60 dias após a Páscoa).
“Se quiserem acabar com o 5 de Outubro, então que acabem com todos os feriados civis”, afirmou ao CM António Reis, ex-grão-mestre do Grande Oriente Lusitano. Republicano convicto, considera que o Governo está a eliminar uma página da História de Portugal: “É apenas mais um contributo para que se apague a Implantação da República da memória.”
Já Luís Lavradio, presidente da Causa Real, aceita a necessidade de eliminação dos feriados, mas critica os critérios adoptados, nomeadamente no que se refere ao fim da celebração da Restauração da Independência. “O 1 de Dezembro foi uma data que uniu os portugueses atrás de um projecto, a independência do País”, começou por defender. “Acho que há outros feriados que infelizmente não trouxeram nada de novo. Celebrar uma data que apenas reúne meia dúzia de pessoas na Praça do Município é errado. Se há feriado que não devia existir é o 5 de Outubro”, concluiu.
Fonte: Correio da Manhã
sábado, 22 de outubro de 2011
O Povo português é abominavelmente perseguido por um governo sem Deus
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
PRIVATIZAR A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA; Artigo de Opinião de Manuel Beninger

(2) A lei n.º 26/84, atribui aos ex-Presidentes da República, nos termos do seu artigo 3º, uma subvenção mensal igual a 80% do vencimento do Presidente da República em exercício, ou seja, uma subvenção mensal de 4883,40€ a partir do termo do respectivo mandato. A este benefício acresce, nos termos ao artigo 6º da mesma lei, usufruir das seguintes regalias: Direito ao uso de automóvel do Estado, para o seu serviço pessoal, com condutor e combustível; Direito a disporem de um gabinete de trabalho, com telefone, uma secretária dactilógrafa e um assessor da sua confiança, destacados a seu pedido em regime de requisição de entre os funcionários e outros agentes do Estado; Direito a ajudas de custo nos termos da lei aplicável às deslocações do Primeiro-ministro, sempre que tenha de deslocar-se no desempenho de missões para fora da área da sua residência habitual; Direito a livre-trânsito, a passaporte diplomático nas suas deslocações ao estrangeiro e a uso de porte de arma de defesa.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
D. Duarte considera exagerados os gastos das comemorações

segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Jornal Diário do Minho: Centenário de uma República que foi “amarga” para Braga

A celebração do centenário da implantação da República mereceu, na última Assembleia Municipal, uma intervenção de fundo do deputado socialista José Manuel Barbosa, que considerou que a efeméride “deve abrir portas a uma reflexão profunda dos dias que hoje vivemos”. Estes cem anos “caracterizam-se por uma política de avanços e recuos, que sistematicamente esmagaram os sonhos e esperanças do povo português”.
Segundo o eleito “rosa”, em Braga são também “muitas as situações que reflectem profundas contradições em nome de uma modernidade de mau gosto, uma ignorância dos verdadeiros valores históricos e um desprezo por muitos aspectos de uma cidade com mais de dois mil anos de história”.
José Manuel Barbosa notou que “a generosidade dos ideais republicanos não foi acompanhada pelo realismo da política”, considerando que “muitas das esperanças foram para Braga azedos frutos”.
A intervenção “republicana” mereceu, contudo, a resposta do monárquico Manuel Beninger que questionou qual a República que se estava a comemorar: a dos assassinatos e compadrio político da I República ou os 48 anos de ditadura do estado Novo?”.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Conselho Nacional do PPM em Guimarães (7)

Semanário "Noticias de Guimarães" de 17 de Setembro de 2010
PPM QUER MONARQUIA NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
NG Teresa Ferreira – O Partido Popular Monárquico (PPM) quer conquistar o seu lugar na Assembleia da República (AR), a exemplo do que já acontece no parlamento açoriano. Esta é a determinação do líder do PPM que no último sábado reuniu “a sua corte” em Guimarães e homenageou o primeiro rei de Portugal.
Em declarações ao NG durante a cerimónia de colocação de uma coroa de flores na estátua de D. Afonso Henriques, junto ao Castelo, solenização que precedeu a reunião de trabalhos com vista à preparação do Congresso do PPM agendado para Outubro próximo, Paulo Estêvão adiantou “estamos numa fase de crescimento. No último mês entraram para o partido cerca de 100 militantes”. Um crescimento que sustenta a pretensão de alterar a norma constitucional que impõe a forma republicana de Governo sobre a monarquia.
N opinião do dirigente monárquico, o crescimento do PPM justifica-se com a crise económica e social e todas as polémicas que o país vive, “sobretudo as questões judiciais”, considerou.
Na ocasião, o deputado no Parlamento dos Açores anunciou que se vai candidatar à liderança do PPM, no Congresso Nacional agendado para os dias 23 e 24 de Outubro, assumindo que lidera “um projecto de unidade, que integra todas as tendências”.
Convicto que o partido atingirá “o sucesso que já tivemos no passado nos Açores”, Paulo Estêvão acredita ainda na possibilidade de o partido regressar como força política independente à AR. De resto “é neste ambiente de grande unidade que me vou candidatar”, acrescentou.
Quanto à defesa de um referendo sobre a monarquia, justificou que “a população nunca foi consultada nos últimos 100 anos”. Em alusão à comemoração do centenário da República, comentou “a República nunca foi referendada”, por isso “é o resultado de uma minoria”. Apontando que a democracia exige que o povo seja chamado a pronunciar-se, o parlamentar açoriano expôs exemplos de outros países: “No Brasil, a monarquia obteve 17%, mas na Austrália, a população manifestou-se pela manutenção do sistema monárquico”.
Neste sentido, acrescentou que o PPM está ao lado do PSD na proposta de avançar com a revisão constitucional, desejando alterar a constituição introduzindo “uma lei fundamental e igual para todos”. A proposta monárquica visa ainda a alteração do Art.º 288, passando a denominação “forma republicana” a constar como “forma democrática”. Esta alteração permitiria aos eleitores “escolher entre um regime republicano ou monárquico, através de um referendo”, concluiu.
Acrescente-se que o Conselho Nacional do PPM que reuniu durante a tarde aprovou, para além do Regulamento para o XXIII Congresso Nacional a realizar-se em Lisboa, a criação de um Conselho de Senadores, que irá contar com nomes históricos do partido, recuperando assim valores fundamentais do PPM. Entre os senadores irão estar antigos ministros, antigos deputados e fundadores do PPM.
Das conclusões do Conselho Nacional, consta ainda a análise à situação política do país, mostrando o PPM a sua preocupação face à grave crise social e económica que atravessamos. “Como um dos quatro partidos que foi governo em Portugal, o PPM irá nesta reabertura do ano político pautar a sua acção com a apresentação de medidas concretas para o difícil momento em que vivemos”, sublinhou.
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Conselho Nacional do PPM em Guimarães (4)
Conselho Nacional PPM quer alterar artigo Constituição para permitir referendo sobre monarquia
Guimarães, 12 set (Lusa) – O Partido Popular Monárquico vai solicitar reuniões com o PS, PSD e CDS para lhes propor alteração do artigo 288 da Constituição, de forma a tornar possível um referendo sobre República ou Monarquia, disse hoje à Lusa fonte partidária.
O presidente da Distrital de Braga do PPM, Manuel Beninger, adiantou que os monárquicos querem, em sede de revisão constitucional, a alteração da alínea B do artigo 288, que impõe a forma republicana de Governo: “queremos que onde diz que se tem de manter a forma republicana esteja escrito a “forma democrática” de organização do Estado.
O tema foi debatido no Conselho Nacional do PPM que decorreu no fim de semana em Guimarães com o objetivo de preparar o XXIII Congresso Nacional do PPM.
Os “conselheiros” fizeram questão de colocar uma coroa de flores junto da estátua de D. Afonso Henriques, homenageando assim o fundador de Portugal e da monarquia portuguesa.
Manuel Beninger disse que uma grande parte dos eleitores portugueses gostaria de se pronunciar sobre a forma de organização do Estado, a exemplo do que sucedeu, em tempos não longínquos, noutros países como o Brasil ou a Austrália.
“Não faz sentido que os portugueses não possam optar entre Monarquia e República e que esse direito lhes seja vedado por uma imposição anti democrática”, frisou.
O órgão partidário deliberou, ainda, comemorar o 05 de Outubro de 1143, data em que foi assinado o Tratado de Zamora, que reconheceu Portugal como um estado independente.
“Não comemoramos o 05 de Outubro de 1910, que consideramos uma data menor e sem relevância na história portuguesa”, sublinhou.
O PPM – acrescentou – celebrará a data com ações em Lisboa, Porto, Braga, e Açores, de acordo com um programa que irá anunciar.
O Conselho Nacional do PPM aprovou, na ocasião, o Regulamento para o XXIII Congresso Nacional a realizar em Lisboa, no Hotel Ritz, nos dias 23 e 24 de Outubro de 2010.
Foi também decidido criar um Conselho de Senadores, com nomes históricos do partido, “recuperando assim valores fundamentais do PPM”.
Entre os “senadores” estarão antigos ministros, antigos deputados e fundadores do PPM.
O Conselho Nacional do PPM, que analisou a situação política do país, mostra-se “preocupado face à grave crise social e económica” que o país atravessa.
“Como um dos quatro partidos que foi governo em Portugal irá, na reabertura do ano político, pautar a sua ação pela apresentação de medidas concretas para o difícil momento em que vivemos”, afirmou.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
"PPM cobra promessa de referendo ao regime feita há um século"

Mantém a defesa de referendar o regime em Portugal, sendo que para tal é preciso alterar a Constituição?
Sim, consideramos que é fundamental para qualquer democracia e se estudarmos as constituições em países monárquicos, como por exemplo a espanhola ou a sueca, verificamos que existem mecanismos constitucionais que permitem, a todo o momento, que a população possa exprimir-se em relação à forma de regime. A Constituição espanhola tem uma série de mecanismos que permitem que a população venha a ser consultada e que Espanha deixe de ser uma Monarquia e possa vir a ser uma República, sem que seja necessário uma revolução…
[…] Os republicanos defendem que a maior parte da população é, inequivocamente, republicana… Bom, mas o facto de existir essa percepção não significa que os mecanismos democráticos não tenham que existir e a percentagem de portugueses, muito ou poucos, que são monárquicos tem o direito de colocar a questão do ponto de vista democrático, de ser referendada! […].
E, já agora, que estamos – ou melhor, alguns estão – a comemorar os 100 anos da República, lembro que essa foi uma promessa deixada pelos republicanos, há cerca de 100 anos, de que seria referendada a questão do regime em Portugal e, a verdade, é que nunca o foi!
Jornal "Açoriano Oriental"
terça-feira, 20 de julho de 2010
Tertúlia “Monarquia versus República”
terça-feira, 13 de julho de 2010
LUSA: Centenário da República - PPM contra propaganda nas escolas

sexta-feira, 2 de julho de 2010
Assembleia Municipal - Plenário: A República nas escolas

” A Comemoração dos 100 anos da implantação da República na Escola Pública”
As escolas são estabelecimentos aos quais está confiada uma missão de serviço público, que consiste em dotar todos e cada um dos cidadãos das competências e conhecimentos que lhes permitem explorar plenamente as suas capacidades, integrando-se activamente na sociedade e dar um contributo para a vida económica, social e cultural do País.
- Segundo o Artigo 11º do Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril, o conselho geral é o órgão de direcção estratégico responsável pela definição das linhas orientadoras da actividade da escola, assegurando a participação e representação da comunidade educativa.
- Segundo o mesmo Decreto-Lei, no seu Artigo 14º, alínea 4, no conselho geral dos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas, os representantes do município são designados pela câmara municipal, podendo esta delegar tal competência nas juntas de freguesia.
- Segundo a Constituição da República Portuguesa, no seu Artigo 43.º (Liberdade de aprender e ensinar), alínea 2, “O Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas”.
Considerando:
1. que a Escola Pública é paga por todos os cidadãos contribuintes, independentemente das suas preferências ideológicas;
2. Considerando que o ensino em Portugal é, na prática, um monopólio do Estado que não permite, sobretudo às famílias com menores recursos, a livre escolha sobre o tipo de ensino ou ideologia base subjacente;
3. Considerando que a Escola Pública está aberta a todos os que a respeitam, independentemente das suas preferências ideológicas e que tem por princípio democrático o combate à exclusão, seja de que tipo for;
4. Considerando ainda que qualquer tentativa do Estado em formar ideologicamente as Gerações Vindouras (que frequentam a escola pública) é, no mínimo, uma prática totalitária mais própria do regime NAZI e que lembra a “reeducação do povo” praticada pela China Maoísta.
Vem o P.P.M. sugerir à Câmara Municipal de Braga para que os representantes do município que forem designados para os conselhos gerais dos agrupamentos de escolas, se abstenham de promover a doutrinação republicana, nestas comemorações à República, dentro do espaço físico da Escola Pública.
Só assim poderemos ter uma escola isenta e “desparasitada” de quaisquer directrizes políticas e ideológicas, fazendo-se assim cumprir a Constituição Portuguesa.
Grupo Municipal do P.P.M. na Assembleia Municipal de Braga













